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Levando joguinhos a sério, com Carlos Aquino

Neste podcast, converso com o Carlos Aquino, do blog Retina Desgastada, sobre as várias maneiras de se relacionar com video games, as mensagens que alguns títulos trazem, o que estamos jogando agora e como conciliar uma biblioteca enorme de jogos. No final, ele indica um jogo canadense, uma série e um filme norte-americanos, e eu, um filme sueco.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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4 comentários

  1. Excelente papo!
    A grande coincidência é que também estou jogando o Final Fantasy VII (versão do steam). Eu era fissurado pelos jRPG da época, mas acabei indo para o N64 ao invés do Playstation, então ficou essa mágoa de não ter seguido com o Final Fantasy. O primeiro ato é sensacional, com os personagens bem carismáticos, um roteiro bem instigante lutando contra uma grande corporação, cenários bem inovadores e mini-games divertidos. Eu confesso que agora no segundo ato o jogo caiu um pouco para mim, especialmente pelo vilão (Sephiroth). Achei ele pouco interessante, especialmente quando a minha referência é o Kefka (do FF3).
    Na minha humilde opinião, o melhor do gênero daquela década foi o Chrono Trigger: melhor roteiro, todos os personagens tem arcos interessantes, sistema de luta menos trabalhoso (acho um saco ficar trocando materia toda vez que muda o time).

    1. É, essa fase imediatamente pós-Midgar, de ficar correndo atrás do Sephiroth pelo mapa, é um pouco arrastada. No momento, estou em Cosmo Canyon, a cidade/santuário do Red XIII; espero que as coisas engrenem, mas lembrando dos três CDs da versão original, acho que ainda tem chão até o final.

      O jogo tem alguns vícios que não envelheceram bem, uns por decisões de design evitáveis na época, outros por limitações técnicas. Os encontros aleatórios com inimigos, por exemplo, são muito chatos porque demoram demais para começar e terminar (aí acho que é limitação técnica misturada com decisões erradas). Também acho horrível ter que montar minha guilda. Sempre fico indeciso em quem levar ou deixar de lado.

      Já tentei jogar Chrono Trigger algumas vezes no passado, mas nunca passei da introdução. Será que arrisco depois de FFVII?

      1. Eu acabei nesse fim de semana o equivalente ao primeiro CD. Realmente, não curti essa parte pós-midgar.
        Os encontros aleatórios com inimigos é uma coisa bem Final Fantasy. Por exemplo, o Chrono Triger, que é uma geração antes, não tem. Concordo com a questão das batalhas, e acrescentaria que tenho preguiça de usar summon, pq a animação demora séculos.
        Acho que a principal vantagem do FF7 em relação ao Chrono é esse início da história. No Chrono, a história começa meio bobinha e vai crescendo e ganhando camadas. No FF7 você meio que já começa no meio da ação.
        Bem, esses jogos antigos são um misto de curiosidade e saudosismo, né? Talvez a galera gamer mais especializada teria outras recomendações. Acho que no geral o game design evoluiu em muitos aspectos, mas algumas coisas pioraram. O gênero jRPG é uma coisa meio datada, uma espécie de “livro interativo”, você não tem nenhuma autonomia em relação a história. Eu joguei o Another Eden (lançado recentemente), por exemplo, e achei bem fraco…
        Enfim, eu joguei Chrono adolescente e depois adulto. Continuei achando bom!

        1. Tenho uma lembrança muito boa da parte final de FFVII. Espero que ela justifique esse perrengue de agora, embora ainda tenha muito chão para chegar até lá. (Acabei de topar com o Sephirot em Nibelheim.)

          E, sim, esses RPGs são livros interativos. Aliás, é com boa parte dos jogos “com história”, né? Os de ação, como Tomb Raider (um dos últimos que joguei, aquele remake) não fogem muito disso; têm partes controláveis mais empolgantes, mas no fim há um caminho que o jogador tem que necessariamente seguir.

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