Do Galaxy J aos novos Galaxy A: a evolução do smartphone intermediário da Samsung

Foto de divulgação do Galaxy A70.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

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Não é exagero dizer que a linha Galaxy J, da Samsung, é um grande sucesso da empresa sul-coreana. Em 2017, no Brasil, os incontáveis aparelhos da linha venderam 20 milhões de unidades, o que correspondeu a 42% dos smartphones vendidos no país. Os dados são da consultoria IDC. Apesar do bom desempenho, em 2019 a Samsung revitalizou a linha Galaxy A e lançou a Galaxy M, vendida exclusivamente via internet, a fim de substituir a Galaxy J. Diz o velho ditado que “em time que está ganhando, não se mexe”, mas o exemplo da Samsung mostra que se mexe no time sim se o placar estiver apertado do outro lado do mundo.

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Bloco de notas #3

Tweet: "Não sei se isto vai tweetar estou falando com minha geladeira mas que droga minha mãe confiscou todos os meus eletrônicos de novo".
A revolução será feita em geladeiras. Imagem: Twitter/Reprodução.

Uma menina avisou seus seguidores no Twitter que ficaria ausente da rede social porque sua mãe confiscara seu celular. Mandou a mensagem por um Nintendo 3DS. A mãe descobriu e confiscou o video game também. Dias depois, ela reapareceu na rede social tuitando de uma geladeira [Twitter, em inglês]. A história, descobriu-se após enorme repercussão, é lorota [BuzzFeed News, em inglês], mas uma lorota divertida e, convenhamos, absolutamente crível — não à toa, um monte de gente acreditou.

→ Isto me fez lembrar da geladeira inteligente que perdeu o acesso ao Google Agenda [Manual do Usuário]. Profético, escrevi na época (2015): “Ainda sentiremos saudade do tempo em que, você sabe, pais davam celulares a seus filhos na esperança de receberem em troca um pouquinho de atenção e amor. No futuro, geladeira inteligente será o mínimo”.

→ Nos Estados Unidos, alguns donos de fornos inteligentes da June relataram que eles ligaram sozinhos no meio da noite e pré-aqueceram a mais de 200º C [The Verge, em inglês]. Em caso de incêndio, dá para chamar os bombeiros pelo Twitter da geladeira?

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A tecnologia prometia diminuir a desigualdade entre brancos e negros, mas periga aumentá-la ainda mais

Homem negro sentado em uma sala de reuniões de empresa.

por Guilherme Felitti

Este Tecnocracia começa com uma explicação básica para quem não viveu a era da fotografia analógica: nas câmeras do tipo, a foto era “impressa” pela luz em um filme fotográfico, que ia se enrolando a cada pose tirada num tubinho. Os filmes não eram praticamente infinitos como os cartões de memória de hoje; cada um tinha entre 12 e 36 fotografias. Acabadas, o fotógrafo tinha que tirá-lo da câmera e deixá-lo em um estúdio fotográfico, que usaria máquinas caras na época para “transformar” aquele filme em imagens de papel.

Basicamente, as máquinas liam a imagem no filme, imprimiam ela no tamanho que você queria e um sujeito, por fim, colocava as fotos em um pequeno álbum. Procure na casa dos seus pais ou avós e você deverá achar um monte desses álbuns com capas medonhas (a Fototica, uma época, colocava uns peixes lisérgicos na capa) e uns adesivos constrangedores para colar nas fotos.

Esse foi o modelo que durou mais de 50 anos. A partir da década de 1940, quem quisesse montar um estúdio fotográfico precisava comprar os equipamentos e o papel fotográfico onde o filme seria impresso. Junto com o filme fotográfico, a Kodak, maior empresa do setor e case da líder que foi destruída pela própria petulância, mandava também um cartão colorido chamado Shirley Card. O Shirley Card estampava uma mulher sorridente e maquiada, olhando para a câmera, cercada de quadrados com mais de dez cores, dos tons de cinza às cores primárias. Era com ele que os donos de estúdios calibravam as máquinas que faziam a revelação — era preciso fazer pequenas alterações para garantir que o amarelo que saía nas fotos era o amarelo mais vivo possível.

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Como o Twitter fomenta o ódio e instiga o que há de pior em nós

Montagem com o Pe. Fábio de Melo no palco segurando o pássaro (logo) do Twitter em uma das mãos.

Nem os representantes divinos no plano terreno serão poupados no Twitter. Na quinta-feira (8), o padre cantor e tuiteiro de carteirinha Fábio de Melo abriu a rede social para reclamar da saída de presos condenados por filicídio no Dia dos Pais. Foi execrado. No dia seguinte, ele anunciou sua saída do Twitter. Em sua última mensagem lá, o padre disse:

Agradeço muito o carinho que sempre recebi aqui. Eu me divertia muito com vocês. Obrigado pelos amigos que fiz. Rezem por mim. ?

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Em nome do lucro, o YouTube abriu os portões do inferno da desinformação

YouTube com o sinal de parar no lugar do play e visual escuro.

por Guilherme Felitti

Em uma manhã de novembro de 2007, eu estava sentado no confortável sofá do hall de um destes hotéis de luxo da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, esperando para entrevistar um dos sujeitos responsáveis por essa mídia chamada internet.

Rápida recapitulação: a internet como conjunto de redes conectadas que formam uma única rede global foi criada por um norte-americano chamado Vint Cerf. A “internet” como a mídia onde a gente passa horas e horas do nosso dia (ou seja, a aplicação que roda sobre a junção das redes), conhecida como web, foi inventada por britânico chamado Tim Berners-Lee.

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Por que apago meus tweets antigos

Vários passarinhos do Twitter, alguns semi-transparentes passando a ideia de que foram excluídos.

por Rob Horning

Nota do editor: Desde que comecei a apagar meus tweets, o assunto tem chamado a atenção de alguns amigos e colegas. Foi tema de um podcast aqui e, embora a minha motivação não seja exatamente igual à do Rob, que assina o texto abaixo, compartilho de vários dos seus argumentos. Em nota relacionada, a ferramenta que usei para apagar todos os meus tweets, o Cardigan, deixará de funcionar a partir de 1º de agosto devido a mudanças na API do Twitter. Achei a ocasião oportuna para publicar este relato.

Comecei a apagar meus tweets antigos. Isso é algo que tenho a intenção de fazer por algum tempo, não por qualquer razão em particular, mas por um senso geral de higiene digital — parece uma boa ideia desmantelar arquivos de materiais pessoais que estão abertos ao escrutínio de algoritmos de aprendizado de máquina e outros adversários. É impossível saber quais conclusões a nosso respeito podem ser derivadas de algum processamento agregado do que na época pareciam ser piadas aleatórias, trocas casuais e links compartilhados.

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EaseUS celebra 15 anos distribuindo prêmios diários

* Texto de responsabilidade do anunciante.

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EaseUS 15 anos.

Nesta semana, o Manual do Usuário está sendo patrocinado pela EaseUS Software, empresa que desenvolve soluções de recuperação de arquivos, gerenciamento de partições, transferência de dados e backup e restauração, e que está comemorando 15 anos de mercado.

O destaque do portfólio é o EaseUS Data Recovery Wizard Pro, um aplicativo para macOS e Windows que promete recuperar arquivos apagados da lixeira. Ele trabalha com memórias internas (HDDs e SSDs), pen drives e cartões de memória.

A interface se baseia em assistentes (o “wizard” do nome) que guiam o usuário no processo de recuperação. Basta selecionar a memória desejada na tela inicial e apertar o botão “Verificar” para iniciar a varredura. Após a análise, os resultados identificados pelo app aparecerem em uma árvore de pastas similar ao Finder/Windows Explorer. Aí basta selecionar os arquivos que se queira restaurar e apertar o botão “Recuperar Agora”. Note que todos esses processos podem ser lentos, independentemente da velocidade das suas memórias, e as chances de recuperação de arquivos variam — mesmo exibidos na listagem de recuperáveis, alguns podem estar irremediavelmente corrompidos.

O funcionamento do EaseUS Data Recovery Wizard Pro deriva de uma característica das memórias digitais. Ao apagar um arquivo, o sistema operacional apenas “esquece” que ele está ali. Os dados em si permanecem na memória até que esta parte seja reescrita por outros arquivos. Este aplicativo vasculha esses trechos ainda não sobrescritos e tenta recuperá-los. Por isso, após uma exclusão acidental, é importante que não se use a memória onde os arquivos perdidos se encontram, pois isso aumenta as chances de recuperação.

A versão gratuita do EaseUS Data Recovery Wizard Pro recupera até 2 GB de arquivos. Para conjuntos de arquivos maiores, é preciso comprar uma licença, que custa US$ 89. Em celebração ao seu 15º aniversário, a EaseUS está distribuindo prêmios diários com base em uma “roda da fortuna”. Visite o site promocional para participar (em inglês).

Infográfico da roda da fortuna da promoção dos 15 anos da EaseUS.
Imagem: EaseUS/Reprodução.