Proteja a sua conexão assinando a NordVPN com 68% de desconto

Mão segurando um celular Android com o app da NordVPN aberto.

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NordVPN

Esta edição do Manual do Usuário é patrocinada pela NordVPN, solução líder de segurança digital.

Uma VPN (Virtual Private Network) é uma camada extra de segurança no acesso à internet via redes públicas e/ou não confiáveis. Ela cria uma espécie de túnel seguro que mascara sua real localização, fazendo com que apps e sites detectem o seu dispositivo como se ele estivesse em outro país e blindando-o de tentativas de interceptação dos dados trafegados entre ele e a internet com criptografia pesada.

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O grande dilema

Fundo preto com números e glitches. À direita, o perfil de uma cabeça humana com contornos luminosos e, no lugar do cérebro, o ícone de um coração com os olhos em "x", como se estivesse morto.

Se você lê o Manual do Usuário há algum tempo, é possível que O dilema das redes, novo documentário de Jeff Orlowski lançado pela Netflix, não acrescente novidades ao assunto que aborda — a saber, os impactos negativos, nem sempre evidentes, das grandes empresas de tecnologia em nossas vidas, em especial as de redes sociais. Mesmo assim, vale a pena conferi-lo.

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Bloco de notas 20#34: Adeus, Sony; bem-vindo, PlayStation 5

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As cinco notícias de tecnologia mais importantes dos últimos sete dias. Quer mais? Siga o site no Telegram e no Twitter para receber notas de tecnologia todos os dias.

Sayonara, Sony. A Sony fechará sua fábrica brasileira, em Manaus (AM), em março de 2021. Em meados do mesmo ano, a empresa japonesa deixará de vender TVs, câmeras fotográficas e equipamentos de áudio no país. Só sobrarão PlayStation (via distribuidores), entretenimento e equipamentos profissionais. A pandemia não ajudou, mas a notícia parece mais a consolidação de um movimento que vinha de antes — ano passado, a Sony já havia deixado de vender celulares na América Latina. [Neofeed]

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Burlesco derruba os paywalls dos maiores jornais do Brasil

Homem de boné, barba e óculos, de lado, olha jornais pendurados na parede de uma banca.

Paywall é um desses termos em inglês que acabaram incorporados ao debate público brasileiro do jeito que veio de fora, sem tradução, nesse caso talvez pela falta de uma já que se trata de neologismo. Ele designa restrições artificiais ao acesso gratuito a conteúdo publicado por jornais na internet. Ao se deparar com a barreira, em tese o leitor se sentiria impelido a botar a mão no bolso e pagar pela assinatura pedida para continuar. “Pay” significa pagamento e “wall”, parede. Na prática, é como se fosse um pedágio da informação.

O termo foi criado no início dos anos 2010. Até hoje, o assunto é controverso e, fora uma ou outra iniciativa, a maior e mais usada em discussões sendo o do jornal norte-americano New York Times, os resultados da sua aplicação são mistos. Inúmeros fatores contestam a lógica simplista do paywall, sendo um deles a facilidade em burlá-lo.

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Você já fez o “pré-cadastro” das suas chaves Pix?

Logo do Pix. Ao fundo, pontos em cinza claro conectados por linhas retas.

O Pix, novo sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central, entrará em vigor no dia 16 de novembro de 2020. Antes disso, em 5 de outubro, terá início o cadastramento das chaves Pix. Apesar de estarmos a quase um mês dessa data, bancos e fintechs que darão suporte ao Pix já começaram a fazer o “pré-cadastro” das chamadas chaves Pix, ou chaves de endereçamento, bombardeando clientes com notificações e grandes campanhas de publicidade nos meios de comunicação. Por que a pressa?

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O escritório em casa do executivo Paulo Silveira

Mesa com uma luminária apoiada em tripé sobre ela, um monitor grande e um iMac (um em cada ponta) e acessórios espalhados.

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Palavra 'Alura' escrita na cor cinza.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Paulo.

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Bloco de notas 20#33: Android 11 entre (uns poucos de) nós

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As cinco notícias de tecnologia mais importantes dos últimos sete dias. Quer mais? Siga o site no Telegram e no Twitter para receber notas de tecnologia todos os dias.

Android 11. O Google lançou a versão final do Android 11, já disponível para os celulares Pixel e em alguns poucos aparelhos de outras marcas — dessas, apenas a Xiaomi atua oficialmente no Brasil. A principal novidade da versão está nas conversas: apps de mensagens agora têm uma área dedicada na cortina de notificações e podem ser acessados por uma “bolha” que flutua na tela. [Google]

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A cabine de home office da Stefanini

Uma mulher abraça uma criança em um ambiente doméstico. Ao fundo, uma cabine azul da Stefanini.

A pandemia da COVID-19 levou milhões de brasileiros ao famigerado regime “home office”. Não demorou muito para que esse contingente descobrisse que, apesar das óbvias vantagens de trabalhar em casa, o modelo também tem desvantagens. Com o mercado aquecido e essas desvantagens aparecendo, a indústria começou a atacá-las. Primeiro, focou nos problemas mais imediatos, como a falta de equipamentos que resultou em picos de vendas de notebooks, webcams esgotadas e uma alta generalizada de preços. Agora, na segunda onda, estão aparecendo remédios mais sofisticados que prometem curar dores específicas de empregados e de empregadores. Em alguns casos — e sem muita surpresa —, mais as do empregador que as do empregado.

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Os três problemas do polêmico VAR, o árbitro de vídeo do futebol

Cabine do VAR, da CBF, desmontada no chão após tomar um chute do goleiro Gatito Fernandez.

por Hudson Martins

Desde que o uso do árbitro de vídeo, ou VAR (do inglês “video assistant referee”), foi oficializado, em 2016, guardo comigo diversas ressalvas sobre o protocolo. Para não ser traído pela pressa, decidi esperar. Os sucessivos questionamentos a decisões influenciadas pelo árbitro de vídeo nos últimos anos, de campeonatos regionais à final da Copa do Mundo, confirmaram as minhas inquietações iniciais.

Divido a crítica ao VAR em três blocos, ou problemas: 1) a arbitrariedade dos lances capitais; 2) a centralidade do processo na equipe de arbitragem; e 3) a impossibilidade de progresso humano dentro desse protocolo — ou a desumanização provocada pela tecnologia. Some a isso a verdade inconveniente de que, apesar das promessas e de evidências engendradas com a tortura de estatísticas, o árbitro de vídeo sequer deixa o jogo “mais justo”.

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