Post livre #198

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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95 comentários

  1. Noto que reação política só ocorre quando calos de todos os lado são pisados.

    Não acredito que manifestações de rua são salvação ou mudança (2013 reverbera até hoje). Falta à “esquerda” o que a direita fez bem: vitalizar de forma simplificada suas intenções e tentar apelar a uma suposta “razão” que traveste uma emoção.

    O ato do Pérola Bigyton (das meninas que agiram para evitar abusos de um grupo religioso) é um exemplo, que remete ao tempo eleitoral do bolo com café na rua. Da tentativa pessoal de conquistar corações sem violência e sem emoção arrebatadora.

    Dado que a população no fundo gostaria era de estar no lugar do mamateiro, no final tudo é inócuo.

    Tenho visto uma pequena movimentação para as eleições do ano que vem na minha cidade, e vejo que no final vai ser o de sempre: a pessoa vai votar em quem prometeu algo pra ela de forma particular.

  2. 5 de novembro de 2019: todos às ruas para derrubar bolsonaro

    ou o povo derruba o Bozo ou o Bozo derruba a democracia

    1. Não vai adiantar nada.

      Bolsonaro derruba a democracia.
      Bolsonaro derruba a CLT.
      Bolsonaro derruba a previdência.
      Bolsonaro derruba o funcionalismo público.
      Bolsonaro derruba o Brasil.

      Nada acontece, feijoada.

  3. Tópico de animes da temporada.

    Avisando que:
    – “My Hero Academia” já está na Crunchy e tá valendo a pena.

    – “Hi Score Girl” provavelmente chega logo na Netflix (já está em exibição no Japão). E se busca um desenho animado gamer nerd romântico sem frescura, curta aí que vale a pena.

    1. Tô acompanhando My Hero por via pirata mesmo. Os sites e fóruns falam que esse é um dos melhores arcos da história. Só espero que não aconteça como na 3ª temporada, que baixaram a qualidade de alguns episódios enquanto faziam o filme.

      Já Hi Score Girl, tô ansioso pela 2ª temporada. Só esperando sair na Netflix Br. A dublagem é bem elogiada.

  4. Fui vencido.

    Tentei sair do Google e voltei depois de dois meses. Tentei usar o e-mail ProtonMail, sai do Google drive, etc.

    Nunca
    Achei um substituto à altura do Google photos por exemplo.

    Ontem alterei os serviços todos pro meu gmail novamente. Quem sabe no futuro tento de novo

    1. Poxa, que pena. O ProtonMail tem uma pegada um pouco diferente devido à criptografia; não acho que seja um substituto exato ao Gmail. Eu mesmo uso o Fastmail.

      Quanto às fotos, é realmente difícil. Acho que os mais próximos são o iCloud (se você tem dispositivos Apple, é bem sensacional) e o OneDrive, da Microsoft. Faz falta um serviço independente, mas os melhores que surgiram nos últimos anos definharam — em 2013, até comentei sobre o fechamento de um deles, o Everpix.

      De qualquer maneira, é difícil mesmo se livrar do Google. Uma boa estratégia é fazer isso aos poucos em vez de parar de uma vez.

      1. Bom dia!

        Sim, sei que você usa o FM, devo ter visto em alguma postagem sua. Eu pesquisei bastante até escolher o PM. E, realmente, eu estava tentando fazer uma migração gradativa para sair do gmail/google. Já uso o DuckDuckGo há tempos, por exemplo.

        Sou usuário mac/iphone sim e por um tempo usei o Fotos da Apple, mas o app do google me atraiu mais sempre. Aliás, pensei em abandonar as ferramentas do google apenas pela questão da privacidade mesmo.

        Obrigado por responder. Bom domingo a todos.

    2. Eu criei uma raiva tremenda da Google, mas é difícil abandonar gmail e Youtube. Eu sinto como se estivesse preso a empresa. Na real eu nem uso o fotos, acho meio porqueira porque ele reduz a qualidade da imagem e eu não tiro muitas fotos. O meu maior problema é ter que usar custom rom no celular sem o gapps (spyware). Um dia eu consigo mas por enquanto é o que tem.

      1. Se você costuma acessar o YouTube no computador ou celular, tem o Invidious, um front-end alternativo que permite usar o serviço sem comprometer tanto dos seus dados ao Google. Desde que descobri ele, passei a linkar todos os vídeos do YouTube no Manual para a página correspondente no Invidious.

  5. As vezes trago pautas de transporte aqui nestes comentários, e vi que no último “Bloco de Notas” (a newsletter do Ghedin, assine por aqui ;) ), o Ghedin falou sobre o Moovit, um aplicativo de roteirização e informações de transporte público.

    Sinceramente sou muito fã do Moovit e por um tempo tentei participar da comunidade de colaboradores (parte das informações abastecidas lá foram fornecidas por voluntários), mas vi que é muita guerra de ego e buRRocracia nisso, então fiquei distante.

    Para mim, o problema é que o Moovit não consegue parcerias com algumas operadoras de transporte locais. Estas operadoras geralmente tem parcerias com grupos empresariais, assim direcionando as informações para apps produzidos por estes, como o CittaMobi da Cittati / Empresa1 (que é o que acabo usando dado que a cidade onde resido só tem operação com os agregados desta empresa). O Moovit está desinstalado porque come bateria também :\

    Não tou falando que existem vilões e mocinhos aqui, mas como no final até na área de transportes existe uma competição e interesse para “fincar bandeiras” e assim ganhar dinheiro nem que seja na força bruta, sendo que no caso de transportes, poderia ser possível um sistema “aberto” similar ao usado em aviões para monitoria em tempo real dos transportes. Assim, haveria competição de apps, mas com algum equilíbrio.

    (Ow Ghedin e Guilherme, se em algum guia prático falarem sobre transporte público, se eu puder participar ou indicar uma pessoa para entrar na conversa, agradeço :) ).

    1. o único aplicativo de transporte que acho que vale a pena usar é o Cadê o Ônibus (em SP capital)…para quem anda de ônibus é sensacional, acessa o sistema municipal de ônibus e dá a posição dos ônibus em tempo real…não sei porque não é mais conhecido e porque não tem hype dele

      1. O cadê o ônibus nunca usei pois ele é voltado à cidade de sp, pelo que noto. Moro na região metropolitana, então preciso de algo mais abrangente.

        Como gosto de descobrir rotas , meu desejo era ver sendo desenvolvido um multimodal similar ao Moovit, mas sem travas regionais (ou que o Moovit retire as travas regionais)

    1. Eu uso e, olhando apenas para o número de vantagens, devo dizer que vale a pena sim. Agora se você vai usá-las é outra coisa.

      A assinatura acompanha um serviço de música, mas já uso o Spotify em um plano família e tenho várias playlists lá. As séries originais parecem interessantes, mas elas vão ficar disponíveis gratuitamente depois e eu mesmo só assisti um pouco de Mind Fields. As outras vantagens, como reprodução em segundo plano e picture-in-picture no Android são aquelas coisas que você só usa às vezes.

      Na minha opinião, continua valendo. Principalmente o plano universitário.

    2. Não. Você paga caro demais só pra não ver propagandas e continuar sendo rastreado. Sem falar do YouTube Music que é tão ruim que o chefe de design do app devia ser preso.

      Eu iria de youtube Vanced, que é basicamente um mod do app original sem propagandas e com tudo liberado.

      1. Usar essa versão (vanced) não tem nenhum prejuízo na usabilidade? Não tem risco do google bloquear minha conta? E sabe dizer se ele continua reproduzindo se eu sair da tela do app?

        Saber dessa versão me deixou interessado. Pra instalar é via .apk mesmo, não é?

  6. Ghedin, precisava trocar de smartphone e percebi uma mudança no comportamento dos YouTubers brasileiros. Eles pararam de “fazer parcerias” com lojas chinesas e passaram a referenciar links de lojas hospedadas na Amazon. Enquanto a Isabella do Ler Antes de Morrer informa aos espectadores que os links situados na descrição dos vídeos geram monetização para ela, no canais de tecnologia não encontrei essa informação!

    1. O sistema de afiliados da Amazon é mais “justo” que a média (computa os cliques e compras, e tem um cookie mais persistente). Dei uma olhada nas comissões que a Amazon está pagando e acho que também explica a preferência dos youtubers: 8% em “Outros”, que, imagino, é onde estão os celulares. A título comparativo, a B2W paga (ou pagava) só 3%.

      E é assim que a Amazon ganha a preferência dos youtubers, blogueiros e donos de site.

  7. Depois do post daqui do Manual sobre bloqueadores de anúncio resolvi testar o Adguard e gostei bastante. Aproveitei a promoção de Halloween e comprei a licença vitalícia de 35% para 3 dispositivos.

    1. Legal! Estava testando o AdGuard também, mas acabei voltando ao 1Blocker, acho que por comodidade/estar acostumado ao modo de funcionamento dele.

      1. Tentei o adguard, mas o tethering do celular parou de funcionar. Eu estava pensando em pagar até, triste =(

  8. tenho conta universitária no Apple Music então o Apple TV+ já foi automaticamente ativado aqui

    alguém mais acessou o serviço? achei péssima a maneira como ele está jogado dentro do aplicativo Apple TV. Não há uma seção separada pra ele, então ficam as produções do tv+ misturadas às dos outros serviços. A intenção é ótima — construir um aplicativo único — mas a execução ficou péssima.

  9. peço sugestões dos bancos digitais para abrir uma conta digital via app sem ter que ir ao banco e também que eu possa ter cartão virutal para compras digitais.
    obrigado pelo leitura.

    1. Até onde eu sei, todo banco grande deixa você abrir uma conta sem precisar ir até a agência. É a opção se você precisa de uma conta completa.

      Mas muita gente que eu conheço tem conta no Nubank. Apesar do saque pago, todos os outros serviços são gratuitos e você pode deixar seu salário cair lá. Tem cartão virtual mas, por não ser banco mesmo, alguns boletos não podem ser pagos.

      Esses dias ouvi falar do Neon. Achei bonitinho, parece funcionar como o Nubank e tem bandeira Visa, diferente da maioria. Vale a pena olhar.

      No aspecto dinheiro sou bem conservador, infelizmente (?). Não testei essas contas ainda, mas espero ter ajudado!

      1. Uso o cartão do nubank a 2 anos, e recentemente uso a nuconta. Tirando o custo do saque, que eu resolvo com uma conta corrente de serviços essenciais num dos 5 bancões, é excelente. Tem o Neon e o Next também. O Next ainda tem a vantagem de aceitar depósito nos caixas do bradesco, ou seja, economiza uns boletos pra transferir dinheiro pra lá.

        Não tive problemas com nuconta + conta-corrente básica até agora.

    2. Na empresa exigiram conta no Bradesco pra depósito de salário e eu optei por abrir via app, pois tenho pavor de burocracia.
      Deu tudo certo!

      1. Cara, precisei abrir uma conta no BB pra receber a bolsa de pesquisa, e fiz na agência. Tive que assinar tanto papel que eu me senti mal. Foram mais ou menos umas 40 páginas de papéis pra assinar.

        Sabe o pior? Depois de quase 1h assinando papel, o atendente foi escanear TUDO pra mandar pro sistema.

        1. o.O

          Eu fiz minha conta no BB pra receber a bolsa de pesquisa e foi online. Só passei na agência da universidade pra pegar o cartão.

          Isso foi em 2012.

          1. Hoje dá pra fazer pelo app, mas só soube quando estava fazendo a conta. Eu devia ter perguntado antes pra galera da turma. Também tive que cancelar o pacote porque eles não faziam conta de serviços essenciais. Se eu tivesse feito online já poderia ter escolhido.

            Resumindo, falta de informação te faz perder tempo e gastar papel.

    3. Existem alguns: Nuconta (Nubank), Next (Bradesco), Neon (vide “Votorantim”), Banco Inter, Banco Original (mas esses dois últimos eu nao tenho certeza se tem o cartão virtual).

    4. Neon é muito bom, tenho usado sem maiores problemas. O atendimento deles é excelente via chat.

    5. Banco Inter. Tem até câmbio, investimentos, e sem tarifas para os usos corriqueiros, inclusive saques em Banco 24h.

      Tenho conta há uns dois anos, sem reclamações.

  10. Vocês preferem possuir ou pagar para ter acesso a certas coisas ? como por exemplo música, você prefere ter o mp3/cd/vinyl ou simplesmente pagar o spotify e não esquentar a cabeça com isso ? Estava pensando sobre qual a melhor abordagem, delegar a responsabilidade por algo a alguém, ganhar mais tempo e consequentemente aproveitá-lo com outra coisa mais importante ou não depender de terceiros e ter controle sobre o que você possui.

    1. Acho que varia de caso a caso. Um audiófilo ou alguém muito fã de determinadas bandas valoriza mais a música do que, sei lá… eu. Há uma perda de propriedade quando se adota o streaming; por outro lado, ele traz comodidade. Idealmente, o melhor é ter as coisas, mas há outras batalhas que me são mais caras, por isso assino de bom grado o streaming para ouvir as poucas músicas que costumo ouvir.

    2. Acho que tem espaço para tudo.

      Música, na minha opinião, é o mais tranquilo porque a aberração de exclusividade em plataforma praticamente não existe agora. Para ouvintes casuais, como eu, o valor é vantajoso e é muito mais prático. Acredito que cópias físicas ficarão restritas à pequenos públicos, como os audiófilos.

      Não assino serviço de streaming de filmes. Assisto em média 4 filmes por mês e, para ter um acervo minimamente decente disponível, eu teria que assinar 5 serviços ou mais. Encontro o que preciso no Looke, Apple, Microsoft e na lojinha do Paulo Coelho.

      Mas a tendência é que tudo se transforme em serviço e a posse seja coisa do passado. Está sendo assim no conteúdo digital e os bens materiais estão indo pelo mesmo caminho. Já temos carro por assinatura! Apesar de a locação de carros não ser novidade, a linguagem mudou para refletir os novos tempos.

    3. em geral, prefiro a pirataria — a não ser quando pagar é simplesmente mais fácil de usar

      audiovisual, hoje, então, só no streaming

      livros físicos, por outro lado, ainda prefiro aos digitais, por mais antediluviano que isso pareça

      1. Sobre os livros, concordo. Tenho um kindle, mas só uso pra ler livros de ficção barata (lê, e depois joga num canto pra empoeirar). Qualquer coisa séria ainda prefiro ter o físico na mão. Gosto de passar as páginas, de ver a posição do marca-texto (ver o progresso), sentir a pegada do livro, observar a capa, etc.

        Sei que é algo bem subjetivo. Sinto que a minha leitura séria é mais efetiva com um livro físico. Claro, as 6″ da tela do kindle não ajudam. Se fossem 10″ talvez fosse melhor.

        1. eu sempre li bastante (ainda hoje leio bastante), pra mim o livro digital foi a melhor coisa que aconteceu…ainda tenho alguns livros físicos, mais por conta de serem clássicos e tal, mas hoje leio praticamente tudo no celular…e infelizmente, neste quesito sou refém da Amazon…apesar de achar que a Amazon é “evil”, eles não tem competidores na área de livros (digitais ou não), assim como em outras áreas….música, baixei praticamente tudo que gostava (não muita coisa) ainda antes do ano 2000, e de lá prá só ouço no celular, quando estou no transporte público…não conheço praticamente nade de música do anos 2000 para cá…

    4. Pirataria²

      E não conheceria muita coisa se não fosse por ela…É uma grande fonte de cultura.
      Além do mais mp3 é tão pratico! Basta eu colocar num pendrive e espetar no rádio do carro.

    1. Chromecast, google home, nest, agora a fitbit. Pouco a pouco o(a) Google vai se tornando cada vez mais pessoal. Não coloco o stadia na trupe, mas dá pra coletar uma boa quantidade de dados com ele (velocidade da conexão, localização, tempo de jogo, tipo de jogo, interações online, etc).

      Enquanto a maioria dos usuários não questionarem nem buscarem alternativa, isso vai continuar. Um dia tudo estará tão enraizado que não terá mais retorno.

      1. Eu tenho uma vaga lembrança de quando eu e meus amigos começamos a questionar se era bom aquele buscador lançar um e-mail e um navegador, se não era muito serviço concentrado em uma empresa só. Depois os smartphones se popularizaram no Brasil, o Google lançou seu sistema operacional, tive mais desconfiança… Agora me parece um caminho sem volta, ainda mais que uma geração de nativos digitais está chegando à idade adulta e não conhece o mundo de outra forma. Quem tem mais de 30 anos ainda estranha esse domínio de poucas empresas, mas e quem é mais novo? E se a gente que é mais velho aderiu em peso ao uso desses produtos, como esperar que os mais jovens sejam diferentes? Não sei, pode ser que as pessoas se tornem mais conscientes, mas vejo com pouca esperança nosso futuro em relação a isso… Ps.: meu primeiro comentário aqui :)

        1. Os últimos 20 anos trouxeram mudanças radicais no nosso modo de viver. E, sinceramente, mudanças quase inacreditáveis — apertar um botão em um retângulo no meu bolso e um carro aparecer na frente de casa? Uau!

          Acho aceitável que a gente tenha baixado a guarda e deixado de lado quaisquer questionamentos dado o deslumbramento que os avanços tecnológicos provocaram. Mas agora o fator novidade passou e o inacreditável virou rotina, e mais que isso, percebemos que essa tecnologia maravilhosa também tem efeitos colaterais preocupantes. Nesse sentido, acho que as novas gerações podem ter um papel importante em reequilibrar a balança e cobrar mais responsabilidade dessas empresas. E a nós também, os já não tão jovens.

          (Seja bem-vinda aos comentários do Manual, Vanessa!)

          1. Verdade, Ghedin. A conscientização dos usuários é essencial para que o público cobre mudanças. Mas o que me desanima é que muitos parecem cientes do problema só que é tão confortável dar algumas informações em troca de um serviço “gratuito”… Seguimos espalhando a palavra na esperança que isso mude um dia.

            E obrigada pelas boas-vindas, muito bom conhecer esse espaço com ideias tão sensatas. Parabéns pelo trabalho.

        2. Li teu comentário, mas a resposta do Ghedin foi muito boa, então não respondi D:

          Pesquisando hoje de manhã achei um cara chamado Zach Vorhies. Ele foi engenheiro de software pro google e saiu de lá depois de descobrir um esquema de censura usando inteligência artificial.

          https://twitter.com/perpetualmaniac

          Ghedin, se puder, faz um artigo sobre ele, por favor?

  11. Ghedin, posso abrir aqui um tópico para conversarmos sobre assuntos da newsletter “Bloco de Notas”?

        1. Ainda não, preciso fazer uma limpeza nos e-mails e diminuir a quantidade (tenho 5 atualmente) rs. Daí posso separar um pra me cadastrar.

    1. Cismei com a “certidão de nascimento blockchain”. Os caras querem enfiar o tabelão em tudo

  12. Dei uma olhada no Apple TV+. A apresentação é impecável, como era de se esperar, mas o acervo é composto apenas por exclusivos, o que significa que nesta estreia há apenas sete séries (duas infantis) e um documentário disponíveis.

    Pareceu-me mais um complemento do que um rival de serviços mais abrangentes, como os da Netflix e Amazon. Fiquei interessado na série do Snoopy e em For all mankind (embora tenha receio dessa última ser ufanista/propaganda).

    Meh.

    1. Estou aguardando Morning Show perder a exclusividade para outras locadoras.

      Esse For All Mankind nem sabia da existência, mas conferi aqui e tem espaço e aerosmith, coisas que me fazem chorar de emoção (Armageddon talvez seja meu filme favorito de todos os tempos).

    2. Pelo link que você postou no Twitter eu consigo entrar (iniciar uma sessão) mas pelo site da Apple ele apenas abre um “pop-up” para me cadastrar para receber novidades =D

      A Apple deve ter na manga alguns contratos, senão não vai vingar. Ninguém vai assinar, por mais barato que seja, um serviço de streaming apenas por exclusivos. Ok, talvez a Disney+.

      Ainda se rolasse um combo de serviços como o Prime.

    3. As que eu fiquei interessado não estão disponíveis.
      “Truth Be Told” com a Lizzy Caplam e o Aaron Paul vai sair só dia 6/12.
      “Servant” do M Night Shyamalan só dia 28/11

      =/

    4. Comecei a ver Dickinson com a minha esposa, e gostei muito do que assisti — apenas os dois primeiros episódios. O acervo não me incomoda porque estou interessado em quase todo o conteúdo, e quando terminar, se não tiver nada novo, cancelo até aparecer algo novo 🤷🏻‍♂️

      Mas quero comentar aqui algo que acho que não vai ser comentado por aí, a parte técnica do serviço. Está excelente até o momento, pelo menos aqui em casa.

      O primeiro episódio de Dickinson começou a tocar no segundo que cliquei nele, direto em 4K — pareceu até um arquivo local.

      Até o Netflix, que pra mim é exemplo de como fazer um serviço de streaming de primeira, tem um certo delay pra começar episódios e sempre começo com qualidade baixa pra depois chegar no 4K.

      Se essa qualidade técnica vai continuar nos próximos dias, semanas ou meses eu não faço ideia, mas o lançamento foi muito bom.

      1. Olha, aqui em casa (Porto Alegre, NET 240M tudo via RJ45) é assim com Amazon Prime e Youtube. Nunca testei Netflix no AP novo, mas ela sempre foi a mais lenta pra mim.

  13. Acabei de descobrir que existe um sistema de internet baseado em rádio amador chamado DAPNET.

    Imaginei que poderia existir algo assim. Bom saber que já existe este tipo de comunicação.

      1. Mas foi empate!

        Ontem o Inter entrou no primeiro tempo com um postura bastante defensiva que me lembrou os tempos de Odair, principalmente com a ideia de ter o Patrick como extremo/winger no lugar do Wellington. Parede também não dá resultado, nem na frente nem atrás. O gol só nasceu de uma assistência vertical do Guerrero pro Lindoso; e o gol deles saiu de uma falha coletiva (Zeca, Patrick e Moledo).

        Mudou bastante o cenário no segundo tempo quando saíram Patrick e Parede pra entrar Nico e Wellington, mas daí já tava no abafa + desespero. Mesmo assim o Guerrero conseguiu perder dois gols: uma na pequena área e um de pênalti. Sem falar do Nico perdendo mais um.

        Foi um empate amargo, mas não foi derrota, você se equivocou.

  14. Estreou semana passada a última temporada de Silicon Valley, a melhor sátira do mundo de TI que existe atualmente (o criador da série é o Mike Judge, só daí já dá pra imaginar o nível de sátira).

    A última temporada bate diretamente em dados pessoais e como as empresas do Vale do Silício usam eles. A primeira cena do primeiro episódio já remete ao Zuckerbergh depondo no senado americano. Vale muito a pena.

    Trailler: https://www.invidio.us/watch?v=qYHp-5h1y5o

    1. Hahahahaha, muito bom!

      Acho que perdi a temporada passada inteira, vou me por em dia para acompanhar. Obrigado.

      1. Confesso que depois que saiu o Eric eu fiquei meio assim com a série, principalmente porque eu não sabia o que eles iriam fazer com Jin Yang, mas porra, ficou muito bom.

    2. Rapaz, se eu não tivesse ido pesquisar o nome dele, acredita que eu ia confundir o diretor do Idiocracia com outro diretor?

  15. Vocês acompanham jornais locais, das suas cidades? Acho que a dúvida é mais para quem mora em cidades pequenas/não capitais. Embora eu more em uma, vez ou outra abro os sites dos jornais e publicações digitais da minha cidade-natal e de Maringá, onde morei. E no evento em Joinville, conheci o cara que criou O Mirante, um jornal digital local.

    Parece ser um esforço gigantesco para fazer algo de suma importância, mas que não é devidamente valorizado pela maioria.

    1. Eu moro em São Paulo capital e costumo acompanhar com certa frequência um jornal do meu bairro. Algumas reclamações e sugestões enviadas por moradores nesse jornal já surtiram bons resultados.

    2. Moro em Itapevi. Ajudei na construção de dois sites jornalísticos locais (“jornal da gente” e “Itapevi notícias”). Depois disso peguei raiva e trauma de jornais locais.

      1. sim, o rduirapuru.
        As vezes é meio sensacionalista, mas é um dos mais fortes.
        eles costumam resolver vários problemas da cidade.

    3. Deixei de acompanhar há muito tempo, pois o jornal da minha cidade tende a variar entre a irrelevância das matérias (coluna social) e o sensacionalismo (três dias falando sobre um acidente sem vítimas), temperado com muitos boatos, opinião tratada como notícia e erros de português. Não que a grande imprensa também não tenha estes problemas, mas dificilmente vejo algo de útil e relevante nos veículos de comunicação da minha cidade.

    4. Aqui em Sorocaba tem o Cruzeiro do Sul, mas nada além. Bem organizado, até.

    5. Eu ainda leio o Giro de Gravataí de vez em quando, cidade da RM de POA que eu cresci. Sem esse tipo de jornal a cidade não teria nenhuma cobertura. Eles ainda cobrem Cachoeirinha (vizinha) e Glorinha (um ex-distrito rural da cidade).

      Mas, como eu disse no outro tópico pro Ligeiro, tenho lido cada vez menos.

    6. Aqui em Santo André tem o Diário do Grande ABC e o ABCD Maior. Mas ambos não tem quase nada de notícia local, só replicam assuntos que repercutiram nacionalmente.

      O DGABC era enorme na cidade, tinha até versão física e rivalizava com jornais como a Folha e o Estadão (eu adorava a coluna infantil – o Diarinho – e os brindes que eles davam). Hoje eu sei que a gráfica deles fechou, e o site ficou bem fraquinho. Se não me engano, os donos se envolveram num escândalo de corrupção uns anos atrás, e isso acabou com o jornal.

      Já o ABCD Maior já foi, hã… Maior, mas hoje o site deles parece mais uma filial andreense do Brasil 247. Visitando a home deles agora, mais da metade tá ocupada de matérias sobre o Lula, e o resto é sobre sindicatos, programas sociais e o Deltan passando vergonha.

      1. Diário do Grande ABC é do Renan Maria Pinto.

        “Caso Celso Daniel”.

        Sem. Mais.

    7. Em Mogi das Cruzes (grande sp), o único jornal relevante é o diário de mogi. Alterna entre ser um assessoria de imprensa não oficial da prefeitura com coluna social e, vez ou outra, pega pra si uma causa que diz ser da cidade ou de um movimento mais amplo (mas que, na verdade, nem existe fora do jornal). Não vale a pena acompanhar pra além das informações de trânsito.

    8. Moro em Caucaia, apesar de fazer quase tudo em Fortaleza. O máximo que tem é uma página do facebook que manda notícias de vários outros municípios, intercaladas com uma ou outra notícia da cidade.

      Aqui tem pouca relevância. Inclusive descobri agora, enquanto pesquisava se tinha um site de notícias locais, que ontem um caminhão de lixo bateu no trem da cidade. Ninguém do meu círculo de conhecidos ficou sabendo.

      O que teve de “relevante” foi a “festa” em comemoração aos 260 anos da cidade. Trouxeram o “safadão” aqui e só ele custou 350 mil. O total de cachê das bandas foi 520 mil.

    9. A TV por assinatura só pega a rede nacional :/ mas às vezes entro em sites de mídias locais.

    1. Cara, eu preciso fazer um front-end bem básico aqui na empresa, apenas para mostrar os resultados de projeções. Por exemplo, o usuário define alguns parâmetros e executa um algoritmo de projeção que terá como resultado uns gráficos e tabelas.

      A gente começou a fazer server-side mesmo com Flask, mas não sei se vale a pena investir nesses frameworks de SPA como o Vue.js e tals. O mundo de front-end muda muito, difícil se localizar a partir das suas necessidades.

      1. Aqui não dá pra fazer o anúncio Porchat, apenas Porcomentário…

    1. Ótimo!
      Já assinava o MdU e migrei a assinatura pro PicPay. Utilizo o app pra várias coisas e concentrar mais uma nele é bastante prático (Catarse só usava pra assinar o Manual).

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