Post livre #226
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.
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Uma curadoria semanal de notícias, curiosidades e esquisitices da tecnologia pessoal.
Especial
Mods e jogos criados por entusiastas levam realidades e percepções brasileiras a títulos famosos
Crônica
Reuniões Chatas Demais: O Jogo
Etc
5 jogos que parecem ridículos ao serem descritos porém na real são legais
Guia Prático
Levando joguinhos a sério, com Carlos Aquino
Escritório em casa
O escritório em casa do head de vendas Uri Barros
Bloco de notas
Entregadores de aplicativos começam a se organizar
Vamos conversar?
Post livre #225
Muitos dos games populares entre jogadores brasileiros são produzidos por empresas europeias, asiáticas e norte-americanas. Os ambientes, as músicas, os idiomas e os personagens que compõem esses jogos são, em grande medida, reproduções de percepções de desenvolvedores localizados em contextos específicos, muitas vezes alheios aos nossos. Não raro os jogos são ambientados em cidades norte-americanas, como Los Angeles, Miami ou Nova York, ou mesmo em lugares repletos de neve, um fenômeno que a maioria dos brasileiros nunca testemunhou. As comunicações se dão, principalmente, em inglês, assim como os diálogos e as músicas, e os personagens transmitem gestos, expressões faciais e identidades visuais não tão familiares ao público brasileiro.
Quem joga videogame certamente já passou pela constrangedora situação de comentar um jogo legal que, em palavras, parece uma ideia bem errada. E, veja, às vezes não importa quem esteja falando. Por mais articulada ou persuasiva que essa pessoa seja, é difícil “vender” um jogo criado em cima de uma premissa… estranha. Nesse momento, o melhor a se fazer é concluir dizendo “sei que parece estúpido, mas acredite em mim: é legal”.
Contrariando o conselho que acabei de dar, neste post reuni alguns jogos desse tipo e, não bastasse isso, tento explicar o que os torna legais. É uma missão fadada ao fracasso, mas hey, o importante é tentar. Deixei de lado os jogos absurdos que são muito populares, como aqueles em que sua missão é literalmente assassinar com armas de fogo o maior número de pessoas, e que por algum motivo doentio e incompreensível são considerados “normais”.
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Opinião
Financiamento de “fake news” pelo governo federal escancara os perigos da publicidade programática
Tecnocracia
Todo dia ela faz tudo sempre igual: trabalho em tempos de COVID-19
Guia Prático
A apropriação da tecnologia pelas grandes empresas, com Jaydson Gomes
Carta aberta
Ex-funcionários do Facebook cobram outra postura da empresa ao lidar com discursos violentos de políticos
Escritório em casa
O escritório em casa do head de vendas Uri Barros
Bloco de notas
Zuckerberg escolhe o lado do Facebook na história — o lado errado
Vamos conversar?
Post livre #224
O maior mérito do Sleeping Giants brasileiro talvez não seja fazer com que grandes empresas retirem seus anúncios de sites picaretas, mas sim o efeito educador que ele pode ter na população dos perigos da publicidade programática, modelo que tomou a internet nos últimos anos e redefiniu o cenário da publicidade em diferentes medidas.
Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Uri.
Na última sexta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu em um post nas suas redes sociais que responderia com violência as ações de cidadãos do seu próprio país que protestavam pela morte de George Floyd. O Twitter ocultou o post e limitou sua disseminação, alegando que ele feria suas diretrizes por “glorificar a violência”. O Facebook nada fez e seu CEO, Mark Zuckerberg, está desde então tentando justificar sua decisão, que precede o episódio e data de meados de 2019, quando o Facebook anunciou que não moderaria posts de políticos. A carta abaixo, assinada por algumas dezenas de ex-funcionários, explica muito bem a contradição desse posicionamento com os (supostos) valores da rede social e, em última análise, com os de qualquer país que se diga democrático. Ela foi publicada originalmente no New York Times.
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Especial
Na guerra fria entre restaurantes e iFood, o WhatsApp come pelas beiradas
Guia Prático
Cabe falar de política em um site de tecnologia?
Escritório em casa
O escritório em casa da supervisora de suporte técnico Karla Carvalho
Bloco de notas
Polarização no Facebook; julgamento do bloqueio do WhatsApp no STF; e pesquisa TIC Domicílios 2019
Vamos conversar?
Post livre #223