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Post livre #226

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118 comentários

  1. Gente, preciso de umas dicas. Tô precisando de um teclado novo, esse meu já deu o que tinha que dar. Precisava de um bem confortável de digitar, teclas macias. Quais vocês recomendariam?

  2. Pessoal, vocês me indicam algum lugar, seguro e profissional, que conserte notebook Dell em São Paulo ou Belo Horizonte? pois o meu notebook caiu e o eixo de abertura separou, a carcaça entortou e alguns fios rebentaram, como o da antena Wifi.
    É um Inspiron 5547 touch. Entrei em contato com a Dell, e segundo eles não tem mais peça, visto que o modelo tem mais de 5 anos.

    Muito obrigado!

    1. Único lugar seguro que indico é garantia oficial e olha lá.

      Mesmo como consertador que sou, difícil eu indicar alguém para reparos.

    2. Agora vi que tu falou que não tem mais suporte.

      No caso, sugiro comprar algum modelo similar que tenha defeitos diferentes (como placa mãe por exemplo), para virar “doador” para o seu.

      Ou caçar nas comunidades e sites de venda de usados as peças que precisa.

      Porque é o que geralmente técnico de fundo de quintal (eu incluso) faz.

  3. Oi pessoal.
    Acompanharam o lançamento do The Last of Us II?
    O jogo está sendo severamente mal avaliado pela comunidade gamer. Isso seria reflexo de homofobia?

    1. Sem dúvida nenhuma. Se tem uma comunidade porca e desagradável nesse mundo, é a comunidade gamer. No caso da Naughty Dog, nem fará muita diferença. Eles já meio que esperavam por isso. Fico com pena é de estúdios menores, independentes, que podem querer produzir games com características similares, inserindo comunidades minoritárias, como a LGBTQI+ ou a comunidade negra, e não terem nem 1% do poderio e influência de resposta que uma AAA tenha. Enfim.

    2. Sim.

      Como disse o Caio, a Naughty Dog já esperava e bancou o jogo. O brigading</i< já tinha começado antes do lançamento com o pessoal "especializado" reclamando de coisas aleatórias. Ganhou tração com o lançamento do jogo e com uma campanha massiva no 4chan contra o jogo.

      E o jogo é bom. Gameplay melhorado, história menos linear (menos ação e mais narrativa; mais solidão e desolação) e temas mais progressistas. Daqui um tempo deve ter uma estabilidade nas notas dos jogadores (ainda mais porque a nota da crítica é alta, e isso é o que importa). Não é a primeira vez que uma obra com esse público-alvo (homem branco com dinheiro) passa por isso, vide os filmes da Marvel que tentaram fugir dos personagens.

  4. Existe algum utilitário para macOS que diagnostique a saúde de um disco rígido? Tenho um externo antigo, de quase dez anos, e venho usando ele para backup. Ainda é bem rápido e nunca falhou, mas… dez anos é tempo, né? Queria saber se ainda dá para confiar nele.

      1. E Hds com mais de 10 anos é bom realmente desconfiar. Deixe-o como guardado e tente se lembrar de usa-lo eventualmente apenas para fazer a mecânica e eletrônica não terem problemas pela falta de uso.

        1. Tenho um HD de 80GB aqui que veio de um caixa eletronico e ficou 40372 horas ligado.

          1. Deve ser a média de horas de uso dos HDs vendidos nas lojas de usados da santa

        2. Um colega tava vendo HD no mercado livre e achou incrível a diferença de preço pra Kabum…. Eu avisei que é usado…. Geralmente vem usado de DVR, por isso o preço tão baixo.

    1. Penso que o Utilitário de Disco tem uma função básica de verificação. O Onyx deve ter algo do gênero também. Na linha de comando, dá pra usar o diskUtil.

  5. Meio que peguei ranço / trauma das “tv box”.

    Muitos modelos diferentes, sem suporte nenhum de fabrica, alguns poucos com suporte de comunidades.

    O problema é que não tenho paciência para Kodi (interface para transformar um OS em uma plataforma multimédia), senão estava mais tranquilo.

    1. Acho que o negócio é comprar uma Apple TV mesmo, mas é tão caro…

  6. Já pode falar mal do Zuck e do Facebook de novo? Ou será que tá saturado demais?

    De qualquer modo, a NAACP, organização fundada em 1909 que trata dos direitos civis nos EUA, está pedindo uma pausa no anúncios no Facebook na campanha “Stop Hate For Profit”. Parece que algumas marcas já pararam as suas campanhas no Facebook pra julho/20. Na hashtag tem alguns perfis oficiais falando sobre o processo de “parar” as campanhas na rede social: https://twitter.com/hashtag/StopHateForProfit?src=hashtag_click

    As acusações são as de sempre: vista grossa às páginas supremacistas brancas, ao discurso de ódio, racismo etc.

    “Está claro que o Facebook e seu CEO, Mark Zuckerberg, não são mais simplesmente negligentes, mas, na verdade, complacentes com a disseminação da desinformação, apesar do dano irreversível à nossa democracia. Tais ações irão elevar a integridade de nossas eleições em direção a 2020”.

    Fonte: https://apnews.com/126dffbb05b92c79642008b8426e1826

    1. Exatamente! As plataformas ganham MUITO dinheiro com esse contexto em que o discurso de ódio, mobilizador e atraente por seu apelo emocional, se tornou absolutamente presente. Os caras evidentemente não estão nem um pouco preocupados em acabar com isso enqto a grana estiver fluindo. É bizarro… e é por isso q tenho nojo desses discursos de q ‘estamos engajados em resolver esses problemas’. Estão nada… Estão é lucrando com o sofrimento alheio. Nada muito diferente da indústria da arma, da do tráfico de e da exploração de animais, e dos processos históricos de escravização. As plataformas podem não ter 100% de acerto em eliminar o lixo q trafega por ela, mas eles têm grana, recursos e pessoa inteligentes pra dificultar e muito a vida, por exemplo, dos racistas, mas nada ou pouco fazem.

    2. Vc com certeza está ciente do caso Xbox Mil Grau. Tava ouvindo o articulador da derrubada dos caras, o Ricardo Regis, falando num podcast chamado Mimidias. Ele vai nesse mesmo caminho: lamenta muito o posicionamento e inação das plataformas q dão corda pra discurso de ódio.

      1. Eu vi “ao vivo” o post deles que resultou em toda a campanha de derrubada deles. Me passaram na hora que o tal “capim” postou. Depois foram clipando diversas lives deles na Twitch com comentários até mesmo piores do que aquela postagem. A MS/XBOX tirou o patrocínio e a Twitch baniu o canal deles; o Youtube não fez nada “de pronto” mas estava tirando a monetização dos vídeos (e deixando os vídeos no ar!) deles até que eles tiraram tudo de lá também. Rolou o podcast deles (com o 3K e o Monark), o Flow, que o bicho pegou ao vivo.

        De qualquer modo, pensa que eles fazem isso a, pelo menos, 7 anos. Todas as lives são racistas, misóginas e xenófobas; mesmo assim, só aconteceu alguma coisa quando uma parte da própria comunidade, motivada pelo BLM, resolveu acabar com o canal dos caras. E mesmo assim, a postura do Google, através do Youtube, foi de manter o conteúdo racista no ar e apenas tirar o dinheiro que vinha desses vídeo (depois deles terem ganho muito dinheiro).

        Essas empresas estão atrás do “black money” agora, mas não dá pra achar que elas estão realmente preocupadas com esse tipo de assunto. O que importa é imagem e dinheiro entrando. Google e Facebook deveriam ser parados via congresso nos EUA, não temos mais controle sobre as ações dessas empresas na vida pessoal e na democracia das nações. Vão esperar o caos completo pra tentar fazer alguma coisa. Nos anos 90 a MS tomou uma bomba na UE por muito menos (vender o IE integrado ao Windows). Falta vontade política de enfrentar o lobby dessas empresas e dos grupos de alt-right/neocon que explodiram com base nessas redes.

    1. Eu sinceramente não consigo ver problema em tirar estátuas de pessoas que, nesse caso, se beneficiaram diretamente da escravidão. Por mim, essas estátuas nunca tinham sido construídas. Não consigo me importar muito com o valor histórico.

  7. Gostaria de saber de quem entende de áudio o que devo analisar antes de comprar uma soundbar. A minha TV não tem um som bom e eu ouço muita música também, acho que deve existir uma soundbar que me dê uma boa experiência ouvindo música e incremente o som da TV.

    Confesso que fiquei meio perdido pesquisando os modelos que existem no mercado, por isso peço ajuda. Minha sala tem uns 15m² e queria que tivesse bluetooth para poder ouvir música nela pelo celular, por exemplo, além do uso normal com a TV.

    1. Não sou especialista, mas digo que o melhor é você buscar custo-beneficio.

      Se procura algo que você sinta que tem condições de pagar e seja de marca (LG, Phillips, etc.), procure fóruns / comunidades sobre home theater que eles discutem bastante.

      Caso você ache um de marca com preço bom mas sem Bluetooth, pode usar algum adaptador baratinho que funciona bem.

        1. Disponha.
          Esqueci de falar: mesmo os “sem marca” ou “chinas” (como Tomate e Inova) podem lhe atender bem dependendo de seu gosto. Hoje se vende muito sonzinho chinês que a galera fica de boa.

          Claro que sonzinho chinês tem suas falhas, mas acho que em qualidade sonora para quem não é audiófilo, é bem ok.

  8. Alguém usa o novo Iphone SE?

    Tenho procurado um modelo de Smartphone que caiba no bolso e possa ser utilizado com só uma mão, e levando em conta que a Apple fornece atualizações de sistema por cinco anos, imagino que possa ser um bom negócio. O que me preocupa é a bateria. Alguém sabe dizer se tem autonomia para um dia todo, com uso moderado?

    1. Uso um iPhone 8, que é a base do novo SE. Sou suspeito a falar porque tenho um perfil bem econômico. Dito isso, comigo a bateria dura bem — mesmo quando trabalhava fora, era raro ficar sem carga ao longo do dia.

      1. Por curiosidade, qual era sua rotina? Deixava o celular carregando durante a noite? Se sim, que horas tirava da tomada e quando voltava a carregar?

        1. Quando trabalhava fora, deixava carregando à noite, tirava da tomada às ~7h, recolocava quando ia dormir (~22h).

          Agora que trabalho em casa, recarrego quando a bateria está baixa, geralmente uma vez por dia.

    1. Fico com um pé atrás com essa ideia. O empregador, que, pelo que entendi, é quem contrata a conexão, pode ver o que o funcionário está fazendo? Se tomarmos outros elementos do escritório como paralelos, tipo o e-mail, há o entendimento de que, sim, ele pode. Conexão à internet em casa vai muito além do uso para o trabalho. Ou aí ficam duas conexões?

      (Este meu comentário tem um monte de perguntas, nenhuma retórica, haha. Parece-me um assunto complicado mesmo.)

      1. De fato cada nova resposta traz junto várias novas perguntas, acho que elas vão ir sendo respondidas com o tempo. Já acho válido começaram a trazer respostas para esse novo cenário onde já deve ter surgido muitos “não é justo eu pagar pela internet pra trabalhar de casa”

          1. A ironia foi justamente precisar de VPN pra conseguir acessar o site da empresa pra ler detalhes sobre o plano.

        1. VPN em cima de VPN?

          Sinceramente não li a matéria e tou com preguiça de treinar meu inglês e questões técnicas, mas imagino que se faz uma “internet que a empresa contratante fornece ao funcionário para casa”, é tipo ou uma VPN ou que nem as antigas internet discada, que muitas vezes precisava configurar um proxy para acessar a rede.

          Fora isso, é realmente uma situação bem diferente.

          A se pensar que internet usada por órgãos públicos – principalmente polícia – é servida sempre à parte separada da internet “do usuário comum”, inclusive falando em cabeamento e infraestrutura. Até por questões de segurança, podemos dizer. Acho que isso é algo próximo a “uma internet funcionário à empresa”

          1. O que eu me referi é que a página da TalkTalk sobre o plano redireciona pra um erro por não estar no Reino Unido, então precisei de VPN pra poder ler os detalhes.

            Tem muita coisa lá mas em essência eles deixam bem claro que é uma conexão de fibra que instala na casa do usuário, mas a conta vai pra empresa

            Vale lembrar que lá telefone e fibra funcionam em rede compartilhada, chamam lá de OpenReach, ou seja, uma empresa instala fisicamente a rede mas qualquer outra pode usá-la. Se o usuário troca de empresa só trocam a rede onde ele é conectado lá na central

      2. tb fico, mas há casos em q o funcionário precisaria ser monitorado para evitar fraudes de todo tipo… me parece q a situação ideial é ter redes separadas, mas não imagino q infra daria conta disso em tantos lares…

    2. Interessante esse negócio do OpenReach. Aqui poderia dar certo com o uso de fibra, mas precisaria do “Estado maligno” forçando o mercado a adotar.

  9. (Ainda sobre Linux,) O que vocês, que rodam o sistema no dia a dia, usam para sincronizar arquivos na nuvem? Dropbox mesmo? Algum outro?

    1. Durante meu início na internet e no GNU/Linux usava Dropbox (talvez um dos poucos que tenha suporte oficial pela empresa para Linux), depois migrei para o SyncThing.

      porém nos últimos 2 anos tenho usado exclusivamente um HD externo para backups que acontecem 1 vez a cada 6 meses (talvez).

      mas minha experiência com serviços de nuvem com Linux não foi das melhores, talvez o tempo tenha ajudado um pouco (espero).

    2. Como Linux não é minha única plataforma, uso o Dropbox por que acho que é o único que suporta todas elas. Aliás, se alguém conhecer outra opção interessante, divulgue!

      1. Já testou o NextCloud? Eu uso ele na conta do Disroot e me suporta bem.

        1. NextCloud parece a melhor pedida, mas a parte de ter que rodar seu próprio servidor me intimida — não manjo nada disso.

          Como funciona esse Disroot? Estou vendo o site aqui, mas não encontrei uma página com preços nem nada do tipo…

          1. É bem complicado pra ter mais do que os 2GB grátis dele. Você precisa pedir via formulário. O preço é fixo, 0.15 euros por GB a mais pagos mensalmente. O limite, contudo, é 54GB. Eu pago pouco mais de 2 euros por mês pra ter os 14GB que me são necessários (eu só faço backups na nuvem de fotos e documentos).

            O link é esse: https://disroot.org/en/services/nextcloud

            Faz bastante tempo que eu uso os serviços deles, inclusive o email @disroot.org e estou bem satisfeito. Mas é uma solução bastante nichada e que tem diversas discussões no r/privacy sobre algumas práticas deles (como armazenar os emails em texto puro (plain text) e esperar que você os criptografe por si mesmo). Ainda assim, me soa como uma solução melhor do que o Protonmail e outros.

    3. Uso Dropbox (conta paga) e Mega (conta gratuita de 50Gb). Testei o Nextcloud, achei que poderia ser uma boa alternativa, mas ao menos para mim foi um pouco frustrante. Ou eu não cheguei a comprar a ideia completamente. Já havia tentado o OwnCloud antes (Nextcloud é um fork dele), com a mesma sensação. Ainda vou testar outras opções self-hosted opensource como o Pydio.

      O Mega para mim é o mais interessante. Desde sempre permite escolher qualquer pasta local para sincronizar – no Dropbox é apenas uma, e agora parece que liberaram esta opção.

      Mega é BEM mais rápido para sincronização que o Dropbox, para mim o ponto mais crítico.

      Mas meu xodó no Dropbox é o Paper. Estou tentando desintoxicar e achar uma alternativa, ainda sem sucesso.

      Economicamente falando, o Dropbox era para ser mais caro pois ele aumentaram no ano passado – também aumentando para 2T. Eu disse que ia cancelar, mantiveram o preço anterior. O Nextcloud e outras opções selfhosted tem o problema do espaço em disco: a única opção viável é usar um object storage S3 para diminuir o custo (Wasabi é o mais em conta), mas para mim neste o ponto o Nextcloud bugou.

      Em tempo: alguns anos atrás sincronizei algumas pastas no Google Drive para backup. Mas nunca mais usei.

      1. Não te preocupa o passado conturbado do Mega? Confesso que tinha até perdido o fio da meada, mas numa rápida consulta à Wikipedia, vi que hoje o site está nas mãos do governo neo-zelandês (?) depois que ele tomou o controle acionário de um investidor chinês.

        1. Confesso que me preocupo mais com o Dropbox sob os olhos do NSA do que com o Mega.
          Estava lendo na Wikipedia que Mega foi bloqueado no Brasil em setembro do ano passado mas eu nem percebi – não sei se o meu provedor local não foi afetado ou porque uso DNS diferente.

          Os clientes terem o código aberto são um alento.

          Mas minha expectativa é pelo ProtonDrive, serviço prometido pela Protonmail.

    4. No Ubuntu, caso você sincronize a sua conta da Google, ele começará a exibir as pastas do GDrive como um particionamento remoto. Bastante útil e prático e tudo feito de forma nativa!

      1. Uso Ubuntu e faço da mesma forma, achei o método mais cômodo. Utilizo também pra sincronizar a agenda.

    5. Utilizei por muito tempo o InSync (insynchq.com), funcionava perfeitamente. Ele é pago e a licença fica ligada à conta Google ou Microsoft escolhida.

      Se a ideia é utilizar Linux definitivamente, acho uma boa pedida.

    6. Eu usava esse client (https://github.com/abraunegg/onedrive) para sincronizar com o OneDrive, da um pouco de trabalho para configurar, mas o valor do OneDrive não tem ninguém que consiga concorrer (eu pago em 1TB basicamente 65 ao ano com o Microsoft 365 Home – licença para 5 usuários) e uso o criptomator para criptografar os arquivos mais sensíveis.

  10. Lendo o Bloco de Notas 20#21, vejo que existem referências sobre a investigação antitruste que a Apple irá sofrer. Além disso, tudo indica que Apple irá utilizar os seus chips ARM e transicionar os futuros Macs para essa arquitetura (mais detalhes na WWDC). Isso tende a tornar a plataforma mais fechada ainda (impossibilitandio por exemplo instalar outros sistemas operacionais ou talvez até limitando no futuro o MacOS de usar apps fora da loja).

    Além disso, ouvi ontem uma entrevista no Verge Cast (https://www.theverge.com/2020/6/18/21295778/apple-app-store-hey-email-fees-policies-antitrust-wwdc-2020) com o DHH (da Basecamp, sobre a briga com a apple pelo aplicativo Hey). Durante a entrevista ele compara a Apple de hoje com a Microsoft de 1998.

    Baseado em tudo isso, penso que sim, a Apple levanta uma bandeira importante sobre a privacidade, mas ao mesmo tempo gosto muito mais da ideia de possuir um sistema operacional ou hardware que me dê escolhas.

    1. A Apple dos anos 80/90 era PowerPC – e a plataforma era razoavelmente fechada.

      A sensação é que a mesma volta as origens.

      Quanto a segurança, não consigo confiar em nada.

      1. Apple nos anos 80: Motorola 68K
        Apple em meados dos anos 90: PowerPC.

        Também não me agrada a ideia dessa nova mudança de arquitetura, pelos motivos óbvios: Uma iCoisa depois de alguns anos sem suporte vira quase que um peso de papel. Não há nada que rode nesses dispositivos além do iOS. Não duvido que os futuros Macs se saiam do mesmo jeito.

        Na época dos PowerPC, principalmente nos New World (dos coloridos pra frente) ainda tínhamos outros sistemas pra rodar. Lembro de já ter brincado com Linux e alguns sabores de BSD nos meus. Dava pra instalar nos Old World (os beges) também, mas era mais trabalhoso. Nos modelos Old World com processadores das linhas 604 e 603, se não me falha a memória, ainda dava pra rodar o BeOS.

        Um fio de esperança que eu ainda tenho é de que a Apple faça essa migração, ao menos por hora, apenas nos portáteis. O ganho em autonomia de bateria será enorme. Ela nunca teve problema em suportar duas arquiteturas simultâneas. Fez isso nas duas vezes em que mudou: Os Macs PowerPC com o sistema clássico (até o Mac OS 9.2.2), rodavam os aplicativos compilados para Motorola 68K sem problemas. Durante a transição para Intel, os sistemas 10.4, 10.5 e 10.6 rodavam os aplicativos de PowerPC graças ao Rosetta.

    2. Esse prognóstico é bem decepcionante. Gosto muito de tudo que a Apple faz, mas essas posições anti-competitivas, somadas ao custo proibitivo meio que desanimam muito. (Se meus equipamentos quebrassem ou fossem perdidos hoje, zero chance de repô-los com novos.)

      Isso me leva a cogitar um “plano de emergência”, que no caso seria uma migração para Linux no computador e sabe-se lá o que em celular. Além do custo menor, seria uma configuração mais alinhada aos meus princípios.

        1. Muito bom! Não uso smartwatch mesmo, então o parque está completo.

          Só tem dois problemas: o Fairphone usar o Android do Google (eles fecharam uma parceria com a /e/ Foundation, mas acho que o sistema ainda está muito cru para uso normal) e que nenhum dos três produtos é vendido no Brasil. E em dólar 🤑

  11. Dado o rebuliço do caso PC Siqueira envolvendo abuso de menores (pedofilia é a doença e não o ato) eu vou refazer uma indicação que o Fabio Montarroios me fez num PL antigo: The Hunt (A Caça), filme dinamarquês com o Mads Mikkelsen que narra como a vida de um professor é destruída depois de uma acusação do tipo e que nos faz pensar como as práticas linchamento (virtual ou não) não obedecem a qualquer racionalidade e como as pessoas comuns acabam abraçando qualquer justiça quando se sentem acuadas por um assunto espinhoso.

    Indico também a live do Ivan Miazanzuk e do Andrei Fernandes sobre “pânico satânico” envolvendo o advogado da família Bolsonaro (Frederick Wassef) que estava com o Queiroz hoje quando este foi preso e que, imediatamente, foi acusado nas redes sociais (normalmente por perfis de esquerda) de estar envolvido com rituais satânicos e execução de crianças no Brasil inteiro (ver o próprio caso Evandro, das “bruxas de guaratuba”, e o caso dos garotos emasculados de Altamira/PA).

    O segundo, um caso muito menos grave, claro, mas que guarda os mesmos contornos nas redes sociais: informações desencontradas, narrativas conflitantes e linchamento virtual. Nos dois casos nada foi provado mas as pessoas comuns já tomaram parte no caso (contra o pedófilo e o satanista) sem pensar em mais nada.

    As redes sociais são ditas “megafones” que enfatizam pequenos problemas e os transformam em grandes questões sociológicas, mas eu penso que o grande problema dessas redes foi reunir todas essas pessoas que em 1990 estavam separadas por milhares de quilômetros de distância e dependentes das notícias de tabloides brasileiros.

    Assistem os dois, o filme e a live, pra ver como as coisas se desenrolam e no final fatos falsos acabam com vidas inteiras por mentiras recontadas de maneira ingênua (muitas vezes).

    1. Acompanhei um pouco o caso do PC Siqueira, q conheço desde aquele programa na MTV, depois o perdi de vista qdo foi pro Youtube. Vi as mensagens e ouvi os áudios. Parece que ele discutia com o psiquiatra essa situação. E o que as pessoas não entendem, ao acossarem um suspeito de pedofilia, ou um pedófilo de fato, é que ele, com essa perseguição, fica impossibilidade de pedir ajuda e se tratar. Se tratando e tendo acompanhamento diminui a chance dele cometer um crime de fato, q seria o abuso de um vulnerável em qualquer contexto (inclusive o de compartilhar imagens). A perseguição q as redes proporcionam, por sua estrutura de megafone e inerente impossibilidade de defesa proporcional se vc é ‘atacado’ por milhões de pessoas, é por si só um grande problema. O cara, além de tudo, tem histórico suicida. Na impossibilidade do linchamento, que é crime, outro crime entra em cena: o estímulo ao suicídio.

      Há não muito tempo, um policial militar de sp, encurralado pelos companheiros de farda que viriam prendê-lo por terem-no identificado numa rede pedófilos se matou, com a arma da corporação, no banheiro de casa mesmo. É um cara que poderia ter ajudado na investigação, se tratado e, claro, ter sido punido se tivesse cometido crimes. O que se ganhou com o suicídio dele?

      1. Anos atrás eu li um artigo no Medium que tratava disso: por conta do estigma que isso gera na sociedade (e nas pessoas) fazendo com que essas pessoas doentes acabem sendo limadas da sociedade e de um tratamento que poderia lhes manter socialmente sãs. Se não me engano era uma pesquisadora alemã que falava sobre como muito pedófilos não cometem crime nenhum mas vivem uma vida “pela metade” porque nunca podem se tratar.

        O exemplo do PM que você dá aqui é um ótimo resumo disso: é melhor se matar do que viver com o peso social.

        Mas o que esperar de um local onde depressão ainda é motivo de demissão e tida como frescura? Imagine como as pessoas que pensam assim tratam uma pessoa que tem um problema bem mais espinhoso do que uma mera depressão.

          1. Esse mesmo. Vale muito a pena ler inteiro. Esse texto fala sobre o problema de forma central e clara.

  12. Vocês já viram os computadores da System76? É uma das poucas (a única?) fabricantes que trabalham exclusivamente com Linux. Eles têm até uma distro própria, o Pop!_OS, que parece bem legal, apesar desse nome horrível.

    Estava olhando o portfólio deles dia desses, e fiquei bem impressionado com os computadores convencionais, sem ser os notebooks. A linha Thelio, com acabamento em madeira, é muito bonita.

    Fiquei curioso e fui procurar quem vendesse algo parecido no Brasil. Lenovo e Dell têm algumas máquinas com Linux, mas não são as melhores configurações. Conhecem outras?

    1. Eu já tinha ouvido falar da System76, porém só ouvi falar do Pop!_OS (que nome hein!) essa semana após assistir esse vídeo do Linus Tech Tips: https://www.youtube.com/watch?v=6T_-HMkgxt0.

      Bem interessante ver o progresso do Linux nos games, mas também trite ver que soluções de DRM e anti-cheat tornam jogos incompatíveis com a plataforma.

    2. Só lembrando que nos meados dos anos 2000, uma das formas de estímulo a produção de informática foi dar subsídios/descontos em equipamentos com configurações simplórias e uso do Linux como OS.

      1. Eu lembro bem dessa época em que os PCs vinham com Linux e as pessoas comuns não sabiam como lidar com isso.

        1. O finado Computador para Todos! Nessa época meus pais compraram um também, vinha com uma distro chamada “Satux”. Era péssimo em todos os aspectos.

          1. Uma coisa que nunca entendi! Se vendiam máquinas com Linux, por que não colocar uma distribuição mainstream, mais bem feita e já estabelecida?

            Tive um netbook, da Acer, que veio com o XandrOS. Outra aberração. Depois tive outro netbook, da MSI que veio com SUSE. Outro mundo!

            Pelo menos agora as máquinas da Dell vem com o Ubuntu.

          2. Na época o Satux era só um Debian com alguns drivers mais básicos (como das placas SiS e algumas placas wifi) que as distros normais não tinham interesse em suportar nativamente e uma interface que emulava o Windows XP (coisa que um “apt-get install” mudaria sem problemas). Normalmente você tinha uns módulos de instalação dos drivers proprietários dessas empresas.

            O problema do Satux é que ele era baseado no Debian puro, ou seja, não era uma distro pra iniciantes mesmo.

          3. @Harlley.

            Parto do princípio igual ao fato de hoje o governo federal usar uma “plataforma proprietária” para as aulas online…

      2. Eu fui representante da HP em 2006. Na época da MP do Bem, que previa redução (ou isenção, não lembro mais) de impostos em máquinas que atendessem a determinados critérios. As máquinas mais simples vinham com FreeDOS, pra falar que tinha sistema operacional!

    3. Acho que ela não é a única. Me lembro de ter visto máquinas de outros fabricantes menores que saem exclusivamente com Linux. Embora não me recorde dos nomes agora, lembro de ver dois notebooks de uma marca espanhola que vinham com o Manjaro e com o KDE Neon.

      Quanto ao Pop!_OS, eu experimentei ele uma vez! Não sei se pelo fato dele ser otimizado para as máquinas da System76 (que obviamente eu não possuo), mas achei ele bem pesado. Fora as otimizações, ele é baseado no Ubuntu e tem uma carinha mais simpática.

        1. Há anos que não uso o gnome! Por algum tempo usei o XFCE e, ultimamente, tenho ma mantido no KDE.

          1. O Gnome “novo” é aberrante de tão pesado.
            Eu uso o Mate no Mint e tem que atendido bem faz anos (desde 2012 mais ou menos).

            Quando eu comprei um laptop da CCE (aquela linha Win) ele vinha com o Satux (!) Linux, que depois eu descobri que era apenas o Debian com alguns drivers de vídeos e Wifi da SiS e da CCE. Nesse laptop, na época de faculdade de Matemática, eu usava o XFCE e era muito, muito bom.

      1. Dell tem suporte nativo da Canonical dentro da empresa. Tem equipe de suporte só pro Ubuntu tanto pra linha empresarial quanto da linha doméstica. Eles tem bastante interoperabilidade com os sistemas da Canonical, inclusive, com o sistema em nuvem deles. Também se usa algumas soluções internamente (e se dá suporte) ao OpenStack da Canonical rodando em servidores Dell.

    4. Acer tem um Aspire Nitro 5 (note gamer, eu sei, releva o design) com Endless OS.
      Não é tão bem construído quanto outros notebooks na faixa de preço, mas tem um i5 final H (mais potente), uma GTX1650, 2 slots pra SSD M2, vem com SSD 128GB e 1TB de HD. São só 8GB de RAM mas dá pra expandir.

      E vem com 2 coolers, e 2 saídas de ar (traseira e lateral). Link: https://br-store.acer.com/notebook-acer-an515-54-58cl-ci59300h-8gb-nva-4gb-128gb-ssd-1tb-hdd-elinux-black-fhd-15-6-nh-q6pal-00b/p

      Estou muito tentado a trocar meu ideapad 320 por ele. A Acer tem cupom de 500 reais de desconto e desconta mais 12% no boleto.

      1. E tem algum notebook “normal” com Linux? Eu não jogo e acho horrível essa estética gamer. Nem precisa ser um super notebook; meu MacBook, por exemplo, tem uma GPU integrada da Intel e em cinco anos de uso nunca foi problema…

        1. Como o Gabriel Arruda comentou mais em cima, a Dell tem algumas opções:
          https://www.dell.com/pt-br/shop/notebooks-dell/inspiron-14-3000/spd/inspiron-14-3480-laptop/ci3480u107brnbd
          https://www.dell.com/pt-br/work/shop/notebooks-dell/vostro-14-3000/spd/vostro-14-3480-laptop/cv3480u1110brw

          O outro que eu achei é um modelo gamer:
          https://www.dell.com/pt-br/shop/notebooks-dell/dell-g3-15/spd/g-series-15-3590-laptop/cag3590u200514pbrw

          Achei que teria mais opções pro consumidor final, mas talvez hajam mais modelos para empresas. Só não faço ideia de como eu posso comprar eles. O que eu não gosto é da falta de opções com mais RAM e processador mais recente nos notebooks normais.

    5. Eu compro muito equipamento usado, e em todos ponho o Linux. Nos últimos anos, poucos dão trabalho. Evitar placas de video mais modernosas é a única questão.

      Microboard (brasileira que sumiu, tive 3 novos), Acer (usado e novo), Asus (usado), Sony Vaio(usado), AMD montado: tudo fluiu. Neste AMD a placa de vídeo deu um pouco de trabalho no Ubuntu 16.04, e se tornou nativo o suporte no 18.04, então, só alegria. Anos atrás tentei num Dell, foi trabalhoso, não sei hoje.

      Todos estes vieram com Windows OEM, então eu fiz dual boot (ou

      Agora, minha sugestão é: SSD é uma necessidade. Toda a questão de velocidade, de aplicativo este ou aquele é pesado, vai a outro nível na mudança de um HD convencional para SSD.

      1. Tenho medo de usar Linux em Pc de usuário comum e o cara me ligar 1 da manhã para saber como instalar alguma coisa.

    6. No Brasil só vi essas duas mesmo, Lenovo e Dell, com uma configuração bem mediana mesmo. A Dell tem um modelo com SSD, salve engano, que para usuário médio deve ser interessante. Agora seguindo a linha da System76, existe uma empresa alemã que descobri na newsletter do Pinguim Móvel: a Texudo Computers, que permite várias configurações/personalizações… Mas são aqueles probleminhas né… Euro/Dólar e garantia/assistência…

  13. Outro dia perguntei de aspirador vertical / vassoura elétrica. Pois bem, comprei aquele Philco Cyclone laranja. Chegou há 1 semana; usei dia sim dia não e estou bastante satisfeito com o produto. A surpresa foi que ele faz mais barulho do que eu esperava (na verdade eu era ingênuo e achei que não faria barulho), mas é um barulho bem tranquilo, sem comparação com as experiências passadas de outros aspiradores. O que me passa insegurança é que o produto parece ser frágil, mas também parece ser uma decisão de projeto para deixá-lo bem leve. Acho que o que me surpreendeu, e não tem muito a ver com o produto, é que mesmo morando num apto pequeno, cabo de 5 metros não significa muita coisa.

    1. Por uns 5 anos tive um desses aspiradores verticais da marca Britânia que foi bem satisfatório até que recentemente algumas peças nele quebrou e a potência que tinha quando novo já não atende mais.
      Parti para outra categoria bem mais cara e terceirizei esse serviço para um aspirador robô e se tornou um ótimo investimento aqui, considerando que ele faz boa parte do serviço sozinho seja aspirando ou passando pano molhado e me sobra tempo para outras atividades do lar.

  14. O BC não curtiu muito o Facebook Pay, que vai ser o grande concorrente do PIX. Provavelmente o Banco deve soltar algumas normativas e exigir algum tipo de regulamentação. E meio estranho não poder fazer saques do dinheiro no FB Pay, parece que o dinheiro fica “retido” na sua conta, e não tem como transferir para cc ou carteiras digitais.

    1. Quando li a notícia da chegada do serviço, fiquei imaginando que ia chegar contudo, mas depois de ver essa questão do dinheiro ficar retido dentro da carteira (na publicação de hoje do Ghedin), já acho que o panorama muda totalmente.
      O negócio é o PIX funcionar como prometido (sem muitas taxas) e tudo ficar mais simples.

      1. eu espero que com o PIX o TED e principalmente o DOC sejam extintos (acho quase impossível, visto que é melhor para eles venderem os pacotes de serviços dos bancos).

        1. Somos dois! Acho um absurdo o valor cobrado pelos DOC e TED. Fora a demora, no caso do DOC.

        2. Extintos, acho que não, mas é bem possível que eles percam relevância. O Pix será obrigatório para instituições bancárias com +500 mil clientes, então não é como se os bancos tivessem escolha em oferecê-lo ou não. E como todos oferecerão e os custos operacionais serão baixos, a tendência é que, se houver cobrança, ela seja na casa dos centavos.

          Na página de perguntas e respostas do Banco Central tem uma pergunta exatamente sobre isso:

          ​P: Com o Pix, a TED e o DOC vão acabar?

          R: Assim como a TED e o DOC, o PIX é um meio de pagamento à disposição da população. Trata-se de uma forma adicional de realizar pagamentos e transferências. Não há intenção do BC em extinguir outros meios de pagamento.

          1. uma pena msm, seria bom se acabasse com os outros pra facilitar pra todo mundo

          2. Acho que vale a comparação…

            SMS não foi extinto, mas perdeu a relevância com o surgimento dos apps mensageiros que fazem bem mais e custam praticamente nada.

            Se o PIX realmente for uma alternativa que as instituções adotem a um custo baixo, tem tudo para ser adotado em massa.

        3. Não tem como matar esses métodos, os bancos provavelmente conseguirão se integrar rápido já que são poucos….mas todos as outras empresas que se conectam aos bancos precisariam se adaptar ao novo protocolo.

          Mas acho que TED será igual DOC, ficará lá sendo irrelevante….e poucas pessoas usarão. Para o usuário final, não deve mudar nada ele estar presente ou não.

    2. Embora, pra mim, essa questão do dinheiro ficar preso seja um entrave claro do FB Pay, não vejo como sendo por si só um problema no quadro geral.

      O Ame funciona do mesmo jeito há algum tempo e tem sido adotado pelas pessoas de meu convívio, sem problemas. O que diz mais se vai dar certo ou não acredito que são as taxas cobradas e a abrangência no mercado.

      1. No Ame acho que isso não pega muito porque — até onde sei — a principal maneira de inserir crédito é via cashback. No Facebook Pay, espera-se que as pessoas paguem dívidas pequenas, façam vaquinhas, coisas mais mundanas e uma grana que não necessariamente será gasta em comércios que atuam dentro do WhatsApp.

        Imagine uma ida ao bar com um grupo de amigos (sdds) em que alguém paga tudo e o restante transfere depois sua parte. Se alguém transferir via WhatsApp, esse dinheiro ficará “preso” no Facebook Pay. Parece-me zoado.

        1. Opa, fiz uma atualização no post dos pagamentos do WhatsApp. Uma hipótese que não havia me ocorrido é do dinheiro sair de uma conta corrente para outra, ou seja, não existir o conceito de “crédito” na carteira digital do Facebook. Ainda não tenho confirmação de que é assim que funciona (embora faça sentido); estou tentando confirmar.

      2. O Ame eu já acho mais completo, porque ele oferece vários serviços dentro da plataforma, como pagamento e parcelamento de boletos, recarga, bilhete de ônibus entre outros que a gente usa no dia a dia.
        Então acho que por enquanto o FB Pay tá muito seco ainda.
        Agora, para empresas não vai mudar muita coisa, já que elas vão receber na conta da Cielo, assim como já é nas máquinas de cartão.

    3. Pois é, minha irmã viu a noticia e veio correndo me enviar. Ela tem lancheria e seria uma opção interessante pra receber pagamentos.
      Ai eu expliquei que não vai ser tão simples….

  15. O Gabriel Arruda compartilhou, no grupo de assinantes no Telegram, este artigo sobre monitores. É enorme, mas ali no meio tem uma dica de ouro para quem tem notebooks da Apple ou usa o macOS: desativar a suavização de fontes.

    Fiz o procedimento e foi mais ou menos como uma versão mais leve da mudança que senti quando coloquei óculos pela primeira vez para corrigir o astigmatismo.

    O autor do post também cita o Clear Type, no caso do Windows, mas esse ele recomenda deixar ativo.

    1. Tenho a sensação que com o “Clear Type”, as letras no Windows ficam bem mais nítidas (geralmente uso o auxiliar de configurações do clear type para tal – colocando mais para escurecer as fontes).

      Me soa mais nítido.

      1. Sim, a renderização de fontes no Windows é bem pior — isso dá para ver e o artigo explica. E quando a resolução do monitor é baixa, independentemente do sistema operacional, essas suavizações realmente ajudam.

    2. Complementando algumas dicas relacionadas:

      – Fracionamento: o autor comenta do problema na renderização de fontes ao se utilizar escalonamento de tela “não-inteiro”, em outra palavra deixar 100% ou 200% e não algo como 150%. Eu percebi uma melhora no Windows, mas talvez seja só um placebo ou o simples fato das letras estarem maiores haha

      – Fira Code: o autor do texto é o criador da fonte Fira Code, que tem como novidade o uso de ligações em símbolos. Acredito que praticamente todos os editores de código suportam esse recurso atualmente e acho bem agradável, especialmente linguagens que usam muito símbolos específicos como as funcionais.

      1. Ah sim, acabei não comentando essa segunda dica por um motivo bem “umbigocêntrico”: no meu MacBook, a resolução padrão bate certinho em 2x — 13,3 polegadas a 2560×1600, com aparência de 1280×800.

      2. alterei meu escalonamento de 125 para 200. nossa, me senti em outro mundo, em que tudo, de repente, agigantou-se. voltei para os 125 em prol da minha sanidade…

        1. Eu coloquei em 125% pra ver como ficam as coisas. Meu monitor é uma TV de 32′ fullHD, não é um “retina” (é “old school” segundo o artigo, abaixo e 100 dpi) display. 200% Me parece impensável de tão grande.

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