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Post livre #239

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

115 comentários

  1. Vocês vão votar esse ano? Eu tô pensando que no meu caso seria sair de casa a toa. Candidatos aqui parecem ser variação do mesmo tom. A multa é R$ 3,51

    1. Vou votar.

      Tenho meus meios para saber o que rola na eleição. E mesmo que meu voto não ponha o candidato que apoio, ao menos saberei que botei o dedo.

  2. Provocação do dia: se o TSE, do nada, falasse que “Os votos iam ser pelo celular”.

    O que vocês achariam?

  3. Pessoal, gostaria de ajuda. Uso Gmail em cinco contas distintas e tanto o Mail quanto outros clientes que eu use no iPhone não funcionam como eu gostaria. Ao tentar excluir um e-mail, movendo para “lixo”, ou esse e-mail é movido para o arquivo, ou surge um marcador chamado “Deleted mensagens” e ele permanece na caixa que está. Talvez seja alguma configuração de IMAP ou algo do tipo, mas já procurei mudar configurações no Spark e no Mail, e não consegui resolver. Se alguém tiver uma luz, agradeço.

    1. Peço desculpas antecipadas pela pergunta óbvia: não seria mais fácil usar o app do próprio Gmail, tamanha a dependência de ter cinco contas?

      1. Olha, eu prefiro usar apps nativos do que soluções de terceiros, ainda mais do Google no iOS. O Fastmail, que uso, tem app próprio no iOS, mas também uso o Mail.

        1. Eu também penso assim, tanto que o meu endereço principal é iCloud, com o Mail, e redireciono pra ele o meu endereço legado do Gmail.

          Aliás, esses dias notei que só tenho dois apps do Google: Maps e YouTube.

      2. Pois eu me perguntei exatamente isso enquanto escrevia, e a resposta foi que eu não gosto da inferface do app do Gmail. Se os apps nativos suprem minha necessidade, opto por tentar seguir usando. Mas o Mail, além do problema que citei acima, ainda sofre com um delay quando comparado ao Gmail e Spark. Enquanto os dois notificam na hora, o Mail leva um tempo, e não é configuração.

        1. Também gosto do uso de apps nativos, pensei no app próprio do Gmail somente por conta de você ter de gerir 5 contas, é um número considerável!

          Eu já tive esse problema dos marcadores quando comecei a usar o iPhone, mas depois optei por usar meu endereço icloud.com como principal e, de quebra, diminuir a Google dependência.

    2. O caminho é longo, mas é possível.

      Entre em Ajustes, daí vá a Mail, depois em Contas, escolha a opção de e-mail do Gmail, na tela seguinte, toque na linha Conta — [seu endereço] e, por fim, em Avançado (ufa!).

      Nessa tela, você pode escolher os procedimentos das caixas/comandos do Mail na conta de e-mail original. É bem provável que aí a opção Mensagens Apagadas esteja apontando para Arquivo (ou Archive). Toque nela e mude para Lixeira (ou Trash, ou a opção referente à lixeira).

      1. Tentei isso, e não funcionou. Mas, também já mudei tanta configuração que vou tentar redefinir tudo e configurar de novo.
        Ghedin, você não percebe um atraso no Mail, em relação à velocidade do recebimento, quando comparado com outros clientes?

        1. Depende muito do serviço que você usa. Emails enviados pro meu email@outlook chega ao mesmo tempo que no Windows.

  4. Guedin,
    Compartilhei o post das carteiras digitais em um grupo de bolsa de valores do telegram com 5000 pessoas, precisamente às 11:30 da manhã do sábado. Depois você verifica se houve aumento perceptível de acessos… :)
    (Ficou muito bom o artigo.)

    1. Obrigado, Eloy!

      Não mexeu muito os ponteiros aqui, não. A porcentagem de pessoas que leem mensagens em grupos desse tipo (e em outros lugares, como redes sociais, Reddit etc.) é bem pequena; dos que interagem ou clicam em links, menor ainda. De qualquer forma, todo compartilhamento é muito bem-vindo e, na soma, ajudam a levar a palavra do Manual para mais longe :)

    1. Por que raiva?

      Eu fiquei chateado porque tentei fazer essa pauta em julho. Entrei em contato com uns cinco sites produtores dessas mensagens, mas nenhum me retornou. É um assunto muito interessante!

      1. Porque isso incomoda tal como memes (apesar de eu repassar) e enjoa rápido.

        É cansativo ver mensagem de bom dia quando a cabeça tá vendo que não é bom dia. “Dá gatilho”.

      2. Ghedin, queria ver essa pauta nas suas mãos. Teria sido muito mais rica.

        1. Tou fugindo de ironia e sarcasmo. Isso funciona mais para normalizar a maldade.

    2. É a mesma coisa de uma, duas décadas atrás. A pessoa começa um nicho que gosta, tem conhecimento ou familiaridade e depois vai vendo que pode ser rentável ao longo do tempo.

      Eu particularmente não gosto de receber esses tipos de mensagens, pois uma ou outra vez, sem problema, agora direto me irrita um pouco. Apesar de não gostar não critico ou até mesmo fico bravo com quem manda, simplesmente ignoro.

      Na matéria da BBC tem gente que começou como hobby e agora consegue ganhar algo complementando sua renda. Outro vendeu o site para um gringo e o destaque mantém sites que recebem milhões de visitas mensais. Quando compartilhamos pelo site, por meio do WP ou FB, vai o link mais a mensagem e o exército de tias e grupos que participam já ajuda a viralizar muito.
      Se tem demanda e conseguem suprir essa “necessidade” ponto para eles e agora que ganharam visibilidade/backlink em um site como a BBC, melhor ainda.

      Entre essas mensagens ou os Youtubers que as crianças assistem hoje em dia (vou como parâmetro meus parentes/conhecidos mais próximos) eu prefiro as mensagens haha.

      1. Concordo plenamente com seu último parágrafo.

        Só implico por cisma mesmo.

  5. Outro dia perguntei aqui sobre luminárias. Comprei uma Ilutec 390 no Mercado Livre e quero compartilhar as impressões.

    Só a luminária: https://imgur.com/a/94xkbX1
    Montada no meu setup: https://imgur.com/a/c7emLEd

    Pros: bom comprimento das hastes, montei por trás do monitor, de modo que é comprida o suficiente para passar por cima dele e a luz ficar numa boa posição sem incomodar o layout da mesa. Tem uma firmeza razoável nas juntas apesar de ser toda de plástico. O mordedor na mesa também é firme.

    Contras: a base giratória é um pouco instável, definitivamente é uma luminária para deixar numa posição única na maior parte do tempo. Ela é toda de plástico, desconfio da durabilidade, o sistema de fixação do ângulo das juntas deve desgastar muito rápido se precisar mudar o ângulo delas com frequência.

    Enfim, pelo custo que achei baixo (150 reais), deve valer a pena para mim que só quero ter uma iluminação boa para escrever na mesa à noite, está cumprindo o objetivo por enquanto.

    1. Se você tem uma base instável, você pode usar alguma coisa para ajustar a estabilidade. Vê onde tá instável e tenta colocar alguma compensação – alguma estrutura extra improvisada. Se ela por exemplo não fica fixa na mesa, deslizando, tente colocar um feltro ou borracha no pé.

      1. Na mesa ela prende bem, o que achei um pouco instável foi o encaixe que proporciona o movimento de rotação da haste mais próxima à base em relação ao eixo vertical, mas essa instabilidade só se manifesta quando faço esse movimento de rotação, não está impactando o uso quando deixo numa posição fixa, por hora, não acho necessário improvisar algo, mas agradeço o palpite, Ligeiro.

        1. Tamo aí. Geralmente noto que estás estruturas são frágeis até. Acho que só luminária para dentista / laboratório deve ter estrutura melhor.

          Vê se não dá mesmo para reforçar. Se por exemplo uma arruela a mais ou até aqueles negócios que segura papel (esqueci o nome) pode ajudar.

  6. Semana passada eu tinha perguntado de investimento em curtíssimo prazo (1-2 meses). Grato a quem me respondeu sobre.

    No final das contas, tive que deixar a viagem idealizada em segundo plano. Houve pormenores familiares que impediram a realização.

    Agora tou cogitando usar o dinheiro para comprar um celular. Estou postergando a troca há um bom tempo, se bem que o Nexus 4 que hoje me faz companhia até atende bem quanto a velocidade e praticidade.

    O problema é a bateria e as peças de reposição.

    Sinto que a mesma já está chegando na meia vida útil. Fora da tomada, em uso razoável (checar mensagens, ver MdU / twitter, receber ligações, tirar fotos ou fazer vídeos, são em torno de 4 a 6 horas. Se o dia é fraco de serviço e tenho poucas interações, dura até umas 8h.

    Por incrível que pareça, desejo um Redmi Go ou qualquer celular que possa até ter 1Gb de RAM, mas tenha pelo menos uns 2500 a 3000 mAh.

    Só que está inflação me pegou.

    (Ps: agradeço ao Pierre e a quem respondeu ele sobre o Kiwi Browser. Estou usando ele no lugar do Firefox e estou feliz com isso.

  7. estou nos meus últimos dias de férias e apenas nesses dias pude fazer aquilo q muitos disseram terem feito durante os primeiros momentos de quarentena: ler, ver séries e filmes, jogar, escrever, me planejar etc.

    do q posso recomendar do q li (e estou lendo): ‘o retalho’, de philippe lançon; ‘o apanhador no campo de centeio’, de j. d. salinger; ‘falso espelho’, de jia tolentino. calhou dos três serem da mesma editora, mas paciência.

    tb recomendo bastante o mubi: a plataforma é boa, mas dá umas engasgadas nos lançamentos e, aparentemente, no horários de pico (sexta e sábado à noite, por exemplo).

    1. O que você achou o “Apanhador”?
      Eu li quando tinha uns 22 anos e depois li com 36 anos novamente. Foram duas experiências bastante distintas.

      1. Me metendo na conversa, li pela primeira vez não faz um mês. Sempre tive curiosidade, e embora tenha achado um bom livro, é o tipo de coisa que teria sido muito mais impactante e importante para o meu eu de 15–17 anos. Holden incorpora muito bem a soberba e ignorância da adolescência, e imagino que ser confrontado a isso na idade “certa” de maneira tão visceral como a deste livro poderia ter tido um efeito positivo na minha visão de mundo naquela época.

      2. achei a mesmíssima coisa q o ghedin achou. se tivesse lido antes dos 20 certamente teria apreciado mais a leitura (mas como eu não lia nada nessa época, eu não teria lido mesmo). não q não tenha sido divertido: dei boas risadas em vários momentos com a rabugice do holden e com sua confusão em relação a tudo. a inadequação dele é algo q, em boa parte, muitos de nós vivenciamos em algum momento da juventude, então, agora chegou tarde e como não há na obra um esplendor literário, não restou muita coisa pra apreciar além da nova york dos anos 50. estava até quase desistindo de ler chegando próximo ao fim, mas resolvei prosseguir. foi bom ter lido, pq estava na lista há mais de uma década.

        1. @Ghedin e @Montarroios

          Eu acho que ele deveria compor uma lista semi-obrigatória de leitura nos EM do país, se encaixando nos estudos do modernismo pelo mundo. É um bom livro adolescente. Esses problemas que ele passa são quase universais de qualquer jovem em qualquer época moderna.

          Quando eu estava entrando na vida adulta eu via o Holden como um “modelo-espelho” onde eu me via me senti ao mesmo tempo calmo (por saber que mais gente passou por isso) e ao mesmo tempo agoniado (por saber como era estúpido pensar nisso). Aos 22 eu achei o livro muito bom, aos 36 eu achei o livro bem pensado mas ingênuo e feito pra crianças (não acredito que um adulto se enxergue no Holden, espero pelo menos). Me solidarizo com a ideia de “sumir” que ele tem constantemente, isso eu nunca perdi, mas hoje o “Lobo da Estepe” ou as obras cínicas do Hemingway me “batem” mais do que o Holden brigando com um cafetão.

          Algo semelhante aconteceu comigo quando eu revi Beleza Americana.

    2. nunca li o apanhador, mas a obra de salinger que mais gosto é Hollywoo Stars and Celebrities: What Do They Know? Do They Know Things?? Let’s Find Out!

      1. hahaha! uma das melhores parted do bojack essa! fiquei pensando, enqto via e ainda sem conhecimento do livro, se a caricatura q faziam do salinger era escorada em alguma coisa real, pois ele ali na animação é uma figura um tanto detestável, sem limites e tal. dei boas risadas com esses episódios! e sempre penso nesse bordão: ‘vamos descobrir!’.

  8. Aproveitando o patrocinador: usam VPN? Eu uso a Nord já tem um tempo, mas confesso que passo a maior parte do tempo com ela desligada. No celular é MTO comum a internet não funcionar com ele conectado, e no PC tbm vive com lentidão… queria que fizesse parte da minha rotina (usar VPN), mas me parece algo a ser usado pontualmente.

    1. até tentei usar durante um tempo, mas acabei desistindo pois além do alto preço :

      no celular: consome muita bateria, e como o ghedin comentou uma vez, se não entra em Wi-Fi público e só acessa rede de confiança, não precisa se preocupar tanto

      no pc: não consegui fazer funcionar totalmente, só no navegador

      aliás, se vc quer fazer ela funcionar bem, seria legal rodar direto no roteador, assim nem precisa instalar nada no PC ou deixar ativo quando tiver em casa

      1. Legal a ideia de rodar no roteador, mas tem site que não abre (banco, alguns de compras tipo Extra), aí o trabalho vai ser maior ainda…

        1. mas aí vc estará mudando seu endereço pra outro estado, não necessariamente pra outro país

          na época que usei, o meu IP virava de SP, então daria pra usar os serviços que vc citou normalmente.

          1. Pior que (pelo menos com o Nord) mesmo assim dá problema. Eu sempre uso com servidor no Brasil mesmo, mas ainda assim nem tudo abre.

    2. Uso em redes externas. Acessar um Wi-Fi público sem VPN me dá a mesma sensação de andar em carro sem cinto de segurança ou, para uma analogia contemporânea, ir ao mercado em plena pandemia sem máscara e álcool em gel à disposição. Pode ser que não vá acontecer nada? Pode e é bem provável, mas pensa no arrependimento se der algum problema.

      1. Eu não acesso wifi publico de jeito nenhum.
        Nem mesmo com VPN.

    3. Usar VPN em tempo integral é subir ladeira o tempo todo desviando de pedras, principalmente se pega IP da Finlândia e outros lugares mitológicos.
      É confirmar senha duas vezes pra tudo, não sou um robo aqui, outro ali etc. Melhor só usar quando for cometer crimes ou acessar wifi pública, o que é um crime também.

    4. Muito esporádico, a última vez que usei foi quando queria ver a transmissão oficial das 24h de Daytona (em Janeiro) e a transmissão era bloqueada no Brasil, o modo free do Proton VPN me serviu bem, mas como outros falaram, tomo o cuidado de não utilizar nenhuma rede pública, se não estou em casa, uso sempre o 4G.

      1. Pro 4G não seria bom usar tbm, pra operadora não saber tudo q tás fazendo?

    1. Me doi os olhos ver Tecmundo, TudoCelular e Gesiel Taveira concorrendo num prêmio desses.

      Já que não tem o MdU, eu votaria no CanalTech por conta dos reviews.

      1. Voltou. Tinham abandonado a marca, aí o criador do prêmio a retomou e relançou. A assessoria está tinindo, mas é difícil recuperar a relevância que teve no passado, né?

    2. Em ninguém
      Nada contra na verdade, vez ou outra vejo coisas de alguns desses canais e até gosto. Só não votarei mesmo

  9. Há uns dias foi lançado um estudo em que detectou-se fosfina na atmosfera de Vênus, abrindo uma possibilidade de haver vida microbiana nas nuvens dele.
    A fosfina é produzido por processos biológicos e também naturais, porém a quantidade de fosfina detectada em Vênus é maior do que os processos naturais podem produzir (pelo menos de acordo com o que conhecemos atualmente), ou seja, há uma possibilidade de ser causado por vida microbiana.
    Mesmo que não seja confirmado vida, será uma descoberta e tanto para a ciência, já que poderemos adquirir mais conhecimento sobre a produção de fosfina por meio de processos naturais.

    Nos próximos anos certamente terá mais missões enviadas para estudar Vênus, tirando um pouco o protagonismo e a nossa atenção de Marte.

    Obs: Lembrem-se, é apenas uma possibilidade, ainda não foi confirmado vida fora da Terra. :)

    1. Eu tenho uma teoria em mente que não existe apenas um único tipo de “vida” no universo.

      Classificamos como vida algo que nós como humanos julgamos como tal e tenha similaridade com o que nomeamos: se atende a critérios científicos como tipo de químicos, se há padrões específicos, etc…

      TALVEZ, e nisso é um belo e por isso com caps TALVEZ, vidas em outros planetas – e porque não dizer, universos – são feitos em outros padrões que não o nosso, e TALVEZ por isso NUNCA vamos identificar algum tipo de “vida” similar a nossa. Talvez outros materiais, frequências / ressonâncias, ou até mesmo algo que nunca vamos identificar seja porque não está em nosso alcance de conhecimento, ou seja porque as outras vidas não querem que nós a vemos.

      Talvez a fosfina em Vênus nem seja sinal de vida, mas algo que foi produzido pelas reações químicas do planeta e resultou no químico identificado pelas sondas. Ou talvez até mesmo algum efeito de alguma sonda que passou e contaminou. Sei lá. Não acompanho este tipo de ciência.

      1. Também penso isso de outros tipos de vida no universo. Nós conhecemos apenas o padrão que encontrados na Terra. E se houvesse outro padrão? Talvez nunca encontraríamos…

        Sobre a fosfina, a gente só vai saber de fato quando enviarmos sondas pra verificar de perto.

        De acordo com o nosso conhecimento atual, não é possível um processo natural produzir tanta fosfina, porém não quer dizer que seja algo biológico… Pode ser um processo natural que ainda não conhecemos, o que seria um descobrimento e tanto para a química.

        De um jeito ou de outro, é muito empolgante :)

      2. Igual aquele episódio da série clássica de Star Trek, onde encontram um ser vivo baseado em silício… The Devil in the Dark

  10. O que acharam dos preços da linha Playstation no Brasil? Sim, são bem caros e é normal como todo lançamento ser caro e alguns meses (ou anos) baratear.

    Achei que a Sony acertou bem esses preços levando em consideração que tudo subiu nesse momento de pandemia, agora é esperar para ver os preços da linha Xbox.

    Como é comum bugs nas primeiras versões de consoles, vou esperar um pouco para ver como eles vão se sair e, quem sabe, descontos no Natal ou começo do próximo ano.

    1. Eu acho que a MS vai ter que fazer muita força pra não levar essa geração.

    2. R$4500 na versão sem leitor é um preço esperado, ainda mais levando em conta os preços de versões anteriores. Acho que o preço “correto” vai girar ao redor de R$3000 até que tenhamos a primeira revisão “slim” (sempre tem). O que bate muito com o preço Nintendo Switch.

      Se a MS lançar o Xbox abaixo do R$3500 vai ser um espanto pra mim. Um next-gen nessa faixa é “muito barato” (mesmo que a MS monte o Xbox aqui).

      1. eu não vou comprar, mas não achei caro. o ps4 veio por 4000 e o ps5 atual é bem mais potente. eu comprei um ps4 há pouco tempo justamente pra aproveitar toda a biblioteca de jogos e não pretendo comprar o ps5 tão cedo. sem falar q do sair o slim (ou algo do tipo) ele virá com diversas correções e talvez melhorias. não há razão pra ter pressa, pq ainda praticamente sem jogos. os lançamentos pra ele terão versão em ps4, então, dá pra esperar. já o xbox mais barato ficou bem interessante pra jogar usando o gamepass. é de se pensar, assim como o switch se ele cair de preço tb.

        1. Exatamente.

          Pretendo comprar um dia, mas não agora e nem em um futuro próximo. O PS4 e o Switch ainda me atendem bem (não zerei nem o Luigi’s Mansion).

          Esse preço parece OK em relação ao dólar, por exemplo. Ainda mais que rolou um boato que a Kabum estava pronta pra vender o console por R$9 mil (!).

      2. Eu tenho fé que o Series S vai chegar por menos ou colado nos 3k por aqui.

        Sendo vendido a USD299 lá fora e com uma provável produção nacional, a Microsoft teria que botar o dólar X 15 pro preço equiparar com o PS5 sem drive. Coisa que eu acho difícil e estúpida demais de acontecer. Talvez o Series X chegue com um preço mais aproximado do PS5 normal.

        1. R$3 mil vai vir colado no Switch BR. Seria um preço muito bom pro mercado brasileiro.

    3. Tava olhando os preços de ps 3 e 4, novo e usado, no mercado livre agora. Tudo caro demais.

      1. PS3 ainda é viável atualmente? Digo, jogar online, ou ter acesso a loja para os jogos indies etc

        1. pra online eu não sei dizer bem, mas pra indies é ok e a biblioteca de jogos é muito boa. ainda estou formando a minha… aos poucos.

        2. Acho que vale a pena pra desbloquear.
          Nem controle genuíno novo encontra se a venda.
          Eu vendi o meu por que não tinha mais controle e estragou o leitor. Eu já nem usava mais.

      2. O pessoal que gosta de inflacionar o mercado tá muito em cima, comprando e estocando.

        Mas também há o fato que é ruim achar técnico bom para fazer manutenção destes videogames.

        1. Eu tinha um ps3 fat da primeira geração, aqueles que eram retrocompatíveis com discos do ps2. Toda vez que ligava eu me sentia como se estivesse ao lado de uma turbina de avião tanto pelo barulho quanto pelo calor. Desmontei e fiz uma limpeza. Montei, funcionou um pouco melhor, mas continuava muito barulhento. Caí na besteira de desmontar outra vez para trocar a pasta térmica. Me ferrei. Vendi como sucata.

          1. O certo é sempre achar cara bom para manutenção, que ou te jogue a real ou te dê alguma garantia mínima.

            Só que isso, bem…

  11. No início da semana meu celular (Moto G8 Plus) ofereceu a atualização para o Android 10. Fiquei empolgado. Até agora, mudanças em sua maioria cosméticas, pouca coisa realmente influenciando na usabilidade. Mas teve uma alteração que me incomodou bastante: o atalho de tirar print da tela com 3 dedos foi burocratizado, por assim dizer. Explico.

    Desde que comprei esse celular tive contato com esse novo recurso: coloque 3 dedos na tela e o print sai na hora. Havia a opção de salvar a foto ou já compartilhá-la diretamente no app de sua preferência sem precisar guardar o arquivo, como se o envio ocorresse direto do buffer da memória e depois fosse imediatamente descartado. Tudo isso com o recurso do crop já à mão e fazendo a edição logo antes do envio. Simples, rápido, eficiente e evita que você fique guardando na galeria um monte de screenshots bestas desnecessários, que só faziam sentido no momento.

    Como ficou na nova versão: o print não surge automaticamente na tela, mas numa miniatura no canto com outras opções além da edição. O recurso do crop ganhou um passo extra pra ser utilizado, tirando a agilidade de compartilhar a foto logo em seguida sem salvar. Pra piorar, ao confirmar o crop e ir finalmente para o compartilhamento, agora o sistema automaticamente salva este crop na galeria mesmo que você opte pode descartar o screenshot depois.

    Fico meio chateado nessas horas porque sinto que não há um canal de comunicação eficiente o suficiente pra verbalizar a insatisfação de terem mexido em algo que funcionava tão bem. Os 3 dedos continuam um bom atalho, mas a ferramenta ficou desajeitada e agora vou ter que ficar fiscalizando mais um monte de prints desnecessários pra liberar espaço. É chato. Alguém mais percebeu isso ou é um incômodo apenas meu?

    1. Nossa, como eu queria essa opção de compartilhar sem salvar na galeria.

      Realmente, meio que resta sentar e chorar né? Até mesmo restaurar pra versão anterior parece muito trabalhoso

    2. Minha esposa tem um Power desde próximo ao lançamento, que já saiu com o 10 e funciona do jeito que você disse que funcionava: o Print aparece em tela cheia, com a barra de opções de edição e compartilhamento em baixo,… e opções de salvar ou descartar em cima.

  12. O Spotify iniciou o processo de dominação da podosfera brasileira abocanhando nada menos que os dois melhores podcasts (Um Milkshake Chamado Wanda e Filhos da Grávida de Taubaté), só este mês. O Ghedin já tinha cantado esta bola faz tempo.

    É lamentável? Sim. Baixarei o Spotify só pra escutar meus podcasts preferidos. Também. E vocês?

    1. Me recuso. Se algum podcast que escuto virar exclusivo, bom pra eles por conta do dinheiro, e boa sorte no novo caminho, mas me recuso a apoiar o Spotify nessa empreitada deles. Podcast exclusivo de alguma plataforma é uma das coisas mais idiotas que já vi.

      1. Uai, mas não é como qualquer outro produto? É como série que só tem na netflix ou na primevideo, ou livro digital exclusivo da amazon.

        1. Entendo o paralelo com as séries, mas entendo também o que o Eduardo está dizendo. Podcast é um formato inerentemente aberto. Pressupõe um RSS e a publicação na web aberta. Óbvio que esse tipo de conceituação jamais está escrita na pedra, e a popularização e a consequente entrada de capital no setor derrubariam conceitos tão abstratos. Num nível mais “purista”, pois, podcast fechado em uma plataforma talvez não poderia ser chamado de podcast.

          1. Penso que essa possa ser uma forma de tornar o “negócio” de podcasts mais viável e talvez atraia mais criadores de conteúdo e, por consequência, mais ouvintes, o que acha?

            Obs: óbvio que eu odeio isso.

          2. @ ytrewqbvcxz

            Sim, é um fomento forte à produção de podcasts comerciais. O aumento da quantidade é um resultado provável, mas não sei se ele é um acréscimo. Corre o risco de acontecer o que aconteceu com blogs.

    2. É, essa bola estava fácil de ser cantada.

      Alguém no grupo do Manual disse dia desses que jamais imaginou que teria que piratear podcast, mas 2020 e o Spotify o levou a isso. Ri bem, mas de repente é uma solução.

      1. Já tinha o Café da Manhã, da Folha, com exclusividade pro spotify. (Acho que tinha um sobre eleições exclusivo do spotify tb.)

          1. Acho que era “Eleições na Chapa”. O Presidente da Semana não era exclusivo.

    3. Desde o início da quarentena (no distante Março), eu dei uma relaxada e não estou conseguindo acompanhar os podcasts que costumava ouvir. Por um acaso, acabei escutando o Wanda em que falam desses novos podcasts derivados e estou extremamente ansioso para o que falará sobre os memes brasileiros. Parece que ficou muito bom.

      1. Não contente em pegar o programa principal com exclusividade, ainda tem os derivados. Difícil resistir. E esse podcast novo sobre memes parece muito interessante mesmo.

    4. Gosto do Spotify e sou assinante do serviço, mas tenho que admitir que isso é muito ruim para a web em geral. E vamos nos fechando cada vez mais em muros pagos. Será que um dia ainda restará algo aberto na Web?

    5. não gosto do Spotify porque o Spotify tem pior algoritmo de embaralhamento até hoje nem arrumaram isso, fui de deezer, estou considerado assinar o deezer porque isso não tem mesma algoritmo de embaralhamento do Spotify ou seja é diferente.

    6. Olha, não vou ficar preso à plataforma por causa de conteúdo exclusivo. Se o podcast conquistou todo um grande público e agora quer fazê-lo de refém de um app, sinto muito, eu procuro outros para ouvir.
      Inlcusive tem podcast de gente que gosto muito é exclusivo do Spotify, mas não vou me dar ao trabalho (fora que detesto o gerenciamento de podcasts do app).

    7. sou assinante spotify e não ouço ou dos exclusivos q até me interessaria por dois motivos: é exclusivo qdo deveriam ser grátis como qualquer outro podcast e, como é o caso do café da manhã, pelo especismo basbaque. acho o fim da picada algo q não tem razão pra ser fechado ser assim. vai contra o q prega a folha de são paulo até… pelo menos o q ela diz pregar. enfim, se um podcast pequeno entra nessa e eles veem vantagem para manter o projeto, ok, mas a folha!? uma empresa grande precisa mesmo ficar fechada numa plataforma? não…

      1. No mundo dos negócios, tudo é relativo. A Folha deve ter levado uma boa grana do Spotify para fechar um podcast diário dentro da plataforma deles.

        1. pelo q senti do spotify qdo eles procuraram a firma na qual trabalho para parceria q não rola eles pagarem. o lance deles é o win/win. a base gigantesca de usuários e a exclusividade seriam benéficas para ambos. posso estar enganado, mas a folha ganha com os patrocínios no podcast, que tem grande destaque na plataforma deles… a folha tem dessas: a tv folha tinha ótimas e constantes reportagens sendo publicadas no youtube e, de repente, elas quase desapareceram.

    8. Não sei até que ponto o Spotify é benéfico para os artistas.
      É uma boa vitrine, mas não sei até que momento eles vão priorizar uns e outros nas playlists. Um camarada aqui da cidade desistiu de lançar álbum lá, pois a música dele já é de nicho e ganharia muito mais vendendo avulso em outras plataformas.
      Nós mesmos vamos lançar mais algumas músicas lá apenas para visibilidade. Quem quiser conferir pode buscar por Berço de Judas. Tem apenas 1 no momento, mas até o fim do ano será um mini EP de 4 músicas.

    9. Eu troquei o Spotify pelo Youtube Premium, porém continuo com o app instalado somente por conta dos podcasts exclusivos.

      Temos que pensar do lado do criador de conteúdo. Se o Spotify é uma maneira de continuar produzindo e ganhar algo com isso, terão a minha audiência. Ou quantos podcasts vocês apoiam financeiramente?

      Além disso, ouvir podcasts na plataforma deles é free (com anúncios). Porém a barreira é bem pequena.

      Não gosto dessa estratégia, porém enquanto não houver outra forma consistente de monetizar, muitos criadores seguirão esse caminho.

    10. Se os podcast que curto se tornassem exclusivos do Spotify, pararia de ouví-los. Podcast em sua essência é uma mídia descentralizada.

    11. Eu, eu particularmente, não acho nada demais…
      Mas acho que não me importo tanto com podcasts e até me assusto como existem tantos atualmente

  13. Os donos de iPhone com espírito aventureiro já atualizaram seus aparelhos? Algum problema?

    Por aqui, nenhum problema. Só senti que, daqui em diante, modelos com tela “pequena” (o meu é daqueles antigos, sem entalhe e com tela de 4,7″), não terão mais tanta atenção. Achei alguns textos, como os dos widgets, muito pequenos. Difícil envelhecer sendo tecnologicamente defasado.

    1. os widgets ficam apertados no meu velho 6s (com já quase cinco anos de idade), mas prefiro a abordagem do android à tradicional do iOS (escondendo os aplicativos numa lista separada e deixando a tela de início livre)

      aliás, gostaria de encontrar uma boa tradução para widgets: talvez “penduricalhos”?

      também acho que a tela separada para widgets (à esquerda da tela de início) simplesmente perdeu a função agora

      de resto… é mais do mesmo, né? o iOS já precisava de uma mudança dessas há muito tempo, todo mundo já instalava dezenas de aplicativos

      1. Gosto da ideia de traduzir as palavras. Nosso vocabulário é tão rico e próprio, que é bobagem usar termo de gringo.
        Pra widget acho que usaria “cartão” ou “cartão de informações”. (:

        1. A etimologia de “widget” é uma atualização (um decalque) de gadget (fundindo Windows + Gadget na era da informação). Mas a palavra em já existe desde 1930 (se estima) para falar de pequenas ferramentas que realizar funções rápida e eram descartáveis ou duravam muito pouco. Chagaram a usar como sinônimo para algo teórico (que ainda seria feito) e usado apenas em projetos.

          A definição é “componente de interface que permite realizar ações rápidas ou obter informações”. Cartão de informação serve, pra mim, talvez eu iria pro lado mais utilitário de “ferramenta” ou mesmo “informação”.

          Curiosidade (e como eu sei isso de cabeça): widget também é aquela bolinha de gás dentro de algumas latas de cerveja que ajudam na espuma da bebida quando aberta.

          1. Muito interessante essa explicação etimológica, Paulo.
            E quanto à bolinha de gás dentro da cerveja, nunca vi. Sabe alguma marca grande que tenha? Ou é algo mais local? Sou do interior de SP.

    2. Para mim não aparece a função de tradução do Safari? Alguém conseguiu?

    3. Atualizei hoje cedo. Zero travamento, funcionando bem liso (o meu é um 8 Plus).

    4. Opa, fazendo o up agora. Provavelmente o último ios para o iphone SE do Steve Jobs. Se der ruim já venho chorar.

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