A disputa pelo varejo brasileiro ficará mais acirrada com as últimas novidades do AliExpress. Há poucos dias, o gigante chinês passou a aceitar o Pix como forma de pagamento e abriu seu marketplace para vendedores brasileiros (com foco em pequenas e médias empresas). Agora, o AliExpress anunciou que trará ao país a carteira digital AliPay, em parceria com a Stone e o BTG Pactual, e a Cainiao, seu braço logístico, usando os serviços da Intelipost e dos Correios. Via Mobile Time, LABS News.
Varejo
Magazine Luiza revela identidade de clientes que compram em lojas de parceiros
Em 2011, o Magazine Luiza lançou o Magazine Você, uma iniciativa de “social commerce” para alavancar o poder das redes sociais — na época, Facebook e Orkut — e convertê-lo em vendas. Dez anos mais tarde, o programa, hoje chamado Parceiro Magalu, continua ativo e evoluindo, mas segue expondo um dado sensível dos consumidores aos parceiros.
A Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) aumentou a pressão sobre o Mercado Livre devido à pirataria de livros no marketplace da empresa. Segundo a ABDR, 64% das obras irregulares removidas da internet em 2020 estavam no Mercado Livre. Via Estadão (com paywall).
Perfis comerciais que usam o WhatsApp Business agora podem oferecer o recurso de carrinho de compras, direto no app. (Veja em vídeo.) Com isso, o WhatsApp verticaliza um uso muito comum e que, até então, era suprido por terceiros, como o Goomer, que entrevistei para esta matéria. O WhatsApp/Facebook tem a faca e o queijo na mão, ou seja, um público enorme, já acostumado a fazer compras pelo WhatsApp informalmente. Só falta o óleo da engrenagem: seu sistema de pagamento próprio, que continua empacado no Brasil após ter sido barrado pelo Banco Central. Via WhatsApp.
O grande guia para comprar em lojas da China, EUA e Europa via internet sem ter surpresas desagradáveis
As fronteiras no mundo das compras continuam se ofuscando. Nós sentimos isso no Brasil de hoje. O novo sistema dos Correios foi implementado e agora temos a facilidade de pagar os impostos pela internet e receber encomendas internacionais em casa. Temos acesso a um novo mundo de compras do conforto das nossas casas, mas o acesso a ele nem sempre é intuitivo ou fácil de entender. Neste artigo, pretendo explicar como comprar em lojas de fora via internet e receber os produtos sem surpresas.
Cookie pools: Como as lojas coletam seus dados pessoais e te enviam e-mails sem permissão
Imagine a cena: você acessa o site de da loja X, navega pelas seções de produtos e coloca alguns no carrinho virtual. Não fecha a compra, por qualquer motivo, e parte para outro site. No dia seguinte, recebe um e-mail da loja X que te chama pelo nome e lembra que há itens pendentes no seu carrinho. Detalhe importante: você não forneceu seu e-mail ou qualquer outro dado pessoal à loja X. Como isso é possível? Graças a uma técnica chamada “cookie pool”. (mais…)
Câmeras, comércio eletrônico e aprendizagem de máquina
Mobile significa que, pela primeira vez, praticamente todas as pessoas terão uma câmera e tirarão significativamente mais fotos do que jamais foram tiradas em rolo de filme (“Quantas fotos?”). Isso parece uma mudança profunda, com o mesmo impacto de, digamos… o rádio transistorizado que tornou a música ubíqua. (mais…)
O grande guia de compras de smartphones
O que compõe um smartphone? Tela, antenas, sensores e alto-falantes colocados num retângulo que pode ser de plástico ou alguma liga de metal. Parece simples, mas não é. Nem fabricá-lo nem comprar um. Existem dezenas, talvez centenas de smartphones diferentes à venda no Brasil, com preços que variam de R$ 250 a R$ 5 mil. Qual o melhor em cada faixa de preço? O Manual do Usuário indica. (mais…)
B2W, dona do Submarino, opera a loja virtual da Mi no Brasil

Lembra daquele Redmi 2 que vazou antes da hora no Submarino? Ficou um climão, ainda mais com a Mi dizendo horas depois, no Facebook, que seus produtos seriam comercializados exclusivamente pelo seu site oficial. O mistério aumentou quando, dias mais tarde, o Submarino começou a ligar aos clientes que tinham comprado o produto para oferecer vale-compras de R$ 450. (mais…)
Na noite da última terça-feira, o Submarino colocou à venda o smartphone Redmi 2, da Mi (ou Xiaomi). Ao que tudo indica, a loja queimou a largada, já que o lançamento da marca Mi e de seus produtos no Brasil está marcado para 30 de junho. Alguns clientes conseguiram fechar a compra enquanto a página do produto esteve no ar e, hoje, eles receberam uma ligação do Submarino a fim de resolver a questão.
Soube, de duas fontes distintas, que o Submarino ligou hoje à tarde aos clientes que boletaram o Redmi 2, da Mi, oferecendo um vale-compra de R$ 450 como “pedido de desculpas.” Uma das fontes havia pago o boleto e, além do vale-compra, a loja se comprometeu a fazer o estorno, com o valor do frete incluso, o que dava R$ 370. À outra fonte, o atendente do Submarino perguntou se ela havia pago o boleto (não havia) e ofereceu um o mesmo vale-compra, de R$ 450.
Na madrugada de terça para quarta-feira, a Mi, por meio da sua página no Facebook, informou que no Brasil seus produtos serão vendidos exclusivamente pelo site oficial. Por que o Submarino queimou a largada de uma corrida da qual, aparentemente, ele nem participará? Bem estranha essa história…
Poucos dias atrás a Xiaomi (ou apenas Mi) anunciou seu lançamento oficial no Brasil. Será em São Paulo, no dia 30 de junho, às 11h da manhã. Tem até um site para você se cadastrar para tentar participar da festa. Mas… o Redmi 2, um dos dois smartphones da marca já homologados pela Anatel, apareceu no Submarino antes da hora. (mais…)
Como meu FIFA 15 de caixinha custa mais barato que o download direto da EA?
O digital nos trouxe algumas vantagens claras. É mais barato, por exemplo, distribuir conteúdo assim do que por meio físico. E esse conteúdo é reproduzível com fidelidade total a um custo muito baixo — o de um Ctrl+C, Ctrl+V. Vez ou outra, porém, o mercado nos brinda com situações difíceis de compreender à luz dessas informações.
Um caso típico é o do e-book mais caro que o livro físico: (mais…)
12 sugestões de presentes pé no chão para o Natal — e outras datas comemorativas
Em anos anteriores vi alguns sites tentarem ajudar seus leitores a decidirem o que comprar para seus entes queridos no Natal. Esses guias têm razão de ser: ao mesmo tempo em que hoje as opções são muitas, escolher algo específico o bastante e acertar em cheio o gosto do outro, ou abrangente de tal forma que não desagrade a ninguém, é uma tarefa complicada.
A maioria desses guias, porém, ignora um detalhe tão importante quanto a escolha: a etiqueta de preço. Afinal, se tivermos uns milhares de Reais à disposição, a tarefa fica mais fácil. Infelizmente, esse cenário está longe da realidade da maioria das pessoas.
Por isso, para 2014 resolvi fazer eu mesmo um guia de compras para o Natal — e que, de quebra, vale para outras datas também. São itens majoritariamente de tecnologia, mas não só, com preços que começam em R$ 9,90 e chega no máximo a R$ 199. Porque é preciso agradar, mas sem comprometer o décimo terceiro ou entrar no ano novo com o limite do cartão estourado, certo? (mais…)
Promoções da Black Friday de lojas e marcas no Instagram são falsas
Com a proximidade da Black Friday, estão surgindo no Instagram supostos perfis de marcas e lojas do varejo prometendo brindes irresistíveis para quem segui-los, tirar um print screen do perfil da marca (?) e publicá-lo no seu próprio.
Não faça isso, são “promoções” falsas.

Note que além da forma de participação pra lá de esquisita, os perfis trazem erros estranhos. A Apple nunca escreveu “iPhone 6’s” (porque é errado), e não creio que a Saraiva prometeria “R$400,000”, seja lá que valor for esse. E seria estranho a Netshoes escrever seu nome em letra minúscula, usar ponto para separar as casas decimais dos centavos, errar “blackfrday” e escrever “so” em vez de “só”. Esses perfis são uma espécie de spam revigorado — até os erros grotescos dos antigos e-mails permanecem.
O que os criadores desses perfis, que não são as marcas que alegam ser, querem, é obter grandes bases de seguidores rapidamente para vender esses perfis em seguida. Obviamente, os prêmios prometidos são apenas fachada.
Só entre quem eu sigo já vi “prints” de supostos perfis da Netshoes (10 mil seguidores no momento), Apple (43 mil) e Saraiva (2700). Tudo balela. Na dúvida, acesse o site oficial da loja ou empresa e veja se o perfil está listado lá. A Saraiva, por exemplo, atua em seis redes sociais, mas o Instagram não está entre elas. A Netshoes tem perfil, mas esse, oficial, não promete prêmios nem pede coisas malucas aos seguidores. E a Apple… não, né? Perfis relacionados à Apple nesse esquema, aliás, já existem aos montes.
Compartilhe este post nos perfis dos seus amigos que porventura publicarem uma dessas “promoções” no Instagram. Para facilitar, copie e cole este link encurtado: j.mp/bfigfalsa
Lev, o novo e-reader da Saraiva
A Saraiva lançou hoje o Lev, seu e-reader. Ele chega para competir com a linha Kindle da Amazon, e a Kobo, no Brasil atrelada à Livraria Cultura.
O projeto do Lev é baseado no Cybook Odissey, e-reader da francesa Booken, e a localização do software foi feita pela Saraiva com a ajuda do Centro de Estudos Avançados do Recife (C.E.S.A.R). Ele tem um formato arredondado que pelas fotos parece um tanto esquisito e chega por aqui em duas versões, uma de R$ 299 e outra, com iluminação na tela, por R$ 479 — até o final de agosto em promoção, por R$ 399. Além das lojas físicas e virtual da própria Saraiva, o Lev também será comercializado no Walmart.
As aparentes vantagens em relação ao quase irretocável Kindle Paperwhite são o suporte a arquivos ePub, unanimidade fora dos domínios da Amazon, slot para cartão microSD e um recurso chamado PDF Reflow, que adapta arquivos PDF aos limites da tela de 6 polegadas do Lev. Na teoria é uma ideia pra lá de interessante, resta ver se ela se sustenta na prática. O Lev ainda vem com 14 e-books de graça e se integra à loja e ao app Saraiva Reader, disponível para Android, iOS, Windows e OS X.
O mercado editorial brasileiro é bastante restrito e o dos e-readers, embora em expansão, responde por menos de 3% dele. Não sei se há espaço para um terceiro concorrente, mas a Saraiva aposta que sim. É esperar para ver — o e-reader e se haverá demanda por ele.