Achados e perdidos #33

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

— E se você só pudesse publicar 100 posts na rede social durante toda a sua vida? Minus é o nome do novo experimento/instalação artística virtual de Ben Grosser. Ao zerar os posts, é isso, acabou. Sem anúncios, compras, notificações ou contadores — exceto o de posts restantes.

— Um(a) designer só precisa de cinco fontes (em inglês).

Conceitos matemáticos visualmente exuberantes que são fáceis de explicar (em inglês). Não achei fáceis, porém visualmente exuberantes sim.

Como a foto mais icônica do 11 de setembro foi feita. (Se preferir, em vídeo.)

— A LG desenvolveu uma nova tecnologia de tela dobrável (em inglês) que é rígida como o vidro e, nas áreas de dobra, flexível como o plástico — em outras palavras, sem aquele vinco horroroso das atuais telas dobráveis.

— Alok e Chilli Beans lançaram uma linha de óculos futuristas com um pen drive acoplado (??) e, embora ele só tenha 8 GB de espaço, deve ser suficiente para um show de DJ (ahhh, agora fez sentido).

— A Logitech lançou uma dock misturada com caixinha de som. A Logi Dockcusta US$ 399 (~R$ 2,15 mil) lá fora.

— A Now+, nova câmera analógica da Polaroid, conversa com o celular para aplicar filtros em tempo real (em inglês).

— Andar em motos de alta cilindrada pode danificar a câmera do iPhone(em inglês).

— A web de 2021 bugou a Matrix.

— A experiência de navegar na web em 2021, agora em um exemplo real.

— Sabe quando o detetive diz “enhance!” nos enlatados americanos e uma foto toda borrada fica perfeita? Esta inteligência artificial faz algo parecido de verdade. (Grátis até cinco imagens.)

— Existe todo um movimento — e um punhado de aplicativos em linha de comando — de contabilidade em arquivos de texto puro (em inglês).

— Um projetinho de código aberto que transforma o leitor de e-books da Kobo em uma máquina de escrever (em inglês).

Uma interface gráfica para o youtube-dl, aplicativo que baixa vídeos do YouTube. Para Windows, Linux and macOS.

Flowy é um pequeno app gratuito e de código aberto que altera o papel de parede do sistema em intervalos regulares ou acompanhando o relógio. Tipo o recurso nativo do macOS, mas para Linux e Windows também.

— Falando em papel de parede, esta releitura abstrata do Bliss (em inglês), o papel de parede padrão do Windows XP, é lindona e tem variações de cores/horários do dia para usar com o Flowy.

The Don’t é uma lista de tarefas ao contrário, ou seja, de tarefas que você não quer fazer. Para Android.

— Debates legais que estão rolando no post livre:
– Como ressuscitar um velho netbook?
– Óculos que bloqueiam luz azul: furada?
– Gerenciador de senhas com arquivo local.
– Reserva de emergência em dólar.
– As vantagens dos aplicativos “portáteis”.
– Trocando o notebook por um tablet.
– Impressões do trailer de Matrix Resurrections.
– Dicas e métodos para organizar fotos.

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), indiquei o filme O iluminado [Claro Now, Globoplay, HBO Max, Telecine], de Stanley Kubrick, e Jacque, o documentário Quanto vale? [Netflix], de Sara Colangelo.

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9 comentários

  1. “Um(a) designer só precisa de cinco…”
    Errado o português.
    O certo é “ume designer”, segundo a novilíngua da esquerda.

  2. Sobre navegar na web de ’21, até quero relatar um experimento que fiz aqui.

    Instalei uma extensão que bloqueia o autoplay nos anúncios de vídeo. Se não me engano, o nome é Autoplay Stopper. Deixei os outros anúncios ativados.

    Foi uma diferença e tanto. O PC não ficou mais travando tanto e ainda gera receita pros sites ficarem no ar.

    1. Eu até lembro que tinha uma rede social chamada Path, que tu podia adicionar, no máximo, 50 “amigos”.

      Por isso que não durou muito tbm.

      1. justamente por ser uma performance digital com essa temática acho fundamental a perenidade dela!

        acho que a virtude poética da proposta está justamente na sua permanência

        inclusive, lembro que até pouco tempo atrás ainda estava no ar aquela versão digital da instalação The Artist is Present, ocorrida em 2010 no MoMA. Seria legal que estivesse no ar até hoje.

        outro exemplo interessante é o dos dead drops: o site está no ar até hoje! https://deaddrops.com

      2. Já criou a conta lá, Ghedin?

        Respondi na pessoa errada antes. Btw, como a gente faz para apagar um comentário aqui?

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