Post livre #190

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

Falsificações e preços desleais na Amazon; O estado da tecnologia para pessoas cegas

No Guia Prático de hoje, eu (Rodrigo Ghedin) e Guilherme Tagiaroli e Giovanni Santa Rosa do Gizmodo Brasil conversamos sobre Amazon e suas práticas questionáveis que, se por um lado aumentam a seleção de produtos disponíveis ao consumidor e reduz os preços, por outro podem colocar em risco a nossa segurança e desequilibrar o campo de disputa com empresas menores. No segundo bloco, entrevistamos o jornalista e ativista Gustavo Torniero sobre acessibilidade para pessoas cegas na área da tecnologia. Ouça!

Mande o seu recado para o podcast! Pode ser pelo e-mail podcast@manualdousuario.net ou enviando um áudio no Telegram para @ghedin.

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TikTok é um filme repetido com final ruim

Não tenho — nem pretendo ter — conta no TikTok, a rede social do momento. De fora já dá para saber que se trata de um filme repetido, com o mesmo enredo de outras redes sociais estabelecidas que a antecederam. E, spoiler: o final não é feliz.

Para você que tem mais de 30 anos e pouco contato com jovens, o TikTok é uma rede social criada pela ByteDance que lembra o Snapchat e o Vine no sentido de que é composta por vídeos curtos, boa parte deles com ênfase no entretenimento. Como um leitor que tem conta lá resumiu, “não tem nada sério, reclamação, nada, é só bobiça, 24h de bobiça, e TODO MUNDO fazendo bobiça”.

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Bloco de notas #5

Notas curtas e curiosidades do mundo da tecnologia que publicaria no Twitter se o Twitter fosse uma rede legal. (Não é.)

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Um smartphone feito com matéria-prima acompanhada desde a origem, muita reciclagem, que fiscaliza e tenta melhorar as condições de vida dos funcionários de chão de fábrica e feito para durar por anos graças a uma engenharia modular que permite trocar peças defeituosas ou defasadas sem se desfazer das demais. Esta é a premissa da fabricante holandesa Fairphone que, nesta semana, lançou a terceira versão do seu smartphone [TechCrunch, em inglês]. A expectativa do fundador e ex-CEO da Fairphone, Bas van Abel, é de vender 200 mil aparelhos por ano e, mais importante que isso, trazer à luz os problemas que sua empresa ataca. O Fairphone 3 será vendido apenas na Europa pelo preço sugerido de € 450 (cerca de R$ 2 mil).

→ A indústria da tecnologia está intimamente ligada à da mineração, que degrada o planeta e, não raro, submete sua mão de obra a situações desumanas. Falamos deste assunto em um Guia Prático no início do ano.

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Cuidado para não virar o vovô Simpson gritando para nuvens

Este Tecnocracia começa bem lúdico. Transcreverei duas notícias publicadas por um veículo de massa e um trecho de ensaio falando sobre a chegada de uma nova tecnologia e você vai pensando sobre o que o sujeito está falando:

1. “A tecnologia fez algum bem? Acabou com algum mal, mitigou alguma tristeza? É de alguma consequência que você, de Nova York, deva saber na terça-feira em vez de quarta-feira que Jones amassou o nariz de Thompson no Congresso na segunda-feira? Algum dinheiro a mais é ganho ou perdido pelos especuladores de algodão em Nova Orleans e Nova York por que eles sabem das variações de ambos os mercados em cinco minutos, não mais cinco dias, antes que sua operações passem a valer?”

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Post livre #189

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

Algoritmo do YouTube impulsionou canais de extrema-direita nas eleições de 2018

O YouTube tem uma área nobre em sua interface para promover vídeos que estão viralizando. Chamada “Trending” lá fora, aqui no Brasil ela atende por “Em alta”. Os critérios para que um vídeo seja destacado ali são vagos, resultado da opacidade do algoritmo que monta as listas de vídeos automaticamente. Uma análise inédita do Manual do Usuário e The Intercept Brasil mostra como o YouTube contribuiu para o sucesso de candidatos de extrema-direita nas eleições brasileiras de 2018. Além disso, ela revela incongruências entre os vídeos promovidos e as políticas do próprio YouTube.

A empresa de data analytics Novelo analisou todos os mais de 17 mil rankings “Em alta” veiculados pelo YouTube no Brasil durante o segundo semestre de 2018. (O YouTube libera um novo ranking do tipo a cada 15 minutos.) Os resultados mostram que dos dez canais que mais cresceram no total de aparições nos rankings “Em alta”, metade era de extrema-direita e de apoio ao candidato que viria a eleger-se presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

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