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Post livre

Post livre #238

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

130 comentários

  1. Eu não gosto de mexer com coisas de economia – tipo “fundo de investimentos” e etc… Mas pelo bem e pelo mal, preciso saber se alguém conhece alguma forma de investimento que eu possa deixar o dinheiro guardado por entre um a dois meses. Sim, um prazo curto e explico abaixo:

    Estou guardando um dinheiro para uma viagem familiar necessária, e sinto que o ideal hoje é guardar este dinheiro em algum lugar que eu não mexa – parte deste dinheiro é oriundo do auxilio emergencial e do FGTS (que eu nem sabia que tinha) e a ideia era manter na conta digital (dá para manter até 3 meses), mas como quando fiz o auxílio já direcionei para uma conta Caixa que tinha, então toda vez que é a época de saque, automaticamente o dinheiro cai na conta Caixa ao invés de ficar na conta digital.

    Neste meio tempo, vou trabalhando e tentando guardar mais dinheiro para complementar. E outra ideia da necessidade da conta é que eu possa ir colocando dinheiro.

    Poupança acabo sempre mexendo – acabo considerando uma poupança como conta corrente, e não tenho conta digital tipo PicPay / Nubank.

    É isso, desculpe o incomodo.

    1. Por un prazo tão curto, precisa ser mesmo um fundo investimento? Acho que a poupança supre isso sem dissipar seu dinheiro ou aquelas aplicações de saldo das contas digitais.

      1. Essa inflação que estamos tendo, tenho a sensação que preciso deixar em algum lugar que compense a perda. Vai saber se daqui a dois meses, 100 reais valha 100 reais.

        Me veio a mente também já deixar comprada a passagem – algo que na verdade eu poderia ter feito entre abril e junho, quando as empresas criaram programas de fidelização para evitar perdas durante a pandemia.

        1. Essa desvalorização sempre ocorreu e hoje é um problema muito menor do que era há cinco anos. Talvez a gente tenha a percepção de que a inflação saiu do controle por causa do preço do arroz, mas ela está baixa, com vários meses recentes registrando deflação.

          De qualquer forma, dois meses é um piscar de olhos em termos de investimento. Coloque na poupança ou numa dessas contas digitais que pagam 100% do CDI. A diferença que você conseguirá entre isso e qualquer produto mais elaborado, ainda mais se estivermos falando de valores pequenos, é ínfima — e dependendo do produto você ainda corre o risco de perder dinheiro se for resgatar muito rápido devido a coisas como IOF ou imposto de renda.

          1. Obrigado Ghedin. Tu falou e caiu a ficha que fora da poupança (a conta que tenho), caí Imposto de Renda. Então melhor deixar como está. Vou tentar não mexer no dinheiro e espero com isso que ao menos o dinheiro não perca valor.

            (Mas não é nem por causa do arroz, Ghedin. Tem muita coisa aumentando de preço – eletrônicos também por exemplo. Parece que tem algo querendo empurrar uma inflação, e tá meio difícil isso. As passagens de ônibus estão até com preços estáveis em relação a 2 anos, isso porque na verdade tinha aumentado de valor há algum tempo, mas com empresas como Buser tentando comer as beiradas, eles acabaram fazendo movimentação para abaixar os preços.)

          2. A inflação (ainda) ainda não saiu do controle, mas não é só o arroz não. Em alguns setores de produção já passou dos dois dígitos só em 2020. O problema é que olhando pelo IPCA parece que tá tudo bem, mas ele é uma média (e sabe o que dizem sobre colocar a cabeça no forno e os pés no congelador né..)

  2. Pessoas, fiz uma pequena mudança no layout do site. Aquela parte onde havia links de redes sociais foi trocada por um carrossel “touch-friendly” (para celulares; todas as chamadas aparecem de cara no desktop). É bem provável que ele esteja aparecendo quebrado aí, mas é só o cache.

    1. Agora parece que ficou com o layout correto. Ele tem ajuste automático de tamanho ou é fixo?

  3. Já que tamos falando de Youtubers em outra conversa e atualizando a lista de tempos atrás, o que tenho visto:

    – 8 Bit Guy
    – LGR
    – Techmoan
    – Linus Tech Tips + Techquickie (eventualmente)
    – Tech Tangents

    Eventualmente (não estou inscrito)
    – RetroManCave
    – Nostalgia Nerd
    – MichaelMJD

    Fora de tech:

    -LockPickLawyer

    1. Único de tecnologia que eu assisto (inscrito e tal) é o 8-Bit Guy.

      De resto:
      – Buenas Ideias (História BR)
      – Cloth Map (Mini-doc sobre games em locais não usuais)
      – Rare Earth (Mini-doc sobre história)
      – Vox (vídeos curtos sobre todos os assuntos)
      – My Mechanics (Restauração de objetos antigos)
      – SMzinho (Games)
      – Civie11 (Games)
      – Meio (Política BR)
      – Odin Makes (Artesanato com EVA, normalmente “props”)
      – Primitive Tecnology (Um cara “vivendo o sonho de se isolar” mas nem tanto)
      – 8-Bit Keys (teclados (de música) antigos).
      – Átila Iamarino (Canal do Átila, o cavaleiro do apocalipse para o Bolsonarismo).

      1. Boas listas. Eu acrescentaria o DIY Perks pra quem gosta de ver coisas legais de se construir mas não tem tempo, dinheiro e nem habilidade para tal. O cara fez uma mesa/computador esses dias que nossa senhora!

        1. Esse último do Diy Perks realmente me bateu um misto de invejinha + PQP quero fazer JÁ!

    2. Meu youtuber hoje é basicamente streamers de mario maker…

      ryukahr
      pangaeapanga
      carlsagan42
      juzcook

      e uns de cozinha/culinária/gastronomia

      vinhosdebicicleta
      underchef
      mohamad hindi
      not another cooking show
      binging with babish
      botecodojb

    3. muitos canais que assisto, mas só por que foram aparecendo como recomendação.
      não assisto quase nada do que sou inscrito, acho que meu uso de youtube resume-se muito a matar o tempo livre ou quando preciso de algum tutorial.

  4. vocês tem / usam muitas carteiras digitais? tenho aqui: AME, mercado pago e picpay instalados.

    as duas primeiras vira e mexe eu uso, mas a terceira só tenho mesmo por apoio ao MdU, inclusive tô quase desinstalando pq só uso pra isso e está no pagamento recorrente mesmo e até o momento não vi nenhum lugar que aceita.

    e apesar de não ter instalado, as vezes uso Google pay e PayPal

    1. As vezes penso em criar uma pois preciso muitas vezes fazer recarga do ônibus, e os pontos de recarga são ruins.
      Tenho a sensação que o “pix” vai mudar muito sobre isso. veremos.

      1. Agora que fui ver que eu tenho uma conta do PayPal. Me lembro de uma vez ter comprado algo e usado ele para pagar.

    2. Só uso com frequência o PicPay, com a conta universitária tem cashback em quase tudo. Serve muito bem para as minhas necessidades.

    3. Tengo aqui Ame e PicPay, que uso basicamente para ganhar descontos e/ou cashback. E o PayPal, que gosto uso quando estou comprando em sites de procedência duvidosa.

    4. Aqui em Vitória o Picpay é bem disseminado, muitos estabelecimentos aceitam, inclusive alguns vendedores de sinal (!) e carrinhos de água de coco da orla. Uso principalmente em estabelecimentos que dão cashback ao acumular certa quantidade de gastos, e as vezes, também, quando esqueço a carteira em casa.
      Fora isso, uso o MercadoPago e Recargapay para pagar boletos com cartão de crédito (consigo pagar até 500 reais por mês em cada um).

  5. Para quem se preocupa com privacidade e usa o Windows 10, o Linus postou um vídeo dia 5 desse mês dissecando a versão AME do Windows (AME de Ameliorated). Essa versão retira boa parte dos bloatwares do Windows – coisas como Windows Mail – e desabilita uma série de mecanismo de telemetria que o sistema usa para recolher dados de uso, teoricamente anônimos.

    Vou instalar esse final de semana pra ver como se comporta, mas, teoricamente tudo funciona tirando aplicativos da loja da MS e jogos que precisem do DX12 pra rodar.

    Link pro vídeo do LTT: https://www.youtube.com/watch?v=nwkiU6GG-YU

    1. Jamais usaria essas versões modificadas do Windows. Soa como usar antivírus crackeado: pode até ter vantagens, mas o risco é muito alto. Nesse caso, o sistema vem sem Windows Update! Se rolar um novo Wannacry, você está totalmente desprotegido. Outro fator relevante que ninguém sabe quem é o responsável pela modificação.

      O próprio Windows tem uma série de opções para reduzir os dados enviados à Microsoft. Além disso, a gente entra num terreno pantanoso, porque por mais que se desconfie da Microsoft (e há todos os motivos do mundo para isso), é preciso um mínimo de confiança nessa relação, ou então a gente entra num estado paranoico e potencialmente mais perigoso.

      Muito me surpreende alguém com a audiência do Linus dar espaço para esse tipo de coisa. Não gosto dos vídeos dele (grita demais, apela demais), mas em geral só ignoro. Esse aí, com essa abordagem, é no mínimo irresponsável.

      1. Por incrível que pareça, até que gosto do estilo do Linus – e na verdade sou mais fã mesmo é do pessoal que trabalha com ele, como o Anthony por exemplo. O jeito grita-apela é o que chama atenção da galerinha acelerada no online (eu já ao contrário se tento ver um vídeo do Marquees, acho ele pedante demais). Na verdade até que não tenho assistido tanto, mas de qualquer forma já me acostumei com ele – sinto que ele se esforça para trazer algo relevante e testando, ao invés de só ficar teorizando.

        No caso desta versão modificada do Windows, aí sim concordo contigo – usar uma versão modificada sempre é um risco, e prefiro fazer as modificações pós-instalação, para ter a certeza que o sistema foi instalado limpo e correto. Porém não gosto de tirar o windows update nem sistemas de segurança – entendo que gamers e gente que trabalha com sistemas que pedem performance tira recursos do windows para aproveitar melhor o processamento, mas aí o risco é deles.

        Geralmente uso programas tipo WinAero Tweaker ou scripts que usuários mandam no Forum MyDigitalLife para poder retirar funções que poucos usam – como os apps nativos do win 10, telemetria e funções que poucos conhecem como “Realidade Misturada”.

        Ainda assim, cogito uma hora instalar uma versão modificada para ver como o bicho funciona.

        1. Eu uso o Revo Uninstaler pra “limpar” o Windows 10. Funciona bem pra tirar esses aplicativos que não usamos no dia-a-dia.

          Uma dúvida: usar um script postado na internet não dá mesma que usar uma versão modificado do Windows? Digo, a não ser que você entenda bem o que está sendo feito, pra mim tem o mesmo efeito de “caixa preta”.

          Eu acho Marques mais cricri do que pedante. As vezes ele fica 40 minutos falando sobre um barulho numa dobradiça de uma laptop ao invés de falar sobre o funcionamento e do mesmo.

          1. Não entendo tanto de script, mas entendo um tiquinho de inglês. Tento ver se há algum comando que é prejudicial ou que tire função essencial. ao menos os Scripts são Scripts, e não um exe. Mais fácil para ver se há bobiça.

            Mas na verdade, uso mais o winaero tweaker + Ccleaner (revo é pago) do que os Scripts.

      2. Eu não gosto efetivamente de nenhum YouTuber gringo tirando o 8BitGuy porque ou eles vão pro lado “gritador” do Linus ou pro lado “softcore porn” do Marques ou do MrMobile (todos eles parecem saídos de uma fábrica de hipsters), mas confesso que ambos, Linus e Marques, são bem chatos pra mim. Contudo, normalmente eu vejo o Linus porque ele trás coisas bizarras e monta setups inimagináveis. Não é a mesma “punheta” de sempre.

        De qualquer modo, sendo honesto com ele aqui, ele não recomenda a instalação do AME a não ser que você precise de algo muito específico. Esse vídeo faz parte de uma série com sistemas operacionais não-usuais, ele fez um bom vídeo com o TempleOS por exemplo.

        Eu usei durante anos uma versão modificada do Windows 7 porque meu PC não tinha gás pra rodar a versão oficial da MS, nunca tive problemas. Achei bem interessante a versão AME porque você pode criar a sua build (inclusive usando a sua chave do Windows) e eles tem uma boa comunidade no Telegram e no Reddit com algumas discussões sobre o projeto no r/privacy).

      3. Esse Windows é bom para embarcar em alguma coisa que não se conecta diretamente à Internet ou não usa os protocolos de comunicação comuns, supondo-se que você queira ou precise mesmo rodar programas que só tem versão Windows. Não faz mesmo muito sentido mas acho que deve ter gente que usa para coisas bem específicas.

        1. Isso me fez lembrar que desde o Windows XP existe esta questão de “Windows Lite” ou “Stripped” – versões com funções retiradas. Ou versões com drivers novos pré-instalados.

  6. Vocês tem algum receio de usar um app descontinuado?

    Nos últimos dias, estou tendo uma dor de cabeça pra trocar de navegador no Android. Sempre usei e recomendei o Kiwi Browser, mas, apesar de funcionar redondinho e rodar tudo de boa, ele não é atualizado desde Outubro de 2019!

    Fiquei meio cabreiro com questões de privacidade e de compatibilidade dos sites, então comecei a procurar um navegador pra substituí-lo.
    Minha primeira opção foi o Firefox por conta do suporte às extensões e pela barra de endereços na parte inferior da tela, itens que eu considero fundamentais. Mas minha experiência com ele não foi lá muito satisfatória: A última versão suporta pouquíssimas extensões e tem vários bugs de interface nos sites.

    Depois, comecei a baixar a régua e testei Brave, Edge e Bromite. O que chegou mais perto de me atender foi o Brave com um adblocker até que aceitável, mas que zuava alguns sites importantes que costumo acessar.
    Bromite e Edge, apesar de bonitinhos, ainda são bem crus em funções básicas – principalmente o Edge.

    Por fim, testei o Samsung Browser por uns 5 minutos, que foi o tempo que aguentei até perder a paciência com ele de tão pesado. Chrome e navegadores asiáticos obscuros nem entraram na fila porque não arrisco botar meus dados nessas bombas ou por terem adblockers que não bloqueiam coisa alguma, que é o caso do Chrome.

    E é isso. No momento estou com o Kiwi e Brave instalados, me forçando a adotar o leãozinho, mas tá complicado. Mesmo desatualizado, o Kiwi ainda bota boa parte dos navegadores pra mamar e vai me fazer manter no mínimo uns 2 browsers no smartphone por um bom tempo, pelo visto.

    1. Acho que depende muito da natureza do software. Um navegador, por exemplo, é algo que faço questão de ter atualizado pelo potencial de brechas de segurança e defasagem que um estagnado passa a ter. Regra geral, prefiro usar aqueles que têm desenvolvimento ativo, não tanto por novos recursos, mas sim pelas eventuais correções de falhas e garantia de longevidade — já superei a perda do Levelator, mas esse foi um exemplo bem bom de como é ruim depender de software legado.

      1. E pensar que na época eu discordei pesado de você nesse post, Ghedin!

        Peço desculpas, agora te entendo totalmente! Hahahah!

        1. Hahahaha, acontece! Reli o nosso debate lá e, em menos de um ano, a Apple me contradisse nessa parte da minha resposta ao seu comentário:

          No caso do iOS, vá lá, a Apple projeta os chips do iPhone e deve ter tirado mais desempenho eliminando direto do hardware o suporte a apps de 32 bits. Mas os Macs continuam usando chips Intel que ainda trazem suporte a esses apps.

          🙃

    2. Pierre, eu estava na mesma situação que você, mas essa semana descobri que o Kiwi tá sendo atualizado no Github e não mais na Playstore. Tem alguma coisa haver com o criador ter aberto o código dele, algo assim, não entendi direito.

      Entretanto, mesmo baixando o apk no Github não dá pra atualizar o app instalado no celular via Playstore. O Android vai ficar dizendo que a assinatura do apk é diferente do app que já tá instalado. É preciso desinstalar o Kiwi da Playstore e depois instalar o apk do Github para ter a versão mais recente do navegador.

      E olha, não tenho do ele reclamar, realmente ele tá com vários bugs corrigidos como o do tradutor nativo que não estava funcionando.

      Aqui o fórum do Kiwi no Reddit onde descobrir essas informaçãos https://www.reddit.com/r/kiwibrowser/

      E aqui a página no Github pra baixar o apk mais recente https://github.com/kiwibrowser/src/releases/tag/248832147

      1. Caramba, não sabia dessa! Até o suporte ao 1password foi adicionado!

        Obrigado, amigo. Você é um amigo!

    3. A quantidade de bons aplicativos que não rodam em sistemas modernos é imensa. É só pensar no que ficou pra trás quando a Microsoft tirou o suporte para DOS no Windows… 7? E a Apple quando mudou para o chip Intel também, sem falar de tudo que vão encostando a cada nova versão do mac os. Aliás é por isso que voltei do Catalina para o Mojave.

      É também por causa disso que máquinas virtuais e dual boot fazem tanto sucesso. Tem programas que a gente leva com a gente a vida toda. Mas realmente com navegador sem update não se deve brincar.

      E por falar em coisas obsoletas, leiam meu texto novo: https://roberto.strabelli.com/2020-09-12_Camara-velha-para-olhos-velhos.php

    4. Agora que troquei de aparelho, meus apps estão todos atualizados, mas no aparelho anterior, que era de android 6, deixei de atualizar muita coisa pra continuar com usabilidade

      1. Agora, se o assunto for Windows… por mim eu não atualizaria nada. Só quando soubesse de alguma função de algum programa que resolvesse minha vida.

  7. Oi pessoal,

    Aproveitando o post livre pra tentar tirar uma dúvida: como vcs fazem para editar uma foto nos comentários aqui do Manual. Fica parecendo um perfil de comentarista do site hehehe.
    Lembro que na época do Disqus eu tinha um, mas com o novo site me perdi onde eu crio isso. Ghedin, dá uma ajuda?

    Abraços.

  8. Alguém tem indicação de luminária articulada para mesa? Quero comprar uma para melhorar a penumbra durante as aulas da faculdade. As que vi pela internet parecem ter hastes muito curtas (a lâmpada ficaria desviando o foco do monitor) ou muito frágeis, queria ter alguma indicação de alguém que já usou para não comprar algo que vá quebrar com um mês de uso. Não me importo de for daqueles sistemas de “mordedor” para prender na mesa.

    1. O ruim é que este tipo de coisa tem tanta variação que o que recomendo é ir pessoalmente em um mercado / loja especializada para avaliar (Tá, eu sei que estamos em pandemia).

      Ou até tentar você mesmo fazer usando algum abajur parado + suporte de celular.

      1. Valeu Ligeiro, eu acabei comprando uma da marca Ilutec, quando chegar volto aqui para dizer o que achei.

        1. Espero que te atenda bem.

          Eu não sou um cara de ficar comprando coisas assim – na verdade geralmente se for comprar, pego em brechó este tipo de coisa.

          Mas entendo a questão. É difícil achar algo hoje que dure bem e não seja muito frágil. Muito barato é loteria – há produtos bem baratos, mas que duram, mas há muito mais aqueles que duram pouco tempo – o material quebra fácil, não aguenta variação de temperatura ou simplesmente tem especificações que não agradam.

          Imagino que por isso também que só eu respondi aqui – estas coisas vai de cada um também.

  9. Caiu o embargo de reviews do Surface Duo — MKBHD, The Verge. Ainda não consigo ver qualquer vantagem objetiva nesses celulares dobráveis; considere isso ao ler meu comentário abaixo.

    Alguns aspectos já eram esperados que ficassem a desejar, como as bordas grossas em volta da tela e a precariedade da configuração (para um aparelho de US$ 1,4 mil). Há outros aos quais não tinha me ligado que poderiam ser problemas intrínsecos ao formato — leia-se: uma atualização não resolverá —, em especial o de que é difícil digitar no teclado da tela, o que me parece um erro crítico em um dispositivo que se vende como uma “máquina de produtividade”. A câmera também se destaca negativamente, produzindo fotos muito ruins. Os bugs de software parecem preocupantes: as falhas no toque duplo para ativar uma das telas quando o Surface Duo está totalmente aberto têm o potencial de deteriorar a experiência de uso no dia a dia.

    As pessoas que analisaram o celular disseram, mais de uma vez, que “é a primeira geração”, ou seja, que nas próximas arestas serão reparadas e que o produto será melhor. Tem alguém que discorda disso: Panos Panay, o executivo da Microsoft responsável pelo projeto. Em entrevista à Input, ele foi perguntado se temia que um eventual fracasso do Surface Duo acabasse com a linha, sem dar chance para uma “segunda geração”. Sua resposta (ênfase minha):

    Não acho que este seja um dispositivo de primeira geração. Não lançamos as duas primeiras gerações, mas você não consegue esse formato de dispositivo em uma primeira geração. Não dá. (…) Não lançamos, mas trabalhamos nele por anos. Parte da mentalidade de crescimento da Microsoft é aprender a partir dos erros, mas você não precisa lançar [o produto] para errar.”

    Em outro trecho, quando é questionado pela falta de elementos mais “Windows” no Surface Duo (que, lembremos, roda Android), ele diz que a ideia é “não reinventar coisas que já estão funcionando para as pessoas”. O Surface Duo (e os celulares dobráveis no geral) parecem exatamente isso. Recorro a um comentário da Mary Jo Foley, talvez a melhor jornalista/analista focada em Microsoft:

    “É um conceito interessante, mas sem dúvida se parece mais com uma solução de primeira geração em busca de um problema do que uma solução para um problema que eu tenha com dispositivos móveis.”

    1. eu o achei muito bonito, mas não o achei prático, o melhor que vi até agora nisso foi o motorola razr (apesar de achar a tela externa muito pequena)

      mas vantagem tb não vi, pq pra ver as informações tem que abrir o celular, não dá pra manusear com apenas uma mão…

      1. Pelos reviews, o Razr é um smartphone que eu usaria no lugar do meu, mas certamente não compraria haha.

        Não uso muito smartphone, tenho a impressão que a telinha já quebraria um galho para ver conversas e e-mails por exemplo. No bolso, ele parece bem mais confortável que os atuais. Por fim, parece simples de abrir e usar com uma mão se necessário. A bateria menor pode ser um problema, a câmera eu não me importo tanto…uso pouco a câmera do smartphone.

    2. Eu vi os vídeos de review. Minha conclusão pessoal: por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento. O hardaware em si é bem bonito, especialmente fechado. Mas achei pouco prático de usar no dia a dia. Primeiro pela largura da tela, imagina atender ligações com isso? Ruim demais.
      Mas o que pega mais é o software. Parece aquelas versões antigas do Android que insistiam em congelar e não repsonder aos toques, um pesadelo. Nada justifica pagar por isso.

    3. Eu vi a reclamando sobre como é extremamente burocrático capturar uma foto. Hahahah.

    4. Curioso que acabei de ler o review do Android Police o autor fala mais de uma vez que se trata de um dispositivo de primeira geração. Achei a proposta do Duo incialmente interessante, mas vendo o preço, os comentários… Usar algo nesse formato com um suporte magnético no carro, nem pensar! E ainda a questão das otimizações para duas telas serem predominantemente feitas nos aplicativos da própria Microsoft, o que faz com que quem não use o ecossistema deles, perca boa parte da diversão.

    5. Resumindo: MS adotou a estratégia de “Ou vai, ou morre” dos produtos da Google e, como o Surface Duo certamente vai flopar, teremos mais uns anos zoando quem ainda espera a descida de um Surface Phone matador dos céus.

    6. O Surface Duo é realmente o mais peculiar desses, além de vir lotado de problemas pelo jeito. Refletindo aqui, acho que seria um bom dispositivo para alguns perfis do mercado corporativo.

      Pelo que eu percebo, gestores de alto nível usam pouco o computador, optam até por iPads já que estão sempre indo de um lado para outro para reuniões. Nesse contexto o Surface Duo, se bem executado, pode funcionar como um smartphone corporativo mais útil para as tarefas de dia-a-dia e reduzir a necessidade de carregar um notebook/tablet.

      Seria como os smartphones pré-iPhone, que era basicamente o celular do trabalho. Até hoje, eu só vi Surface sendo usado por pessoas no mercado corporativo, se não flopar imagino fazer sentido nesse cenário somente.

      1. Eu acho que o pessoal que faz reviews não entendeu – ou a MS não vendeu direito – a ideia central do aparelho. Eu penso que eles tentaram emular o uso produtivo de um desktop no telefone. As duas telas são, basicamente, duas telas pra você usar aplicativos diferentes. O modo de escrita dele, como um “notebook” usando uma das telas como teclado parece pensado exatamente pra isso. A ideia de poder abrir email em uma tela e agenda em outra, ou o OneNote em uma e uma reunião via Meet/Zoom na outra também é algo que eu vejo qualquer gerente e adorando.

        O que me faz ter mais certeza nisso é exatamente uma fala do Marques que ele diz que a “a Microsft conhece o seu público” e que eles lançaram um fone BT que o maior atrativo é “passar slides deslizando o dedo no fone”.

        Claro que tudo isso fica nebuloso, pelo que eu entendi, na própria comunicação da MS; mas eu entendi assim desde que eu vi o aparelho. As reclamações de hardware (falta de 5G, 6GB RAM, SOC antiquado e camera ruim) são muito válida pra um telefone “ultra flagship” como o vídeo do The Verge fala, mas o projeto é antigo mesmo (~1 ano, como o Marques fala).

        Opinião pessoal sobre o “look’n’feel do aparelho: melhor projeto até agora para um telefone dobrável.

        1. Eu dei uma olhada no site da Microsoft, ela realmente não descreve muito como o smartphone, mas também não explica do que se trata também. Típico Microsoft, mais típico ainda de um Surface.

          De fato, o que esse pessoal de gestão de chama de produtividade, é muito mais um consumo intenso de conteúdo com produção pontual. Não que eu conheça tanto, mas os reviewers em geral parece ter zero noção de mercado corporativo de empresta tipo “S&P 500”.

          Se estivermos certo, o preço é um aspecto bem menos relevante nesse cenário e as especificações…zero. A câmera nem se fala, é praticamente irrelevante e , naturalmente, um cara como Maques e outros produtores de vídeo dão muito destaque a isso.

          Acho que todos ficaram positivamente surpresos com a qualidade do hardware do Surface Duo, fato é que a Microsoft nunca decepciona nesse aspecto. O problema é que a maioria, pelo andar da carruagem, são produtos meio confusos tipo o Surface Book.

          1. Correndo o risco de ser redundante com você, por isso que eu acho que esses reviews são, na sua imensa maioria, inúteis. Esses caras que criam conteúdo precisam de coisas muito específicas pra eles e que, via de regra, em aparelhos pensado pra isso. Pra alguém que faz vídeo o dia todo ou escreve roteiros, um telefone com uma câmera muito boa e um teclado que seja “grande” faz toda a diferença, pra um gerente de projetos que passa 90% do tempo dele em vídeo-chamada anotando pequenas no OneNote, usando email pra leitura e respostas rápidas e conferindo a agenda, um telefone com duas telas faz sentido. Câmera, preço e HW são coisas que YouTubers pensam quando analisam algo.

            Sempre quando eu vou mudar de telefone eu tento ver vídeo sobre o aparelho. Raramente me são uteis. Porquê? Porque a maioria dos YouTubers foca a sua análise em especificações (RAM/SOC/câmera), se roda jogos e se dá pra usar 18 aplicativos ao mesmo tempo. Pra eles isso deve ser uma justificativa pra pagar R$6000 num telefone, pra mim jamais. Até hoje eu tirei umas 40 fotos com o meu telefone (~1 ano de uso).

            Pra mim todo esse mercado de mídia de tecnologia parece saturado, sinceramente. Eu não leio, desde fevereiro, mais nenhum blog focado no assunto, tirando o MdU, e nunca perdi nada, mas se você for ver na página inicial do Tecnoblog, por exemplo, tem umas 200 notícias por dia.

  10. Opinião polêmica: o Windows 10 melhorou muito de uns tempos pra cá.

    Sou cientista de dados e recentemente ingressei em um programa de mestrado na área. Para me aprofundar um pouco mais no tema de computação, resolvi setar o Ubuntu como meu único SO e me aventurar no mundo Linux, um sistema que permite bem mais liberdade e te força a entender, mesmo que superficialmente, o que se passa nas entranhas da máquina.
    Logo que instalei, o primeiro problema: a “Ubuntu store” (a.k.a. Snap store) veio com problema. Lá se foram alguns minutos tentando consertar o problema. A complexidade foi que, apesar de estar listada como Ubuntu Store, o programa é “entendido” no Ubuntu como Snap Store, informação que demorei a obter, o que complicava qualquer comando milagroso que encontrava na Internet, visto que eu não conseguia referenciar a bendita loja.
    Logo após, o segundo desafio: não conseguia fazer minha placa de vídeo ser reconhecida no sistema. Tentei instalar o driver oficial da nvidia, tentei usar algum programa que simplificasse esse processo, porém nada. Eis que desisti após um longo e penoso processo de buscar as soluções em fóruns e tentar entender o que se passava.

    Na reinstalação do Windows 10 a diferença é notável: os hardwares modernos são criados e seus drivers são mantidos para serem o mais compatíveis possível com o Windows. Durante o próprio processo de instalação todos os drivers foram instalados e até mesmo o programa da minha impressora em rede foi instalado. A configuração foi basicamente automática e a única intervenção manual que fiz foi na configuração do backup.

    Entre a praticidade de me preocupar somente com meus modelos preditivos e a “experiência” de configurar cada parâmetro do meu ambiente de trabalho antes de começar a desenvolver meus trabalhos, fiquei com o primeiro.

    tl;dr: o Windows evoluiu muito e se tornou um sistema muito cômodo, mesmo para aqueles que possuem certo conhecimento técnico em computação.

    1. Acredito que pesem interesses econômicos nessa facilidade do Windows em lidar com hardware. A Nvidia, por exemplo, tem um longo histórico de não ligar muito para Linux, o que explica as dores de cabeça para fazer suas GPUs funcionarem nesse sistema.

      1. Sem dúvidas. As fabricantes vão se esforçar para direcionar os seus esforços para onde há mais público alvo: no Windows. Poucas fabricantes tentam criar um ambiente bacana e integrado ao Linux, como a System 76 (https://system76.com/)

        Infelizmente o seguimento doméstico é um nicho onde o Linux não conseguiu “vingar” (diferente de todos os demais nichos da computação)

    2. O Windows é muito mais “just works”, não acredito que Linux chegará a esse nível algum dia. Por incrível que pareça, o que me faz preferir Linux em relação ao Windows para uso pessoal é o GNOME haha.

      O Windows 10 me passa a sensação de ser muito “desajeitado” pelas interfaces diferentes dentro do próprio sistema que não se conversam e entre os aplicativos que são muito diferentes. É bem funcional, mas sei lá, utilizo Windows regularmente no trabalho e entre Windows/MacOS/Linux a interface do Windows é a que menos me agrada de longe.

      Em relação a essa questão de estudar ciência de dados , não sei exatamente que área de ciência de dados você vai explorar no seu mestrado e nem seu nível de experiência, mas para quem está começando acho que não vai mudar quase nada fazer isso usando Linux ou Windows.

      Não sei como está a experiência hoje, mas usando o WSL2 provavelmente você terá poucos problemas de ferramentas não funcionarem em Windows e já pode ir se familiarizando com a linha de comando do Linux que é algo relevante. Coisas mais complexas, como usar GPU para redes neurais, acredito que soluções como Docker são melhores ou cloud como o Google Colab.

      Enfim desculpa palpitar sem permissão, mas acho que o pessoal perde muito tempo discutindo ferramenta “Windows x Linux” e “Python x R” ao invés de fazer as coisas haha.

      1. “O Windows é muito mais “just works”, não acredito que Linux chegará a esse nível algum dia.”
        Concordo integralmente, mas vejo que os passos que o Linux vem dando passos maiores (principalmente com Mint e Ubuntu) que o Windows e a distância vem diminuindo ao longo dos anos. Basta olhar pro Ubuntu 14 e Windows 8 e os equivalentes atuais e notar a diferença de progresso.

        “O Windows 10 me passa a sensação de ser muito “desajeitado” pelas interfaces diferentes dentro do próprio sistema que não se conversam e entre os aplicativos que são muito diferentes.”
        Esse é o maior problema do Windows atualmente ao meu ver. Eles ainda não portaram todas as telas para a nova interface e você pode ter a interface do XP (gerenciador de dispositivos, por exemplo), do Windows Vista/7/8 (gerenciador de arquivos) e 10 no painel de configurações. Isso é que é retrocompatibilidade!

        “Em relação a essa questão de estudar ciência de dados , não sei exatamente que área de ciência de dados você vai explorar no seu mestrado e nem seu nível de experiência, mas para quem está começando acho que não vai mudar quase nada fazer isso usando Linux ou Windows.”
        Possuo uns 2 anos de estudo, algumas pesquisas e artigos publicados e pensei em ampliar meus conhecimentos na “computação raiz” usando o Linux, como complemento aos estudos convencionais… Não deu! hahah

        “já pode ir se familiarizando com a linha de comando do Linux que é algo relevante.”
        O bash e a opção de poder resolver tudo por linha de comando de sistemas UNIX-like (até Mac) é muito bom e pode te poupar tempo. Pena que no Linux isso é mandatório em muitas vezes e te exclui uma opção mais leiga por interface gráfica pra fazer muita coisa =/

        “mas acho que o pessoal perde muito tempo discutindo ferramenta “Windows x Linux” e “Python x R” ao invés de fazer as coisas haha.”
        Sem dúvidas! A balela é tanta que o Windows tá trazendo o Linux pelo WSL e o R Studio executa scripts Python hahahahh

        1. Ia justamente lhe recomendar o Mint. Onde o Ubuntu para os outros tendem a continuar com inovações. O Mint já vem com muito driver e codecs instalados.
          Windows 10 está muito bom, mas não tenho condições financeiras de fazer upgrades. Com apenas 4GB de RAM fica tenso de usar…. A ventoinha do notebook também costuma ligar muito mais forte do que usando Linux.

          1. Meu notebook tem 4GB de RAM e o Windows roda de boas. O Visual Studio 2019 tá bem mais rápido que o 2017, então abrir ele nem demora. Mas não uso muita coisa além do Visual Studio, o Edge, e alguma app de música ao mesmo tempo.

        2. “Possuo uns 2 anos de estudo, algumas pesquisas e artigos publicados e pensei em ampliar meus conhecimentos na “computação raiz” usando o Linux, como complemento aos estudos convencionais… Não deu! hahah”

          Ah então, então você já tem uma experiência de 2 anos, aí acho que faz sentido pensar nessa parte mesmo.

          “O bash e a opção de poder resolver tudo por linha de comando de sistemas UNIX-like (até Mac) é muito bom e pode te poupar tempo. Pena que no Linux isso é mandatório em muitas vezes e te exclui uma opção mais leiga por interface gráfica pra fazer muita coisa =/”

          Eu só uso para mexer em uns arquivos muito grandes sem Python. Por exemplo, dá para usar comandos grep/awk/more para manipular sem precisar escrever código e nem carregar em memória. Para trabalho pesquisa acho menos relevante conhecer Linux, mas se for mexer com modelo em produção, aí é bom ter noção de mexer com os comandos de redes, cron, bash, serviços, etc…

          1. Eu não acho q o Bash no Linux é mandatório, e depende muito da distro e do seu uso….
            Na minha opinião distros com ElementaryOS chegaram no ponto “just works” eu tô com 3 meses já e não tive problemas com sistema o suporte a flatpak ajudou muito nisso

        3. Eu diria mais ainda, eu diria que usar o Bash no Linux é obrigatório

          Isso facilitar se você quiser aplicar para uma vaga usando o seu celular com notch.

    3. Snaps são uma bosta e o Ubuntu é bugado isso são fatos, assim eu não recomendaria o ubuntu puro para ninguém, e também a Nvidia não dar nem um pouco de suporte para o Linux o melhor é usar HD Graphics da Intel ou AMD….
      Se ainda quiser testar recomendo ao invés de Snaps tenta Flatpak, e como usas NVidia o PopOS! Tem uma ISO q já vem com os drives da Nvidia, o Dionata do DioLinux usa o PopOS!
      Se quiser testar tbm tem o Elementary OS q é oq eu uso no dia-a-dia e não tenho problemas mas minha máquina é full amd

    4. O Windows vai melhorando, como também se apropriando, conquistando e copiando, como o nome 10, remetendo ao X do OS X. E o lema “MS ama o Linux”?

      Essa antiga disputa que era com relação aos Desktops, do S. O. para usuário, nunca é esquecida. Tem gente que não se resigna. Outros, desde até respeitados na comunidade se conformaram e se foram, sem escalas. Principalmente para o MAC. E tem que lembrar do Android, já que o OS X, derivado do Unix, o Android parece ser, pelos números, o melhorzinho derivado do Linux que o usuário experimentou até então.

      Quanto ao Linux, parece que continua não sendo tão boa coisa para quem quer ser apenas usuário. A começar pela quantidade de receitas, ou ter que escolher entre essa ou aquela distribuição, pois, com essa você conseguirá isso, naquela falta aquilo. Você tem que fazer isso ou aquilo outro. Fragmentação a começar pelas Distros. Além da sua finalidade, o que você realmente precisa fazer, antes você precisa conseguir chegar até lá, em muitos casos. Vai depender do nível de babá do S. O. que o usuário quer suportar ser. E isso ainda parece mais doloroso no Linux que no OS X e Windows.

      Eu particularmente não tento convencer ninguém a usar nada e não tenho problemas em usar o que estiver disponível e fazer o que for necessário para que funcione. Mas hoje, me chateia ter que perder tempo para resolver problemas que não são minha atividade fim, em alguns momentos. E, claro: estou falando de usuários. Há usuários e usuários, com necessidades distintas.

    5. Nem Linux nem macOS foram feitos pro dia-a-dia, a verdade é essa. A maioria das pessoas precisa de programas específicos em seu trabalho que, via de regra, rodam melhor no Windows do que no Linux – e normalmente não tem versões pro macOS – e aqueles programas que só tem no Linux, normalmente é questão de tempo de aparecerem no Windows, ou pelo menos “forks” deles.

      Eu trabalhei com linguística computacional na faculdade e usava uma VM com Ubuntu apenas para rodar o programa que extraia expressões multivocabulares dos corpora que eu mexia. Eu conseguia fazer isso no macOS em casa também, mas ao custos de, depois, ter que lidar com um Excell capado. Hoje em dia com o Linux “embutido” no Windows 10 não tem mais nenhum motivo pra eu fazer isso.

      1. Eu estava pensando se existe um impacto prático na adoção do Linux como SO pessoal devido ao WSL2. O Linux eu vejo somente algumas pessoas que trabalham com TI, nem geeks (odeio esse termo) usam Linux normalmente…porque não tem motivos.

        Se fosse sair do MacOS, eu usaria Linux porque eu realmente não gosto de Windows, mas não consigo dar nenhum motivo prático para alguém fazer isso agora que tem o WSL2 e Docker. Apesar de que, por algum motivo, não dá para instalar Docker no Windows Home (!?)

        1. No meu caso o WSL2 funciona bem, não preciso mais do Linux/macOS pra nada na minha pesquisa/estudo com NLP. E eu acho que a imensa maioria das pessoas que, por ventura, precisem de algum uso de Linux também vão conseguir suprir esse tipo de necessidade com o WSL2.

          Eu ainda sou um grande adepto do SL/CA e defensor do Linux, mas depois de anos de FISL e FLISOL eu percebi que não temos como indicar nenhuma distro para pessoas usarem no dia-a-dia. Elas são “cruas” ainda, na sua maioria (por mais que alguém diga que a distro X é muito melhor/faz tudo, isso provavelmente não é verdade). Indicar uma distro para uma pessoa que não tenha necessidade/vontade de mexer no bash ou aprender sobre dependências e sobre todo o modus operandi do Linux é perder uma pessoa que, mais adiante, poderia ser uma feliz usuária do Mint ou do Elementary.

          Mais alguns anos nessa evolução e o Linux vai conseguir ser uma opção. A iniciativa do SteamOS, por exemplo, abriu uma variedade absurda de jogos rodando via Steam, rivalizando em alguns gêneros com as opções que temos no macOS. Isso vai acontecendo aos poucos, principalmente porque o poderio econômico não está do lado do Linux.

        2. Até vi isso: https://docs.docker.com/docker-for-windows/install-windows-home/. Quer dizer que não funciona ou, pra variar, começou a dar chabu?

          Outro dia, num Home, tive uma experiência parecida com algo desse tipo – estava tentando habilitar Caixas de Areia – que funcionava e naquele momento apareceram vários relatos de que não mais.

          Nem sei pq a coisa ficar tão circunscrita aos Serviços para Linux, quando o coLinux e Cygwin estão aí faz bem tempo. Até vi que o Cygwin é desde 1995 e somente em 2000 começou a engatinhar o Serviços para para Unix somente com o próprio W2k. Para quem precisa, eles atendiam e acredito que ainda atendem.

    6. Para usuários leigos ou novatos, o Windows 10 realmente é uma opção melhor devido a interface dele.

      Para quem vem de longa data ou acostumou com o Windows 7, é uma confusão. Tem gente que até hoje usa win 7 pq não foi com a cara do 10.

      (E ao contrário do que diz, a retrocompatibilidade do Win10 ainda assim é limitada. Geralmente tem drivers para equipamentos entre 5 a 15 anos. Mas hardware muito antigo ou periféricos baratinhos (chineses), não há suporte de drivers nativos – quem tenta instalar webcams baratas que o diga. o/

  11. Deixo aqui a recomendação do documentário, que consegui ver na Mostra de cinema de SP do ano passado: “Space dogs” (2019) ou “Cães do espaço”. É sobre a Laika (cadela enviada ao espaço pelos russos) e cachorros de rua em Moscow. Está em cartaz no MUBI.

    https://mubi.com/pt/films/space-dogs-2019

      1. Pode ser que também curta o Petra Belas Artes, com o seu À La Carte e o canal no Youtube.

  12. Quero deixar uma dica de compra: Seguindo a dica do Felitti no primeiro episódio do Tecnocracia, comprei o livro “Big Tech – A ascensão dos dados e a morte da política”, que está em promoção no site da Ubu, editora do livro (R$32 + frete)

    1. Aproveitei para comprar depois de ler seu comentário e tenho que ler esse quando chegar. Meus livros, em casa e no Skoob em “quero ler”, estão que nem minha biblioteca da Steam que tem mais de 140 jogos e nem joguei 1/3 deles.
      Valeu pela dica!

      1. nem fala, outro dia dei uma limpa nas minhas leituras desejadas do goodreaders, vira e mexe faço isso pra tudo, séries, animes, livros, mangás.

  13. Por algum motivo que agora me escapa ao consciente, acabei indo parar no site freelancer.com e sem uma convicção muito forte acabei me cadastrando. Nunca fui freelancer, aliás nunca tive um patrão ou deadline de trabalho porque sempre fui meu próprio chefe, além de ser funcionário público.

    Comecei a receber aquelas listas de ofertas de trabalho e fiquei imaginando como seria de repente me dedicar a isso, mesmo sendo um cara com poucas habilidades avançadas. Sou praticamente um eterno iniciante em coisas como html, css, epub, indesign, photoshop etc. Embora eu consiga me virar quando quero, não sei se conseguiria ganhar a vida com o que faço geralmente apenas por hobby.

    Poder trabalhar em casa seria um sonho, mas acho que tenho medo de ser exigido e ter data pra entregar as coisas, além de fazer coisas “chatas”.

    Pensando bem, minha vida já é meio assim.

    Anyway, alguém aqui vive desses trabalhos? Dá pra comprar o saco de arroz de cada dia e ser feliz?

    1. Faço uns freelas eventuais para algumas publicações. Não se compara à situação que você perguntou porque tenho o luxo de recusá-los, ou seja, só faço quando a coisa aperta mesmo ou se a pauta me interessa/me desafia.

      Um aspecto importante que se perde nessas plataformas é que relacionamento ajuda a conseguir oportunidades melhores. Em plataformas, você é só mais um e a tendência é que tudo se nivele por baixo. Eu nunca conferi, mas é bem capaz de nesses Fiverr da vida ter gente oferecendo reportagens por uma mixaria. (A qualidade muito provavelmente condiz com o valor cobrado.) Isso deve valer para outras atividades também.

      Quando estava no jornal, criei uma rede de freelas confiáveis a quem recorria com bastante frequência. Isso era praxe lá, é em toda redação de jornal. Muitos dos freelas viviam disso. Imagino que seja mais puxado que um emprego formal porque o seu “salário” depende diretamente do esforço empreendido e das oportunidades que aparecem, e qualquer “deslize”, tipo ficar doente, compromete a sua renda. Não sei se seria o caso nessas plataformas, mas o modelo freela permite, sim, comprar o arroz de cada dia e ser feliz (nas atuais circunstâncias, diria que menos deprimido). (E se mesmo numa área tão capenga como o jornalismo dá, bem provável que outras mais valorizadas, como programação, também dê.)

    2. Assim, exatamente, não, mas trabalho desde 2011 como tradutor e meu trabalho é “100% frila”. Até hoje não consegui zerar as minhas contas a ponto de morar sozinho, por exemplo (mas isso é implicação direta do meu “background” de periferia e da falta de formação complementar quando comprara com colegas que passaram anos morando na Europa/EUA) mas consigo me virar e comprar o que eu quero de vez em quando. Conseguiria viver uma vida de pobreza bastante “hard” se eu morasse sozinho, alugando um quarto ou um JK, mas mais do que isso não vejo como possível e, sinceramente, não conheço ninguém que tenha passado dessa barreira (meus colegas que estão bem de vida acabaram, todos, trabalhando em empresas dos pais, dando aulas em escolas de conhecidos ou faturando com contratos através de QI).

      Dizem que a área de TI, nesse sentido, é mais forte (mais vagas) e paga mais com menor exigência (a exigência de qualidade que as agências de tradução pedem pros tradutores é absurda) mas eu nunca tentei pelo mesmo receio que você tem.

    3. Complementando o Ghedin e o Pilotti com minha experiência:

      Primeiro que no final já sou um freelancer há uns 20 anos. O problema no meu caso é que nunca fui um profissional de nível pleno ou senior – insegurança e ser “lobo solitário” é problemático (e faço terapia esquecendo de jogar isso na roda muitas vezes – oi terapeuta!).

      De qualquer forma, se você se sente capaz de fazer serviços freelancer e tem uma boa rede de contatos, com certeza consegue ao menos complementar a renda. Depende obviamente da área que você lida – o Pilotti já falou que TI tem bastante demanda.

      No meu caso, como trabalho com suporte técnico imediato, não trabalho com “deadlines”, mas sim com serviço realizado. Cada chamada é um computador a ser feito manutenção.

      Só que o que faço também acabo ganhando pouco – por não ser pleno / sênior, acabo tendo problemas em cobrar um valor maior. Mas isso é meu caso, não sei se no seu caberia pois novamente, depende do que você vai trabalhar e de sua experiência naquilo.

      Trabalhar com arte (webdesign) e programação tem deadlines, mas também tem muita bola fora – recomendo procurar alguém que já lida com isso para lhe dar as dicas. No entanto, sinto que tal área é extremamente volátil e você tem que estar pronto para novos aprendizados todos os dias.

      Posso dizer que comecei realmente a trabalhar em TI com criação e manutenção de sites em HTML puro. Mas eu sempre nisso foi aprendiz de júnior, e saí pois primeiro pistolei fácil com o primeiro chefe que tive, e segundo que minha intenção sempre foi lidar com manutenção de PCs.

    4. Realmente é uma coisa brutal.

      Fiz um logotipo pra tentar ganhar 250 reais, mas perto do que o pessoal mandou pro cara do concurso não tenho chance. Pessoal usa muito modelo semi pronto e manda um monte de variações. Parece que o que a gente aprende sobre concepção de logotipos não se aplica na prática. Eu perdi uma hora e fiz tudo no braço porque nem sei usar essas ferramentas automáticas. Criar uma textura ou efeito de relevo sem sofrimento? Não sei fazer de modo simples não senhor.

      O meu ficou bem diferente da maioria, mas ser original não enche barriga né.

      1. Se quer mexer com design, não sei se conhece o livro “design para quem não é desinger”.

    5. Tô há uns 7 anos trabalhando com o Upwork. Comecei com tradução InglêsXPortuguês, já fiz customer service e hoje em dia só pego de narração/dublagem mesmo.

  14. Como preparação para assistir de novo aos filmes do Senhor dos Anéis, comecei hoje a reler O Hobbit. Não lembrava quão divertido era, e como o Tolkien parece inocente em relação àquele mundo. Ele até diz que tudo ocorre num passado distante, o que é meio engraçado.

    Em relação aos filmes: lembro de ter visto os três bem espaçadamente, e ter gostado, gostado realmente, só do Retorno do Rei. E vi todos em versão estendida logo de primeira, o que pode ter contribuído pro descontentamento. Mas eu era mais novo, também. Inclusive, tenho que rever uns filmes que achei chato quando mais novo, porque acho que vou acabar gostando de muitos.

    1. Rever filmes (e reler livros) depois de muitos anos pode ser uma experiência reveladora, bastante diferente da que guardamos na memória. Nos últimos meses tenho reservado algumas sessões para assistir novamente comédias românticas dos anos 2000. Na época as achava muito divertidas; hoje, das que já revi, gostei de poucas, impliquei com muitas devido a aspectos sociais que eram aceitáveis há 20 anos e que, hoje, são intragáveis — o machismo é muito escancarado, por exemplo.

      Assisti aos três O senhor dos anéis no cinema. Nunca li os livros (só o primeiro, quando adolescente, e achei chato) e guardo boas lembranças dos filmes. Talvez eu esteja me devendo revê-los, mas a perspectiva de 9 horas de um mesmo filme desanima um pouco…

      1. Eu adoro comédia romântica. Acho que gosto de romance no geral. Assisti Orgulho e Preconceito pela milésima vez essa semana e continuo adorando.

        Em relação a Senhor dos Anéis, eu nem penso nas horas somadas. Hoje vejo um, semana que vem vejo outro. Sempre faço isso. Não consigo assistir sequências muito imediatamente. Devo ter demorado um mês inteiro pra ver os três filmes do Bourne – que eu indico, inclusive. As sequências só melhoram.

      2. Quais comédias? Adoro o gênero e to sempre atrás de coisa “nova” mesmo que seja “antiga”.

    2. O Hobbit é meu livro favorito. É uma leitura muito interessante e despretensiosa. Acho que li ele e o senhor dos anéis umas 3x.
      Já os filmes eu não gosto. Até comecei a assistir, mas acho que adicionou coisa desnecessária no retorno do rei. O Hobbit eu só assisti a versão Tolkien edit que é excelente.

      1. Ignorava totalmente essa versão Tolkien Edit (fui assistir ao 3 no cinema e que arrependimento)

    3. Recentemente assisti de novo a trilogia, num final de semana. Chá de cadeira! Haha. Mas eu sou muito fã, dos filmes, livros, então foi de boa.

    4. Tentei ler a trilogia quando tinha uns 13-14 anos, época quue Harry Potter estava com tudo e aí faziam comparativos com SdA, que nunca tinha ouvido falar. E eu não conseguir ler. 100 páginas e ainda tavam no condado, desisti. Quando saiu o filme, deixei de ver por ter largado o livro, mas como todos os amiguinhos tinham gostado, acabei vendo só o último, sem entender muito bem das coisas. Até gostei.

      Quando começaram a passar na TV a cabo, peguei pedaços de cada e acabei misturando tudo. Esse ano assisti todos em ordem, tentando prestar atenção. O 1 e o 3 eu gostei, mas senti falta de alguma coisa no 2. Mas de novo já confundo algumas coisas e não sei de qual filme fazem parte.

  15. Pessoal, estou querendo começar a aprender sobre segurança da minha rede doméstica e dados pessoais.
    Já vi muita coisa sobre SSH, yubikeys e afins, mas não sei por onde começar.
    Meu objetivo é me proteger mais, sem ter que gastar muito dinheiro.
    Podem ajudar?
    Obrigado!

    1. Não sou especialista, mas tem muita coisa que dá para fazer antes de partir para soluções mais avançadas, como instalar um bloqueador de conteúdo nos seus dispositivos, por exemplo.

      Em que aspecto você acha que está inseguro? Ou o que você já faz para se proteger? Como o tema é bastante amplo (e em boa parte, independe de ações individuais), saber onde você está nos ajuda a ajudá-lo.

    2. Cara, se quer se proteger sem gastar muito dinheiro, eis aqui algumas dicas complementando a galera que falou aí (e sabe mais do que eu, eu apenas tou aprendendo):

      – Reiterando o Roberto: Verifique seu roteador se tem firmware atualizado. O firmware é o “Windows/Android” do seu roteador e ele que é base da sua segurança na rede. Um firmware com falhas é porta de entrada para problemas. Roteadores muito antigos tem problemas severos de falhas.

      Se seu roteador é TP-Link, Asus ou Linksys / Cisco, há chances de você poder usar firmwares tipo OpenWRT ou DD-WRT, que sempre estão atualizados e permitem melhor controle sobre seu roteador. Só pesquisar no seu buscador os nomes que citei.

      – Rafael 10/09/2020 às 17:00 [-] Primeira coisa é mudar a senha de administrador do seu roteador. (Se você usar firmware alternativo como citei, eles já exigem troca de senha)

      – Também complementando o Roberto: use DNSs diferentes. Em casa uso o CloudFire, GigaDNS (brasileiro) e OpenDNS, e deixo o do Google por último na lista (O OpenWRT permite até 5 DNS cadastradas no roteador).

      Eu me devo aprender o chamado “DNSSEC”, que é um sistema de DNS que impede vazamento de dados, só que é um pouco complexo para aprender e ao que notei, requer que você use um serviço a parte algumas vezes.

      – Geralmente os firewalls de roteadores atuais já são configurados para o básico. basta não mexer muito neles. Evite UPNP (Universal PNP), pois abre portas fácilmente. Prefira aprender a direcionar porta por si só (port fowarding).

    3. Não sei se pode ajudar, antes de tudo, mas já tentou o CERT do Brasil e seus sites associados? Dentre as publicações do CERT há uma Cartilha para Internet, uma sobre Práticas de Segurança para Administradores, que pode servir para alguma coisa, etc.

      Também tem um site nacional, seginfo.com.br, que pode ajudar em alguma coisa.

      Referente a dados pessoais, para começar, posso indicar Terms and Conditions May Apply (2013). Encontrei até um legendado em https://www.dailymotion.com/video/x3okve4

  16. Pessoas, estou escrevendo uma matéria de um tema bem mundano, mas no qual até hoje me enrolo um pouco: listas de mercado digitais, em apps de celular.

    Vocês têm o hábito? Se sim, como é o “fluxo de trabalho” com elas? Compartilhem aí como isso funciona com vocês.

    1. Aqui em casa, por falta de tempo para pesquisar uma alternativa melhor, temos um grupo infinito de whatsapp. Quando alguém vê que falta algo, coloca no grupo, e a pessoa responsável por ir no mercado lê e compra.
      Na verdade é péssimo, porque se não for só uma pessoa fazendo as compras, corre-se o risco de comprar coisas duplicadas, já que nem sempre apagamos o que foi comprado.

        1. Isso, é super ruim hahaha. Mais ainda porque, se sair da conversa, tem que rolar tuuuudo de novo.
          Já estou aguardando a matéria recomendando aplicativos pra fazer boas listas, Ghedin! hahahah

      1. Para ter mais liberdade do smartphone estou usando a Alexa. Eu vejo o que falta em casa, aviso a Alexa e ela vai adicionando na lista de compras. Se quiserem saber o que tem na lista pode perguntar direto para a Alexa.
        Já no mercado é só tirar da lista o que está no carrinho e finalizar a compra no caixa.

        1. Curioso! Algum motivo para escolher a Alexa? No iOS, esse caso de uso se resolve com soluções nativas — dá para criar e gerenciar listas no Lembretes pela Siri — e, imagino eu, no Android o Google Assistente também dê conta disso.

          1. Ghedin, como eu disse, com a Alexa tenho a liberdade de usar algo que está sempre comigo: minha voz. Minha família pode perguntar para ela o que tem na lista de compras, além de incluir e remover itens sem precisar instalar ou configurar nada, mesmo com soluções nativas no Android e iOS.
            No passado usei Google Keep, mas minha esposa não então tinha que convencer ela a instalar e ficar explicando como usa.

    2. Minha esposa e eu temos uma lista compartilhada no Lembretes do iOS.

      Quando notamos a falta de algo, anotamos lá. Quando alguém vai ao mercado, verifica e compra o que está faltando.

      Simples e fácil.

      1. Eu também uso o Lembretes, mas sozinho. Pode dar mais detalhes de como isso funciona na prática? Tipo, vocês têm só uma lista e vão reutilizando ela?

        1. Exato, uma única lista. É só ir nas opções da lista específica e adicionar um novo participante.

          Quando compramos algo, marcamos o item como concluído. E sempre vamos adicionando novos. Acabei de olhar aqui, a rolagem de itens concluídos vai ao infinito e além!

          Pra mim, menos é mais, ferramenta simples, mas funcional.

    3. Uso o Todoist e o Listonic pra montar minhas listas.
      O Todoist é mais pratico pra compras pequenas, só criei um projeto chamado “Lista de compras” e, quando vejo algo faltando, anoto na hora pra ir no mercado no fds.

      Com o Listonic é na mesma linha, mas nele eu consigo cadastrar os preços dos produtos. Daí vou no mercado anotando no app (ele salva o último preço cadastrado de cada produto) ou transcrevo do cupom fiscal depois.
      Isso me ajuda a evitar compras por impulso, porque já sei quanto vai sair a compra antes de pagar de um jeito fácil e dá pra eu ir tirando o que não preciso com urgência.
      E o legal é que, com o tempo, fazer a compra fica mais fácil porque a base de itens precificados vai aumentando. Como não como arroz, normalmente minha lista fica num valor meio fixo, aí só faço pequenos ajustes em cada compra.

    4. Recomendo o app Bring! (Com essa exclamação no final mesmo), ele tem suporte a notificações, da pra criar varias listas de compras e ele associa os itens com ícones fáceis de olhar de rekance no mercado.

      Tem pra iOS (e WatchOS, pra evitar de usar o celular no mercado) e se não me engano pra Android.

      1. Que elaborado esse app! No site oficial há uma ênfase no uso dele compartilhado, né? Achei legal que dá para mandar notificações manuais de alterações na lista e, quando um dos dois participantes de uma está no mercado, mandar notificação avisando que está prestes a passar pelo caixa. Acho que para mim (mesmo se morasse com mais alguém) seria meio “overkill”, porém interessante.

        1. As notificações realmente vendem o app pra mim, ja usei o lembretes do iOS pra isso e o que quebra nele são as listas compartilhadas que não avisam quando tem alteração (ou eu que não achei como habilitar).

    5. Acho que a última vez que usei um aplicativo dedicado para essa função, foi quando ainda usava Palm. Hoje em dia, antes de ir para o supermercado, faço uma checklist básica, no Keep, do que devo comprar. Quando estou lá, vou só ticando os itens colocados no carrinho e eles vão sendo riscados.

    6. Usamos o Google Keep aqui, e como todas as pessoas de casa estão no grupo familiar do Google Play, nos possibilita compartilhar com a família sem digitar e-mails ou telefones. E mais uma facilidade: ela tem aquelas caixas de seleção, que facilitam demais a compra.

      1. Mesma coisa por aqui. As caixinhas ainda têm outra vantagem: caso não tenha o produto na compra, deixa na lista e, na próxima semana, estará na lista, então você não se esquece.
        Sou adepto do “faça o que dá com os apps que tem” e raramente procuro um app pra alguma atividade específica.

        1. eu tb não gosto de ficar com mil aplicativos, tento usar um pra várias coisas, tanto é que por isso deixei de usar o evernote, ele é meio pesado e nem usava tudo dele, e pro que usava o standard notes substituiu bem.

    7. Eu sempre usei o Keep. Geralmente só pra mim. Minha namorada é do iOS e não é ligada nisso.
      Mas agora com a quarentena, voltamos a fazer o “rancho”: uma compra grande no início do mês, com lista de papel e caneta mesmo (evita mexer no celular dentro do mercado). Como não temos carro e os mercados próximos são pequenos (e mais caros) concentramos a saída pra supermercado e ainda reduzimos gasto, que estava com cada vez mais itens supérfluos/por impulso/ pouco saudáveis.

    8. Uso o “Lista de Compras” (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.tksolution.einkaufszettelmitspracheingabe) em um fluxo que poderia ser replicado fácil em qualquer app de lista: mantenho nele uma lista das coisas que geralmente compro e vou riscando/”desriscando” quando compro ou vejo que está faltando em casa.

      Comecei a usar ele porque ele é bem simples e prático e tinha (nas versões anteriores) sincronização simples da lista por qr code, o que permitia manter a lista sincronizada pra mim e pra minha esposa. Hoje em dia é preciso configurar uma conta pra sincronizar, o que torna as coisas mais burocráticas e invasivas.

      De todo modo, hoje em dia não mantemos mais listas sincronizadas. Cada um mantém sua lista e sempre que vou ao mercado (no momento só eu estou indo, por causa da pandemia), nós comparamos as listas e fazemos uma só, com papel e caneta, que vai servir apenas pra essa compra (pra evitar pegar no celular no mercado).

    9. Uso o To-Do da Microsoft (na verdade usava o Wunderlist, o ToDo é basicamente a mesma coisa). Acho que funciona bem, crio listas separadas para “gêneros alimentícios”, “farmácia”, “mercado” e “demais” e já tenho uma lista do que compro geralmente que só vou marcando/desmarcando. Acho que funciona bem, dada a possibilidade de adicionar data de conclusão e lembrete em itens individuais. Usei por um tempo o Any.do, que era melhor (incluir notas em linguagem natural, com data, foi algo que senti falta depois), mas era pago e concluí que era um custo que podia evitar no orçamento, vez que já pago o Office365

    10. Uso o Notas, do iPhone. Nele, tenho uma lista fixa, que fui montando ao longo do tempo, com as coisas que costumo comprar no mercado. Elas estão separadas por seções que, coincidência ou não, respeitam o meu fluxo dentro do mercado (geralmente vou no mesmo estabelecimento). Como uso a funcionalidade de lista de tarefas, consigo marcar os itens que preciso comprar. No mercado, vou enchendo o carrinho e, de tempos em tempos, desmarcando os itens que já peguei. A lógica, no meu caso, é deixar a lista toda desmarcada. À medida que a despensa de casa vai esvaziando, a lista volta a ficar toda marcada de novo. E assim vai. O arquivo é compartilhado com o meu namorado, ou seja, ajuda bastante tanto no caso de um dos dois ir sozinho ao mercado quanto nas ocasiões em que vamos juntos, mas que preferimos nos separar e agilizar a compra indo em seções diferentes.

    11. Um monte de gente usando aplicativos de tarefas pra fazer listas é meio esquisito. Aqui usamos o OneNote, porque sou o único com iPhone, e não tenho muita afinidade pelo Google.

    12. Um monte de gente usando aplicativos de tarefas pra fazer listas é meio esquisito. Aqui usamos o OneNote, porque sou o único com iPhone, e não tenho muita afinidade pelo Google.

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