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A máquina do ódio: Uma conversa com Patrícia Campos Mello

Montagem com uma foto da Patrícia à esquerda e, à direita, foto da capa do livro "A máquina do ódio".

Os últimos dois anos da vida de Patrícia Campos Mello, repórter especial da Folha de S.Paulo, foram marcados por ódio e ameaças destilados pelas redes sociais. Desde que revelou, no jornal onde trabalha, o escândalo dos disparos de mensagens em massa ilegais no WhatsApp nas eleições de 2018, ela se viu alvo de ataques coordenados e incessantes de apoiadores de Jair Bolsonaro (sem partido), candidato beneficiado pelos disparos e que acabaria eleito presidente do Brasil.

Toda essa situação serviu de gancho para a jornalista escrever A máquina do ódio: Notas de uma repórter sobre fake news e violência digital, livro publicado em agosto pela Companhia das Letras. Além de contar em detalhes os ataques digitais que sofre, ela rememora os bastidores da reportagem e faz um raio-x do populismo digital abraçado pela extrema-direita, no Brasil e em outras partes do mundo, que parece dominar o debate político atual.

Muito gentilmente, Patrícia tirou um momento para conversar com o Manual do Usuário — comigo (Rodrigo Ghedin) e com o Guilherme Felitti, do Tecnocracia. Como funciona a tal máquina do ódio? É possível combatê-la? Dá para ter esperança de um ambiente menos hostil com a imprensa e na sociedade? Ouça aí e descubra.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Edição 20#36

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3 comentários

  1. Fiquei particularmente curioso quanto ao ponto do posicionamento político explícito dos grandes jornais. Como os entrevistadores, eu tinha essa visão favorável baseada na experiência da mídia americana. A resposta dela me fez pensar.

    1. exatamente não uso mais os redes sociais por esse motivo…por saúde mental e segurança, nos redes sociais está tudo uma loucura msm.

      enfim os redes sociais são uma utopia que nunca darão certo para unir os seres humanos, já que em vez de unir usam algoritmo e etc para deixar os seres humanos loucos de vida que são manipulados pelo algoritmo.

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