O inferno das opções de anúncios do LinkedIn exemplifica a falência da privacidade online

Logo do LinkedIn impresso e colado em uma parede de madeira.

Quando você acessa algum site que contém scripts de rastreamento e cookies de terceiros (basicamente todos eles), consente, muitas vezes tacitamente, em compartilhar seus dados com o site acessado e os vários terceiros donos dos scripts e cookies incluídos no código-fonte. Nunca reparou? Tudo bem, o objetivo é esse mesmo. O estado das coisas é tão caótico que até situações sem lógica ocorrem. Você sabia, por exemplo, que o LinkedIn coleta dados seus mesmo quando você não está logado na plataforma e até mesmo se você não tem uma conta lá?

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5 dicas para se preparar desde já para a Black Friday 2019

Mulher de casaco mexendo em um iPhone.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

Oferecimento:
Kabum

A Black Friday entrou no calendário brasileiro em 2010. Na época, o destaque de um portal anunciava: “Brasileiros também terão os descontos da chamada ‘Black Friday'”. O nome era estranho, mas àquela altura já conhecido do grande público daqui, graças às reportagens mostrando norte-americanos se estapeando em frente a lojas de departamento e carregando TVs e outros produtos nos ombros. E, após um começo conturbado, a Black Friday acabou conquistando seu espaço no calendário de consumo brasileiro.

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Como bloquear anúncios de sites para ter mais privacidade, bateria e dados no celular, e paz de espírito

Placa de trânsito vermelha com a inscrição "Pare" contra um céu azul.

Atualização (28/9/2026): Grande revisão do artigo para atualizar as recomendações de extensões e serviços.

Frustrado ao entrar em um site de notícias e ser afogado por anúncios e pop-ups? Não aguenta mais ver anúncios daquele tênis que pesquisou uma vez há semanas e até já comprou, mas que insistem em aparecer? Preocupado com anúncios que se parecem com golpes? Acha que seu celular está gastando muita bateria, ficando lento e/ou esquentando quando acessa sites? Se você respondeu “sim” a pelo menos uma dessas perguntas, a boa notícia é que dá para mitigar muitos dos problemas com a instalação de um bloqueador de anúncios.

↓ Pule direto para as dicas e recomendações.

Boa parte da internet gratuita se sustenta com anúncios. Você baixa apps, usa serviços e acessa sites informativos sem pagar nada e, para financiar a operação, os donos desses empreendimentos exibem anúncios que geram receita a eles e viabiliza os negócios. No papel, é uma troca justa. Na prática, a relação se tornou desigual (pior para o nosso lado) há muito tempo.

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/ano seis

Hoje o Manual do Usuário completa seis anos (viva! ?). De certa forma, é como se fosse o primeiro aniversário. Explico: pela primeira vez desde que fundei o blog, em 15 de outubro de 2013, pude me dedicar a ele integralmente.

Há um ano, estávamos — eu e o Manual — na Gazeta do Povo, jornal aqui de Curitiba (PR). Em dezembro, fui demitido por motivos que me escapam e, em paralelo, ficou manifesto o desinteresse mútuo em negociar uma tentativa de renovação do contrato do blog, que terminaria junto com 2018. Em janeiro, com o apoio do James e da Mad Pony, que hospeda e dá todo o suporte técnico à operação, já estava de casa nova, outra vez independente e, enfim, totalmente focado no projeto.

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6 posts para celebrar os seis anos do Manual do Usuário

Seis anos! Como parte das comemorações pelo aniversário do Manual do Usuário, listo abaixo seis destaques publicados nos últimos 12 meses.

A linha editorial deste blog é uma mistura de opiniões e reportagens. O formato blog, aliás, é legal pela liberdade que propicia — para testar, experimentar, despirocar. No sexto ano de operação, sinto que aproveitei bem essa flexibilidade do formato.

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Cuidado, sua smart TV está te observando

Silhueta de uma cabeça em frente a uma TV ligada.

Faz alguns anos que uma política de privacidade mal escrita da Samsung gerou a suspeita de que a fabricante sul-coreana estaria, por meio de microfones em suas TVs mais modernas, captando e processando conversas dos espectadores. Nunca se provou nada, mas três novos estudos descobriram que smart TVs — não só as da Samsung — estão violando a privacidade dos espectadores de forma mais silenciosa, mas não menos preocupante.

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A Apple quebrou o aplicativo velho e confiável que uso para editar podcasts

MacBook com a tela exibindo o macOS Catalina e seu wallpaper oficial.

Existe um universo paralelo ao dos apps caros de empresas como Adobe e Microsoft e gratuitos e super ativos, como os do Google. Ele é composto por trabalhos colaborativos de código aberto, aplicativos gratuitos, projetos de fim de semana e softwares de empresas que não se importam com eles ou nem existem mais. Por sorte, competência, amor à causa ou variações de misturas desses elementos, mesmo sem incentivos, dinheiro ou mesmo a mais básica atenção tais apps seguem funcionando indefinidamente, satisfazendo usuários em tarefas específicas por anos a fio. Até que uma atualização do sistema operacional aparece e os quebra sem nenhuma boa justificativa.

Os podcasts do Manual do Usuário são editados com duas ferramentas do tipo. O grosso da edição é feito com o Audacity, um editor de áudio de código aberto e totalmente gratuito. A interface é horrenda, mas ele funciona super bem. Após remover silêncios, atropelos e incluir efeitos sonoros, pego as faixas faladas e passo elas no Levelator. Também gratuito, mas de código fechado, ele é um desses programas que só dá para definir como “mágicos”: basta arrastar o arquivo de áudio para ele e, automaticamente, um algoritmo nivela todas as vozes, ou seja, as deixa no mesmo volume.

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Como o jogo mais popular do Brasil caiu nas graças do povo

Personagem de Free Fire em um local com palmeiras, de costas e fortemente armada.

No final de julho, centenas de milhares de brasileiros se ligaram no YouTube para assistir a uma mesma transmissão ao vivo na plataforma. Em dado momento, quase 800 mil pessoas acompanhavam, simultaneamente, a grande final de um campeonato de Free Fire, uma das maiores audiências da história da plataforma no Brasil, superior à de jogos de futebol badalados como a partida entre Corinthians e Racing pela Copa Sul-americana, que juntou 438 mil espectadores simultâneos no início do ano. Free Fire é um joguinho de celular.

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