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Post livre #242

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

72 comentários

  1. Dá tempo pra uma jabá?

    Traduzi – terminei um trabalho de alguns meses – o livro de poemas organizado pelos amigos e colega do trabalhador da Foxconn Xu Lizhi.

    Quem não souber quem ele é, ele é o trabalhador que se suicidou no dia 30 de setembro de 2014 se atirando da janela (e que fez a Foxconn tomar a ótima medida de colocar redes nas janelas para evitar mais suicídios) da fábrica. E ele não tinha sido o primeiro e não foi o último, mas como ele escrevia poesias e publicava no quadro de avisos da fábrica, ele acabou ficando famoso.

    Mesmo quem não gosta de poesia social (com uma crítica pesada ao capitalismo e ao sistema chinês) deve gostar da humanidade contida nos poemas (são poucos) que ele escreveu.

    OI que eu mais gosto é esse:
    “Um parafuso caiu no chão”

    Um parafuso caiu no chão
    Nesta noite escura de hora-extra
    Mergulhando verticalmente, tilintando levemente
    Não atrairá a atenção de ninguém
    Assim como da última vez
    Numa noite como esta
    Quando alguém cai no chão ninguém vê.

    Todo o livro no meu blog no Medium: https://medium.com/pensamentos-rasos/fantasma-na-m%C3%A1quina-5d01f8248447

    1. Por que você vem estragar o meu domingo? Já estou querendo outra dose de caipirinha. Muito bom!

  2. Estou indo para Santa Catarina agora, com baldeação em Curitiba. Como sempre, pegando ônibus regular.

    Do lado da rodoviária do Tietê existe um grande estacionamento onde fica a hoje apelidada “rodoviária do Buser”.

    Notei uma boa movimentação lá, o que significa uma demanda alta por este tipo de serviço.

    Ainda cogito um dia usá-lo. O problema no meu caso é que costumo comprar passagem “na hora”, e o Buser exige antecedência, ao menos uma semana.

  3. É possível comprar uma boa cadeira de escritório (para home office) por até R$ 500?

  4. Vocês costumam usar película no celular ou ficam só na capinha – ou às vezes, nem isso?

    1. Eu decidi não usar capinha no meu Galaxy S8 e me arrependi muito. O celular está maltratado hoje por duas quedas (problema no display, cantos quebrados, etc), e é triste pois dois anos depois da compra ele ainda é um excelente celular, acredito que ficaria pelo menos mais uns dois anos com ele tranquilamente, mas sinto que antes a tela vai pedir arrego. Então hoje eu digo: use capinha.

    2. Somente uso capa, sem película. Já tentei usar películas mais de uma vez, mas nunca gosto do resultado.

    3. Uso os dois.
      Capinha é obrigatório. Tomo muito cuidado pro celular não sofrer quedas, mas não sou cuidadoso quanto a riscos, arranhões, botar em superfícies etc etc. Limpo o interior da capinha de vez em quando pra não riscar/arranhar a carcaça do celular.
      Película? Depende do Gorilla Glass instalado. O meu celular tem (não sei qual), e tem 2 riscos minúsculos na tela por causa de areia, poeira, não sei, só sei que eu vejo quando boto em um ângulo específico no sol. Não gosto de película, mas tô usando desde então.

  5. uma dúvida de quem acompanha mal o mercado de jogos eletrônicos:

    haverá jogos do Xbox Series X incompatíveis com o Series S? Ou todo jogo do Series X obrigatoriamente terá de rodar no Series S?

    1. Pelo que eu entendi, a diferença é só na resolução e no fps, então devem rodar os mesmos jogos.

      1. Eu entendi a mesma coisa, e tbm reduz o preset gráfico (suponha o Series X rodando um jogo em 4K no alto, o Series S rodaria em 1440p no médio).

  6. Já viram como o Facebook sai criando conta para usuarios de whatsapp?
    Minha mãe passou a usar smartphone faz uns anos e, apesar do 3G ruim, consegue usar muito bem.
    Faz uns dias que apareceu um perfil no Facebook com o nome e telefone dela… Eu e minha irmã questionamos imediatamente. Ela falou que apareceu alguma mensagem e confirmou os dados, mesmo sem saber o que seria realmente.

  7. Pessoal, na experiência de vocês, qual o melhor canal para reclamar de uma ISP?Estou com problemas com a vivo e vi que pelo reclameaqui eles não respondem, então fui ao consumidor.gov.br mas gostaria de saber mais opções.

    1. Registre uma reclamação na Anatel. As operadoras são obrigadas pela Anatel a responderem em até 10 dias e as reclamações cadastradas no sistema ajudam a balizar a qualidade dos serviços — e podem ensejar punições às operadoras, caso o volume seja muito grande ou o índice de resolução, baixo. Por isso costuma funcionar.

  8. Uso o Chromium, exatamente o que não tem nessa lista que você colocou! Entrei pelo Firefox e ta tudo certo… Erro meu!

  9. Alguém tem indicações de boas mesas de trabalho para home office? Já trabalho em casa há 4 anos e na ocasião, por questões de espaço, comprei cavaletes de aço e mandei fazer um tampo de MDF com um revestimento estilo cimento queimado. Ela me serviu muito bem ao longo desses anos, mas dada a natureza do meu trabalho (designer gráfico), acabo terminando todos os meus dias com a mesa sobrecarregada de canetas, papéis, iPad, carregadores, etc. etc.

    Hoje moro em um apartamento com um quarto dedicado ao escritório, portanto, tenho espaço para investir em uma mesa um pouco mais confortável e com espaço para organizar melhor minhas coisas. Estou buscando uma mesa um pouco maior, com gavetas e/ou portas e/ou divisórias e design e acabamento bacana. Busco algo que facilite o acesso aos meus materiais, sem a necessidade de deixá-los jogados em cima da mesa. Já cogitei mandar fazer sob medida, mas acho que eu iria acabar gastando uma grana alta desnecessariamente. Por outro lado, não sei nem por onde começar a buscar mesas assim prontas com uma qualidade bacana. Alguém aí com boas indicações?

    1. Tem a GenioDesks, que anunciou aqui no Manual algumas semanas atrás e costuma aparecer na seção de escritórios em casa. As mesas são motorizadas e parecem ser de boa qualidade. Digo “parecem” porque nunca as usei, mas só ouço elogios.

      Outra opção, se o orçamento permitir, é encomendar uma sob medida. Acho que é o ideal, porque aí você “monta” a mesa de acordo com as suas demandas.

  10. Mais um capítulo na treta dos desenvolvedores com a Apple, por causa das taxas da AppStore:

    [ProtonMail] revealed to Congress that it — just like WordPress — had been forced to monetize a largely free app. That developer testified that Apple had demanded in-app purchases (IAP), even though Apple had approved its app without them two years earlier — and that when the dev dared send an email to customers notifying them of the change, Apple threatened to remove the app and blocked all updates.

    “For the first two years we were in the App Store, that was fine, no issues there,” [ProtonMail’s CEO] says… “But a common practice we see … as you start getting significant uptake in uploads and downloads, they start looking at your situation more carefully, and then as any good Mafia extortion goes, they come to shake you down for some money.”

    1. Não sei se deveria falar algo negativo sobre essa prática. Se não tem nada nas regras da apple que fale que o app precisa ser monetizado, então a própria apple está se contradizendo.
      Por outro lado, se tem algo do tipo “os termos e condições de uso para publicar apps na nossa loja podem mudar sem aviso prévio”, aí lascou, porque a apple pode fazer o que quiser, mesmo que antes tenha aprovado um app sem monetização.
      A pior parte é o usuário (nós) rolar a tela até o final pra marcar o “Li e concordo com os termos e condições de uso” sem ter lido nada hahaha
      A própria empresa pode alegar “mas você não concordou com os termos? Tem dizendo aqui no ponto tal, inciso tal, vírgula tal”. Nessa situação, acho que não tem como fazer nada.

  11. Olá! É a primeira vez que comento aqui, apesar de acompanhar toda essa semana o Post Livre. Vim aqui porque, algumas vezes, vi comentários de pessoas que trabalham com tradução. É que essa pandemia me fez repensar algumas coisas e estou tentando fazer uma transição de carreira: saindo da odontologia e entrando na tradução e revisão. Odontologia foi minha primeira formação, mas minha paixão sempre foi Letras, e, em 2017, entrei na Universidade novamente, engatando, em 2018, uma especialização em Linguística Aplicada que só me fez ter mais certeza do que eu quero. Enfim, quero viver de tradução e revisão, é possível? Que ferramentas “facilitam” o trabalho? Quanto e como cobrar? Me ajudem a mudar de carreira! Hahahaha!

    1. não sou da área, mas que mudança brusca de carreira hein, hehe

      desejo boa sorte pra você nessa transição

      1. Era uma coisa que já pensava há um tempo. A pandemia, e a consequente queda na procura por atendimento odontológico, só fez acelerar as coisas. Valeu! :)

    2. O Paulo Guilherme Pilotti Duarte se não me engano trabalha com tradução. Vamos esperar ele dar as dicas que você pediu. 😅

    3. Eu sou tradutor desde 2011, formado desde 2016. Vou responder as suas questões com base na minha experiência em Porto Alegre.

      – Quanto e como cobrar: dificilmente você terá contato diretamente com o cliente, a imensa maioria dos trabalhos de tradução se dão via agência e eles já tem os preços fixos para a tradução (palavras novas, fuzzy matches e palavras repetidas). Sendo assim, esse tipo de preocupação é um a menos para você. Se você tiver sorte de conseguir contato direto com o cliente, cobre o que uns 30% a menos da tabela do SINTRA (ela é muito alta, ninguém paga esse preço).

      – Ferramentas: novamente, depende da agência. A maioria usa o Trados Studio. A licença é cara se você for pagar do seu bolso, mas normalmente as agências tem licenças de equipe. Algumas agências estão migrando para ferramentas CAT na nuvem, como o MateCAT, mas novamente, depende. Se você for trabalhar direto com o cliente, você pode usar a OmegaT, de código aberto, que funciona do mesmo modo. As principais são essas. As outras ferramentas de apoio são o Reverso, Linguee e DeepL (busca de contexto, busca de traduções e tradutor automático).

      – Dá pra viver de tradução: sim, de modo geral. A maioria dos meus colegas vive de tradução sem maiores problemas. Aqueles que moraram fora do país tem mais facilidade em conseguir trabalho, claro (a ideia de que morar fora do país não te ajuda em nada para traduzir um texto não entra na cabeça da maioria das pessoas), mas de modo geral você consegue viver. É bom ter em mente que você terá tempos de vacas magras, que a sua aposentadoria é apenas sua responsabilidade (eu pago MEI como editor para contribuir, pelo menos, com o mínimo pro INSS) e você não tem nenhum direito (é uma profissão extremamente precarizada onde todo mundo acha que pode atuar).

      – Alguns pontos que você não perguntou: as agências trabalham com demanda e prazos apertados, então as vezes é melhor entregar uma tradução sem revisar e avisar a agência do que perder o prazo. Muitas agências demoram 60~90 dias para pagar (se você entregou uma tradução hoje, é possível que você recebe apenas em dezembro). Procurem sempre no Proz as notas das agências, não é incomum que elas atrasem pagamentos. Aliás, o Proz é o melhor hub de terminologias, glossários e discussão que os tradutores tem atualmente. Vale a pena pagar o plano anual, ainda que caro. Também construa seu portfólio de forma variada e pegue documentos em domínio público e traduza, assim quando o cliente ou uma agência lhe pedir algo que você traduziu você tem o que mostrar (até porque, a imensa maioria dos seus clientes vai lhe fazer assinar um contrato que lhe impede de divulgar, mesmo que pequenos trecho, das suas traduções). Último ponto é pra procurar agências estrangeiras, principalmente as argentinas. As agências brasileiras pedem nota fiscal (e não tem como emitir NF via MEI pra tradução e revisão, ainda que alguns emitam como se fosse edição de texto) e o preço que elas pagam não vale a pena todo o transtorno.

      1. Caramba, Paulo, me afoguei em tanta informação. Não sei nem por onde começar a comentar todas essas dicas. Te agradeço muito!
        Deixa eu contextualizar minha realidade. Eu moro em Macapá-AP e aqui não tem um centésimo da procura por tradução que tem por aí pelo sul/sudeste. Minha pesquisa da especialização foi analisar a tradução dos materiais turísticos daqui, e a conclusão que cheguei é que a tradução e simplesmente automática, sem nenhuma revisão, não há ninguém responsável por isso nas secretarias. Então, aqui, quase tudo é feito assim, sem perspectiva de mudança. Não conheço agências, nem nada do tipo, então geralmente lido diretamente com o cliente. Enfim, o que tem aparecido mais é revisão de português de monografia, dissertação, principalmente da área da saúde, porque as pessoas já conhecem minha formação anterior, mas quero muito ficar só na tradução.
        Tenho um MEI desde 2016, mas com outra atividade, então talvez possa adicionar edição de texto como atividade secundária, não? Já tive que emitir nota, mas emiti como PF pela prefeitura.
        É difícil chegar nessas agências? Por onde posso começar?
        Muito obrigado novamente pelas dicas

        1. A principio não tem muita importância onde você mora (para as agências), basta ter internet e usar Paypal (todas pagam pelo Paypal, o que é terrível porque a mordida é grande).

          Como chegar nessas agências? Procura no Google e manda email com o seu currículo. Eu trabalhei anos para a Translation Back Office e para a Round Table Studio. Recomendo ambas, jogar no Google e manda um email pro endereço de contato. Não tem muito mistério.

          Sobre a parte do MEI eu não sei, acho que sim. Eu emito notas apenas quando eu faço revisão – apesar de não ser o meu chão. Acho que deve dar sem problemas.

          E sim, a maioria das traduções é automática mesmo, isso em qualquer local. Aqui no Brasil traduzimos essencialmente livros. Manuais, contratos e folhetos são traduções automáticas com uma revisão humana depois (normalmente feita por um jornalista ou designer). Essa é a realidade, por isso mesmo indico agências do exterior.

          1. Paulo, muito obrigado por todas as dicas. Essas foram as melhores informações que já encontrei. Já tenho um caminho a seguir. Te agradeço demais. Um abraço!

      2. eu não entendo nada de tradução mas acompanhei essa conversa e queria dizer que é esse tipo de coisa que me faz gostar do MdU

        em tempo: sendo um completo ignorante no assunto, o que é exatamente uma “agência”? É como uma agência de publicidade, mas com foco em material editorial?

        1. As agências de tradução são atravessadoras do trabalho. Elas pegam o cliente, cobram algo ao redor de R$1 por palavra dele e repassam pro tradutor – freelance/MEI – pagando R$0,10 por palavra (sim, é nesse grau de lucro).

          Tem tradutores que são internos das agências, mas usualmente eles fazem as vezes de gestores mesmo – repassam os trabalhos para os tradutores, revisores e copidesques, e controlam prazos e qualidade – e raramente traduzem. Esses são CLT.

    4. Olá, Edivan! Como vai?
      Eu trabalhei um pouco com revisão (inclusive, fun fact: já fui revisor do Manual do Usuário há muito tempo atrás haha).
      Acredito que grande parte das suas dúvidas serão respondidas pelo blog “Revisão Para Quê?” (revisaoparaque.com).
      Eu mesmo já trabalhei com revisão como fonte principal de renda, mas não durou muito tempo. Pouco tempo depois, ingressei na universidade (de linguística!) e a carreira mudou completamente. Mas, em linhas gerais, tem bastante gente revisando e traduzindo como freelancer. Conheço pouquíssimas pessoas revisando como meio principal de renda — o que não significa que não seja possível; apenas que talvez seja mais difícil.

      Sobre as ferramentas de trabalho, acho que as mais óbvias são as mais certeiras mesmo: um Microsoft Word, uma cadeira confortável, um teclado do seu gosto, um ambiente silencioso para você se concentrar, internet rápida, café sempre à mão haha

      1. Oi, Guilherme! Tudo tranquilo!
        Então, aqui me surpreendi com a procura por revisão. Parece que tem pouca gente que faz isso, e minha formação na área de saúde me dá uma abertura maior com profissionais dessa área, que confiam mais em alguém que é do meio. O certo é que, neste momento, ainda não abandonei completamente a odontologia, então ainda dá pra segurar um pouco, mas a médio prazo, a intenção é fazer a transição completa. Ah, sempre vejo as dicas do “Revisão Para Quê?”, são muito boas mesmo. Obrigado pela resposta!

        1. Muito bom saber que o mercado está oportuno! Sucesso pra você na transição de carreira!

          1. Muito obrigado! Se me permite perguntar, antes você não era da área de Linguagens? Também fez uma transição?

  12. Olá, gostaria de recomendações de adaptadores USB-C para várias portas pra utilizar com um Macbook, eu dei uma olhada no site da Apple, no Mercado Livre e na Amazon, e queria saber se alguém tem experiências com as marcas genéricas pra entender certinho qual seria o melhor investimento.

    1. Eu comprei esse. As portas funcionam, mas ele esquenta bastante. Geralmente, uso apenas a porta HDMI pra conectar um monitor e o adaptador fica bem quente, mas já faz mais de um ano que comprei e continua funcionando normalmente.

  13. Algo que achei interessante: um tópico no Reddit de um cara que brigou com a namorada porque ele disse que não queria um smart speaker e ela comprou anyway e a discussão é se ele foi babaca ou não
    https://www.reddit.com/r/AmItheAsshole/comments/j75m7m/aita_for_refusing_to_allow_my_gorlfriend_to_get/

    Normalmente essas discussões é bem facil apontar quem é o babaca da história, mas é raro ver um tópico assim onde o povo ta muito dividido. De um lado, vem as pessoas apoiando o OP dizendo que ele tem direito de não querer algo invadindo a privacidade e do outro, dizendo que ele é hipócrita, que não pode exigir que a namorada não tenha algo e que então ele precisa “jogar fora o smartphone”.

    Essas discussões são bem complicadas e as pessoas levam muito a ferro e fogo tudo, mas acho que vale a discussão

    1. A discussão poderia ser complicada, mas no momento em que ela comprou o Amazon Echo à revelia do cara, acho que ela perdeu a razão. Eu sou totalmente favorável a cada um fazer o que quiser com o próprio dinheiro, exceto quando uma compra afeta o outro, o que é o caso. Aí tem que negociar.

      Colocar um Echo dentro de casa sem avisar é motivo para separação, haha

      1. Concordo, um Echo confronta diretamente o direito do outro à privacidade.

        O pior é que agora estão embutindo Alexa em Smart TVs e coisas do tipo…

    2. Concordo com ele. Aqui em casa esse tipo de aparelho não entra. Já não basta levar um GPS/câmera/escuta no bolso. Hahhahaha

    3. Felizmente minha esposa e eu estamos na mesma página em relação à privacidade — ela ainda usa Instagram, mas acho okay se você entender os riscos —, e conversando com ela ontem sobre esse post ambos concordamos que o cara não é um babaca — apesar da linguagem no título.

      Concordo com o Ghedin, a conversa não é complicada, já que a compra foi feita sem ambos concordarem. Não sei como outros relacionamentos funcionam, mas aqui em casa, a gente conversa sobre tudo — nada acontece a não ser que os dois concordem.

      1. Concordo que a linguagem que o cara usou não foi das melhores e isso estraga bastante o caso dele. Mas ele tem um ponto muito válido.

        E sim, compras desse tipo precisam ser feitas com o consentimento de ambos, não funciona um relacionamento assim. Pelo menos eu não conseguiria.

    4. A única discussão relevante nesse ponto é ela ter comprado algo que ele disse que não queria. Relacionamentos não deveriam ser assim.

      A questão do Echo Dot, sinceramente, já virou paranoia pra mim.

    5. Essa situação de privacidade é complicada e sinto que não temos como fugir sendo entusiastas de tecnologia. Semana passada estava meu irmão e eu conversando pessoalmente na rua e ele me falou que precisava comprar óleo pro carro dele. Minutos depois meu smartphone Android que estava bloqueado vibra no meu bolso, vou olhar e vejo que recebi um SMS oferecendo oferta para a compra de óleo para o meu carro.

      É o tal “efeito cumbuca” que comentaram nos podcasts Naruhodo e B9. Se você falar algo perto do seu smartphone, ele vai captar isso de alguma forma para te vender algum produto ou serviço.

  14. Pessoas, semana que vem é aniversário do Manual (🥳) e, como acontece todo ano, ~celebraremos a ocasião.

    Queria aproveitar este post livre para lhes pedir sugestões e críticas ao site. A tudo, mesmo: conteúdo, formato, layout etc. É um questionamento bem abrangente.

    Agradeço de antemão o tempinho que tirarem para responder. Valeu!

    1. A sugestão já foi dada no grupo ~* ViP *~ do Telegram (link para um faça parte você também)

      crítica: a setinha pra baixo ao lado do link da newsletter é muito feia

        1. Geralmente visito o Manual por um MacBook e achava a setinha até que simpática. Agora acessei por um Windows e, realmente, é horrível! hahaha

          1. Vi a setinha no Windows e agora estou envergonhado de ter deixado o site por tanto tempo com aquele negócio horrível. Peço humildemente desculpas.

    2. a única crítica do site é que em cima da quantidade de comentários, os links para apoie, newsletter (e outras coisas), está ruim de ler, uma coisa por cima da outra,tem um tempo já, lembro que vc comentou mas achei que fosse melhorar por causa do cache, mas até agora nada.

      e sobre o conteúdo do site, é ótimo como sempre, queria que o conteúdo de blog e posts de quinta continuassem sempre, peguei o hábito de esperar posts toda quinta, mas ano que vem não vai ter em todas.

      1. Aqueles blocos aparecem desconfigurados aí? Mesmo no modo privado/anônimo do navegador? Enfim, de qualquer modo, vou removê-los semana que vem.

        1. no modo privado aparece direitinho, mas como não uso com a o navegador em tela cheia, ele fica incompleto

          1. É, esse é um problema de “descobertabilidade” no desktop. A fileira é dinâmica; se você clicar num dos blocos, segurar o botão do mouse e arrastá-lo, verá os demais quadrados — tipo touch no celular.

    3. Nossa, tudo aqui é maravilhoso, de verdade. Foi o MdU que me introduziu o conceito de Slow Content e me abriu os olhos para a importância de ter um lugar próprio para produzir seu conteúdo (que eu ainda não tenho, pois não sou da área e tenho preguiça de me informar. Mas vai rolar!). É aqui que eu ouço meu podcast favorito e mais recomendado a cada quinze dias, o layout é leve e simples, focando no conteúdo. Não tem reviews de 17 smartphones todos iguais o bastante para não fazer diferença. Acho tudo muito ótimo mesmo.

      Mas sim, a setinha é bem feia.

    4. A única sugestão seria poder ter um tema escuro! De resto, ta tudo ótimo!

      1. O site já tem um tema escuro. Ele está atrelado ao tema do seu sistema operacional — se o sistema estiver escuro, o site fica escuro.

        Já sugeriram que o tema escuro fosse um botão. Talvez role algum dia, mas por ora, não. A implementação atual é super simples; já colocar um botão daria um trabalhão…

        1. Sério!? Bom, nos meus sistemas eles seguem brancos, mesmo usando o tema escuro. Como sempre, nada é tão simples no Linux, vou verificar o que está acontecendo! Obrigado!

    5. Parabéns, Ghedin!

      A minha sugestão seria ter mais conteúdos relacionados a software livre e afins. Gostaria muito de ler mais sobre Linux e suas funcionalidades. Uso ubuntu e sou simplesmente apaixonada por esse sistema operacional, mesmo sendo bastante leiga no assunto.

      No mais, gosto muito do site, as páginas são leves e o conteúdo muito bem escrito e informativo.

      Abraços e vida longa ao MdU

      1. Obrigado, Daniela!

        É uma boa sugestão. Software livre dialoga muito com a linha editorial do Manual e, sendo assim, deveria aparecer mais por aqui.

    6. Olá, Ghedin. Olá a todos!

      Entendo que a decisão deve ser mais técnica e moral do que estética, mas eu achava mais fácil quando usávamos o Disqus nos comentários. Neste modo mais novo, não fica muito convidativo pra participar dos bate-papos.

      O volume de comentários diminuiu, se manteve a mesma ou aumentou?

      1. Oi Guilherme! Olha, eu não tenho estatísticas do período anterior, com Disqus. (Nesse aspecto, aliás, o Disqus é bem chato nas estatísticas que fornece.)

        Desde que abandonamos o Disqus, no comecinho de 2019, a média mensal deu uma caída, mas acho que isso tem mais a ver com as mudanças editoriais do site (como a publicação semanal, por exemplo) do que com a ferramenta.

        Em 2019, a média mensal foi de 708 comentários; e de janeiro a setembro deste ano, foi de 608 comentários por mês.

        Para mim, as desvantagens do Disqus superam muito as eventuais vantagens — que, reconheço, existem. Existem soluções modernas que prometem trazer as boas características do Disqus sem comprometer o desempenho e a privacidade dos leitores, como o Commento. Isso está sempre no radar, ainda que eu goste muitíssimo da simplicidade e rapidez do sistema nativo do WordPress. De repente, uma hora a gente tenta implementar.

        A propósito, até para me ajudar nisso, de quais recursos do Disqus você mais sente falta?

        1. Oi, Ghedin!

          (Vou dar uma olhada no Commento. Legal!)

          Sinto falta só de duas coisas: fazer login, ou seja, não precisar inserir nome e e-mail toda vez que interagir; e ver as notificações na própria interface dos comentários sem precisar abrir o e-mail

          1. Acho que o login a cada novo comentário é escolha do Ghedin mesmo, porque o sistema do WordPress não precisa disso. Eu, por exemplo, tenho minha conta no WordPress e todos os blogs que usam o sistema deles já me reconhecem como logado.

          2. @ Paulo

            Esses blogs que lembram as suas credenciais devem usar o Jetpack, um plugin da Automattic que acrescenta um punhado de funcionalidades ao site. Por padrão, o WordPress não tem mesmo nada parecido com isso.

            A gente opta por não usar o Jetpack porque, apesar de alguns recursos legais como esse, a maioria seria inútil ou redundante aqui e, além disso, deixaria o site mais pesado.

            O navegador de vocês não lembra os campos preenchidos anteriormente?

          3. @ Paulo e Guilherme

            Fui pesquisar e não é que existe uma opção nativa no WordPress, que estava desmarcada no Manual, para lembrar esses dados na hora de comentar? Ativei aqui. Vejam, por favor, se funciona.

        2. Aqui apareceu uma caixa ” Salvar meus dados neste navegador para a próxima vez que eu comentar” que eu marquei e agora ele salvou os dados que eu coloquei nas duas caixas de login.

    7. Olá Ghedin! O Conteúdo do site é ótimo, fico feliz por em uma semana estarmos comemorando mais um aniversário, a primeira sugestão que me vem à mente é para o botão de pesquisa voltar para cima da página hahahaha. Mas sério desde quando você mudou ele para o rodapé eu não consegui me acostumar com ele ali, sempre que penso em fazer uma pesquisa eu instintivamente o procuro no topo e já aconteceu de eu esquecer que a pesquisa está lá embaixo e acabar fazendo a pesquisa no site pelo google kkkk

      Um comentário sobre o tema escuro: eu tomei um susto hoje porque normalmente acesso o manual pelos navegadores que tem um tema claro e hoje por acaso usei um dos meus navegadores em que está o tema escuro instalado e me surpreendi com o Manual Preto, eu estava na duvída se não tinha carregado o site direito ou se você tinha mudado o tema mesmo, até ver a explicação que você deu para o Léo kkk

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