Criar o seu site é mais fácil que analisar a escalação do Brasil na Copa do Mundo
Enquanto o Brasil inteiro estava discutindo escalação, eu estava pensando em outra coisa: por que ainda tem tanta gente sem site próprio?
Sério. A gente consegue analisar 4-3-3 vs 4-4-2 em detalhes absurdos, mas na hora de colocar um projeto, portfólio ou ideia na internet, a resposta costuma ser: “ah, é muito complicado” ou “deve custar caro”.
Não custa. E não é complicado.
Um site próprio, com domínio personalizado (sabe, aquele .com.br com o seu nome de verdade), sai por volta de R$ 200 por ano. Isso é menos do que um ingresso pra ver jogo numa arena. Menos que um ano de qualquer streaming. É um jantar fora de casa.
E o que você ganha por isso?
- Um endereço fixo na internet que é seu, não alugado de rede social
- Controle total sobre o que aparece e como aparece
- Nada de algoritmo decidindo quem vê o que você publica
- Aquela sensação boa de falar o nome do seu site em voz alta
A infraestrutura básica é simples: um domínio (o “www” do seu site) + uma hospedagem (média de R$ 180–R$ 250 ao ano) já resolvem o problema pra maioria dos casos. Se quiser algo mais enxuto ainda, serviços como a Hostinger oferecem um planos por 4 anos, que tornam o valor bem mais amigável (uma média de R$ 530 para todo o período, com domínio incluído no primeiro ano).
Não precisa saber programar. Não precisa de designer. Precisa de uma tarde, um cartão de crédito e vontade de ter um cantinho seu na internet — que não suma se uma big tech resolver mudar as regras do jogo.
A Copa acaba. O seu site fica.
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