Bloco de notas 20#37: Milhões de Pix

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10,1 milhões de Pix. Na segunda (5), o Banco Central começou a cadastrar as chaves Pix, atalhos para facilitar os pagamentos do novo Pix, que começa a funcionar em 16/11. No primeiro dia, foram 3,5 milhões de chaves Pix registradas; no segundo, o total saltou para 10,1 milhões. Apps de bancos e fintechs ficaram instáveis no período. [Valor Invest]

→ Na dúvida do que são as chaves Pix? Esta matéria traz uma boa explicação.

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O iPhone barato do Grupo Angela Faria

Dois anúncios, extraídos de stories do Instagram, de um iPhone 11 e iPhone 11 Pro Max, com preços muito abaixo do mercado.

As ofertas são tentadoras: iPhone 11 de 128 GB por R$ 2,3 mil e iPhone 11 Pro Max de 256 GB por R$ 4,5 mil. Na loja da Apple, esses modelos custam R$ 5,3 mil e R$ 8,4 mil, o que significa que estão sendo vendidos com descontos surreais de 48,9% e 46,4%, respectivamente. Não só: na compra de qualquer um desses telefones, o consumidor leva de brinde um AirPods de 2ª geração — na Apple, custa no mínimo R$ 1.350. Dá para confiar?

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Bloco de notas 20#36: TSE e Facebook se unem para tentar coibir a desinformação nas eleições

Um convite

Nesta sexta (2), vai rolar o BrazilJS.live. O evento é voltado ao desenvolvimento e JavaScript, mas no meio da programação haverá um painel sobre tecnologia e sociedade. Este que lhe fala será o mediador e, entre os convidados, está o Guilherme Felitti, do Tecnocracia, e mais gente muito boa para debater esse importante assunto.

O BrazilJS.live é um evento gratuito e totalmente digital, por streaming. Cadastre-se aqui e programe-se para nos assistir amanhã (2), a partir das 14h. Te espero lá!


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Eleições sem desinformação. O Tribunal Superior Eleitoral apresentou os frutos da parceria feita com o Facebook para coibir a desinformação nas eleições municipais de novembro. À população, foram disponibilizados dois canais: um tira-dúvidas na forma de um chatbot no WhatsApp — pelo número +55 (061) 9637 1078 (ou clique aqui) e um formulário para denúncias. No Facebook, haverá um “megafone” para distribuir informações importantes sobre as eleições nos dias anteriores à votação. Por fim, figurinhas no WhatsApp e Instagram. Procurei, mas ainda não as encontrei, porém… [TSE]

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A raiva constante que sentimos na internet nos torna humanos piores

Close em um boneco do Hulk com a expressão fechada.

por Guilherme Felitti

Na primeira onda de personagens da Marvel, lá na década de 1960, um dos favoritos do público que já consumia história em quadrinhos era um herói longe daquele ideal de Apolo que Superman e Capitão América carregam até hoje. O Coisa, do Quarteto Fantástico, exercia um certo fascínio por mostrar um sujeito que, transformado num amontoado de pedras à revelia, tinha que lidar com os lados bons — a força e a invulnerabilidade — e os nem tanto — basicamente você parece um muro com pernas.

Com isso na cabeça, Stan Lee e Jack Kirby, as mentes criativas da Marvel na época, se colocaram a pensar em um novo herói. De um lado, havia o racional. “Por um longo tempo eu percebi que as pessoas preferem alguém que não seja perfeito. É uma aposta segura que você lembra do Quasimodo, mas você consegue nomear personagens mais heróicos, bonitos e glamurosos de O Corcunda de Notre-Dame? E também tem o Frankenstein. Sempre tive um ponto fraco pelo monstro de Frankenstein. Ninguém vai me convencer que ele era o vilão. Ele nunca quis machucar ninguém. Ele simplesmente forçou seu caminho em uma segunda vida tentando se defender e neutralizar quem tentava destruí-lo. Decidi que também poderia pegar algo emprestado também do Dr. Jekyll e Mr. Hyde — nosso protagonista iria se transformar constantemente da sua identidade normal para seu alter ego super-humano”, segundo o Stan Lee.

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Você já limpou o controle remoto da TV?

Controle de TV em frente a uma TV ligada.

A pandemia fez com que elevássemos o nível dos nossos hábitos de higiene. Aprendemos que leva no mínimo 20 segundos para lavar as mãos da maneira certa, passamos a desinfetar frutas, legumes e embalagens de alimentos industrializados ao chegar do mercado, e a não encostar em corrimões e outras superfícies de áreas comuns exceto se estritamente necessário — e, quando sim, mandando ver no álcool em gel logo em seguida. Vamos além. Você já limpou o controle remoto da sua TV?

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O escritório em casa da professora e pesquisadora Paloma Santos

Mesa clara, com um MacBook Air em um suporte, teclado e mouse, quadro branco com anotações e outros objetos espalhados.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria da Paloma.

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Bloco de notas 20#35: LGPD começa a valer — e já tem ação civil pública com base nela

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LGPD neles. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começou a valer na última sexta-feira (18), após o Senado derrubar o trecho de uma MP do governo federal que adiava a entrada em vigor da lei, sem a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) constituída. Nesta semana, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios ajuizou a primeira ação civil pública com base na LGPD. É contra a empresa Infortexto LTDA, sediada em Belo Horizonte (MG), acusada de vender bancos de dados de cidadãos brasileiros sem autorização. O site indicado na ação está “em manutenção”. [Folha, MPDFT]

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A multiplicação das carteiras digitais

Detalhe de um celular na mão de um homem e, acima do celular, algumas moedinhas douradas e cifrões verdes caindo em direção a ele.

A carteira não escapou da digitalização. Na transição dos nossos bolsos e bolsas para o ambiente virtual (materializado pelo celular), as carteiras se multiplicaram: hoje, no Brasil, centenas delas são oferecidas por empresas dos mais diferentes ramos, das óbvias instituições financeiras aos restaurantes e varejistas, passando por algumas aplicações bem específicas.

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