500 MHz 
zhuk.dev

Este cara (Zhuk?) limita a frequência da CPU ao mínimo viável para o computador não travar:

Doze anos atrás, algum aplicativo, sabe-se lá como, deixava a CPU em 100% por minutos sem nenhum motivo aparente. A ventoinha disparando, o notebook esquentando de forma perceptível, a CPU chegando a 70-80º Celsius. Um pico de calor desses, isolado, não é nada, mas isso acontecia com regularidade e durava bastante tempo. Comecei a me perguntar se aquilo poderia danificar o notebook no futuro. Por que eu cheguei a tal pergunta? Porque gosto que as coisas durem: celular, carro, ferramentas, notebook, o que for. Manter o calor sob controle virou uma preocupação. O calor, e a bateria também: acho que ela se desgasta mais rápido se a máquina inteira fica assando a 40–60º C por longos períodos.

Ele diz que as coisas funcionam, ainda que um pouco mais lentas, em especial ao abrir um aplicativo (“cold start”).

Por curiosidade, quis saber em que temperatura o meu computador, um MacBook Air (M1) de 2020, opera. Esse chip tem quatro núcleos de eficiência (mais lentos) e quatro de desempenho, com frequências que variam de 600 MHz a 2,06 e 3,2 GHz, respectivamente.

Instalei um aplicativo no terminal chamado macmon para ter esse dado. Imaginava que ele devolveria uma temperatura baixa, dado que o computador sequer tem ventoinha, e de fato: enquanto escrevia este post no Editor de Texto, a temperatura estava em 35º Celsius.

Exigi mais dos recursos redimensionando uma imagem gigante no Pixelmator Pro. A temperatura subiu para 51º C e, logo em seguida, caiu para 40º C.

No servidor doméstico, com um chip Intel N100 (frequência base de 800-1.000 MHz, e 3,4 GHz de máxima), rodando Debian 12 “headless” e uns dez contêineres Docker, a temperatura (via lm-sensors) quando ocioso fica em torno de 46º C.

A essa altura, acho que tudo isso vale mais como curiosidade. Não deixa de ser uma legal.

Suas playlists são suas: O custo de sair do Spotify

Print da extensão Paradify transferindo músicas do YouTube para o Spotify.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

Anos acumulando músicas em uma plataforma criam um acervo difícil de abandonar. Cada lista reúne escolhas minuciosas, ordem planejada e horas de escuta que definem nossa identidade musical.

Quando você decide mudar de serviço, a promessa da portabilidade de dados parece resolver a transição. Na prática, o processo revela limites técnicos e legais que pegam muitos usuários de surpresa.

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SHRTCTS 
shrtcts.click

Um teclado interativo que te ajuda a memorizar teclas de atalho de vários aplicativos populares. (Gosto muito de atalhos no teclado!) O estúdio que criou este site fiz que “é mais rápido que memorizar uma lista e ‘gruda’ mais do que pesquisar o mesmo atalho no Google pela décima vez”.

“Vibe codando” este Manual do Usuário

Uns dois anos atrás, curioso com o bafafá em torno da IA generativa para programar, pedi ao Claude para corrigir erros e otimizar o tema que uso neste Manual.

Ele ficou um bom tempo mexendo nos arquivos do tema. As alterações anunciadas faziam sentido. E quanta coisa errada havia caído pelas frestas! Estou no futuro. Super empolgado, coloquei o tema modificado para rodar e… a atualização um erro fatal e derrubou o site. Reverti todas as alterações e segui com a minha vida.

Infelizmente não guardei aquela cópia modificada pela IA nem o pull request no repositório do tema. Você terá que confiar na minha palavra.

Corta para 2026.

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Novo sistema de votação nos comentários

O blog agora conta com um sistema de votação nos comentários. Cada um tem uma seta para cima (“upvote”) ao lado do link “Responder” e a lista de comentários é ordenada por esses votos por padrão.

Não gostou? Selecione outra ordem da lista ao lado do título “XX comentários”. A opção fica gravada no seu navegador e se estende a todos os posts do Manual.

Se encontrar algo fora do lugar, avise-me, por favor.

Post livre #357

Atualização (19/10, às 17h30): Post fechado. Sexta-feira tem mais!

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

/ano 13

Hoje este Manual completa 13 anos no ar — das felizes coincidências do caos cósmico, se é que você me entende. Como acontece em todo ano, comemoro a data com uma reflexão do passado recente e outra do futuro próximo.

O último ano talvez tenha sido o de mudanças estruturais mais profundas na nossa história, graças à execução do planejamento feito há exatamente um ano.

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Bastardica 
bastardica.mitpit.com

Crie fontes amaldiçoadas: a cada X caracteres, outra é inserida no meio. É possível subir suas próprias fontes ou importar mais do Google Fontes. Ao final, dá para baixar a fonte Frankenstein nos formatos *.ttf, *.otf ou woff2.

Lançamento do Plasma 6.8 marca aniversário de 30 anos do KDE

O projeto KDE completa 30 anos nesta quarta (14), com direito ao lançamento do Plasma 6.8.

De todos os ambientes gráficos para Linux, o Plasma é o que mais me agrada. Espero um dia usá-lo em um computador “principal”.

Curiosidade: o e-mail de Matthias Ettrich anunciando o “Kool Desktop Environment”, em 1996. “Portanto, um dos principais objetivos [do KDE] é fornecer uma aparência e sensação moderna e comum para todas as aplicações. E esta é exatamente a razão por que este projeto é diferente das tentativas anteriores.”