Gadgetbridge simplifica a relação entre o celular e relógios e pulseiras fitness
Colocar um relógio ou pulseira “inteligente” no pulso pressupõe instalar um aplicativo no celular. Faz sentido, considerando a tela diminuta desses dispositivos.
O problema é que tais aplicativos costumam fazer mais do que se esperaria de um do tipo. O da Huawei, por exemplo, tem uma loja de faces para o relógio e treinamentos por inteligência artificial e sabe-se lá mais o que ele faz nos bastidores. O da Apple (Fitness), que é dos mais calminhos, reserva local de destaque para o botão do Fitness+, assinatura paga para ter acesso a aulas gravadas.
A IA, aliás, tem se alastrado nos aplicativos que acompanham os relógios. (Daqui em diante, entenda “relógios” como “relógios e pulseiras”.) As principais empresas do setor jogaram suas respectivas IAs nos aplicativos de saúde para dar sentido à tonelada de dados que os relógios coletam e armazenam no celular. Que elas “alucinem” parece ser (mas não deveria) mero detalhe.
Existe uma saída (que eu conheça, pelo menos) que não passa por esses aplicativos oficiais. E apenas se você tiver um celular Android. É o Gadgetbridge.