Mods e jogos criados por entusiastas levam realidades e percepções brasileiras a títulos famosos

Muitos dos games populares entre jogadores brasileiros são produzidos por empresas europeias, asiáticas e norte-americanas. Os ambientes, as músicas, os idiomas e os personagens que compõem esses jogos são, em grande medida, reproduções de percepções de desenvolvedores localizados em contextos específicos, muitas vezes alheios aos nossos. Não raro os jogos são ambientados em cidades norte-americanas, como Los Angeles, Miami ou Nova York, ou mesmo em lugares repletos de neve, um fenômeno que a maioria dos brasileiros nunca testemunhou. As comunicações se dão, principalmente, em inglês, assim como os diálogos e as músicas, e os personagens transmitem gestos, expressões faciais e identidades visuais não tão familiares ao público brasileiro.

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5 jogos que parecem ridículos ao serem descritos porém na real são legais

Quem joga videogame certamente já passou pela constrangedora situação de comentar um jogo legal que, em palavras, parece uma ideia bem errada. E, veja, às vezes não importa quem esteja falando. Por mais articulada ou persuasiva que essa pessoa seja, é difícil “vender” um jogo criado em cima de uma premissa… estranha. Nesse momento, o melhor a se fazer é concluir dizendo “sei que parece estúpido, mas acredite em mim: é legal”.

Contrariando o conselho que acabei de dar, neste post reuni alguns jogos desse tipo e, não bastasse isso, tento explicar o que os torna legais. É uma missão fadada ao fracasso, mas hey, o importante é tentar. Deixei de lado os jogos absurdos que são muito populares, como aqueles em que sua missão é literalmente assassinar com armas de fogo o maior número de pessoas, e que por algum motivo doentio e incompreensível são considerados “normais”.

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Levando joguinhos a sério, com Carlos Aquino

Neste podcast, converso com o Carlos Aquino, do blog Retina Desgastada, sobre as várias maneiras de se relacionar com video games, as mensagens que alguns títulos trazem, o que estamos jogando agora e como conciliar uma biblioteca enorme de jogos. No final, ele indica um jogo canadense, uma série e um filme norte-americanos, e eu, um filme sueco.

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