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128 comentários

  1. Queria ver um filme descerebrado, aí coloquei o Guerra Civil e é a maior propaganda terrorista!! Eu achava os filmes da Marvel só ruins, mas esse negócio é incompreensível. Capitão América se rebela contra as Nações Unidas e fica por isso mesmo 🤷‍♀️

    1. Guerra civil é aquele filme que podia ter qualquer outro nome. Eu li o livro que transcreve a HQ, e o filme não tem absolutamente NADA a ver com a HQ.
      Não que eu esperasse algo diferente. Na minha opinião os filmes da marvel não passam de entretenimento.
      Também são bons pra juntar a turma no cinema (que tenho minhas dúvidas se vai sobreviver depois do corona).

  2. @Rodrigo, já pensou em publicar coisas a respeito de Linux e outros FOSS? Acho que é um nicho super próximo ao que você explora e, dado que o Linux dobrou a participação de mercado nos últimos tempos, seria muito bom!

    1. Código livre está sempre em meu radar e entre os interesses do site. Reconheço que poderia dar mais atenção ao Linux, porém. Sugestão anotada!

  3. richard sapper foi um designer conhecido, entre outras coisas, por participar do desenvolvimento dos icônicos thinkpads da IBM (lembrados sobretudo pelo botão vermelho no meio do teclado que substituía o trackpad)

    muita gente o considera o anti-jony ive, por incorporar formas mais deliberadamente menos sutis ou leves, bem como cores fortes e composições contrastantes nos desenhos de seus produtos

    em 2009 ele trabalhou nesse projeto para a Lenovo: http://richardsapperdesign.com/products/2000-today/skylight

    trata-se de um “smartbook” — seja lá o que isso signifique

    o que me chamou a atenção foi — além do produto lembrar um nintendo DS — que um dos aplicativos destacados naquela “dock” na interface gráfica seja o saudoso Delicious (que não resistiu muitos mais anos e hoje é lembrado por quase ninguém)

  4. Pessoal. alguém tem alguma dica de livro sobre os impactos da tecnologia na sociedade. Na linha do Tim Wu, Franklin Foer, Nicholas Carr etc?

    1. Da tecnologia como agente mas não muito específico, tem o Armas, germes e aço e O mundo até ontem, do Jared Diamond.

      1. Roberto, li o Armas, Germes e Aço. Achei muito bom! Vou checar esse que você comentou! Valeu!

    2. não conheço esses autores, mas recomendo laymert garcia dos santos e ricardo antunes

    3. esses três autores podem ajudar: harari, morozov, zuboff.
      o martel te dá um bom panorama dos usos da internet e da tecnologia numa perspectiva bem sociocultural: Smart: “O que você não sabe sobre a internet”.
      tem tb os livros do jaron lanier… tem o bruno cardoso (não confundir com aquele cardoso q espalha ódio, preconceito e rancor por aí).
      estou pra ler o ‘A nova idade das trevas: A tecnologia e o fim do futuro’. estava em promoção no kindle e recomendei no grupo super secreto do mdu.

    4. O livro Lá vem todo mundo, do Clay Shirky, é um boa leitura. Indo para o lado do design e tecnologia, sugiro os livros do Gui Bonsiepe.

  5. Qual o navegador que vocês utilizam no Android? Alguém consegue ficar sem utilizar o Google Chrome? Tentei utilizar o Firefox mas no Android tem alguns travamentos.

    Outra questão: existe algum bom substituto para gerenciador de email no lugar do Gmail no Android?

    1. Uso o Firefox como navegador padrão e nunca tive problemas. Meu app de email é o K-9. Leve e rápido.

    2. Tou usando o Firefox, mas queria achar algo mais leve ainda. Eu usei o VIA por um tempo, mas depois dei uma cismada.

    3. Uso o Kiwi Browser, é um Chromium com muitos recursos e ajustes de privacidade.

      O Firefox Prewiew tá ficando muito bom, mas ainda carece de alguns ajustes e recursos.

    4. Eu ainda não testei nada para substituir o Chrome, e por enquanto não pretendo. Chrome e Adguard tem funcionado bem por aqui. Meu cliente de e-mail atual é o AquaMail. Custou muito caro na época, valeu a pena e não me arrependo de ter comprado.

      1. opera!? nossa… usava isso no meu nokia e62….
        nossa, e q saudade do e62. melhor smartphone q já tive.
        dava de 1000 no iphone e android.

    5. Eu uso Firefox Preview, nada a reclamar, exceto uma incidência maior de bugs…mas nada de outro mundo.

    1. Opa, valeu pela recomendação! Soltar a minha aqui:
      Panorama: Discover, do Haywyre
      Ele mistura piano com música eletrônica.

  6. Alguém assina o YouTube Premium? Ou vale mais a pena instalar o YouTube vanced?

    1. Eu assino faz um mês e estou gostando bastante. Assisto bastante conteúdo por lá a ausência dos anúncios faz uma boa diferença.

      Gostei também de continuar ouvindo um vídeo com a tela desligada (porém um bem menos esse recurso).

      E um adicional, cancelei o Spotify para continuar com o Youtube Music. Não consegui ver motivos para manter dois serviços com praticamente a mesma funcionalidade.

    2. vc vê YouTube na TV tb? se sim vale a pena assinar, se só usa o celular, o vanced compensa.

      1. Tem um aplicativo tipo o vanced, mas voltado para TVs com AndroidTV (eu tô usando no FireStick): Smart YouTube TV. Meio chatinho pra instalar no FireTV, mas depois de instalado, tem a opção para se atualizar por ele próprio.

    3. assino o plano familiar. vale muito. era insuportável ver aquelas propagandas. e como não temos tv por assinatura, acabe sendo uma fonte de informação aqui em casa.

  7. Atualização do notebook. Logo depois do almoço, recebi um e-mail da assistência informando que ele estava pronto.

    Fui buscá-lo, já estou com ele em casa. Para minha surpresa, trocaram a carcaça e a bateria (esperado) e também a tela, tudo sem custo. Parece um notebook novo.

    1. Notícia boa! Posta depois suas impressões sobre o teclado xingling!

    2. Curiosidade: Você mandou o laptop com os seus dados?

      Eu nunca confiei nas assistências e sempre formatei celulares antes de enviar.
      Ou uma opção seria criptografar o HD e mandar na confiança.

      Opiniões?

      1. Falo como “técnico”: realmente prefiro que a pessoa tenha ao menos um backup em casa do que mandar o computador com os dados.

        Ao menos os leigos acabam mandando e confiando, não tem como. Só que é aquela coisa: tem que explicar o timtim da história para entender que mandando o computador com os dados para mim ou para qualquer outro técnico, sempre há algum tipo de risco. Até mesmo de perder dados.

        Criptografar é uma boa, a propósito. Ajuda a proteger, desde que obviamente não passe a senha ao técnico.

        Infelizmente não temos uma cultura legal de ensinamento de informática, e as pessoas também querem algo prático, não uma “faculdade” de ensino de informática. Tem que ser intuitivo e prático, não complexo.

      2. Quando liguei na assistência pela primeira vez, antes de levar o notebook, perguntei se eles precisariam mexer no software. O técnico disse que não, então nem me preocupei muito.

        Ao chegar lá, o atendente pediu minha senha 🤨 Perguntei se era realmente necessário isso e disse a ele que não queria informá-la, aí ele pediu para eu criar outro usuário com privilégios de administrador. Eles rodam uma série de testes para determinar a saúde do notebook e, para isso, precisam ter acesso ao software.

        Pareceu-me uma solução boa, essa do novo usuário: meus dados continuaram protegidos e eles tiveram o acesso de que precisavam.

        (Aliás, o Windows ainda exige hardware especial para criptografar o disco com o Bitlocker? Uma vantagem da Apple é que todos os computadores da marca/com macOS têm o FileVault, que criptografa o disco inteiro. Se um dia perdê-lo ou for roubado, o prejuízo será apenas o material.)

          1. Isso. Nunca usei criptografia – mas dizem que até hoje tão procurando a senha do Daniel Dantas :V

          2. Mas somente em algumas versões, certo? Dei uma olhada na Wikipédia e até no Windows 10 o Bitlocker é restrito à versão Pro, e com requerimentos de hardware. Não sei se existe algum outro tipo de criptografia completa do disco, mas seria estranho se em 2020 fosse o caso.

          3. É necessário ter o Windows 10 Pro, o que eu considero um absurdo. Até a mais obscura das distros Linux possui suporte a criptografia de disco.

        1. “”apenas o material””.
          duas aspas são suficientes pra produtos apple ou devo usar mais na próxima?

          1. Seria um enorme prejuízo e provavelmente não conseguiria bancar outro MacBook para substituí-lo, hahaha, mas ainda assim apenas material.

    3. parece q na hora de trocar a bateria o cara deixou o note cair, amassou e quebrou a tela.

  8. que estão achando valorant novo jogo do riot? dizem que está ferrando os pcs e peças de pc..só espero que anticheat não ferre meu pc. porque recebi acesso ao beta fechado do valorant. mas tenho preocupação de perder o pc…por causa de relatos que o anticheat do valorant ferrou o pc.

    1. Não acompanho jogos, mas fiquei curioso com essa situação. Como assim, “ferrando os PCs”? Ele literalmente estraga o computador?

      1. Tipo a anticheat do valorant bloqueia resfriamento do PC e acaba estragando as placas de vídeo e placa mãe e tudo q for hardware, dizem q desligaram teclado e mouse e anticheat de valorant é ativado Sem jogo estar aberto parece tá te vigiando vc e rodando de forma pesado afetando jogos piorando o desempenho. E tá bloqueado acesso ao arquivos pessoais.

        Fonte: https://theclutch.com.br/valorant/problemas-provocados-pelo-vanguard/

  9. já viram o preço do kit oficial com quatro rodinhas para o mac pro?

    à vista fica só R$ 6.299,10

    1. Apple no Brasil tá sem noção! Quer dizer, tá sem noção até lá fora, onde esse kit custa, se não me engano, quase $700.

      Enquanto isso eu fico feliz com meu Hackintosh.

    2. Eu nem sei o que dizer. A vontade de mandar sarcasmo é muito grande haha

      1. Daria pra comprar 3 notebooks iguais ao meu (na época do dólar a 3,80). i7 + 8gb de ram.
        Pronto parei.

    3. somando as rodinhas com o suporte do monitor, vc compra um super computador (ou um apple razoável). eu não sei qual é exatamente o público PRO q precisa disso, pq tá com cara, mesmo nos EUA, de artigo de luxo. e, pelo q eu saiba, profissionais não precisam de artigos de luxo para fazem trabalhos de excelência… rodinha e suporte caros te ajudariam em que na hora de entregar um projeto complexo? há quem compre, inclusive no brasil, mas… sei lá, esse tipo de coisa só me afasta da marca.

      1. A questão das rodinhas e do suporte é um absurdo total! Quanto à máquina em si, quem precisa do poder de fogo que ela entrega, paga valores semelhantes em qualquer marca. Na época do anúncio do Mac Pro, um site gringo foi nos sites da HP e Dell e configurou algumas workstations com especificações parecidas com as da máquina da Apple. Uma delas (não lembro mais se da HP ou da Dell) custaria até um tiquinho mais caro.

      1. Discordo. :3 em partes

        Cara, o que vejo de gente que tem bom conhecimento, mas posa demais ao falar sobre, me dá raiva. Tipo, a pessoa realmente sabe, mas ela posa de uma forma como se ela quisesse demonstrar que ela sabe muito mais do que o interlocutor, e com isso desmoraliza a audiência. Me enerva isso.

        Não a toa curto o Ghedin – tirando uma vez ou outra, ele não soa pedante. Isso vale ao Henrique do ZTOP, ao pessoal da penúltima geração do Gizmodo (nunca mais li o site), o Paulo Higa também me soa legal.

        Entendo que muitas vezes é algo subjetivo. Mas entendo que comunicação é algo que tem que saber lidar para tentar agradar a audiência desejada. Difícil. Mas é uma arte cultivada.

        1. Essa percepção é muito subjetiva, Ligeiro, acho que por isso o Fred disse que depende mais de você que do outro. Há pessoas explicitamente arrogantes, mas há muitas que soam arrogantes, porque essa classificação depende de quem a faz.

          Acho que existem artifícios para passar uma mensagem eliminando as oportunidades de ser mal entendido/soar arrogante — e também sem ser condescendente, que seria o outro extremo do problema e, particularmente, acho que até pior.

          É como diz aquele velho ditado: conversando, a gente se entende.

          1. Entendo. Mas digo assim.

            Você por exemplo explicita bastante suas posições e tem textos que são claros e sem muitos adjetivos – entendo isso como algo que faz o exposto não ser algo pedante. É algo similar, como já falei, aos textos do ZTOP: são claros, concisos e explicitam suas posições.

            Faz um bom tempo que não tenho visto outros sites de tech, a propósito. Fiquei meio que com traumas e implicâncias (Sou chato, não nego). Então admito que para mim é difícil mensurar a partir de outros sites.

            Mas sei lá, por exemplo, vi dias atrás um vídeo do Canaltech que até era legal, mas de alguma forma fiquei com algum ranço.

            Peguei esta implicância de pedância depois de discutir com um pessoal de um site de discussão de transporte público. A sensação que tive de ler lá é de que os caras queriam soar mais do que eles são. Desde então fiquei muito com esta neura de “textos pedantes” ou “gente pedante” (tipo Pondé).

        2. Ligeiro, eu não consigo ler nada que o Paulo Higa ou o Joel Nascimento escrevem, por isso mesmo é subjetivo o que é ser pedante.

          1. As vezes leio tu ou o montarroios e me soa pedante :V

            dsclp

            (Em tempos: eu sei também que soou muito pedante muitas vezes. Ainda mais quando comecei a participar online. Efeito Dunning-Kruger total.

            Hoje só falo besteira no twitter [ou xingo bolsominion] ou venho aqui trocar dicas. Estou tentando evitar debates políticos ou assuntos onde sei que vou me aborrecer em discussões inúteis. )

          2. Exatamente por isso que é subjetivo.
            Eu tenho plena certeza que o meu modo de me expressar não cabe na maioria das conversas, mas eu não me importo. Tento só não agredir ninguém verbalmente, de resto, cada um fará uma leitura.

    1. É uma pergunta complicada… Saber diferenciar os dois quando é um texto escrito e não uma conversa ao vivo é mais difícil ainda, às vezes a pessoa está falando super de boa mas quando vc lê o texto parece arrogância, rispidez, indiferença, etc. Uma escolha errada de palavras pode fazer vc ser mal interpretado, eu mesma sempre fico com medo de como a mensagem vai chegar do outro lado, é complexo. Se for uma pessoa conhecida e vc ficou em dúvida, vale conversar por outros meios além da escrita, se for um texto que vc leu na internet, talvez não vale a pena se aborrecer. Sorria e acene.

      1. Bingo.

        Fiz a questão meio que como algo para ver os pontos de vista da galera que conheço aqui. Mas este texto aqui que eu busco:

        às vezes a pessoa está falando super de boa mas quando vc lê o texto parece arrogância, rispidez, indiferença, etc. Uma escolha errada de palavras pode fazer vc ser mal interpretado.

        Conversas online hoje são difíceis por causa disto. (Lembra-me o velho assunto de “existir um ponto de ironia”). Difícil traduzir sentimentos para letras frias como esta.

        (Eu usava muito emoticon antigamente, hoje meio que parei com esta mania :V :D )

        1. Muitos detalhes se perdem por mensagem de texto, por isso tantos desentendimentos. E mais, muitas coisas parecem fazer sentido quando escritas mas não fazem tanto quando faladas em voz alta, algumas pequenas agressões são enviadas por texto mas dificilmente a pessoa falaria aquilo ao vivo, etc, etc.

          Os memes, gifs e emojis são muito usados na internet justamente para compensar essas lacunas da escrita, é um complemento importante hoje em dia.

    2. numa ida ao dicionário ‘hoauiss’:
      PEDANTE adjetivo e substantivo de dois gêneros
      1. que ou o que se exprime exibindo conhecimentos que não possui
      2. que ou o que se expressa ostentando cultura e erudição
      nessas duas acepções vc já consegue, ainda usando pedantismo como uma classificação, separar dois tipos de pessoas q, de fato, existem (em todo lugar).
      na primeira, conhecendo-me, tenho certeza q não me incluiria. já na segunda, às vezes, em breves momentos de iluminação (q não sei de onde vêm)…

  10. Eu sou um crítico do Greg News, mas, esse sobre o ENEM acertou em cheio e, principalmente, toca em um tema que é abordado por aqui no MdU: estrutura de internet nas casas, redes móveis e, principalmente, aparelhos de telefone simples (questão que dialoga diretamente com o Guia Prático da semana passada).

    Os dados são deprimentes:
    – 55% das pessoas usam planos pré-pago no Brasil;
    – 98,8% dos alunos tem smartphones, contudo, 74% usam telefones sem memória suficiente (memória interna) para instalação de novos aplicativos (e nem entrou-se na questão de como rodar esses aplicativos);
    – A maioria tem uma franquia mensal de até 2GB mensais (7,5% até 1GB, 16% entre 1GB e 2GB e 39,7% entre 2 GB e 4GB).

    De forma geral:
    – 52% das moradias tem acesso a água encanada, esgoto, coleta de lixo e até 2 moradores por dormitório;
    – 33% dos brasileiros não tem acesso a internet (de nenhum tipo);
    – 44% dos brasileiros nas classes D/E não tem internet fixa em casa;
    – >70% dos alunos não tem computador em casa;
    – Dos que tem acesso, 35,7% precisam dividir o computador com mais de 3 pessoas.

    Resumo: ainda que hoje em dias dê a impressão que todo mundo tem acesso à internet, computadores e smartphone a verdade é que a internet é precária, os computadores são compartilhados com a casa inteira e o smartphone é o mais barato possível e que muitas vezes é incapaz de rodar aplicativos novos como o Google Classroom (um dos mais usados nessa pandemia pelas escolas).

    O fosso da desigualdade brasileira é profundo, claro, mas para aqueles que acham que a maioria das pessoas vive num “mundo mobile” a realidade é mais traumática do que se pode imaginar.

    E, finalmente, os dados sobre telefones/internet móvel foram colhidos numa escola de excelência, o Colégio Técnico de Campinas (uma das maiores notas do ENEM) ou seja, dá pra inferir que a situação geral é ainda pior.

    Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=orQ0rX-emoQ

    1. não curto o greg, apesar de algumas boas piadas. mas vi aquele dos entregadores e gostei da zombaria com aqueles empresários ridículos, com suas culturas empresariais ridículas. zombou foi pouco. vou tentar não esquecer de ver esse tb.

    2. Sempre usei pré-pago e acho que usarei por um bom tempo.
      O motivo é que não uso redes sociais e nem fico navegando na internet o tempo todo. E quando instalo algum jogo, dou preferência aos que são 100% offline (exceção ao pokemón go que está meio abandonado nessa pandemia).

      E tem muitos familiares e amigos que abandonaram o plano pós-pago de celular pois são caros, e eles não conseguem estourar a franquia do pré-pago…

  11. Galera, tô precisando de uma pequena ajudinha.

    Tô trabalhando em casa e precisando usar o PC mais do que nunca, mas já fazem alguns dias que ele tem apresentado um problema bizarro.

    O PC trava e aparece na tela uma estática colorida, quase igual aquelas tv antigas, e depois desliga sozinho. Reinício o PC e o problema volta depois de pouco minutos. Se eu fico horas ou dias sem usar a máquina o problema demora pra aparecer e as vezes nem aparece.

    Detalhe que um ano atrás foi trocada a placa mãe, a fonte e a memória RAM por outras novinhas em folha. Ele não tem placa de vídeo dedicada.

    Aqui uma imagem de como fica a tela: https://photos.app.goo.gl/wuFHGEe8YmQRfkkE9

    1. Meio difícil diagnosticar assim. Mas vamos por eliminação:

      – Teste as memórias com programas tipo “MemTest” – pode ser alguma sujeira ou problema na instalação da memória nova.

      – Veja se a energia está com a voltagem correta (caso tenha chave de energia 110 / 220)

      – Revise os drivers. Dizem que tem atualizações do Windows recentes que está dando problema nos drivers.

      – “Resete” a BIOS / UEFI para ver se não é alguma configuração falha nela.

      – Veja se não é problema de superaquecimento.

    2. Chuto que é mal contato na placa de vídeo ou mesmo do cabo do monitor.

      1. É difícil fonte fazer isso. Entendo que é mais problema de placa ou driver do que de fonte.

  12. Navegando na “rodovia da informação” achei esse site scooget.com com fotos de ambientes de home office, tem cada setup de cair o queixo, haja grana para montar esses ambientes.

    1. Ah, o bom e velho home office com três ou mais telas e repleto de LEDs, típico de youtubers norte-americanos. Confesso que bate uma preguiça desses. E, curiosamente, não consigo encontrar mesas mais “pé no chão” no YouTube, de lá ou de brasileiros. Talvez haja uma lacuna aí. Quando meu notebook voltar, farei um vídeo da minha, haha.

      1. Pensei a mesma coisa. É uma ostentação tão brega, tão nonsense, tão desconectada do nosso tempo, que me soa até ofensivo que as pessoas se sintam bem compartilhando ou admirando seus ~setups~ por aí.

      2. O único lugar que eu vi setups mais comuns foram no LinkedIn, logo quando começo a quarentena aparaceram vários posts incentivando. Eram fotos de lugares que você imagina na casa de um classe média que não é muito ligado em tecnologia.

        Interessante que, no final, aconteceu algo que é muito reflexo do “zeitgeist” do LinkedIn. Viralizou posts de pessoas que mostravam ambientes precários (e.g. cadeiras de plástico, cômodos inusitados, lugares muito apertados) com mensagem motivacionais. Tipo apessoa comentando que um dia terá um local melhor e que não tem vergonha de onde começou.

        Engraçado que essa “cultura” de setup me remete aqueles vídeos dos outfits que gerou aquela comoção toda por aqui, mas vou evitar criticar porque minha mesa (que não mandei ainda) tem muito essa cara de setup minimalista de YouTuber hahaha

        1. Sim!

          Tem vários subredits sobre isso, desde o shitbattlestations até o battlestations (onde os escritórios são como esses do link).

          No 4chan o que mais tem são posts sobre isso.

          A maioria desses locais me parece pouco prático, confesso. Alguns tentam ser “cozy” e se transformam em algo gelado e sem a personalidade da pessoa que todo mundo espera quando vai ver alguma dessas fotos, parecem catálogos de lojas de decoração.

          1. Eu me mudei há pouco tempo e gosto, mas como eu nunca tive muita coisa, ela ficou meio estéril…comentei justamente com um amigo que ainda estava com cara de catálogo haha

  13. Estou querendo gravar um curso de programação mas preciso de algum microfone decente, alguém tem alguma recomendação ? Meu orçamento é até R$ 300. Vou gravar os vídeos em ambiente fechado e não vou utilizar câmera, será só a tela do computador e a minha voz, portanto preciso investir um pouco no áudio para iniciar.

    1. Eu tenho um lapela Yoga EM 101, me atende muito bom, mas com esse certamente certamente você terá recomendações ainda melhores

    2. O interessante era tentar usar um microfone estéreo. Já ajuda a ter uma qualidade de som boa.

      Um headset USB também geralmente tem mais qualidade que os p2 comum.

      Caso queira economizar e comprar algo para uso rápido, um microfone de karaokê pode ajudar

    3. Sempre falo dele, mas porque tem uma boa relação custo-benefício: já considerou o LifeChat LX-3000? É um headset e tem uma qualidade decente. Uso ele para gravar o Guia Prático — exceção a esse último, que foi com os EarPods.

      1. Sim, já ouvi falar muito bem do microfone desse headset, foi uma das primeiras opções que eu considerei, caso eu não decida comprar um microfone dedicado, vou escolher ele.

    4. Eu estava pensando em comprar um novo microfone, pois o embutido do notebook é bem ruinzinho mas aí pensei: será que dá para usar o celular como microfone? Pois o microfone dos celulares costuma ser muito bom.

      Pesquisando vi que era possível, inclusive com diversas opções de conexão (Bluetooth, Wifi ou cabo USB). Testei por bluetooth e wifi e fica bem decente. Os meus SOs são Windows no PC e Android no celular. Mas há opções para os aparelhos da Apple também.

      O programa que usei é o WO Mic (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.wo.voice2). Imagino que deva ter alguns outros que fazem o mesmo.

      1. Vou realizar alguns testes de gravação antes de fazer o curso e vou utilizar a sua dica para ver o resultado.

  14. semana passada não deu tempo de responder a uma pergunta sobre como deve ser o futuro da arquitetura pós-pandemia

    segue a resposta:

    “eu costumo dizer que sou “deformado” em arquitetura :)

    embora estude o assunto e seja formado em arquitetura, meu trabalho cotidiano vai em outra direção, então talvez não seja a melhor pessoa para responder à pergunta

    de todo modo, eu diria que vamos ver mais mudanças “comportamentais” na forma como vivemos os edifícios e espaços urbanos antes dessas mudanças se consolidarem materialmente neles

    quero dizer: acho que haverá, por parte de instituições e de estruturas de poder, estímulos não só à implantação de dispositivos de controle e de vigilância como um estímulo ao “autodisciplinamento” (e nesse ponto acho que mais do que nunca precisaremos ouvir os alertas que os foucaltianos sempre fizeram sobre o assunto)

    ou seja, talvez vejamos arquiteturas mais controladas, mas é puro chute

    ao mesmo tempo, espero que haja uma espécie de redescoberta do espaço público após tanto tempo confinados: gostaria mesmo de ver mais gente ocupando de forma mais viva e mais criativas as ruas, praças, etc — e nesse sentido acho que poderíamos ver mudanças materiais a partir dessa forma renovada de viver as cidades

    1. Arquitetura é uma das “coisas” que mais influencia na vida das pessoas. Uma arquitetura opressiva – como a que o prefeito de POA usou ao colocar espinhos e trancar espaços para que moradores de rua não possam dormir debaixo de viadutos ou em praças me salta aos olhos como exemplo – pode modificar significativamente como nos relacionamos com a cidade e com o mundo.

      Ocupação de espaços públicos seria ótimo, mas ainda acho que isso vai ser restrito ao centro das cidades. Aqui em POA as praças das periferias estavam passando por uma boa reforma – admito – e isso foi algo que levou as pessoas a ocupar essas praças. Por outro lado, ao mesmo tempo, a arquitetura dos condomínios – com grades, porteiros, guaritas – torna a cidade uma mina terra de ninguém. Parece que existem dois espaços “públicos”, os de fato público e os condomínios.

      Só espero não retomarnos uma arquitetura opressiva como a que eu falei acima (e nem fui que usei esse termo, copiei de um artigo da época da ZH).

        1. Gostei da expressão “deformado em arquitetura”, vou usar quando me perguntarem em que sou formada! ahahaha

          Concordo, deve acontecer algo no sentido das pessoas ocuparem mais as ruas, se encontrarem mais ao vivo, das atividades serem mais ao ar livre (como exercícios físicos, aulas, passeios). Vejo algumas pessoas falando que estão repensando o modo de viver e essas devem ser algumas mudanças depois da pandemia. Tomara!

          Por outro lado, é possível que as instituições e governos façam algo nesse sentido mesmo, elas não devem recuar quando a pandemia passar. Tenho receio também dos ambientes ficarem mais cercados, com uso de baias, não só em escritórios mas em restaurantes, escolas, faculdades. Eu vi um projeto de interior de avião e achei bem claustrofóbico, com divisões e cadeiras viradas para o sentido oposto das demais.

          Curiosidade: semana passada quando escrevi a pergunta no notebook, eu entrei quase em seguida no Instagram pelo celular e apareceu um anúncio de livro (!!!) sobre esse tema (da editora Outras Letras). O pessoal não espera nem a tempestade passar.

        2. Bah, vou retomar o 99percentinvisible! Muito bom e cabe mesmo na lista.

  15. estou pra cancelar CNA (curso de inglês) por achar a conversação muito fraca (já era presencial, virtual está pior)

    e já uso aplicativos para me ajudar na escrita e leitura como duolingo, babbel e ankidroid (esse eu descobri hoje, bem legal).

    mas eles deixam a desejar na conversação, então o que vocês recomendam? dei uma olhada no cambly e ele é extremamente caro, aqueles famosos da tv como englishlive e open english são bons? vale a pena assinar?

    1. Muitos e muitos anos atrás eu tive contato com uma metodologia de estudo de línguas que nunca mais ouvi falar, até porque era mais um marketing multinível do que curso de inglês. Mas tinha a ideia do “aprendizado natural”, ou seja, uma criança primeiro escuta, depois fala por imitação (errado e vai corrigindo), só depois escreve e tem acesso à norma dita culta. Os cursos são geralmente o contrário.

      Isto posto, eu que aprendi sozinho desorganizadamente ao longo dos anos e depois sedimentei fazendo 3 semestres finais do curso do Senac, defendo que o mais importante é ouvir, ouvir, ouvir. A pronúncia melhora quando ouvimos, a compreensão para conversa melhora, o vocabulário e expressões idiomáticas são absorvidas de modo mais orgânico. Não que o estudo tradicional não seja importante, mas ele tem um limite.

      Eu mantenho o ouvido treinado (já que nunca tive uma imersão) com podcasts técnicos e de curiosidades. Comecei com o BBC 6 Minute English (tem um ótimo aplicativo, aliás a BBC tem vários excelentes materiais), e hoje vou variando o leque conforme o humor, já que curto história e cultura em geral (o que é bem importante para absorver outra língua).

      Os de variedades:
      – Decoder Ring
      – Stuff you should know
      – Freaknomics Radio
      – BBC 6 Minute English
      Já ouvi outros, mas estes são os ativos. Vale olhar:
      https://www.bbc.co.uk/podcasts
      https://www.bbc.co.uk/learningenglish/
      https://play.google.com/store/apps/details?id=uk.co.bbc.learningenglish
      https://play.google.com/store/apps/details?id=hk.hkbc.epodcast

    2. Nenhum curso vai te dar base pra conversar em inglês. O que te dá base pra conversar em inglês é exatamente conversar em inglês. Entre em grupos com falantes nativos de inglês e converse com eles via áudio. Pronto, você tem o que nenhum curso vai te dar jamais.

      Vender curso de inglês com conversação sem um professor que seja falante nativo é enganação. Pare de pagar o CNA e vá falar com as pessoas que são falantes desse idioma. Para pegar vocabulários, assiste documentários com legendas em inglês, assim você pode pegar as palavras que não entende a pronúncia através da legenda.

      Não existe método milagroso ou curso que te ensine mais do que o básico para falar.

      1. com o tempo eu fui desenvolvendo um ranço gigantesco desses cursinhos presenciais de idiomas que se pretendem “ativos” ou que tentem estimular os alunos a conversarem entre si — eu realmente me sentia numa situação completamente patética

        1. Faz bem.

          Esses cursos são bons pra você aprender os tempos verbais mais comuns, as estruturas gramaticais mais comuns e aprender um vocabulário básico. Seis meses de curso são suficientes pra qualquer pessoas absorver o que eles tem pra passar. De resto é ler em inglês (sem traduzir), ouvir qualquer coisa em inglês e tentar falar com nativos.

          Não tem mais nada que funcione. Não existe método inovador ou qualquer tipo de nova forma de aquisição de língua.

    3. Uma amiga indicou este serviço: https://dialup.com/ É tipo um Chatroulette de áudio, mas com hora marcada e assunto pré-definido. Embora você não vá falar com professores (salvo por sorte), são grandes as chances de topar com um falante nativo e treinar o inglês.

    4. Uma recomendação: assista tudo legendado. Se já assiste, muito bem. Se não, comece agora a se acostumar. Comecei a assistir coisas legendadas por causa da minha irmã em 2008, quando ela baixou Crepúsculo em inglês.

      Seria mentira dizer que nunca fiz curso – comecei o Kumon, mas àquela altura já entendia bastante. Queria mais pelo certificado. Acho que em 2014-2015 eu já entendia muito bem. Sei que demorou anos pra me sentir fluente, mas sinto que aprendi bem mais do que os cursinhos ensinam, pelo que dizem por aí. Além de que é um bom jeito de aprender gírias.

      1. Boa lembrança. Meus filhos pedem pra eu pagar curso de inglês e eu respondo: não pago curso de inglês para quem assiste filmes/séries dubladas, hehe.

        Eu estou na fase (há tempos) de assistir com legendas em inglês. Muito bom, força a não-tradução.

        Outra técnica é assitir uma segunda vez (uns dias depois) sem legenda alguma.

  16. Já pensando em uma possível segunda semana sem notebook, pergunto-lhes: qual a maneira mais barata de conectar um teclado USB a um celular ou tablet?

    1. Aqui no Galaxy Note 10 é só espetar o adaptador que vem na caixa, USB C => USB fêmea.

    2. Minha sugestão é um teclado alternativo bluetooth, é mais em conta que os originais da Apple ou cabos adaptadores (algo em torno de 100 pila, tenho um para meu MacBook usado).

      1. Vou morrer no teclado mesmo. Espero que esses genéricos do Apple Keyboard funcionem minimamente bem — foram os mais baratos que achei.

        1. O meu teclado Mac genérico bem honesto, só tem um delay para reativar (não sei se é questão do bluetooth mesmo).

          1. Pedi um, deve chegar amanhã.

            Esse atraso na conexão acho que é normal. Usei um Bluetooth da Microsoft por um tempo e ele tinha esse comportamento também. (Foi um dos motivos que me levaram a passá-lo para frente e voltar aos teclados cabeados.)

        2. Eu comprei o Samsung X-Folding Touch Pro, para usar no iPad. Uma maravilha.

    3. Aquele dongle que a Apple vendia para conectar câmeras à porta lightning pode ser usado para conectar um teclado USB.

      Agora não sei o que é mais barato: Um cabo desses original (considerando o custo Brasil) ou um teclado bluetooth xingling.

    4. Ow Ghedin, não sei se isso pode lhe ajudar. Tou tentando me lembrar o terminal de ônibus que fica entre o Centro e a Rodoviária de Curitiba, onde tem uma igreja do lado, que ali perto da igreja tem umas lojinhas de informática e quinquilharias chinesas baratas, tu poderia comprar um teclado Bluetooth por lá (e talvez mais alguns gadgets para a situação atual). Não duvido que esteja “meia porta”.

      (Se eu morasse por aí compraria um e daria de presente).

      1. Tem uma rua de lojas de informática nessa região, mas mais afastado, ali perto do Shopping Curitiba. Estou evitando sair, porém, e os preços lá não são tão melhores que os do e-commerce, mesmo considerando o frete.

        1. Justo justo. Esperemos que chegue rápido.

          Eu devia ter te sugerido aproveitar a compra e tentar achar algo que você possa espelhar a tela do celular em uma TV ou monitor. Talvez isso lhe auxilie a ter mais praticidade na hora de fazer seus trabalhos.

          1. Só se for um Apple TV, até onde sei. E fora de cogitação, pois caríssimo.

            Pretendo usar o teclado mais com o tablet. Não é uma tela enorme, mas 9,7” já dá para o gasto.

    5. Tem cabo otg usb no ML a partir de 9 reais, deve resolver. Acabei de comprar um micro usb e um mini usb e estou caçando coisas em que um teclado funcione. Teclado bluetooth bom é caro, teclado USB bom você talvez já tenha.

          1. Reparei que esse e todos os demais do tipo dizem explicitamente que não funcionam no iOS 13 🤔

            Decidi não arriscar e pedi um teclado Bluetooth xing-ling mesmo.

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