Em carta aberta, ex-funcionários do Facebook cobram outra postura da empresa ao lidar com discursos violentos de políticos

Zuckerberg no palco; ao fundo, letreiro diz "Combatendo notícias falsas".

Na última sexta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu em um post nas suas redes sociais que responderia com violência as ações de cidadãos do seu próprio país que protestavam pela morte de George Floyd. O Twitter ocultou o post e limitou sua disseminação, alegando que ele feria suas diretrizes por “glorificar a violência”. O Facebook nada fez e seu CEO, Mark Zuckerberg, está desde então tentando justificar sua decisão, que precede o episódio e data de meados de 2019, quando o Facebook anunciou que não moderaria posts de políticos. A carta abaixo, assinada por algumas dezenas de ex-funcionários, explica muito bem a contradição desse posicionamento com os (supostos) valores da rede social e, em última análise, com os de qualquer país que se diga democrático. Ela foi publicada originalmente no New York Times.

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Na guerra fria entre restaurantes e iFood, o WhatsApp come pelas beiradas

Funcionário de avental carrega uma sacola de refeição; ao fundo, porta de estabelecimento fechada com algumas folhas impressas atrás fazendo propaganda de entregas de um restaurante via WhatsApp.

Em 1955, o mineiro Juscelino Kubitschek foi eleito presidente do Brasil. Seu governo (1956–1961) foi marcado por um slogan, “cinquenta anos em cinco”, que acelerou a industrialização do país e tirou do papel Brasília, a nova capital federal encravada no Planalto Central.

O programa desenvolvimentista de JK tem sido lembrado nos últimos meses como alusão ao processo de digitalização, igualmente célere, a que muitos pequenos negócios tiveram que se submeter para não quebrarem no enfrentamento da pandemia de COVID-19. Quando o coronavírus transformou a proximidade física em uma ameaça à vida, a importância da internet para os negócios cresceu enormemente, antecipando um movimento que muitos acreditavam que seria gradual e ainda levaria alguns anos para se consolidar.

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O escritório em casa da supervisora de suporte técnico Karla Carvalho

Escrivaninha branca, com dois notebooks sobre ela, e ao fundo janelas.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Karla.

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O escritório em casa do executivo de novos negócios Vinnie Rodrigues

Foto à distância da mesa de trabalho em casa do Vinnie Rodrigues, com um gato laranja em cima.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

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Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Vinnie.

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