Nova data do debate do livro “A ideologia californiana” e anúncio do livro de abril

Capa do livro “A ideologia californiana”.Quando agendei o debate do livrinho A ideologia californiana, de Richard Barbrook e Andy Cameron, não me atentei que o próximo sábado estaria dentro de um feriado prolongado.

Por isso — e para dar mais tempo para mais gente ler —, tomei a liberdade de mudá-lo para o próximo dia 9/4 (quinta-feira), a partir das 19h30.

Há tempo de sobra para lê-lo. O livro pode ser obtido sem custo, em *.pdf, direto no site da editora Mestre dos Mares. E é curtinho, com apenas 44 páginas, o que se explica pelo fato de que ele foi publicado como um artigo na revista Mute, em 1995. Incrível como um texto de 30 anos conseguiu ser premonitório/continuar atual.

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Capa do livro “Tecnofeudalismo: O que matou o capitalismo”, de Yanis Varoufakis.Para abril, quis variar e ler um inédito (para mim). Dos possíveis candidatos, selecionei Tecnofeudalismo: O que matou o capitalismo (compre da editora ou da Amazon*), do grego Yanis Varoufakis, publicado no Brasil pelo selo Crítica, da editora Planeta.

Transcrevo abaixo a sinopse da editora:

As dinâmicas tradicionais do capitalismo não governam mais a economia. O que destituiu esse sistema foi o próprio capital e as mudanças tecnológicas aceleradas das últimas duas décadas, que, como um vírus, destruíram seu hospedeiro.

Os dois pilares que sustentavam o capitalismo foram substituídos: os mercados deram lugar às plataformas digitais, que são verdadeiros feudos das grandes tecnologias, e o lucro foi substituído pela pura extração de rendas. Diante desse cenário, Yanis Varoufakis diz que o tecnofeudalismo é o novo poder que está remodelando nossa vida e o mundo, e é, atualmente, a maior ameaça ao indivíduo liberal, aos nossos esforços para evitar a catástrofe climática e à própria democracia.

Com referências que partem da mitologia grega até a cultura pop, Varoufakis explica essa transformação revolucionária: como ela escraviza nossa mente, como reescreve as regras do poder global e, por fim, o que será necessário para derrubá-la.

A página do grupo de leitura já está atualizada. A princípio, faremos esse bate-papo no dia 14 de maio, às 19h30.

Vamos ler?

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Ataque “supply chain” afeta pacote axios no npm (em inglês). Esse pacote tem 100 milhões (!) de downloads semanais. Ataques desse tipo no npm são raros, mas acontecem muito.

Do texto rico ao vídeo: Chegou o RCS Universal Profile 4.0 (em inglês). Em tese, a nova versão do RCS viabilizará videochamadas entre celulares Android e iOS. Ela também traz suporte a texto rico (negrito, sublinhado etc.) e configurações na qualidade de imagens e vídeos transferidos. Apesar do lançamento, vai um tempo até esta versão chegar aos nossos celulares. A Apple ainda está testando a 3.0, que foi lançada em março de 2025 e traz criptografia de ponta a ponta…

Proton Meet (em inglês). O Proton, que era só um e-mail, vai se consolidando como uma alternativa “espelhada” do Google Workspace. A versão gratuita do Meet comporta até 50 participantes em sessões de até 1h.

Google libera alterações no nome de usuário (em inglês). O “nome de usuário” é o que aparece antes do @gmail.com. Por enquanto, só nos EUA. O nome pode ser mudado a cada 12 meses.

Por que o metaverso estava fadado ao fracasso desde o início (em inglês). Alguém pode dizer que agora que o metaverso implodiu é fácil fazer esse tipo de análise, mas esta vale pelo tanto de detalhes condensados em um vídeo de apenas 17 minutos. Tem várias sacadas que me escaparam quando assisti à fatídica apresentação do metaverso, cinco anos atrás.

VitruvianOS. Distro Linux baseada no antigo BeOS. Desenvolvimento ativo.

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Bluesky embarca na IA com o Attie, um app para criar feeds personalizados (em inglês), TechCrunch. Uma IA, movida pelo Claude, que cria feeds personalizados no Bluesky e apps compatíveis com o protocolo AT a pedido do usuário. No futuro, o Attie poderá criar também apps baseados no protocolo. Por ora, em beta fechado. Acesse-o aqui.

Instalação de apps não verificados no Android passa para novos dispositivos (em inglês), Android Authority. Essa notícia, dada por um funcionário do Google, deixa as coisas ainda melhores para quem deseja passar pelo “fluxo avançado” para instalar apps não verificados pelo Google. O vídeo responde outras perguntas relevantes.

cssDOOM. Doom recriado com CSS. (Funciona melhor em navegadores baseados no Chromium.) Vale ler o post do criador (em inglês). Dica do Renan.

brrr. Um novo app para iOS que permite programar e receber notificações personalizadas. R$ 6,90/mês ou R$ 6,90/ano.

Wander. Clique no botão “Wander”, e um site/blog pessoal aleatório aparecerá. Em inglês. Seria o máximo se tivéssemos uma versão em português… não?

OpenAI encerra o gerador de vídeos Sora; negócio com a Disney é cancelado

por David Gerard

A OpenAI encerrará o seu gerador de vídeos Sora:

Estamos nos despedindo do aplicativo Sora. Para todos que criaram com o Sora, compartilharam e construíram uma comunidade em torno dele: obrigado. O que vocês fizeram com o Sora importa, e sabemos que essa notícia é decepcionante.

(Nada do que foi “criado” com o Sora jamais teve qualquer importância.)

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Em decisão inédita, Meta e Google são condenadas por vício em redes sociaisG1. Os valores das multas são irrisórios, mas o mais importante aqui é o precedente que a decisão cria.

GitHub vai usar dados dos usuários para treinar IAs (em inglês). Começa em 24/4. Quem não quiser, (por ora) pode desativar o compartilhamento nas configurações do Copilot. Tem zilhões de opções ali; a que se refere a esta novidade aparentemente é a “Allow GitHub to use my data for AI model training”.

ClassicPress 2.7.0 (em inglês). O painel administrativo ganhou suporte a “view transitions” (transições suaves entre as páginas) e há uma nova opção para habilitar o cache de objetos. E, como sempre, o código está mais eficiente, com menos bibliotecas JavaScript e mais JS puro. Ansioso para usar o CP aqui no Manual!

Samsung Browser para Windows (em inglês). Agora está disponível no mundo todo, mas por ora os novos recursos “agênticos” só existem na Coreia do Sul e nos EUA. Baixe aqui.

BR Crawl. “O objetivo é criar um índice aberto de todos os blogs em atividade mantidos por autores brasileiros sem fins comerciais.” O Manual está lá! Dica do Eliel “Jesus”.

Fonte do filme War Games. A fonte usada nos terminais do célebre filme War Games, dos anos 1980.

“Liquid Glass” na Globo, em 1994. Quem diria, né? Pior que é bem parecido com os efeitos do Liquid Glass da Apple.

É hora de assinar o Manual

Passei dois meses sem pedir aos leitores do Manual do Usuário para que se tornem assinantes. Resultado: uma queda considerável nas assinaturas ativas 🥺

Por isso estou passando o chapéu novamente.

Desde 2019, quando o Manual voltou a ser independente, o valor da assinatura continua o mesmo. Na real, ela ficou *mais barata* para quem opta pela anual.

Custa a partir de R$ 9/mês ou R$ 99/ano. Sem pegadinhas, sem “reajuste pela inflação”. Você sabe quanto pagará e pode cancelar a qualquer momento, sem ter que se explicar. Se você não conseguir fazer o cancelamento, eu te ajudo.

Embora isto aqui seja o meu ganha-pão, a última coisa que desejo é ser um transtorno na sua vida.

  • Para assinar via Pix (anual), faça uma transferência de no mínimo R$ 99 para a chave pix@manualdousuario.net e, em seguida, envie um e-mail para o mesmo endereço.
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O que você ganha tornando-se assinante? O principal benefício é viabilizar a existência do projeto. Graças à sua generosidade, o Manual segue funcionando, publicando opinião, dicas e crônicas da vida permeada pela tecnologia e experimentando formatos (vídeo, podcast) e ideias malucas. E o melhor: tudo isso é para todo mundo, assinantes ou não.

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Se você tiver disponibilidade e vontade, considere assinar o Manual. Mais detalhes da assinatura.

Obrigado :)

Transformei o Kindle no meu jornal particular

Os dois meses de uso do tablet da TCL me levaram à conclusão de que um tablet meu não precisa ter uma tela com “movimento” fluído. Eu só leio coisas estáticas, textos parados.

Tal revelação me fez ver com renovada atenção um tipo de dispositivo que, até então, sequer cogitava, mas que agora parece perfeito para o que preciso. Refiro-me aos tablets Android com tela E-Ink, fabricados por marcas como Boox, Bigme e Pocketbook. (Infelizmente, nenhuma delas com presença oficial no Brasil.)

O problema? São caros. Os modelos menores, com tela de 7–7,8 polegadas, começam em valores quatro vezes maiores que um Kindle básico. O que eu queria, o Boox Go 10.3, com tela de 10,3 polegadas, parte dos R$ 3 mil — se você encontrar um à venda em solo nacional. E vem com um Android defasado, embora tenha sido informado de que isso não atrapalha, ao contrário do iPad. (Semana passada a Boox lançou a segunda geração do modelo, com Android 15 e uma variante com tela iluminada. Deve ser ainda mais cara.)

Além de caro, eu detesto comprar… coisas. Por isso fiquei contente quando me dei conta de que poderia usar o meu Kindle — aquele mesmo que nunca acessou a internet — para ler artigos, posts e newsletters publicadas na web, sem gastar um centavo a mais e com uma ótima qualidade.

É esse arranjo, resultado de uma semana de novas conexões cerebrais (ou muitos neurônios fritos em algo quase insignificante) que compartilharei contigo.

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OpenAI encerra aplicativo do Sora (em inglês). É o TikTok de vídeos gerados por IA.

Disney cancela plano de investir US$ 1 bilhão na OpenAI (em inglês), Variety. Ouviu o *pop*? É a bolha estourando…

Wine 11 reescreve como o Linux executa jogos do Windows no nível do kernel e os ganhos de velocidade são enormes (em inglês), Xda-Developers. Aos poucos, o Linux vai se tornando a melhor plataforma para rodar jogos feitos para Windows.

Samsung anuncia Galaxy A57 e A37 (em inglês). Os dois modelos intermediários da Samsung. O A57 traz um corpo mais fino e recursos de IA inéditos na linha A. Ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Apple libera iOS 26.4, macOS 26.4 etc.MacMagazine. O Safari voltou a ter o leiaute de abas compactas (amém!) no macOS e o iOS agora troca mensagens com Android, por RCS, com criptografia de ponta a ponta. (O suporte a criptografia de ponta a ponta no RCS segue em testes, mas será liberado dentro do ciclo do iOS 26. Obrigado, Marcos!)

Krita 5.3 e 6.0. A linha 5.x é compilada usando o framework Qt5, enquanto o Krita 6 usa Qt6. As principais novidades são suporte completo ao Wayland, uma ferramenta de texto refeita, podendo o texto agora ser editado direto na tela e uma nova ferramenta para a criação de quadrinhos.

Manual de instruções da ELIZA (em inglês). O breve manual do primeiro chatbot da história. E, sim, já naquela época (1979) chamavam a ELIZA de “inteligência artificial”.

Morsify. Este site traduz o texto digitado para o código Morse, em tempo real.

O macOS 26.4, lançado nesta terça (24), trouxe de volta o leiaute de abas compactas ao Safari (print). Eu e as outras cinco pessoas que usamos esse leiaute — que havia sido removido no macOS 26.0 — agradecemos.

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Galaxy S26 ganha compatibilidade com o AirDrop da Apple (em inglês). A princípio, na Coreia do Sul, mas outros mercados — incluindo a América Latina — estão na fila, bem como outros dispositivos da Samsung.

Ubuntu 26.04 encerra 46 anos de senhas do sudo “silenciosas” (em inglês), Omg! Ubuntu. A próxima versão do Ubuntu exibirá asteriscos na digitação de senhas para comandos com sudo no terminal. Antes (e em outras distros), a digitação não tem retorno visual “por segurança” — o que, convenhamos, não faz mais tanto sentido. O Mint fez isso antes.

Planejamento do Thunderbird (em inglês). O cliente de e-mail da Mozilla agora tem um planejamento (“roadmap”) público, dividido por plataforma (desktop, Android, iOS e serviços).

Firefox 149 (em inglês). A principal novidade, VPN gratuita, não está disponível no Brasil, mas há outras novidades e melhorias que justificam a atualização, em especial a janela com dois sites lado a lado: clique com o botão direito em uma que esteja em segundo plano e selecione, no menu, algo parecido com Adicionar à Visualização Dividida (ainda não sei como ficou em português).

OpenShort 3.5 (em inglês). Não é todo dia que um projeto anuncia “a maior atualização da nossa história de 18 anos”. As principais melhorias são uma nova linha do tempo padrão e o aumento médio de 35% na velocidade do aplicativo, em especial em efeitos e processamento de quadros. FOSS, gratuito e disponível para ChromeOS, Linux, macOS e Windows.

Rótulos no Signal (em inglês). Similar ao WhatsApp, agora é possível definir rótulos para si mesmo(a) em grupos no Signal. Obviamente, tudo é criptografado de ponta a ponta. Administradores têm a opção de restringir os rótulos a eles.

Pika. “Color picker” para macOS que informa a taxa de contraste e oferece atalho global no teclado. Na App Store por R$ 29, ou de graça baixando do Github (é FOSS).

100 Saltos. Segure a barra de espaço (ou seu dedo na tela) para ajustar o salto do quadrado. A cada três saltos perfeitos (no centro da plataforma), você ganha uma vida extra. Dica do Rafael.

Apesar da tragédia do Liquid Glass no macOS, vez ou outra ainda me deparo com pequenos toques geniais no sistema operacional da Apple. Dia desses descobri que, para converter um arquivo *.mov (comum em várias aplicações da empresa) para *.mp4 (mais popular), basta alterar a extensão do arquivo.

Esse método passa a ocupar o nível mais alto na escala de facilidade, sucedida pelo app MagicBreak, perguntar o comando do ffmpeg a qualquer IA e, por fim, usando o Handbreak.

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Verificação de desenvolvedores Android: equilibrando abertura e escolha com segurança (em inglês). Finalmente o Google revelou como será o “fluxo avançado” para instalar apps de desenvolvedores não-verificados. Meio chato, mas precisa fazer só uma vez. Melhor do que eu esperava.

Nosso compromisso com a qualidade do Windows (em inglês). Grandes novidades a caminho do Windows 11, como alterar a posição da barra de tarefas, decidir quando o computador reinicia para aplicar atualizações e a remoção do Copilot do Bloco de Notas. Fascinante que a Microsoft estragou tanto o Windows 11 que regredir o sistema ao… sei lá, Windows 95 é visto como uma grande evolução, um “compromisso com a qualidade”.

PowerToys 0.98 (em inglês). A grande novidade é uma dock, ou uma segunda barra de tarefas na área de trabalho. A Microsoft poderia colocar esses caras para cuidar do Windows. Por falar nisso…

Fast Track para criadores: uma nova maneira de aumentar sua audiência e ganhar dinheiro no Facebook (em inglês). A Meta vai pagar salário a criadores de conteúdo que postarem no Facebook. Os robôs que habitam o Facebook verão mais conteúdo pasteurizado.

Gazette. Uma ponte que leva newsletters de um e-mail do Gmail para um feed RSS. Pena que precise de muita configuração envolvendo Docker e a API do Gmail.

Nightingale. Um aplicativo de karaokê que separa os vocais, transcreve as letras e toca a música com a letra sincronizada. Praticamente um Videokê Raf! Gratuito, para Linux, macOS e Windows.

A tela Nxtpaper 4.0 da TCL: É igual à E-Ink do Kindle?

Fazia um tempo que estava intrigado com a tecnologia Nxtpaper, da TCL, que promete ser o elo perdido entre as telas convencionais (LCD) de tablets e celulares e a E-Ink, que não dependem de luz, presente em leitores digitais como o Kindle.

Comprei o tablet Nxtpaper 11 gen. 2 para ver com meus próprios olhos essa tela. E… bem, assista ao vídeo!

Links citados:

Se preferir, veja no YouTube.

Facebook encerrará seu metaverso na realidade virtual, o “Horizon Worlds”

por David Gerard

A Meta, antigo Facebook, está obcecada com IA e gastando o máximo de dinheiro que pode nisso.

Antes ela tinha outra obsessão, o metaverso! Realidade virtual! Mark Zuckerberg amava tanto o metaverso que chegou a mudar o nome do Facebook para Meta.

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Neste texto eu falo bem da IA

“Como desativar todos os widgets do WordPress sem recorrer a plugins?”

“Quais as principais obras — e por onde começar a lê-las — de Theodor Adorno?”

“Qual a melhor rotina de meditação para um sono profundo?”

“Como excluir um contêiner do Docker pela linha de comando?”

“Vinagre e bicarbonato de sódio formam uma boa combinação para limpeza doméstica?”

“Nos EUA, qual a média de espectadores por filme lançado em determinado ano? Usar um ano recente”

“O que significa uma tela com a tecnologia NCVM IPS?”

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Desculpe as perguntas aleatórias. São algumas que fiz à IA (Duck.ai e Claude) recentemente. Todas foram respondidas pelos modelos gratuitos oferecidos pelas duas empresas, com diferentes níveis de satisfação. No mínimo, elas me indicaram caminhos promissores para aprofundar a pesquisa, fazer testes e, no fim, resolver o meu problema. (Menos a da bilheteria de filmes nos EUA; parece que faltam dados dos filmes de menor audiência.)

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