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Post livre #224

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

44 comentários

  1. Pessoal, queria saber se vocês estão sabendo disso:
    https://tecnoblog.net/344229/exclusivo-grin-e-yellow-sao-alvo-de-processos-por-divida-milionaria/

    Meio que era algo que a maioria sabia: startups que buscam crescimento tomando prejuízos continuamente. Mesmo assim, me surpreendeu que a yellow foi despejada pela imobiliária por não pagar o aluguel.

    Será que cargos de home ofice para startups vão bombar no futuro? Será outra área onde as empresas vão “economizar” para focar o investimento em market share e cupons de desconto?

  2. Eu me dei conta de algo: se alguém se apropria de nosso celular desbloqueado, essa pessoa não conseguirá, em princípio, movimentar minha conta bancária já que o aplicativo do banco pede senha ou autenticação de digital/face.

    O mesmo não vale, até onde sei, para o aplicativo do gmail, o que pode permitir que essa pessoa altere minha senha nos mais variados serviços já que muitos estão configurados para recuperar a senha pelo e-mail do gmail (que está sempre logado no aplicativo oficial do celular).

    Enfim, até onde sei, o gmail não tem opção de ser acessado via touchID/faceID. Qual a melhor estratégia, nesse caso?

    1. Eu criei uma conta no Gmail só para usar no Android e no aplicativo de email deles, não coloco aquele email em cadastro nenhum. Quando quero acessar minhas contas pessoais de email, eu entro no navegador de forma anônima e faço o login. Não é muito prático, mas evito o problema que vc escreveu…

  3. Tenho uma amiga que mudou de trabalho logo antes da pandemia.
    Agora, como a maioria de nós (imagino) ela está de tele-trabalho, mas a empresa possui uma política já estabelecida em que só existe a necessidade de ir ao escritório em média duas vezes na semana.
    Com isso já em mente ela veio me perguntar sobre recomendações de teclado bluetooth e suporte para notebooks de qualidade. O mouse ela já tem um com receptor usb.
    Que marca de teclado e suporte recomendam?
    De imediato, para o teclado, pensei nos Microsoft, mas o custo foi bem elevado. Ela tá pensando em algo até R$300,00 e a MS pareceu mais caro e normalmente vem com o mouse junto. Depois pesquisando vi que a Logitech tem soluções que pareceram interessantes.
    Suportes não tenho a mínima ideia.

    1. Suporte eu uso cooler master e são bons. Existem vários modelos. A marca zalman tb tem uns bons, mas acho mais difícil de encontrar. Quanto aos teclados é isso mesmo: Logitech.

    2. eu comprei durante a quarentena um kit teclado+mouse wireless da dell, o modelo é o km636. peguei em uma promoção pelo próprio site da dell por 169 em 5x sem juros. não tenho do reclamar, a ergonomia do mouse é ótima pro meu tamanho de mão e o teclado tem o digitar muito silencioso e confortável.

      1. Por um preço assim talvez valha a pena o conjunto. Não tinha pensado na Dell, gosto dos computadores, mas nunca lembro deles para periféricos.

  4. Dica aleatória: eu acabei descobrindo que o Capture One tem uma versão Express que só funciona com uma marca específica de câmera (Fujifilm, Sony ou Nikon). Essa versão não é muito divulgada no site deles.

    Para quem mexe no básico e tem uma câmera dessas marcas, é uma boa alternativa…trabalha muito bem com arquivos Fuji que tem um sensor “peculiar” e integra umas funções legais como as simulações de filme fotográfico.

    1. Boa, vou procurar e tentar usar. Tenho uma fuji X100 da primeira geração que ainda funciona muito bem.
      Valeu.

  5. Pessoal, o boletim diário da prefeitura da minha cidade em 4/6 às 15:30 mostrava 77 casos confirmados de covid-19 e 5 óbitos. No site da secretaria estadual, mostra 35 casos com 5 óbitos. Alguém sabe o motivo dessa diferença? Se quiserem dar uma olhada, a cidade é Leme – SP.

    1. Vá pelo relatório da prefeitura. Eles que são responsáveis pela saúde do município e terão os primeiros dados.

    2. Aqui no Paraná, Curitiba e o estado usam critérios diferentes e, por isso, chegam a números diferentes todos os dias. A cidade considera testes rápidos que começaram a ser vendidos em farmácia, por exemplo.

      A afiliada da Globo passou somar as duas fontes, ou seja, pega os dados do Paraná sem Curitiba, e acrescenta os de Curitiba ao total do estado.

    3. É, vizinho, na nossa região logo vai ser mais confiável seguir os obituários.

    4. Isso acontece por demora na passagem de dados entre a SES e a SMS. Aqui em POA a parte estadual dos dados ainda conta a cidade com 1091 casos, enquanto que a SMS da cidade já divulgou o número de 1489 ontem de noite.

      Mesma coisa ocorre com leitos de UTI, por exemplo, que precisam ser repassado pelo próprio hospital para as secretarias, assim, você tem um atraso na real ocupação média desses leitos.

      Tudo isso, teoricamente, era pra ser integrado via DataSUS, mas isso jamais vai ser feito sem um grande atrito entre os entes do executivo do país. Por exemplo, só a nova versão do painel da SES do RS permite exportar os dados e a SMS de POA ainda divulga um boletim em PDF (com links pra um pentaho que leva horas pra carregar uma planilha no Google Docs).

      Além dessa integração ser difícil, temos questões políticas envolvendo a divulgação desses dados. O presidente Bolsonaro resolveu que não vai mais liberar o boletim nacional antes das 22h. Porque? Porque não quer saia nos jornais principais (~20h) esse tipo de dados. A SECOM da União divulga o “placar da vida” com casos recuperados e dá menos ênfase aos óbitos e casos totais no painel nacional.

      Comunicação, entraves tecnológicos e ideologias políticas. Esses são os motivos para essas diferenças, usualmente.

  6. Hoje li a newsletter do Manual e vi a chamada para o Post sobre cancelar notificações do Ifood. Acabei de receber uma notificação por SMS, fui conferir conforme explicado o Manual, e já estava com todas as opções de notificação desabilitadas…

  7. No grupo alguém comentou da assinatura do New York Times e da dificuldade em cancelar.

    Essa semana tentei assinar na promoção, deu erro e não concluiu o processo. Tentei mais tarde com outro e-mail e deu certo.

    Resultado: agora tenho duas assinaturas e estou há dois dias tentando cancelar.

    Não sei se culpo azar ou má-fé.

    1. Confusão em dobro!

      Fui eu que comentei no grupo e, no meu caso, a saída que encontrei foi suspender o pagamento pelo PayPal, que usava como meio de pagamento.

      O que não entendo é por que dificultam tanto isso. É uma decisão de negócio antipática e burra, porque agora, no futuro, mesmo que eles me ofereçam um plano muito vantajoso eu não vou aceitar, pois sei que será uma dor de cabeça quando eu não quiser mais.

      A gente vê de um lado a Netflix cancelando proativamente contas inativas, e do outro, negócios como o New York Times — por sinal, um dos jornais mais modernos do mundo, que dita tendências seguidas por todas as redações do planeta. Assim fica difícil.

      Disclaimer: Embora a assinatura do Manual do Usuário seja via plataformas de terceiros, é super fácil cancelá-la nelas, não precisa dar qualquer justificativa e, se o(a) assinante estiver com dificuldades, eu me disponibilizo a ajudá-lo(a) a fazer o cancelamento.

  8. Faz algumas semanas, publiquei aqui no Manual uma matéria falando do aumento de preços de eletrônicos e peças de computador. Se este fosse um “Manual do Ébrio”, daria para ter feito algo parecido com o preço dos vinhos. Aqueles que eu costumava comprar, ali na faixa dos R$ 20–25, aumentaram bem de preço. Na real, praticamente não tem mais vinhos nessa faixa. Acabei comprando aquele box personalizável da Wine, lançado recentemente. São quatro garrafas por R$ 100, o que dá um preço médio de R$ 25 e, apesar do cliente não escolher, fui na confiança de que são vinhos bebíveis (ainda não abri nenhum).

    Dito isso, e levando em conta pesquisas de consumo como esta, que registrou um aumento de 93,9% nas vendas online de bebidas alcoólicas na pandemia, pergunto-lhes: alguém mais mudou os hábitos alcoólicos por conta da pandemia?

    1. Sim, diminui os meus, porque gosto mais de beber em companhia. Porém, comprar e fazer estoque é outra história…

      Apesar de estar de bode com a Wine e a um passo de entrar no JEC contra eles, esse box do seu jeito parece razoável, principalmente a modalidade versáteis*. Na faixa de preço baixa, sem a menor sombra de dúvida acho os brancos, rosés e espumantes sempre melhores que tintos.

      E Ghedin, você que mora no sul, tem muito acesso a vinho barato usando Privalia, Evino, PdA Adega entre outros…

      *aliás, se você tiver o encarte com as seleções de junho, pode me mandar no telegram?

      1. Explica melhor esse lance aí de pagar mais barato porque estou no Sul, por favor.

        Eu gosto mais dos tintos. Fiz a consulta com o robô deles, aí me encaixaram nos dois grupos de tintos do box Seu Jeito.

        1. Maior parte dos ecom de vinhos não cobra frete pro Sul/Sudeste ou o valor de compra mínima é bem baixo, isso torna comprar online muito mais interessante, até porque lojas de vinhos tavam cheias dos cupons ou promoções agressivas.

          No Privallia, por exemplo, você conseguiria comprar 3 casilleros del diablo da linha mais simples mais um da linha um pouco acima pagando sei lá, 26 a garrafa; ou mesmo 4 vinhos Emiliana Adobe na mesma faixa, usando cupom do vivo valoriza ou do credicard (não precisa nem ser cliente vivo nem credicard, só cadastrar e-mail qualquer e voi-la).

          Na evino mesmo, talvez você conseguisse até mesmo 6 garrafas por 100 reais, comprando aqueles kits caso você não seja muito exigente. Vez ou outra surge um cupom de 50 off em 150. Infelizmente sumiram os cupons de 65/200 e de 20% off sem valor mínimo.

          No PdA a cada 2 meses mais ou menos rola promoção 2 por 1, 4 por 2 ou 6 por 3. Isso sem contar que as adegas locais aí devam ter coisas razoáveis mesmo na faixa dos 35 reais. Nem sempre o supermercado tem os melhores preços.

    2. Aliás, complementando, acho que nunca bebi tão pouca cerveja num semestre desde os meus 22 anos. Acho que a média esse ano foi de menos de 1x por mês, talvez até 45 dias ou 2 meses. Em compensação, café e chocolate… e doces…

      1. Tenho que me segurar muito pra não sair comprando doces e bolachas. Hahhaha

        1. Minha esposa tem q esconder de mim alguns doces (chocolate especialmente)…

          1. O mesmo aqui. Se pudesse, passaria o dia comendo bolo, biscoito, chocolate…

    3. No meu círculo de amizades, a maioria comenta que tá bebendo bem acima do normal. Alguns reclamando e outros até… agradecendo. Tem sido uma forma de aliviar a pressão.

    4. Eu continuo bebendo cerveja ou destilado eventualmente nos finais de semana, mas não tem mais happy-hours e outros eventos sociais em que eu bebia durante a semana.

      Aproveitei umas promoções no Pão de Açúcar de destilados e cerveja, mas acabei não mudei muito minha relação com álcool. Diminuiu pela falta de atividades sociais basicamente…

    5. Sou um ignorante em vinhos e semana passada tentei me aventurar em comprar alguns nessa faixa de preço, indicados por amigos.

      Desisti, pois aqui em Salvador os vinhos na faixa de R$ 25 estão por cerca de R$ 40.

    6. Minha frequência não mudou, continuo bebendo apenas aos finais de semana acompanhado de alguma seção de filme ou maratona de série.
      Mas pessoalmente tenho bebido menos cerveja há algum tempo. Gosto muito da Hoegaarden, a cerveja que “bebo em casa”, mas desde meados de 2016 fui para a gin tônica.
      Uma bebida bem fácil de fazer e que no último ano entrou no hall de queridinhas da classe média o que de certa forma ajudou a aparecer mais promoções interessantes e rótulos nacionais de boa qualidade e preço bacana.

    7. Os aumentos de preços já eram esperados pelo aumento do consumo e do dólar… Tem sempre a margem do comerciante brasileiro que sempre exagera um pouco nos aumentos, em parte por oportunidade em parte por medo mesmo.

      1. Tenho bebido mais, mas ainda assim apenas de quinta a domingo. Antes da pandemia, eu saía para bares sextas e sábados apenas, não costumando beber em casa. Basicamente bebo cerveja ou cachaça. Às vezes um vinho barato de supermercado.

  9. A dúvida de hoje é: qual o Moto G dos chuveiros elétricos? 😁
    Brincadeiras a parte, estou atrás de comprar meu primeiro chuveiro elétrico e não me decidi por nenhum modelo ainda. Queria saber se alguém aqui tem alguma dica ou experiência pra contar.
    Obrigado desde já!

      1. Interessante, mas acho q ele não entra na faixa de Moto G dos chuveiros 😅… mas ao mesmo tempo entendo q a gente deve levar bastante em consideração quando vamos comprar um item que é usado diariamente.
        Obrigado!

        1. Ele tá mais pra um Moto One mesmo.
          Mas recomendo ainda assim pela vida útil da resistência (e pela facilidade de encontrar/trocar quando ela queimar).

    1. Bicho, bem-vindo ao inferno: comprar chuveiro elétrico é um pesadelo. Quase tão ruim (quase) como comprar cama.

      1. hahaha estou percebendo isso. Muitos comentários com “pinga demais!”, “resistencia não dura nada”, “vazão fraca”. Mas diga lá, qual o modelo q vc tem?

    2. Complementando a dica do Paulo: tenho o Acqua Star que é uma versão bem menor do que o Duo, com a mesma vantagem de resistência fácil de trocar e eletrônico. Se como na minha casa, seu box for pequeno, fica mais adequado do que o Acqua Duo que é gigante.

      1. Ele ainda passa um pouco da faixa do Moto G, rsrsrs… mas é interessante! Parece um especie de chuveiro minimalista 😄. O banheiro daqui é bem pequeno tbm.
        Agradeço pelo comentário!

    3. Tenho esse aqui https://www.lorenzetti.com.br/produto/advanced-multitemperaturas-845, gosto porque o espalhador de água é maior do que o das duchas mais básicas e porque tem 4 faixas de temperatura (como aqui é uma cidade quente, nos chuveiros de 3 faixas eu sempre acho o aquecimento mínimo quente demais, uso o aquecimento só para quebrar o gelo). E uma dica de conservação da resistência é sempre abrir bem o registro, diminuir muito a vazão de água faz a resistência se desgastar mais rápido.

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