Post livre #195

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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152 comentários

  1. Um amigo meu sofreu infarto esta semana, bem no dia do próprio aniversário.

    Graças a Deus (costumo usar este termo por costume mesmo, digamos), foi um grandioso susto, ele já está de alta e em casa em repouso. Fez os procedimentos de rotina e aparentemente não é uma grande obstrução de artéria ou algo assim. Vai ainda fazer mais exames. Mas sinto que não foi nada demais.

    Caiu a ficha que nunca sabemos o dia de amanhã.

    E que eu ou qualquer outro pode sofrer algo que seja prejudicial demais. Um amigo meu, quase um segundo pai, faleceu ano passado em luta contra um câncer. Meu pai mesmo sofre com alcoolismo e já quase perdi ele (A história dele sempre falo que preciso um dia depura-la e entrar a fundo, mas sei lá. Há sujeiras que temo tocar.).

    Desejo a todos que participam do MdU que estejam bem consigo mesmo e com sua saúde física e mental ao menos razoavelmente bem. Saber de pessoas próximas que houve um mal sempre nos faz apertar o coração.

    Grato ao Paulo Pilotti e a Andressa Solio também pelas mensagens no twitter. :)

    1. A verdade é que mal sabemos do dia de hoje, quanto mais do de amanhã

      Boa recuperação para seu amigo e que realmente não passe desse susto.

      Fique bem, Ligeiro

  2. Vocês também notam que os mais jovens estão mais propensos a distração, principalmente com o smartphone?
    Conheço gente que fica uns segundos ocioso e já puxa o telefone só pra olhar notificação…, aí quando vê que têm já começa o bate papo….
    E outro que é teimoso hein…., fiz curso de TI, trabalhei 5 anos com suporte técnico e quer vir me dizer como as coisas funcionam enquanto admite que nunca instalou um Windows XP…..

    1. Tenho ansiedade, e de fato desde quando comecei a mexer com “gadgets” portáteis, sempre fui o distraído do telefone. É tipo cigarro: mexo para tentar controlar a ansiedade.

      No final todo meu entorno ficou com isso também, seja jovem ou velho. Claro que depende de como a pessoa lida com a tecnologia – existem tecnofóbicos e pessoas que ficam meio atrapalhadas a lidar ainda com tecnologias diferentes.

  3. Como o app HKmap.live difere de um app que mostra onde há blitz policial no Brasil?

      1. Sei que subjetivamente difere – afinal um bêbado irresponsável ao volante é MUITO diferente de um cidadão protestando em favor do separatismo – mas no preto & branco não tem como dizer que o Tim Cook agiu mal defendendo o banimento do app.

        1. Acho que difere mais do que subjetivamente. Se o problema fosse esse (e sabemos que não é), no mínimo a Apple teria que remover o Waze da App Store também.

          Além disso, é um grande equívoco ignorar as circunstâncias em que se deu a remoção do app. Afinal, está na “bio” do próprio Cook, no Twitter: “A questão mais persistente e urgente da vida é, ‘O que você está fazendo pelos outros?'” A Apple tem todo um discurso de rebeldia, de “ficar do lado certo” blablabá. É como dizem por aí — falar é fácil.

          É uma grande hipocrisia Cook apelar para um tecnicismo na tentativa de justificar uma ação claramente motivada por um ultimato de quem controla o segundo maior mercado da Apple. Seria muito melhor se ele tivesse mandado a real, que não tem escolha pois a Apple depende da China etc.

  4. Recomendo a edição do podcast Pela cidade sobre o efeito do airbnb no espaço urbano e a reação ainda tímida das municipalidades a essa ameaça. No Brasil, por exemplo, a discussão sobre regulação se limita ao debate da eventual taxação do airbnb como serviço hoteleiro e ignora o caráter excludente do aplicativo. Já há regiões em Nova Iorque em que já é virtualmente impossível alugar imóveis para viver!

    Aqui: http://www.labcidade.fau.usp.br/pela-cidade-5-o-airbnb-e-as-cidades/

  5. Ao pessoal que tira barba, qual aparelho/método usam? Todo aparelho elétrico ainda precisa ser complementado pelo barbear de lâmina para realmente ficar rente?

    1. Tenho barba rala e falha. Passo um Prestobarba barato ao menos umas 4 vezes aleatórias por mês.

      (já tentei usar elétrico e não deu certo)

    2. eu uso aqueles aparelhos antigos, então só compro a lâmina, gasto uns 5 reais por ano com esse método

    3. Uso um eletrico da Philips faz anos. Não fica tão rente, mas fica muito bom.
      Fazia a barba a cada 3 ou 4 dias, mas ultimamente to meio relaxado. Tenho deixado crescer um pouco mais e cortado com uma maquina de cortar cabelo.

    4. depois de muito (e bota muito nisso) eu cheguei à conclusão de que não vale a pena querer fazer barba rente…o que faço atualmente é passar um barbeador Philips elétrico uma vez por semana, deixando 3 mm de barba

  6. Não sei se acontece com outras pessoas, mas tenho dificuldade de ler os comentários no Post Livre no celular pelo fato do template do site ser muito… sensível, talvez? A não ser que eu role a tela com toques extremamente rápidos/suaves, ele “explode” abrindo o menu de resposta ao comentário tocado muito facilmente. Fazer a leitura com o celular só numa mão e rolando com o polegar então, é impossível – preciso usar o indicador da outra e ainda assim passo por isso com certa frequência. Acontece com vcs também? Não sei se é algo regulável, mas dos sites que frequento direto esse é o único que algo assim ocorre.

    1. Uso no Chrome (Nexus 4 – 4,5″ tela). De fato, na verdade para mim tenho que ser bem cuidadoso para não clicar em algo, seja em qualquer site. No MdU, inclusive nos comentários, vou normal.

    2. O máximo que acontece comigo é um toque acidental no botão de responder. Esse é bem sensível mesmo.

    3. Hmm… estranho, não tem nada diferente/mirabolante na programação do blog. O link de resposta dos comentários funciona como quaisquer outros.

      1. Falo por mim, já notei que o ideal para rolar a página na parte dos comentários é com o dedo direito. Se eu fico mexendo com a esquerda, o risco de clicar em um responder é alto. Aí abre a caixa de comentários e me perco.

  7. Eu não saco mais dinheiro por questão de segurança. No máximo deixo uns 20 reais na carteira pra emergências.

    E o Mercado Pago tá atropelando o PicPay em matéria de pagamentos (falo isso trabalhando na empresa que é dona do PP, inclusive). Recentemente eles integraram o Shell Box no app, e agora fizeram parceria com o Spoleto e Drogasil pra dar desconto na compra por QR code.

    1. isso é ótimo, quanto mais concorrência, melhor

      eu tb só fico com uns 20 reais por segurança, vai que preciso comprar algo em algum lugar que ainda não aceita cartão…

    2. Eu particularmente acho o PicPay em matéria de pagamento de boletos bem melhor que Mercado Pago. Alguns boletos o MP não consegue pagar, já o PicPay ainda não tive problemas.
      Sem falar na transferência de valores entre contas, no picpay nunca tive problemas, já no mercado pago sim.

    3. Aqui na cidade têm um app chamado Pila Digital que dá 20% em cashback. Uma porrada de lugares já aceita, mas por enquanto só uso pra abastecer.
      No geral eu uso o cartão de débito mesmo.
      Pelo menos em termos de pagamentos somos um pais muito avançado.

  8. Então, é 2019 e comprei um iPad (o 6, modelo 2018), com o intuito de usar para estudos no geral (ler e burriscar pdfs), ler quadrinhos, consumir mídia e tentar fazer uns desenhos com o lápis superprecificado da Apple. Algumas dicas de apps ~essenciais~?

    1. Manga Rock — baixa enquanto dá tempo, eles estão fechando o site em Setembro, mas o aplicativo vai continuar funcionando. Usando um VPN conectado em algum país como a Índia, você libera todos os mangás pra leitura.

      De resto, Apple Books pra livros, Reeder 4 pra RSS, Blink pra SSH e Mosh, Apollo pro Reddit, Mast pro Mastodon, DNSCloak pra criptografia de DNS e Marvel Unlimited se você gosta dos quadrinhos da Marvel.

      A suíte de aplicativos da Adobe funciona muito bem, e a caneta é excelente pra edição de fotos — é o motivo pelo qual eu voltei pro Lightroom, mesmo o Darktable lidando muito melhor com arquivos da Fuji.

      Pra notas e rabiscos, Bear ou Apple Notes se você tem a caneta, Ulysses se não tiver.

        1. Eles estão seguindo o exemplo da FAKKU e se legalizando, que eu acho uma ótima ideia.

          Finalmente vou ter uma forma de ler mangás oficialmente e de forma rápido, como o Crunchyroll fez com animes — eu sei que o Crunhyroll tem mangás também, mas a coleção deles é uma piada.

          Tem mais informações aqui:
          https://mrcomics.com

          1. Li o texto lá e achei interessante, apesar de sempre ficar implicado com a questão da briga do original vs. pirata e a questão moral (preciso tomar vergonha na cara e ler com calma o estudo da Andressa.)

    2. Aliás, esqueci de falar que ainda tenho que comprar o Apple Pencil.
      Tenho que garimpar para ver se acho um preço decente…

    1. Eita, era pra responder o tópico sobre black friday e não foi como resposta

  9. Estava lendo o r/Investimentos e deparei-me com a incrível ideia de pagar boletos com o cartão de crédito. Alguns apps, como Mercado Pago e RecargaPay, permitem pagar boletos com o cartão cadastrado na conta. E se for à vista (1x), não tem qualquer alteração no valor.

    O Nubank Rewards nunca fez sentido para mim porque, com o gasto que tenho, mal pagaria a anuidade, mas se colocar o aluguel no cartão… aí fica interessante.

    Alguém faz isso?

    1. Eu acho que sou a única pessoa — da nossa faixa etária — que saca dinheiro e paga boleto na lotérica.

      Não sabia que dava pra pagar usando o Mercado Pago. Será que ele aceita cartões de bancos de fora do Brasil? 🤔

      1. 3, juntando com o Ligeiro.

        Eu recebo em dinheiro muitas vezes. Outras em cheque. Então, quase sempre eu pega as contas pra pagar e levo junto quando vou receber e já pago no mesmo banco que eu desconto o cheque, por exemplo, ou na lotérica quando é em dinheiro.

        Quando eu recebo via Paypal (não recomendo aliás; taxas altas) eu mando pra minha conta no BB e pago pelo app deles. Mas é bem raro.

        1. Eu mantenho meu dinheiro fora do Brasil porque a empresa é registrada lá fora, aí tenho um cartão de débito/crédito conectado naquela conta que uso pra sacar e fazer os pagamentos.

          Eu poderia transferir pra uma conta do Brasil e aí pagar, mas as taxas são tão absurdas que é mais barato pagar as taxas do caixa eletrônico que fica na frente da lotérica e pagar ali mesmo.

          Desse jeito eu também evito pagar imposto de renda duas vezes, por erro meu — ou deles.

          1. Eu sempre deixei tudo no Paypal o maior tempo possível – se eles fizessem um cartão de débito seria o ideal pra mim – e uso diariamente o dinheiro que recebo em “numerário”. Queria muito que tivesse outro meio de pagamento, mas nenhuma agência de tradução usa outro que não o Paypal – quando muito depósito direto na conta do BB, via SWIFT code.

            Esse tipo de atitude é o que eu acho mais eficiente pra não gastar muito. Quando você vê (literalmente) o dinheiro indo embora da sua mão é bem mais fácil tomar decisões mais sensatas.

          2. Cara, recomendo fortemente o TransferWise.

            Você abre uma “borderless account” com eles, e eles abrem uma conta pra você aonde você quiser moeda — então você pode ter dólar em uma conta em Nova Iorque e Euro em uma conta da Alemanha, por exemplo.

            Ele funciona como se fosse um banco sem bordas mesmo, e pessoas podem fazer pagamentos pra você com transferências normais — elas transferem pro banco da moeda que você escolheu.

            Usei o PayPal por muito tempo, mas a conversão ridícula que eles fazem do dólar, as taxas abusivas e a forma com que eles tratam os clientes me fez procurar uma alternativa e, depois de cerca de dois anos com o TransferWise, não tenho do que reclamar.

            As taxas são super baixas, o dólar é o mesmo que a Siri me fala quando eu peço pra ela fazer uma conversão, e eles te dão um cartão de débito/crédito internacional.

            O bacana do cartão é que quando você usa ele pra pagar algo em dólar ou euro, você não perde dinheiro com IOF e conversão, por exemplo.

            Único problema que eu tive com o cartão foi que o iFood não aceita ele, o que acabou diminuindo meus gastos comendo fora, então talvez não tenha sido um problema?

            De resto, de fato, passei a economizar muito mais quando passei a sacar dinheiro. E quando o assunto é privacidade, dinheiro vivo é muito melhor do que cartão.

          3. Vou responder nesse comentário, pois “acabou” o responder no que você comentou sobre a Transferwise.

            A Transferwise me parece realmente comprometida em fazer as pessoas pagarem menos taxas e ainda ser transparente o quanto pagamos nelas.
            Só posso torcer para que chegue logo o cartão PRÉ-PAGO deles internacional para que possamos usa-los para compras.Como você conseguiu? Estou na fila de espera.

            Embora ele venha com o diferencial em taxas, a opção de receber euros,dolar,GBP em “contas bancarias” já tem há muitos anos em empresas como a Payoneer.
            A Payoneer é um e-wallet e por isso não tem como comparar muito com a Transferwise, porém já podíamos receber em diversas moedas, USD, GBP,EUR,AUD,CAD,JPY, de empresas no mundo todo.

            A Transferwise tem a vantagem de poder receber de pessoas físicas e empresas, vamos torcer para que chegue logo seu cartão, pois no momento só temos a Borderless Account.

            Abraço!

    2. Faço isso no PicPay com todas as minhas contas pra centralizar os pagamentos e ganhar mais pontos no Rewards, além de deixar o dinheiro rendendo mais um pouco na NuConta.

      Infelizmente não dá pra fazer igual a Rochelle e pagar o boleto do cartão de crédito com o cartão de crédito.

      1. Sugiro trocar o PicPay pelo RecargaPay ou MercadoPago (o primeiro cobra taxa em qualquer pagamento, os dois últimos não cobram em pagamentos à vista, como disse o Ghedin, até um dado limite no mês que no RecargaPay – que eu uso – é de R$ 1000, snme).

      2. pior que dá hein, kkk

        infelizmente já tive mês que não tinha todo o dinheiro pra pagar, aí paguei o que pude e o restante boletei e paguei nesses aplicativos, heheh.

        1. O que eu costumo fazer quando a agua bate na bunda é transferir o valor da fatura pra um amigo, parcelando no cartão. Aí ele me transfere de volta e eu pago a fatura com o saldo. Os juros saem bem mais baratos que o rotativo.

    3. Fique atento para os limites. O MP acho que são R$ 1000 por mês e o RecargaPay (ou PicPay) cobra uma taxa % em cima do valor do boleto, ao pagar com cartão.

      Eu faço isso com algumas contas de valor baixo (e banais, tipo fatura da Renner) e quando tem algum benefício (desconto no MP ou caschback no PicPay).

      Mas no geral acho que vale a pena sim.

      Outro dia eu paguei um boleto de depósito na NuConta com o app do Mercado Pago. Tinha um desconto de -R$10 para pagamento de boleto de mínimo de R$40. Gerei um nesse valor e paguei com outro cartão. ¯\_(ツ)_/¯

    4. Eu já paguei alguns boletos no mercado pago para ganhar os descontos, mas esses revés para conseguir alcançar a cota do nubank rewards nunca me passou pela cabeça…

    5. Eu faço, tenho centralizado todos os meus gastos no cartão de crédito assim. Acabo acumulando bons pontos no Rewards dessa forma. Claro, são necessários alguns malabarismos entre aplicativos, porque cada um tem as suas particularidades:
      – RecargaPay paga qualquer boleto sem taxa, até o limite de R$1 mil por mês;
      – Mercado Pago também tem o limite de R$ 1 mil, mas não são todos os boletos que são aceitos (vai na tentativa e erro);
      – AME também começou a aceitar esses pagamentos com cartão, mas apenas de contas de água/luz/telefone/GRU/etc. (sem taxas até agora);
      – PicPay cobra 2,99% no pagamento de boletos com cartão desde o primeiro real. A vantagem é que não há taxa quando se paga com o saldo. Isso, associado ao fato de ter muitas promoções de cashback no pagamento para amigos com cartão (caso em que não há taxa), possibilita uns “bricks” legais.

      1. Dica pra pagar com o PicPay sem ser taxado:
        – Carregue o saldo no PicPay igual o da conta que você quer pagar, usando o cartão;
        – Pague a conta com o saldo.
        -PROFIT!

        1. Sim, mas tem benefícios de cashback que só funcionam se pagar com cartão. De qualquer forma, às vezes até compensa o pagamento descontando a taxa + cashback.

        2. Nunca vi opção de colocar saldo no PicPay usando cartão de crédito.

    6. Eu faço isso, concentro todos os meus pagamentos possíveis no cartão de crédito com o RecargaPay (e sim, isso inclui o aluguel) e funciona perfeitamente!

    7. fiz algumas vezes que não tive dinheiro pra pagar toda a fatura, aí pagava o que podia, e o restante pagava com o próprio cartão de crédito, rs

    8. Olá, Rodrigo.
      Antes de fazer o pagamento de boletos com o cartão de crédito, veja se no contrato de seu cartão há previsão de cobrança de tarifa por esse serviço. No BB, por exemplo, há cobrança de tarifa, assim como há no saque feito da função crédito:
      “3.7 O PAGAMENTO DE CONTAS e os saques/retiradas em espécie realizados na FUNÇÃO CRÉDITO estarão sujeitos ao pagamento de tarifas específicas para esse fim, de acordo com a Tabela de Tarifas do BANCO vigente na data de liquidação da(s) obrigação(ões) e/ou compromisso(s).”

      Até mais! 👋😃

      1. Oi Flavio! Essa taxa, caso exista, só incide se o pagamento da conta for feito diretamente no cartão, não? Pelo que entendi (ainda não paguei nenhum boleto por esses apps), os MercadoPago e PicPay da vida atuam como uma espécie de “máscara”, ou gateway, e aí é como se o cartão estivesse sendo cobrado pelo MercadoPago/PicPay, não pelo emissor do boleto. Faz sentido?

        1. Ah, sim, entendi. Eu me apeguei mais à frase inicial de sua postagem (pagar boletos com cartão). Quando se paga boleto usando esses outros apps, acho que não tem tarifa alguma, pois na fatura não constará “pagamento de boleto”, mas “compra no PicPay”, por exemplo.

  10. Bom dia jovens, tudo bom com vocês nesta sexta-feira, dia de maldade?

    Preciso de umas indicações de teclado sem fio pra usar no trabalho. De preferência com aquelas teclas quadradinhas mais baixas estilo notebook (é teclado chocolate que chama?) ou similares.

    Teclado mecânico não vira pra mim por causa do barulho.

    1. Teclado “chiclete” hahaha.

      Recomendo o Dell KB216, uso no trabalho e é bem honesto!
      Também tem o kit KM636 (já tive em casa), que é um conjunto de teclado e mouse. Exceto a feature ~ wireless ~, é essencialmente o mesmo teclado…

    2. Qual a faixa de preço? Se preço não for um problema, o Magic Keyboard 2 da Apple ou o Modern Keyboard da Microsoft — aquele com leitor de impressão digital —, são excelentes exemplos de teclados chiclete.

      Se preço for um problema, os teclados da Dell — e os mouses — geralmente são muito bons. Usei o kit KM636 por um tempo e ouso dizer que o mouse do kit é um dos melhores que já usei — mas eu gosto de mouse pesado.

      Mas claro, nada bate teclado mecânico — pra mim. Um Anne Pro 2 com switch dampeners — não sei o nome desses trecos em português — seria o melhor dos dois mundos.

      1. Meu teto é 150, porque quero trocar o mouse também. Então, esses 2 primeiros não rolariam. Dei uma olhada no KM636 e curti bastante. Só falta achar uma Kalunga da vida pra testar pessoalmente.

        Teve um mecânico sensacional que vi na loja da Team One no Shopping D que quase comprei. Mas só de ficar 2 minutos naquele tec tec do teclado, já imaginei meu chefe me chamando de canto pra dar “feedback” pelo barulho.

        1. É, aí as opções ficam mais limitadas. Mas sinceramente, nessa faixa de preço, difícil achar algo melhor do que esse combo da Dell.

          O modelo branco, com exceção do logo da Dell — eu odeio logos nos meus periféricos —, também é muito bonito.

        2. Não caia na compra furada o Dell KM 636. Comprei um em uma promoção da Dell e acabei pedindo o dinheiro de volta.
          As pilhas duram menos de 30 dias e achei o teclado duro demais.
          Se procurar na internet, verá que esse problema das pilhas durarem pouco é comum e nem a Dell resolve. O máximo que ela faz é te mandar outro teclado, com o mesmo problema.

      2. Descobri recentemente o mundo dos teclados mecânicos e venho pesquisando modelos há algumas semanas. Você tem outras indicações? Como uso um MacBook Pro pra trabalhar, busco teclados bluetooth e com as teclas apropriadas (Command, etc.). Gostei do Anne Pro 2 mencionado acima, porém achei que o leiaute (60%) acrescenta uma barreira na memória muscular que desenvolvi ao longo desses muitos anos de digitação. Nesse sentido, acho que prefiro os tenkeyless. Outras opções que haviam me chamado a atenção são os modelos K1 e K2 da Keychron.

        1. Cara, difícil achar teclado específico para o macOS que não sejam os da Apple. O que eu fiz foi comprar o Anne Pro 2 e depois encomendei um set de keycaps da WASD.

          Mas se acostumar com um teclado 60% é bem de boa, na real. O mais difícil pra mim foi perder o costume de usar as setas no vim, mas acostumei a usar as teclas corretas (hjkl) depois de um dia de prática.

          Outra opção que usei um tempo, essa já com um layout mais padrão, foi o MK01B da Xiaomi, esse com cabo. Os switches são similares ao Cherry MX, e a qualidade do teclado em si é muito boa. Ainda está comigo, funcionando muito bem, mas prefiro o minimalismo do layout 60%.

          Os teclados da WASD são muito bons e o HHKB também. O problema do HHKB é o preço e a logo gigante que eles colocam no teclado, mas é um produto que vai te durar anos.

          Ah, e claro, se tiver dinheiro pra investir, procure um Model M da IBM. Quase consegui “roubar” um da firma um tempo atrás, mas o chefe chegou antes :(

          De resto, evite teclados “gamers” com que mais parecem árvores de natal piscantes e switches marrons são os melhores switches da face da terra.

          1. Ótimas dicas, obrigado!
            Você comprou o Anne Pro no Brasil ou importou? Venho tendo dificuldades em encontrar esse tipo de teclado em lojas nacionais e fico receoso de importar pelo risco de taxas.

          2. Comprei usado no OLX, mas tem muita gente vendendo ele novo no Mercado Livre.

            As keycaps eu importei, mas como o valor é pequeno, não tive problemas com a receita.

    3. Cara, não é chiclete, mas uso, na minha segunda mesa, um conjunto de teclado e mouse sem fio da Logitech, o MK220, e o teclado é bem confortável. Gosto mais de digitar nele do que no meu teclado da Apple da mesa principal. Não custa caro e as pilhas cerca de 1 ano.

    4. Uso um Dell no trabalho e gosto bastante. Ele é bem silencioso e não custou nem R$ 100 o kit sem fio com o mouse.

  11. pergunta sobre sites do promoções e Black Friday.

    por favor queria saber quais são sites de promoções confiáveis e como tomar cuidado com Black Friday que é tido como Black fraude por exemplo na loja física como saber se preço não é maquiado e não estão tentando me enganar?

    isso também vale para loja virtual, porque estou pensando em adquirir um smartphone tipo asus zenfone max pro (m1) ou mesmo faixa do preço do asus zenfone max pro (m1) no Black Friday, obrigado pelo leitura.

    1. Você tem que pesquisar muito antes. Alguns sites que comparam preços, como o Buscapé, mantêm um gráfico com o histórico de variação de preços em vários produtos. Veja lá, é um bom ponto de partida.

      Quanto às lojas, todo ano o Procon divulga listas de lojas picaretas. Prefira comprar em lojas mais conhecidas ou, se quiser arriscar em uma menos famosa, verifique antes no Reclame Aqui e fazendo uma boa pesquisa sobre ela.

      Apesar da fama, a Black Friday pode sim render alguma economia. As lojas se preparam o ano todo para conceder bons descontos. Obviamente sempre há preços do tipo “metade do dobro”, mas, como dito, com uma boa pesquisa é possível economizar.

    2. Sempre compare os preços das promoções em sites como Buscapé e Zoom. Acho que essa é a dica de ouro para identificar picaretagens.

    3. Acompanhe fórums como o do Hardmob promoções, só toma cuidado que esse fórum pode despertar o espírito gafanhoto de comprar só porque está em promoção produtos/serviços que nem sabemos se vamos precisar. :-D

    1. Eu tava lendo isso hoje de tarde. É o que eu sempre digo aqui: A Apple é uma empresa, ela preza pela privacidade e liberdade de expressão até o momento em que isso se tornar ruim pros negócios.

      A Blizzard, que não é mais a mesma empresa do W3 e D2 desde que foi comprada pela Vivendi e repassada pra Activision, baniu um pro-gamer e confiscou o dinheiro que ele tinha ganho em premiações porque ele estava se manifestando pró HK em redes sociais, assim, o PCCh “conversou” com a Activision e ele foi banido.

      Tem também a treta envolvendo a NBA e as transmissões pra China.

      Eu jogo um ARPG chamado Path of Exile. A GGG era uma empresa da Nova Zelândia e que foi comprada pela Tencent uns 2/3 anos atrás (ficaram com 80% da empresa) e nesses dias tá tendo uma série de ataques aos servidores deles por represália dos grupos pró China (ataques de DDoS principalmente).

      A coisa tá pegando entre HK/China e as empresas estão tomando o lado chinês porque business.

  12. sabe aquele ditado que prega que quem tem um backup tem zero backup?

    é verdadeiro

    aconteceu alguma coisa bizarra com minha fototeca do aplicativo Fotos, do macOS*, que simplesmente morreu. O arquivo da fototeca continuava lá mas eu simplesmente não conseguia acessá-lo de jeito nenhum.

    No fim, acabei tendo que formatar o volume e agora tenho apenas o “backup” (que rigorosamente não é um backup) no google fotos**.

    *OBS: eu SEI que aplicativos como o Fotos são os menos indicados para gestão de acervos fotográficos digitais, especialmente de grandes acervos. Mas não rola agora, por vário motivos, de usar algo como o lightroom pra isso.

    ** OBS 2: sim, eu sei, eu não devia estar usando google fotos. Mas um dia eu deixo a preguiça de lado e adoto uma solução menos invasiva de privacidade. Por ora, o google fotos salvou um acervo de 12 anos de fotografias.

    1. Curiosidade: por que aplicativos como o Fotos são menos indicados para gestão de acervos fotográficos digitais? Não seria o objetivo deste tipo de programa?

      1. sim, para acervos pequenos e pessoais o Fotos é excelente

        mas para grandes acervos e em situações profissionais normalmente se usa o Lightroom ou coisa parecida.

      1. Acho que sai barato comprar um HD portátil, mesmo que usado. Assim, pelo menos uma parte da cópia está na sua mão e na sua confiança.

        Coisas MUITO IMPORTANTES, poderia ter um segundo backup em pendrive (documentos, digitalizações, etc).

        1. Sim, não dá pra confiar só na nuvem. Preciso de um backup físico também.

      2. Rodrigo.

        Dá pra rolar uma matéria sobre viver sem usar esses apps invasivos?

        Principalmente sobre como configurar e usar smartphones.

      3. Uso um Nifty Minidrive para as fotos (ou, pelo menos, usava…). Provavelmente o arquivo da fototeca se corrompeu por causa do uso constante do MicroSD.

    2. tenho procurado um lugar para salvar as fotos até hoje do jeito que o google faz mas com menos invasão de privacidade até hoje

      1. Lá no passado o Google tinha o excelente aplicativo Picasa que organizava muito bem as fotos armazenadas localmente, mas aí surgiu o Google Photos e já sabem, né? RIP Picasa.
        Eu uso o Google Photos, mas também armazeno em HD externo e um terceiro backup no MS One Drive.

    3. Pergunta: o quão ruim em questão de privacidade é usar o Google fotos? Até que ponto preciso me preocupar e até que ponto é “””paranóia””” (com muitas aspas)

      1. Não é que ninguém lá dentro vai ficar estalkeando especificamente algum mero mortal como nós, já que a quantidade de usuários é gigantesca — quero dizer, sei lá…

        Mas não deixa de ser informação pessoal e privada em mãos de terceiros.

    1. Vamos a um mini review de alguém que não sabe fazer reviews:

      – Ele é bem simplório como um todo. Obviamente, a sensação É de algo barato. Não vejo problema nisso – para mim, é uma forma de afastar bandido.

      – A operação dele é “um botão apenas”: segura para confirmar, dá um toque para rolar para a próxima função.

      – Ele tem as seguintes (e teóricas) funções:
      * Caminhada – não consegui ver como fazer ele começar a identificar quando caminhar.
      * Batimentos cardíacos – diz que mede pressão também, mas sei lá. Não tenho conhecimentos técnicos o suficiente para dizer se o mesmo faz isso. Só vejo uma luz verde piscando.
      * Movimento – tem submenus com temporizadores para exercícios (como caminhada, pula-corda [tou indo pelo ícone]e agachamentos).
      * Info – Registro das últimas notificações (o relógio recebe notificações também). [Bug – ele pega notificações inclusive de coisas que não eram para serem notificadas, como grupos silenciados de zap por exemplo).
      * Além claro de configurações básicas.

      – Tem poucos temas visuais e não achei nenhum lugar que mude os temas do mesmo.

      – Uso um aplicativo chinês (urgh!) para sincroniza-lo e pegar os dados. Estranho é o relógio não aparecer na busca do bluetooth…

      Para mim, vale o custo benefício. É quase descartável, não preciso me preocupar se perde-lho (Tá, 20 reais é um custo considerável que eu poderia ter era feito uma doação aqui para o MdU já que penso desta maneira).

      Se quiserem, depois posto fotos no twitter.

    2. Eu comprei um Mi Band 4 via market place no Submarino. No fim das contas, saiu por R$ 49 (tinha um cupom de R$ 100 referente a léguas do cartão sub).

      O principal motivo pra comprá-lo foi o fato do meu celular ter algum problema no motor de vibração. Eu sempre perdia alguma chamada ou notificação importante por conta disto, já que não é viável deixá-lo sempre no modo com som. Agora a pulseira vibra para as determinadas notificações que eu configurei.

      Além desse problema que ela resolveu, agora tenho também um monitor de passos, sono e batimentos cardíacos. Já me peguei fazendo caminhadas só para chegar na meta estipulada (8k passos/dia). O despertador no pulso também é interessante, já que só me acorda e não quem mais esteja na cama (filho/esposa).

      No geral estou bem satisfeito. Até vale a pena comprar da China na faixa dos R$ 100

      1. Tenho um trauma de comprar da China. Demora e medo de cair na malha fina.

  13. alguém tendo experiências ruins com o macOS Catalina? para além dos aplicativos desativados, já discutidos em outro post, meu Macbook Air está muito lento e esquentando bastante, dando umas travadas sinistras. acredito que boa parte disto decorra do novo aplicativo de música, que por alguma razão consome 99% da minha memória sempre que está aberto… ridículo.

    1. Venho usando desde o primeiro beta público, e só tive alguns problemas bizarros com o iCloud, que duplicava pastas do nada — a Apple admitiu derrota e deu rollback no que estava dando problema naquele caso.

      No mais, quando saiu o release final, fiz uma instalação do zero — o recomendado para qualquer atualização de sistema operacional —, e está funcionando tudo certinho, tanto no MacBook Air (2018) quanto no Hackintosh (KVM).

      Mas tem muita gente chamando o Catalina de Vista da Apple, então né. Casos e casos.

      1. James, quando você fala que fez uma instalação do zero, devemos interpretar que você apagou todos os dados do PC, inclusive arquivos e programas instalados, e depois os recuperou com um backup? Ou esse “do zero” é aquela opção de “instalar novo OS, mas manter meus arquivos”?
        Abraços!

        1. Quando digo do zero, quero dizer que apaguei tudo, enchi o HD com zeros, criei o sistema de arquivos novamente usando uma senha de criptografia nova e instalei o sistema operacional.

          No caso do macOS, depois de instalar o sistema, eu faço quase todas as configurações na mão — porque nunca fui atrás pra aprender automatização no macOS, por preguiça mesmo.

          No caso do Ubuntu, como faço a reinstalação constantemente por N motivos, eu rodo um script que escrevi que configura tudo pra mim e deixa a máquina pronta pra uso.

    2. Uma coisa que aprendi nos 13 anos de uso ininterrupto da plataforma (e nos 20 que conheço e acompanho a Apple) é que grandes versões do sistema nunca estão de fato estáveis quando lançadas. É recomendável aguardar a até 10.15.1

      Outra coisa que aprendi nesses anos todos e se aplica a qualquer plataforma: Nunca faça instalação de sistema operacional por cima da versão velha. Já peguei vários Macs lentos de doer e bastou refazer a instalação do zero para que a máquina voltasse a funcionar direito.

      1. Nunca fiz instalação limpa no meu. Veio com o Yosemite (acho), em 2015. Não sinto ele lento e só de pensar em backups, restaurações e ter que reconfigurar tudo dá uma gigantesca preguiça.

        1. Deu sorte! Pessoalmente eu nunca fiz instalação por cima e, como disse no último comentário, já peguei várias máquinas lentas que bastou instalar o sistema do zero para voltarem ao normal.

          Quanto à preguiça de reconfigurar tudo, aí é que está a praticidade em usar Mac (e que me mantém na plataforma): Faça um backup do Time Machine antes de começar o processo, reinstale o sistema do zero e, ao final, restaure o backup. É um processo demorado, a depender da quantidade de dados, sem dúvida, mas é automático. Não tem que reconfigurar nada e, salvo por questões pontuais, todos os aplicativos voltam com as suas preferências no lugar.

          Geralmente quando faço, deixo a restauração rolando à noite enquanto durmo, então nem tempo eu perco.

        2. Meu Mac Mini veio com o Lion e só fui fazer uma instalação limpa quando passei ele pra minha mãe, no High Sierra.

          A lentidão dele era por causa do HD (ainda é) na hora de iniciar o sistema em si e na hora de carregar alguns aplicativos mais pesados ou jogos.

          O sistema em si, rodando Safari, iTunes e outras coisas, era bem rápido depois de carregado o “cold boot”.

          Isso ainda me soa muito mais como “processo legado” dos anos 90, tal qual desfragmentar disco na mão, do que algo realmente útil. Tudo bem, algumas fabricantes como a Lenovo (principalmente os Thinkpads) enche de bloatware o computador e faz necessário que se “limpe” o Windows antes de usar. Mas, via de regra, pra Mac/Linux, não faz muito sentido não (a não ser que você seja um experimentalista que instala e desinstala tudo o que vem pela frente deixando DLL, entradas no registro e mais um monte de associações de arquivos inúteis).

  14. Doces portugueses estão na moda na cidade de vocês?

    Aqui de uma hora pra outra começaram a surgir estabelecimentos dedicados a confeitaria portuguesa e pastéis de nata/belém em locais que não havia antes. Ou seria aqui epicentro de uma nova moda gastronômica?

  15. Alguém já viu Coringa? Verei neste sábado. Costumo ignorar filmes de heróis/universo de heróis (não gosto), mas tem tanta gente elogiando e falando mal ao mesmo tempo que despertou a curiosidade.

    1. Tava querendo ver hoje, mas deu preguiça. Mas até terça vejo, junto com Ad Astra e talvez bacurau, se encontrar alguma vivalma que não assistiu ainda.

    2. Assisti e gostei. Se ninguém lhe dissesse que se trata de um personagem de quadrinhos, passaria tranquilo como qualquer outro filme de drama muito bem feito.

    3. Vou assistir no sábado. A risada do Joaquin no trailer final me deu a certeza que esse Coringa vai destruir no Oscar. Desde sempre ele é meu personagem de HQs favorito, e, depois daquela aberração que foi o do Jared Leto, tô botando todas as minhas esperanças que o Coringa do Phoenix vai superar até o do Heath Ledger.

    4. Ghedin, vá assistir Coringa como se NÃO fosse um filme de um personagem de HQ pois o roteiro do filme não tem muita relação com os quadrinhos, enfim, vá sem medo (ou fique com medo das risadas sinistras do Joaquin Phoenix).

    5. Filmaço, para mim o filme do ano até aqui (com a ressalva de que eu só acompanho o circuito comercial rs).

      Também não sou de filmes de super-heróis, mas esse segue uma linha bem diferente dos avengers da vida.

    6. Gostei bastante, é um retrato cruel de doenças psicológicas e absenteísmo de políticas estatais. Tem um discurso meio perigoso ao final, mas creio que somos maduros para entender que é mais uma crítica que um chamado de apoio (aliás, cinema no sábado não é meio uma furada?)

      1. Fui sábado passado (final de semana de estreia do filme) e mesmo com a sessão lotada foi tranquilo. Claro, comprei ingresso bem antes. Galera estava tensa prestando atenção no filme hahauh

    7. É um filme acima da média com uma atuação monstruosa do protagonista.

  16. Iniciei essa discussão no grupo e vou trazer para cá: alguém manja de colchão?

    Fui visitar lojas na famigerada Teodoro Sampaio e fiquei assustado com o volume de bullshit: variações de quase 100% de preço em produtos similares de marcas diferentes, cada um com um revestimento “especial” diferente. Até o box da cama, vieram com um monte de blabla de pistão e quantidade de quilos. A cereja do bolo: sempre fazem conta na hora dos preços, vem com aqueles coisas de preço “à vista divido em 6x” e prazos de um dia ou dois.

    Eu, como sou magro e baixo, não sinto muita diferença testando eles…tem algo que eu deva me preocupar ou faz sentido pegar o mais em conta com mola ensacada?

    1. O problema de colchão barato é que a durabilidade é baixíssima. Não sei se o de mola ensacada sofre desse problema (nunca usei), mas os convencionais não leva dois ou três anos e já cria um buraco no lado que você costuma dormir.

    2. Mola ensacada + camada de viscoelástico.
      Pesquise antes pela internet.
      Com os vendedores, deixe apenas para discutir preços.

      Ficar a mercê de entendimento técnico de vendedores de qualquer coisa é bem complicado. Muitos sabem vender, mas poucos entendem do que vendem.

      1. Até o momento, não entendi muito claramente a vantagem desse viscoelástico e me preocupa que pode dar a sensação de calor (comparado a latex) e vou morar em um ambiente sem ar-condicionado.

        Aí você procura na internet é um monte de copia e cola do mesmo texto haha

        1. Viscoelástico esquenta bastante. Se você não AC no quarto, vai ser bem ruim de dormir nos dias mais quentes do verão BR. Eu tenho um e é horrível, passei o verão todo me borrifando com água gelada pra dormir.

          O do meu irmão é de mola ensacada sem VE e, apesar de esquentar com, o calor do corpo, é muito mais tranquilo de dormir no calor.

          O colchão mais “fresco” que eu já dormi foi o da minha finada avó, de água (na verdade, hoje em dia é uma “capa” de gel que fica por cima do colchão normal para evitar lesões em quem fica muito tempo deitado). Mesmo no auge do verão ele era agradável.

    3. Também tô atrás de um e não consegui me decidi ainda. Mas é muito legal ser um consumidor consciente em tempos de internet. Aprendi sobre densidade, tipos de molas e materiais. Inclusive o moço do canal de YouTube “Escolha Segura” explica bem direitinho a respeito do assunto, mas no fim tô bastante inclinado a comprar um que dá 100 dias para testar o colchão desses que vem na caixa (mesmo sendo bem carão).

      1. Isso é aquele Zissou (que me lembra o apelido do Zidane haha)? Ou está falando de outra marca? O único que achei mais em contas desses foi aquele da Mobly, o Guldi que parece legal…mas tudo me parece tão confuso.

        E bom mesmo os vídeos do Escolha Segura.

        1. Hahahahahaha. Não sei se é referência, mas tem Zissou aquele personagem de Bill Murray.

          E é ele mesmo, também tô bem confuso. Aparentemente ele é um clone da Casper (que tem excelentes reviews). O da Zissou infelizmente só tem opinião de influencers que ganharam o colchão de presente, o que não ajuda muito. Mas 100 dias pra testar passa uma certa confiabilidade no produto.

    4. Também não entendo, mas não esquece de um capa protetora para evitar estragar o colchão ao suar.

      Colchão Ortopédico não é bom?

  17. Pessoal, estou em um trilema e queria a ajuda de vcs:
    A dúvida é sobre streaming de música e podcasts, envolvendo app móvel e desktop.
    Inicialmente uso o Spotify que tem ambos os recursos. Só que o app desktop me irrita por sua lentidão ao iniciar. Em todos os SO é assim: Windows, Linux e MacOS.

    Busquei uma alternativa.
    Inicialmente, Apple Music. Abre rápido e funciona bem no MacOS. No Windows fica sob o peso do iTunes. Linux, nem pensar.
    Mas o fato de estar atrelado ao iOS vai me privar de recursos no futuro. Explicando melhor para quem não é ambientado no iOS: várias atualizações de recursos do Apple Music no iOS só saem para os novos iOS. Os antigos vão sendo deixados de lado aos poucos.

    Deezer: aproveitei que vem grátis na Tim e bem… Como o app desktop para Windows é lindo e rápido. Quase minimalista. Já mencionei que ele é rápido?
    Qualidade de música melhor que os dois acima.
    Porém, a parte de podcast ainda tá sofrível. E pra piorar, não permite playlist de podcast, algo que o Spotify adotou há pouco e que a Apple usa há milênios.

    Youtube Premium: tem o streaming de música e não tem propagandas no Youtube.

    Inicialmente pensei em usar o meu Deezer que vem grátis e pagar o Youtube Premium para obter os benefícios dos vídeos sem propagandas no celular.
    E aí teria que usar um podcast a parte (mas qual? pocketcasts? castbox? podcasts da apple?)
    Aí penso que teria 3 serviços, sendo que o Spotify faz quase tudo isso. Mas o app destkop é sofrível e me tira do sério.

    Enfim, fico nesse loop.

    1. Qual é o problema de ter um app de podcasts separado? Aqui uso Apple Music e o app de podcasts nativo do iOS e eles me atendem super bem.

      1. Vc já usa todo o ecossistema da Apple que já te entrega esses dois apps separados de forma nativa.

        Como eu usaria o podcasts e AM no Windows?
        *instalar itunes no computador do trabalho está completamente descartado.

        1. O Apple Music tem versão web — que é o que eu uso quando estou no Ubuntu —, já o Podcasts é só no ambiente Apple mesmo.

          Mas o Pocket Cast tem versão web, não? Ou o Anchor.

          1. Aproveitando aqui: como você guarda fotos na nuvem em um ambiente que não é exclusivamente Apple? Estava pensando que esse é um das coisas mais importantes que, hoje, me “seguram” no ecossistema da Apple. (Apesar de muita gente não gostar, o Fotos funciona redondo aqui.)

          2. No geral, eu uso o Fotos.app — e o iCloud.com quando estou no Ubuntu. Mas isso apenas para arquivos JPG ou fotos “finais”, num geral.

            Pra fotos em RAW, catálogos do Lightroom e afins, eu deixo em um servidor pessoal que fica em um quarto extra da casa — minha esposa chama de quarto de visitas, eu chamo de quarto dos servidores.

            Conecto nele usando o Hackintosh em rede local. Toda noite as fotos vão pra um outro servidor, na Alemanha, e esse servidor roda Nextcloud — aí do Nextcloud eu tenho acesso a fotos que não estão no Fotos.app pelo celular e afins.

            Se o Fotos.app for o que te segura no ecosistema da Apple, o Nextcloud é uma boa pedida. Eu rodo ele em um servidor lá fora porque uso mais pra fazer backup das fotos das clientes do que qualquer outra coisa, mas dá pra rodar ele em casa em um computador velho.

    2. Já pensou em usar a versão Web do Spotify? Acho super rápida, mas não sei se tem todas as funções da versão desktop.

      Uso a dobradinha Deezer + Overcast. Minha única ressalva é que o aplicativo para macOS do Deezer passou a ser apenas uma cópia da versão Web. O Overcast tem uma versão Web, mas não possui versão para Android.

    3. Quer um aplicativo pato? Faz tudo, porém, mais ou menos? Eu gosto da dupla Deezer + Pocketcasts, ambos fazem bem o serviço que prometem.

    4. No desktop (Windows) eu uso o Deezer e o Grover Podcasts. Ambos são rápidos e bons.

      No telefone eu uso o Deezer + BeyondPod porque são os dois mais leves que eu achei (e porque o Deezer vem com o plano da TIM).

      Recomendo essa dupla pra quem não tem nada da Apple.

    5. Resolvi esse problema da lentidão do aplicativo desktop instalando o mesmo no SSD, parece até um programa decente agora. O que ainda me irrita é que tem atualização dia sim, dia também.

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