O que o VAR do futebol nos diz sobre a IA
Eu exagerei nos jogos da Copa Mundo masculina deste ano. Foi sensacional. Estava em Paris, onde o torneio tomou conta de tudo: dos bares às brasseries, passando pelos celulares das pessoas no metrô. À noite, dava para ouvir gritos de comemoração vindos de quarteirões de distância, não importava onde você estivesse — pela França sempre que ela jogava, claro, mas também pela Argentina e por Messi ou por qualquer golaço. Também dava para ouvir muitas vaias (o jogo da França contra o Paraguai nas oitavas de final foi rico nesse quesito) e boa parte dessas vaias, hoje, é direcionada ao VAR, o assistente de vídeo.
