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Post livre #225

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77 comentários

  1. Fala pessoal!

    Alguém aqui já fez a tradução de um software?

    Recentemente me voluntariei para traduzir um aplicativo que uso bastante do inglês para o português.
    O desenvolvedor me enviou as strings e eu estou no meio do processo de tradução, mas volta e meia me pergunto se não estou “dando cabeçadas” e fazendo a coisa de uma maneira muito mais manual do que deveria.

    Alguém já fez algo do tipo e tem alguma dica?

    Estou utilizando o Sublime Text porque achei que facilitaria.
    (o app em questão é o Amphetamine pra Mac: https://apps.apple.com/gb/app/amphetamine/id937984704?mt=12)

    1. Eu sou tradutor e já traduzi muito software na vida. A minha dúvida, quando lia o que você escreveu, é: você está fazendo a tradução direto no código-fonte?

      Se for assim, não tem como facilitar a vida não, é traduzir direto no código usando algum editor como o Sublime ou Notepad++ mesmo e rezar pra não passar nenhuma string em branco. Se você está traduzindo apenas as strings (em um arquivo de texto, por exemplo) sugiro usar o Matecat. Ele tem uma versão web e é um gerenciador de traduções (estilo Trados/memoQ) que conta com a API do DeepL pra ajudar nas traduções, glossários e bases terminológicas. Problema é que só funciona no Chrome. A grande vantagem, quando se traduz software principalmente, é que com esses editores você não precisa traduzir várias vezes a mesma coisa (quando tem 100% de match) porque ele já automatiza esse processo. De qualquer modo, editores de tradução só se tornam eficientes mesmo depois que você tem um grande volume de tradução (ou seja, já criou sua memória de tradução, sua base terminológica e seus glossários) com vários corpora alinhados e traduzidos. As primeiras traduções, mesmo pra tradutores profissionais, são processo bastante manuais.

      Link pro Matecat se lhe interessar: https://www.matecat.com/

      1. Que interessante, não conhecia o Matecat vou dar uma olhada, obrigado!

        Na verdade o dev tem todas as strings traduzíveis no GitHub, eu baixei de lá e estou traduzindo no Sublime linha por linha (https://github.com/x74353/Amphetamine_Localization).

        Essa é a primeira vez que faço algo do tipo, e só me aventurei porque gosto bastante do app e queria poder contribuir de alguma forma.

        1. Olhando por cima, o modo como ele organizou as strings dele parece impedir que se use um editor de traduções, o que faz com que a ideia de usar um aplicativo desses que eu indiquei vá por água abaixo. O arquivo de string tem várias marcações de código-fonte e outras coisas, acho que ele deve carregar essas strings no programa principal de acordo com o “locale” que o usuário indica. Não vejo muita opção, senão fazer manualmente mesmo.

          Por outro lado, o .txt que ele indica no Github você pode jogar no Matecat e traduzir de boas. Indico que você faça isso até mesmo para entender o que eu disse antes e tentar uma estratégia possível para as strings depois, algo que seja mais automatizado.

          O “correto” seria o desenvolvedor ter essas strings separadas em um arquivo de texto puro para enviar pra localização =(

  2. Um comentário sobre o uso do Caixa Tem seria relevante para vocês, leitores do Post Livre?

    1. Se alguém conseguir me explicar porque existe a “fila” dentro de um aplicativo, eu seria muito grato.

      Eu estou usando, consegui fazer tudo via Caixa Tem até o momento (pagar contas, boletos e ontem fiz compra no mercado usando o QR code deles).

      1. Pelo que li uma vez em um retwitt que o Felitti deixou (salvo engano), era porque o sistema não é uma “nuvem” per si, mas sim um servidor só, sei lá, não me lembro bem do twitt. Tem a haver com algo que disseram que “bancos não podem usar nuvem”. Então ela é mais difícil de lidar com várias instâncias ao mesmo tempo.

        Ao invés de criar algo mais “nuvem” (possibilidade de ser replicado e acessado em várias máquinas), fizeram a tal “fila virtual” para regular o acesso e evitar quedas de sistema. Senão é que nem ataque DDoS – muita gente ao mesmo tempo que faria o sistema cair rapidamente.

        Aparentemente é mais difícil (ao menos para mim) pegar a mesma fila virtual. É que ao menos os meus valores do Auxilio já cairam automaticamente no banco, tal como da primeira. Mas como demorou 3 semanas, acabei usando o aplicativo para as contas – e como eu já falei outras vezes, tenho a sensação que isso vai virar uma experiência para a Caixa começar a usar.

        1. Faz sentido, ainda que eu ache que seria só questão de colocar mais um servidor/es pra suportar o pico. Não tenho conhecimento suficiente disso, mas, imagino que a CEF tenha como fazer isso sem maiores problemas.

          Eu só recebi uma parcela do auxilio, teoricamente deveria ter caído no BB, mas o BB fez confusão e não creditou, depois de uns 7 dias a primeira parcela foi diretamente pra conta social da CEF. Como eu não tenho outra conta corrente (cheguei a abrir uma no Bando Inter, mas não usei ainda) acabei ficando só com o aplicativo da CEF mesmo.

          Também me parece uma experiência para introduzir nas classes baixas a ideia de pagamento via telefone. O esquema de pagar via QR é bem transparente, qualquer pessoa deve conseguir fazer sem maiores problemas, talvez o que grande entrave seja a fila do aplicativo e eventuais apagões na rede móvel (ou mesmo as pessoas de baixa renda não tendo créditos para usar as redes móveis).

      2. É pra ter a experiência caixa completa
        o que achei mto esquisito tb foi a interface parecendo chat

        1. Fiquei invocado com isso também (da aparência de chat). Acho que é uma tentativa de dar o conceito de “log de atividades” como se tivesse conversando com alguém do banco, dado que o aplicativo é feito para ser o mais simples e intuitivo possível para pessoas sem muita noção de operação de celular usarem.

          Fico me perguntando se apps fintechs (NuBank / PicPay) partem do mesmo princípio.

        2. A ideia do chat é mais interessante. Muito mais intuitiva do que as 10 telas que que você abre/fecha pra pagar um boleto em outros aplicativos.

          Não tenho como ter certeza, mas como disse o @Ligeiro, provavelmente isso é mais intuitivo para pessoas que raramente vão ao banco ou que estão acostumadas a não ter conta em banco. Eu mesmo acho mas organizado um pagamento assim, onde eu vejo os passos todos em lista, do que, por exemplo, como no BB onde são 4 telas que “rolam”.

    2. A gambiarra de tentar “burlar” aqueles dias que temos para sacar o dinheiro acabou que dando um erro ao pagar o boleto no Nubank, mas no Mercado Pago funcionou.
      Não entendi o motivo de impedir de sacar para outro banco, mas no caso de saque em especie até concordo.

      1. Acredito que parte dos economistas (eu ia escrever um trocadilho palavrão, mas o Ghedin ia censurar :p ) do governo atual provavelmente estão tentando forçar as pessoas a só usarem o app, incentivando o uso de “dinheiro eletrônico”. Por isso a margem de dias entre o depósito na conta eletrônica e o saque do dinheiro vivo ou transferência.

        Sendo sincero, até acho justo. Entendo que provavelmente estão fazendo uma avaliação do consumo e também querem evitar fraudes (houve muita gente fraudando tentando usar outros CPFs para tal). Incentivar o uso da tecnologia é legal. Mas lembremos que a intenção inicial do auxílio é de AUXÍLIO, para os pobres e quem teve problemas econômicos nesta pandemia.

        Ainda acho que houve muita má vontade deste governo, senão o que teria sido relevante era criar um mecanismo costurado entre prefeituras, estados e federação para poder cadastrar as pessoas informais, gerar a base de dados com receita, dataprev e ministério do trabalho, e assim administrar de forma justa o recebimento do auxílio.

      2. No meu ponto de vista o correto era simplesmente dar uma renda básica universal mesmo, R$600 pra todos os cidadãos brasileiros, independente de renda ou critérios. Assim todo mundo receberia e não teria todo esse problema de cruzamento de dados, fraudes, pedidos ilícitos etc.

        Eu acho válida a limitação da transferência, principalmente se isso fizer as pessoas entenderem melhor como funciona o sistema de home banking.

        1. Seria melhor assim. Vi recentemente que tem muitas quadrilhas que pegaram os R$ 600,00 usando o CPF de quem depois tentou solicitar.

        2. Sine pero no.

          Primeiro que talvez seria pior as fraudes assim – pois muitos iam usar CPF de mortos ou pessoas invalidadas para sacar por exemplo. Pode na verdade até ser que aumente as fraudes, pois muitos se recusaram em um primeiro momento a pegar o benefício, e outros pegariam no lugar.

          Segundo pois entendo que o auxílio é uma espécie de distribuição de renda. Ainda que falha. Se TODOS pegassem, estaríamos aumentando em 600 reais a riqueza de um bilionário como Silvio Santos :V

          Se a busca é por um equilíbrio de riqueza, acredito que a distribuição tem que ter algum ponto justo de equilíbrio – fator de renda ou condição social.

          (Ou será que o cara que gritou “Aqui é Alphaville, mano!” pra policial também merece os 600?)

  3. O Projeto Livraria, uma página reunindo todos os livros já indicados no site com links para os posts que os citam, começou a sair do papel.

    Só para avisá-los mesmo.

  4. Só queria deixar o agradecimento há um usuário que postou a sua mochila e comentou sobre o óculos clip-on, eu comprei um e mandei fazer a lente, chegou hoje e to adorando, curti muito, bem mais prático do que andar com 2 óculos (minha sogra faz isso)

    1. Isso confunde ainda mais as fronteiras entre trabalho e jogos digitais, que comentei ao abordar PC Building Simulator na lista de jogos esquisitos desta edição. Essa história também me lembrou que, há muitos anos, alguns conhecidos faziam uns trocados comercializando contas de Tibia. Só de curiosidade, dei uma olhada no Mercado Livre e existem algumas contas “upadas” de jogos sendo vendidas lá, como de GTA V. Parece ser algo contra os termos de uso do site, porque a maioria está cifrada (“v**do co*n*t*a” e variações do tipo nos títulos dos anúncios).

      1. O jogo que eu mais jogo hoje em dia, Path of Exile, tem uma economia baseada em itens do jogo que são difíceis de dropar (orbs). Esses orbs são usados para comprar itens pro jogos (armas, armaduras, etc) que lhe ajudam na build para conseguir vencer o jogo, existe um sistema precário de trocar dentro do jogo que é baseado nesses orbs e nessa economia.

        É possível vencer no jogo sem isso, claro, mas a economia que isso gira no Mercado Livre é imensa. “Packs” com 40 orbs são vendidos por R$100/R$120 (negociados no ML e entregues no jogo).

        Todo o jogo que tem uma “economia” por detrás vai ter isso, acho eu. Vide a Auction House do Diablo 3 “vanilla”.

    1. O design em si é até interessante, mas a cor…. ainda bem que dá pra pintar.

    2. Parece algo futurista que foi imaginado nos anos 80.
      Se for, contudo, qualquer design vai ser relevado, vide o XONE “VCR” que a MS lançou no primeiro modelo do console.

      Me deixa receoso o fato de ter uma versão “digital only” porque isso pode indicar um caminho sem volta onde não teremos mais mídias físicas à venda. Isso me deixa triste porque acaba o colecionismo dessas mídias e, principalmente, por mídias física usadas são um mercado grande, ainda mais com os jogos AAA custando entre R$279 e R$349.

      1. É um caminho sem volta. Mas vejo como principal vantagem o crescimento do Game Pass. Seria bom a Sony começar a mudar um pouco a abordagem da PSN.

        1. O problema é que você vai matar o mercado de usados, que ainda é muito grande, e vai deixar todos o mercado de AAA nas mãos das distribuidoras que vão, certamente, cobrar o preço cheio sempre que possível.

          Game Pass, PSN+ e outras assinaturas são caras (R$40 por mês) e na maioria das vezes entregam pouco conteúdo bom jogável. Não vejo como saída pra nada.

          1. Vai preparando-se psicologicamente. Vai ser a mesma transição que foi do áudio e vídeo pro streaming.
            Aquele gforce now também é incrível. Eu não precisaria gastar com hardware para jogar.

      2. exatamente! vai matar um mercado de usados q tb movimenta as lojas q trabalham com games. sem falar q ter internet parruda não é pra qualquer jogador. baixar 50 gb pra um jogo é coisa pra caramba. fora os dados online q esse jogo pode consumir. pra mim é um tiro no pé, pq a mídia física ainda tem o seu valor. entendo q o jogo ter uma sobrevida apenas digital faz todo sentido, mas descartar a mídia física é um grande erro… não deu certo para os livros e eles deveriam tirar uma lição disso.
        fora isso, o futurismo passou longe. mas talvez seja algo q só os japoneses entendam bem…

        1. Sem falar que acaba com a ideia de emprestas jogos (eu joguei GTAV emprestado de um amigo) e de passar adiante (pra primos, amigos). É o fim do compartilhamento em troca de “assinaturas”.

          Daqui a pouco pagaremos R$4000 por um console e mais R$1000 anualmente pra ter “acesso” a centenas de jogos que jamais iremos jogar, apenas porque é assim que o mercado está nos direcionando.

          Espero que os indies nos salvem.

    3. Diferente né. Acho que até gostei, apesar que me pareceu bem grande. Visualmente, só me incomoda ele ser assimétrico, com essa espécie de barriga pro leitor de disco — sempre tenho a sensação que a palavra blu-ray não pegou.

    4. Dessa vez a Sony saiu do padrão mais quadrado dos consoles, achei o visual bem moderno, apesar que o que importa de verdade são os games e a apresentação priorizou bastante os games.

    5. Sou muito fã de Resident Evil, então fiquei empolgadão com o trailer do 8.

    6. Essa caixa com sobras só faz sentido se for de alumínio pra dissipar melhor o calor. O que eu quero saber é se é retrocompatível com PS2.

  5. 2020 tá tão esquisito que tem lançamento de iPhone saindo ao mesmo preço ou mais barato que Samsung de anos atrás. Numa mesma loja (acho que magalu ou casas bahia), vi o iPhone SE custando menos que Galaxy S10e e S9 Plus

    1. Incrível também como os preços escalaram nessa pandemia. Mid-end fraquinho da Samsung saindo a 1900 reais! Loucura.

      1. E os redmi note 9 pro por até 4 mil como preço sugerido na importação legalizada? Tive muita sorte de pegar um Zenfone 5Z numa liquidação.

        1. Esse tinha passado despercebido, a Xioami/DL deve estar doida de cobrar o valor de um Galaxy SX/iPhone num mid-end safado.

          1. Eu compreendo os custos extras ao trazer os celulares por importação legalizada. Garantia, assistência, peças, impostos, custo do estoque, da loja etc etc. Mas 4mil num mid-end?

            Faz o novo iPhone SE parecer honesto (espero chegar -algum dia- a 2500 o modelo de 128GB).

          1. Thaigo, eu consegui por 1333,93 no boleto, foi em agosto do ano passado. Acho improvável aparecer de novo nesse preço. A loja que eu comprei sumiu com o estoque.
            Estou 99% satisfeito com ele. Tudo voa nele, até a bateria (rs). É como se fosse um Galaxy S9, sem a tela curva, sem a resistência à água, acho que só. Não sinto falta de nada com ele. A câmera de ângulo aberto é fraca, e às vezes fica falhando. Como não uso ela, tanto faz, a principal é boa o suficiente.
            Recebeu o android 10.
            Eu não teria coragem de pagar 2 mil ou mais nele. Partiria pra um Galaxy S, ou arriscaria um iPhone semiusado nessa faixa.

    1. Super Mario Maker 2, o único jogo que importa, único jogo possível

      (faz 1 ano desde o anúncio a sequência de BoTW e nada até agora, poxa Nintendo)

          1. Né? Metroid Prime e Shin MEgami Tensei V totalmente esquecidos no baile.

        1. Esse novo update foi quase perfeito

          Ainda sinto falta de um bocado de coisa, mas acho que a natureza não permitiria tamanha perfeição em vida

    2. Jogando Skyrim pela terceira vez, dessa vez com inúmeros mods e tentando ficar só na magia hehe

    3. Path of Exile, Doom Eternal e Death Stranding.

      PoE é o jogo que eu estou sempre jogando, por padrão. Um ARPG complexo por conta da sua árvore de passivas e deveras instável, uma vez que cada nova liga insere uma nova mecânica de jogo (que pode ou não ser incorporada ao jogo padrão). Recomendo pra quem tem tempo pra gastar (são 10 atos + end game) porque ele traz de volta tudo o que Diablo 3 nos tirou.

      Doom Eternal é uma boa continuação do “hack ‘n’ slash” que Doom 2016 se tornou. Não tem nada “novo” em relação a todos os remakes da Bethesda dos jogos antigos da ID mas é bom pra passar o tempo, apesar de algumas arenas serem bastante complicadas de vencer.

      Death Stranding eu estava namorando faz tempo. Na pandemia a Amazon baixou o preço dele pra R$90, o que me parece ser um preço pagável por um jogo desses. A solidão e a aridez do jogo me deixaram bastante impactado, ainda que eu já as esperasse. A monotonia – no sentido bom – que as longas caminhadas proporcionam são algo que nos dá uma visão mais intima do jogo. A cinematografia – usando atores famosos nos modelos do jogo – e a interação online indireta (já passei por vários “puzzles” com ajuda de pessoas que deixaram cordas e escadas pelo jogo e já saboreei diversas músicas que foram colocadas pela comunidade em determinados locais) deixam o jogo mais interessante do que a média.

      Ainda quero uma promoção, contudo, de The Last Guardian. Fumito Ueda é meu mestre e eu me sinto sujo em não ter jogado ainda esse jogo hahaha.

      1. Quero muito jogar esses dois jogos Doom e Death Streading. O primeiro pela diversão mesmo é o segundo por me identificar com essas longas caminhas. Ando bastante e, geralmente, sozinho. Percorrer a cidade andando é diferente, claro, q ser levado pelo carro ou pelo ônibus. Acho q faz mais sentido aos andarilhos…

        1. Quando eu estava na faculdade de matemática eu tinha um grupo com mais dois amigos onde a gente tinha como “hobby” sair da bolsa de IC na sexta-feira ao meio-dia e caminhar pela cidade. Chegamos a atravessar Porto Alegre (ZN -> ZS) em determinado dia. Era uma experiência muito boa.

          DS é bem isso, um vazio bonito e interessante de se ver e se jogar. Coletar as encomendas e tentar entregar, por mais bobo que pareça, dá uma sendo de “utilidade” dentro do jogo muito grande. Principalmente se você pegou uma encomenda que foi abandonada por outra pessoa. Pensei que esse jogo seria bem pior do que está sendo, confesso. Mas a verdade é que ele é bem interessante nas suas interação com o mundo e com a atualidade (de devastação ambiental).

          Segundo melhor jogo do Kojima, de longe. Perde só pra Snake Eater =D

    4. Streets of Rage 4 – Sou fã demais dessa franquia de briga de rua do saudoso Mega Drive.

      Riptide GP: Renegade – Ótimo game de corrida futurista despretensioso para passar o tempo e que em breve vai sair do catálogo do Game Pass PC :-(

      Minecraft Dungeons – Nunca joguei Minecraft, dei uma chance jogando esse que é mais aventura com elementos de RPG e até onde joguei, achei bacana.

      Outros que joguei semanas atrás: Doom 2016, Batman: Arkham Knight, Killer Instinct.

    5. Persona 5 Royal e algumas músicas de Hatsune Miku Megamix do Switch
      (aka com indutor de LER).

    6. Counter Strike: Global Offensive e Need for Speed: Hot Pursuit 2010.
      Dou o maior valor a FPS, corrida e os side-scrolling de aventura.
      Tô com Ori and the Blind Forest paradinho desde que acabaram as férias da faculdade. Tenho que terminar…

    7. ampliei muita a minha coleção de ps3.
      então estou jogando guitar hero e rockband.
      e os três god of war.

    8. Dead by daylight . Me acostumei a jogar Online com o counter strike GO. Inclusive o “Dead ” foi comprado com o dinheiro ganho com o CS GO .

  6. No último post livre, o gabriel deixou um questionamento interessante aos 45 do segundo tempo. Não deu tempo da galera responder, então salvei o comentário para colocá-lo em pauta novamente. Segue (o texto é dele):

    Eu me dei conta de algo: se alguém se apropria de nosso celular desbloqueado, essa pessoa não conseguirá, em princípio, movimentar minha conta bancária já que o aplicativo do banco pede senha ou autenticação de digital/face.

    O mesmo não vale, até onde sei, para o aplicativo do gmail, o que pode permitir que essa pessoa altere minha senha nos mais variados serviços já que muitos estão configurados para recuperar a senha pelo e-mail do gmail (que está sempre logado no aplicativo oficial do celular).

    Enfim, até onde sei, o gmail não tem opção de ser acessado via touchID/faceID. Qual a melhor estratégia, nesse caso?

    1. Eu uso o Protonmail e o Zoho (e testando o Tutanota).
      Os dois primeiros permite bloqueio por PIN, assim como por digital. O Tutanota não.

      Expandindo isso, Dropbox tem bloqueio, MegaNZ tem bloqueio (só por PIN), o Nubank tem bloqueio.

    2. Pra quem usa Xiaomi é possível habilitar o acesso a qualquer app somente com biometria.
      Mas o certo seria os apps de email já terem essa opção nativa.

    3. Respondendo-me aqui (e ao gabriel), a melhor saída é trocar a senha o mais rápido que puder e desabilitar o acesso ao e-mail a partir do dispositivo roubado. Não é a solução ideal e, nesse meio tempo, muita coisa pode acontecer.

      Perder o celular desbloqueado é um risco real, porém… acho que esse problema inevitavelmente esbarra naquele meio termo entre comodidade e segurança. Se levarmos a ideia dos apps financeiros ao extremo, bloquearemos todos os apps do celular — o que, hahaha, é meio que a ideia do bloqueio do sistema, não?

      1. obrigado por retomar a pergunta!

        de fato, é a ideia do bloqueio da tela principal do sistema, mas prefiro ter essa camada extra nos aplicativos financeiros (e acho estranho o gmail não implementar isso)

        a gente inclusive vive ouvindo falar que alguns ladrões de celular até pedem a senha do iCloud na hora do roubo!

    4. Quando fui responder essa questão do Gabriel, já passou do limite para deixar comentários.

      No meu Xiaomi Mi9T é possível bloquear qualquer app fazendo exigir digital ou senha para abrir o app, acho isso muito útil e utilizado nos apps que envolvem dados bancários, e-mail, comunicação, redes sociais e galera de fotos. E no Nova Launcher consigo ocultar apps do menu, só aparece digitando o nome do aplicativo.

    5. Acho que dá para ter uma conta separada de e-mail só para cadastros e deixar ela deslogada ou num app separado com bloqueio

    6. Se ele tiver um celular da Samsung, pode instalar o aplicativo de email dentro da “pasta segura” ou knox, mas não é a solução ideal pq também poderiam conseguir resetar as senhas por SMS.
      Acho que o mais ideal é colocar um tempo baixo pra bloqueio automático da tela com senha ou biometria, além de habilitar o bloqueio imediato com senha quando se clica no botão power, criando o hábito de bloquear o celular manualmente antes de deixar ele em algum lugar.
      Outra coisa importante é impedir que o conteúdo dos emails e SMS sejam mostrados na tela do celular bloqueado, pois isso permite que alguém veja códigos de recuperação de contas mesmo com o celular bloqueado.

    7. Uso a implementação do celular que permite o bloqueio de qulaquer aplicativo por digital/pin/desenho. Não sei se tem algo para iOS nesse sentido.

    8. Eu uso Outlook, e pelo menos no iOS o app tem bloqueio e desbloqueio por senha e Touch ID

    9. No iPhone eu uso o spark para gerenciar todas as minhas contas de email e ele tem a opção nativa de bloqueio com senha

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