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Post livre #241

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

55 comentários

  1. Eu sou um exemplo de consumidor feito de palhaço pela grande mídia.

    Aqui na minha cidade não existem mais jornais locais como antigamente, então assinei a Folha de São Paulo de sábado e domingo. O jornal falha muito na entrega, ficando as vezes mais de mês sem ser entregue. Reclamo e acrescentam mais edições que nunca chegam. É frustrante então cancelei.

    Como sou brasileiro e não desisto nunca, assinei a revista Veja e a revista Época. Já faz três semanas e ainda não recebi nenhum exemplar.

    Nem é para mim, mas para os meus pais terem alguma coisa para ler e não ficarem só nas notícias da TV.

    Se eu tivesse pesquisado direito antes, teria visto que a editora Abril está simplesmente roubando os assinantes. Dureza.

    Alguém aí assina alguma coisa de papel e consegue receber?

    1. Não é querendo defender as empresas, mas pelo pouco que sei, empresas que trabalham com impressos tem problemas sérios em logística.

      Quem curte colecionar quadrinhos de todos os tipos, tem problemas também para receber, isso pelos poucos relatos que leio sobre.

      Cidades com pouca demanda (pode ser seu caso) ficam a mercê dos Correios ou distribuidoras problemáticas.

      Antigamente existia a força da Dinap, que é o braço da Abril para distribuições de seus periódicos. Não sei como ela está hoje. Os grandes jornais tinham também esquemas de distribuições bem grandiosos – hoje a mecânica deles voltou-se a serviços de logística.

      1. Em tempos – uma verdade sobre jornais locais é que geralmente eles são feitos por políticos ou grupos políticos influentes.

        As redes sociais quebraram a força destes jornais – parte da informação circula mais rápido nas redes e os jornais foram questionados desde então.

        Onde resido existe apenas um jornal local de longa data – que cobra por periódico e é publicado a cada sábado, e outros que são eventuais e saem conforme financiamento de políticos locais.

      2. Até entendo que distribuição pode ser uma coisa complicada dependendo da região, mas estou no eixo campinas-ribeirão e eles aceitaram meu CEP sem problemas, então não vejo razão para perdoar. Principalmente a Folha de São Paulo, que ainda publica edição diária e oferece entrega diária. A única explicação que encontro é que a quantidade de assinantes da edição física já não sustenta a logística e eles seguem como se estivesse funcionando tudo muito bem.

        Se usassem o Correio seria melhor porque pelo menos o Correio não entrega hoje mas entrega amanhã, né. Agora, ficar uma semana ou mês sem entregar está parecendo é roubo mesmo.

  2. Caros, poderiam me indicar e/ou relatar a experiência de vocês com mouses verticais? Acredito que como muitas pessoas, eu precisei montar o home office as pressas. O resultado disso é que a ergonomia acabou ficando em segundo plano, já que o foco era voltar a trabalhar o mais rápido possível e continuar empregado. Passados alguns meses essa negligência cobra seu preço: tendinite. Estou arrumando as coisas aqui aos poucos. Primeiramente a empresa nos deixou trazer as cadeiras para casa, o que ajudou bastante. Contudo a mesa que eu uso não era do tamanho ideal, mas vou resolver isso esse final de semana, trocando as pernas da mesa por outras mais curtas. Porém as dores no pulso já estão incomodando muito e de vez em quando, dependendo do movimento que faço, sinto umas pontadas que me fazem ver estrelas. Enfim, a consulta com o ortopedista já está marcada. Mas estava pensando em um mouse vertical para ver se ajuda ainda mais. Sei que tem o logitech MX vertical, mas se puderem recomendar opções de qualidade com um preço menor eu agradeço. Abraços a todos.

    1. Tenho usado uma trackball que comprei usada. Ajuda bastante a evitar dores no pulso.

    2. Eu uso um mouse vertical constantemente e recomendo bastante. Costumava usar um comum e tinha muitas dores na mão direita, com o mouse vertical elas simplesmente sumiram. Acabei por ajustar a altura do meu teclado pra diminuir as dores na outra mão também e foi muito bom. O meu mouse é o MX Vertical da Logitech.

    3. Eu usava um mouse “gamer” da Logitech e nunca me deu problema, até recentemente. Doendo meu ante-braço e pulso. Pensei em pegar um mouse vertical, mas desisti por causa desse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=XaWLLEztrIs

      Um detalhe desse vídeo me chamou a atenção. Quando você “clica” com o mouse, ele vai ser “empurrado” para o lado que você esta clicando. Acaba que você precisa “apertar” o mouse, fazendo força também com o dedão e afetando a precisão.

      Acabou que eu comprei um MX Ergo da Logitech. Ele vem com uma trackball (desculpem canhotos, mas esquecemos de vocês de novo) onde você mexe o mouse com o dedão. E ele tem duas posições, uma “normal” e outra com uma inclinação de 20graus. Eu comprei pensando em devolver, caso não me adaptasse, pois foi bem caro. Mas logo nos primeiros dias eu não me arrependi e simplesmente não sinto mais dores no ante-braço e no pulso. Ainda persistem um pouco as do ombro, mas isso tem mais a ver com a mesa e cadeira.

      Enfim, recomendo bastatne o MX Ergo, é bastante caro, mas é melhor que ter algum outro problema além da tendinite.

    4. Olha, eu sou usuário do MX Vertical da Logitech e é maravilhoso. É o meu primeiro mouse vertical e realmente é muito bom. Apesar de não conhecer outros mouses verticais, tomarei a liberdade de indicar outros, visto que o preço do MX é pautado também em outros recursos — igualmente úteis mas além da ergonomia:

      – bateria recarregável;
      – botões extras configuráveis;
      – DPI variável;
      – conexão com 3 dispositivos (bluetooth e wireless via dongle)

      Por isso que creio que um mouse vertical comum vai ser igualmente bom (focando na ergonomia), afinal, pelo que vi de outros, o formato não muda muito.

  3. Não sei se já tinha recomendado essa app aqui, mas pela via das dúvidas vou falar: Daywise.
    Com esse app vc consegue agendar notificações. Vc consegue selecionar os app e a taxa de envio das notificações (a cada 4h, por exemplo).
    Excelente para quem quer diminuir a ansiedade gerada com notificações, mas q não quer fica sem elas. Venho usado a meses e gostando bastante.
    Link: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.synapse.alarm.daywise&hl=pt_BR

  4. Ontem mediei um painel sobre tecnologia e sociedade na BrazilJS.live(), montado em parceria com o Manual. Para quem não conhece, é um evento do pessoal da BrazilJS, que, como o nome entrega, é voltado ao JavaScript. (Dá para ver a gravação aqui.)

    No final, a Andreza, da organização, disse que alguns espectadores ficaram incomodados com o assunto em um evento de programação. Eu me enrolei um pouco com o Google Meet e não consegui ver os comentários em tempo real, mas fui lê-los agora de manhã. Já esperava esse tipo de reação, mas fiquei quase contente por constatar que comentários negativos foram minoria. A maior parte dos espectadores que se manifestaram estava interessada e elogiou a inclusão desse assunto na programação.

    Só queria comentar isso, da importância de levarmos as questões tão debatidas aqui no site e em outros espaços menos “hard” àqueles povoados por quem faz tecnologia.

    1. É bastante importante e esse tipo de trabalho é muito pouco reconhecido. Mas já aviso que o BrazilJS é uma ilha de “boas práticas” no meio dessas convenções e eventos. Anos atrás eu fui num dos primeiros, que rolou a PUCRS, e uma das atividades que tivemos foi uma oficina de tradução massiva de diversos projetos do Github e da Mozilla, por exemplo. Tinha muita gente “de fora” da área de TI e muita gente interessada em debater questões tangencias à TI (como impacto social, tecnologia em periferias, etc.).

      Na época o evento foi sediado na Thoughtworks de POA que, ainda que eu não seja fã de nenhuma empresa (principalmente de TI), merece o respeito por prezar pela diversidade dentro da empresa, ter diversos projetos paralelos com impacto social e por ter um processo seletivo bastante diversificado quando se compara com outra empresas da área. Só disso já dá pra imaginar que esse não é, exatamente, o público usual de TI (esse público está no Tecnoblog, MeioBit e outros).

      Se já teve comentário “reclamando” nesse evento, multiplique por 10000 para qualquer outro, principalmente se envolver Linux/C. O mercado de TI (profissional e acadêmico) é um dos mais tóxicos e fechados que eu conheço. Poucas coisas foram mais estressantes pra mim do que trabalhar como programador ou analista de suporte. Isso vem mudando com algumas empresas fazendo um esforço na área (ainda que a maioria delas entenda que diversidade seja empregar mulher branca e rica) para mudar esse tipo de pensamento recorrente em tecnologia.

      1. Hahaha, não cortei! Estava amarrado atrás (e o headset escondeu os fios que ficaram soltos).

        Este mês faço um ano sem cortar o cabelo, um recorde pessoal. Com o calor que está fazendo aqui, e para impedir que os fios fiquem caindo nos olhos, só amarrando ele mesmo.

        1. Massa! Até considerei essa possibilidade, mas como vcs ficaram só na miniatura pensei q vc tinha cortado mesmo 😅

  5. Deixa eu ter um escritório, que mando. 🤣🤣🤣

    Assim que abri a edição dessa semana imaginei isso.

    Na edição passada você chegou a comentar com alguém que o estoque do Escritório tava chegando ao fim.

    1. Tou devendo mandar minha mochila. Acho que vou ser um dos poucos a mandar mochila na pandemia.

  6. Estive fazendo algumas reflexões sobre essas vacinas para o covid e como vai funcionar a dinâmica após a garantia da eficácia e segurança das doses.
    O primeiro grande problema vai ser o transporte e a refrigeração das vacinas. A da Pfizer, por exemplo, tem que ser mantida em uma média de -70 graus até a aplicação. Para fins de comparação, a temperatura média do polo sul é de -50.
    Com certeza isso vai gerar uma corrida por refrigeradores e uma escassez desse produto muito rapidamente, além de problemas de logística e transporte. Colossais. Fonte: https://www.wsj.com/articles/covid-19-vaccine-race-turns-deep-freezers-into-a-hot-commodity-11599217201

    O segundo problema: quem disse que a vacina vai funcionar igual pra todo o mundo? Vacinas não funcionam de forma uniforme em toda a população, sendo que crianças e pessoas obesas apresentam particularidades para as vacinas. Pode ser que algumas pessoas fiquem de fora. Fontes: https://www.aa.com.tr/en/europe/covid-19-vaccine-may-not-work-as-well-on-obese-people/1954094 e https://www.nytimes.com/2020/09/21/parenting/kids-vaccine-coronavirus.html

    Além disso, somente a vacina da J&J é dose única. Se estão anunciando aos 4 ventos 45 milhões de doses para SP em dezembro, isso implica em 22,5 milhões de pessoas vacinadas, pois todas as vacinas (exceto a J&J) precisam de 2 doses para eficácia. Fonte: https://www.ft.com/content/b23ba7ff-7e2c-4ea2-bc18-e64f7bd23848

    Não estou querendo soar desanimador nem nada, mas a notícia de uma vacina eficiente não vai ser o ponto de chegada nessa briga e não passa de populismo. Continuem usando máscaras e limpando as coisas e (se der) fiquem em casa.

    1. Acho que nenhuma vacina tem 100% de eficácia. Tanto é assim que, embora não exista um critério objetivo de eficácia para liberar vacinas, a Anvisa costuma aprovar aquelas que apresentam eficácia mínima de 70%. No caso da COVID-19, a Anvisa já avisou que poderá aprovar uma vacina com até eficácia de 50% em alguns cenários, posicionamento compartilhado pela OMS. Nesse caso, seria uma medida para conter o avanço — quanto menos gente suscetível a contrair o vírus, mais difícil ele se espalhar.

      1. O nome disso é “imunidade guarda-chuva” (ou coletiva). Quanto mais pessoas estiverem imunizadas ao seu redor, menos o vírus se espalha (é mesmo ideia da “imunidade de rebanho” mas sem precisar infectar as pessoas e matar alguns milhares).

        Até porque tem uma série de pormenores em relação à vacina, desde gente que não pode se vacina (alérgicos a ovo, por exemplo) até pessoas que não conseguem se vacinas por questões logísticas/religiosas/ideológicas.

    2. Toda semana meio que anunciam que a vacina estará disponível na semana seguinte, mas é aquela coisa, estará pronta quando estiver pronta, pelo menos aquela que será eficaz. Desde o começo da pandemia o pessoal mais pé no chão já dizia que dois anos era um número otimista e ao mesmo tempo mais realista, então vamos nos aguentando até o final do ano que vem né.

    3. Isso tudo ai é tranquilo e esperado….
      Agora pensa que o Brasil adquiriu quantas doses? 100 milhões?? Não vai imunizar todo mundo.
      E conforme as pessoas vão tomando a vacina vão deixar de lado a máscara e outros hábitos de higiene. Metade ainda vãi estar vulnerável.

  7. Mais alguém tendo problemas de atualização do Guia Prático? Eu sigo no Castbox e deixo inclusive o download automático. Mas ele não atualizou por lá. Olhei até no link do post e lá tbm não aparece o episódio novo…

    1. Teve um pequeno problema (erro de configuração) na hora da publicação. Corrigi ontem no final da tarde e, agora, já deve estar normalizado. Pode conferir se está tudo bem aí?

      1. Acabou de me notificar do episódio aqui, já fez o download normal também.
        Valeu Ghedin.
        Sei que o Castbox não é o mais utilizado e tem uns problemas mas ainda to preso nele pela inércia e falta de tempo pra configurar um outro app hahaha. Quem sabe nas férias vai.

  8. e aí, estão cadastrando chaves PIX nos bancos? nos meus eu cadastrei um alias de e-mail pra cada um, então não teria problema de passar essas informações pra qualquer pessoa

    1. Tou esperando a caixa liberar (Acho que ela fez pré-cadastro com quem já tem FGTS ou AuxEx ativo).

      Vou usar pela Caixa – foi o primeiro lugar na vida que trabalhei com carteira assinada (Jovem Cidadão)

    2. Ainda não cadastrei, pois 3wtou migrando do Bradesco e do Sicoob pro BB e vou manter apenas lá a chave.

      De toda sorte também criei um e-mail exclusivo pro Pix no Mailfence. Não quero ficar informando meu email pessoal pra qualquer pessoa oi deixar no Gmail, com todos os problemas de privacidade da Google.

  9. Abandonei a ideia de conseguir outro ps3 e cheguei agora no xbox 360. Descobri que não tem mais prime video pra esse console. Netflix ainda está ok.
    Preciso de novos amiguxos pra jogar, então listem aí suas gamertags. A minha é robostra

    1. Meu filho tinha um 360 e quando comecei a ter dificuldade pra achar jogos novos pra ele, entendi que era questão de pouco tempo pra me dar esse tipo de problema.

      Troquei por um PS 4, pagando a diferença.

    2. Eu tive por um tempo um Xbox 360 que era desbloqueado. Só usava para jogar Forza Horizon.

      As vezes penso em ter um 360 novamente por causa dele.

      (Mas meu desejo atual é montar um controle para simulador de ônibus)

      1. Forza horizon funciona no Xbox One e nos futuros Series X/S via retrocompatibilidade.

        Dependendo do orçamento e do preço do one após o lançamento da nova geração, pode acabar sendo um melhor negócio ;)

      2. Nem me fale, meu último console foi um PS2, mas pirei quando joguei Forza Horizon 4 no pc de um amigo meu. Bastou isso pra mim considerar um upgrade no meu notebook ou comprar um Xbox One S hehe. Pena que a pandemia subiu muito os preços.
        Por enquanto sigo com o meu i7 7500U (basicamente um dual-core com HT), e jogando NFS Hot Pursuit, que é legal, mas não chega nem perto de Forza.

        1. Estou ainda com um Core2Duo de pc principal. Então sem chance pelo visto de jogar um Forza.

          Ganhei dias atrás um notebook i5 desmontado de um amigo (obrigado amigo! lhe devo uma, viu? ;) ) que consegui recupera-lo. Tinha instalado um SSD, mas precisei vender o SSD para um cliente.

          Talvez eu venda o Core2Duo para juntar um dinheiro e montar um i7 ou Ryzen. Só que toda vez que tento passar o Core2Duo pra frente, com outra pessoa ele começa a falhar.

  10. A bizarrice do dia fica por conta do Amazon Explore.
    Eu soube da existência dele hoje. Pagar caro (até pros EUA) por uma experiência que me lembra os jogos em FMV para poder “olhar” as paisagens e o que tem de mais “interessante” em locais é completamente absurdo (viajar já é ruim, programas de TV sobre viagens são piores ainda, imagina juntar as duas coisas e viajar pela TV?).

    Vai que alguém quer gastar uns USD40 nisso: https://www.amazon.com/b?node=19419898011

      1. Não com um guia que você faz perguntas ao vivo e com a possibilidade de comprar diversas coisas na tela (na Amazon) enquanto elas aparecem.

  11. Pessoas, repararam que não tivemos escritório em casa nesta edição? O estoque secou 😱

    Àqueles que puderem colaborar com a série, é só seguir estas orientações — fácil e rápido; se você não inventor de arrumar o local, leva menos de meia hora.

    1. Só não mando porque meu “escritório em casa” eu uso só para estudar, meu trabalho não dá para fazer de casa ainda rs

      1. Aqui também. Só meu notebook, micro system e minhas bagunças de eletronica. hahaha

        1. Parece o meu. Tirando o micro system, é a mesma coisa hahaha
          (E botando um tecladin pra praticar música no lugar, rs)

  12. De vez em quando perguntam de ferramentas para backup, não sei se já saiu aqui no Post Livre mas segue meus 2 centavos.
    Esta semana usei o https://www.duplicati.com/ para fazer backup, ferramenta free com inúmeros recursos para backup local, ftp, nuvem, criptografia com agendamento e tudo mais, recomendo.

      1. É open sim. Só digitar duplicati source e vai direto no github dele

    1. Confesso que atualmente não faço backup 😱 (só algumas coisas no Google Drive) mas já tive um HD Externo, na época daqueles que ainda colocava na tomada e era comprido parecendo um modem). Usava o Bvkup (https://bvckup.com/). Ela é paga mas tem uma política de que as versões anteriores são gratuitas. Procurando agora vi que tem a versão 2 e não identifiquei se ela possui alguma free, mas a original está free (a do link).

      A principal vantagem é o delta copying, ou seja, ele identifica as partes modificadas do arquivo e torna absurdamente rápido os backups seguintes. Como estou de fora das ferramentas atuais, não sei se já virou um padrão, mas na época era um grande diferencial.

  13. no início desse ano ocorreu uma exposição no Pavilhão do Arsenal, em Paris, sobre a integração de iniciativas de inteligência artificial com à produção de arquitetura.

    um dos experimentos é similar àquele “this person does not exist”, mas faz isso com edifícios, a partir de determinados estímulos

    minha companheira e eu escrevemos uma resenha sobre a exposição aqui: https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/19.225/7894

    discutimos algumas das lacunas presentes na exposição, como a discussão sobre o processo de proletarização do trabalho intelectual associado ao avanço de sistemas de inteligência artificial

    e há uma versão digital da exposição aqui: http://stanislaschaillou.com/arsenal/vtour/tour.html

    1. obrigado pela indicação da exposição, gabriel.
      já salvei o texto de vcs pra ler depois.
      e, q coisa, acompanhava muito os textos do vitruvius!

  14. O layout antigo do LinkedIn era tão ruim que achei o novo, uma cópia do Facebook, uma ótima atualização. Além de menos caótico, agora o notebook não decola toda vez que acesso o site.

    1. acesse o link que o gabriel colocou ali em cima para descobrir outro site muito ruim de usar/navegar, apesar do bom conteúdo

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