Post livre #185

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106 comentários

  1. [espero que vejam essa mensagem]

    Pessoal!

    Muito obrigada pelas sugestões sobre os temas a serem abordados na seção de pirataria do MdU!

    Infelizmente não tenho como abordar a questão do pessoal dos camelódromos a não ser através de estudos já realizados por pesquisadores que conviveram com os vendedores – neste momento não tenho como me engajar em uma pesquisa mais direta (entrar em campo, ser aceita pelos vendedores, ganhar confiança deles, etc.). Mas o assunto é realmente muito interessante.

    Mais uma vez, agradeço as contribuições!!!

    Andressa

      1. É, né? Fazer um apanhado dos estudos que falam dessas práticas pode ser legal.

        Valeu, Fábio!

  2. Alguém já leu sobre a política de privacidade do Unsplash ou alguma matéria a respeito? Não lembro se aqui no MdU já foi comentado e estava curioso pois é um repositório imenso de fotos e não encontrei uma versão paga (ainda não criei conta, só explorando o site pelo que da sem registro) e outra coisa que fiquei curioso é se eles compactam as imagens ou eles mantém a original (tipo o flickr).

  3. meu notebook dell (um vostro 5470), o qual ia celebrar 5 anos de atividade no ano q vem, acabou de pifar de um jeito q eu acho q não tem mais solução por um bom preço no reparo…
    não queria comprar mais aparelhos dell, pq o pós venda deles, pra mim, foi terrível em dois momentos: com esse dell mesmo no início e, agora, com um outro q eu tenho aqui mais novo tb com defeito (se tirar ele da energia, ele liga sozinho e, por conta disso, não dá pra sair com ele de casa…).
    vcs sugerem alguma marca?
    um lenovo seria legal, mas não achei um q fosse o ideal pra mim.
    até cogitei comprar um iPad Pro, q teria outros usos pra produção musical bem interessantes (e apenas por isso compensaria pelo valor dele q é altíssimo), mas eu tb preciso de linux (estudos de linux, docker etc) e windows (principalmente por conta do pacote adobe)…
    esse meu dell custou menos de 2 mil na época e me atendia MUITO BEM, apesar da idade (um SSD resolveu o problema dele, uma nova placa wifi e mais memória)… agora algo equivalente tá bem mais caro, tipo uns 4 mil…

    1. Sinceramente acho que o pós venda no Brasil é difícil. Tem gente que tem sorte, e tem gente como tu, que acaba tendo problemas. Prefiro sugerir que ou vá de Dell de novo ou teste outros equipamentos que lhe agradem.

      Se parar para pensar, a maioria dos equipamentos hoje tem o mesmo fornecedor, geralmente a Foxconn. São baseados em projetos similares, então não tem muita escapatória.

      Infelizmente, PCs / Notes novos estão acima de 2 mil reais, isso falando de i3/ i5. E dado o que imagino seu nível de trabalho, teria que ir de i5 ou i7, que já chega no preço que tu falou.

      Outra coisa que eu poderia sugerir é ir atrás de reviews que você julgue confiável. Difícil, mas não impossível.

      Em último caso, dependendo do seu orçamento, prefiro sugerir que compre um equipamento usado de empresa remanufatureira.

      1. vou tentar achar a peça q preciso usada (vi q tem muita gente vendendo os restos desse aparelho aqui e ali no mercado livre) e substitui-la se der… comprar outro, agora, vai ser muito difícil. só se não tiver saída mesmo…
        a dell furou feio comigo duas vezes: com o vostro 5470 furou com muita gente e eles não deram o braço a torcer e enrolaram demais as pessoas… eu mesmo tive q trocar a placa de wi-fi, eles se recusaram a fazer, apesar do defeito q todo mundo q comprou reportava.
        esse dell novo q eu tenho aqui eles se recusaram a me atender na garantia pq eu não tinha mais o hd original… e o problema não tem nada a ver com o hd. inventaram essa pra não atender os clientes. o equipamento é desses q vc só se tem um parafuso pra trocar. mas se vc trocar a peça e deixar de tê-la consigo, perde a garantia! é ridículo, nem nos termos de garantia consta isso… vou ter q ir à justiça e isso é um saco.
        de todo modo, grato pelas dicas!

        1. Que estranho, a questão de enrolarem é meio que comum entre as empresas, principalmente em linhas de produtos mais baratas, mas se botar pressão eles até trocam de notebook.

          Eu por exemplo tinha um Dell Inspiron 5XXX (não lembro ao certo) e tive problemas com ele (com a Dell trocando um monte de peças dele) durante um ano, e quando estava para acabar minha garantia, entrei em contato falando que se não resolvessem o problema dele dentro de uma semana, entraria com processo em pequenas causas e no procon, ai eles me pediram 4 dias para me darem uma alternativa e depois desses 4 dias me deram duas, ou eles me reembolsavam (acredito eu, com base na minha nota fiscal) ou eles me davam outro notebook Dell Inspiron 7XXX (dois anos mais novo, tinha o valor de mercado duas vezes mais caro que eu paguei e o dobro em “desempenho” em quase tudo – tela, memória, processador) e claro, fiquei com a segunda opção e vendi para montar um Desktop :)

          ..como eu disse, se não rolar Dell, vai de Lenovo ThinkPad (modelos X ou T) nem que seja usado.. eu só voltaria para Dell se fosse para a linha Latitude ou XPS pois o resto deles não dura muito não..

          1. acho q vc pegou um momento em q eles estavam mais dispostos ou flexíveis. dessa vez, comigo, não teve opção nenhuma. mas vou processá-los. e, se tudo correr bem, vai sair caro pra eles, pq era só fazer o reparo, só queria isso e nada mais, pq estava dentro da garantia…

          2. Fabio faria o mesmo, odeio comprar algo que no final me da dor de cabeça, acho que isso pega mais que o produto em si e espero que consiga. Meu primo já trabalhou na Dell e ele falou que eles lançam linhas de produtos sabendo que estão com defeito, mas o custo para consertar a linha toda é maior que a quantidade de pessoas que reclamam ou processam, então uma coisa você pode ter certeza, eles já tem essa grana do processo separado só esperando você entrar com o processo ;)

        2. Eu nunca tive nada da Dell, mas, já ouvi reclamações de pessoas com o mesmo problema seu.

          Meu pai teve dores de cabeça e pesadelos com o pós-venda da Sony pra trocar um Sony Vaio com problemas.

          Uma amiga minha passou por um martírio com a Apple na época dos Macbooks brancos. Chegou a ficar 45 dias sem computador porque a assistência da Apple em POA não arrumava o HD dela.

          Eu tive sérios problemas com o pós-venda da Philco numa TV de 32 uns 4 anos atrás (veio com um risco na tela e eles não queriam trocar a peça).

          Ou seja, pós-venda é loteria (ao menos no Brasil), e parta do pressuposto que todos são ruins e só funcionam quando se vai ao PROCON ou JEC. As vezes rola de arrumarem via ReclameAqui, mas não são todas as empresas.

          1. loteria total! já fui muito bem atendido pela logitech (atendimento exemplar mesmo e q relatei aqui na troca de mouses num período de 3 anos). da microsoft tb consegui alguma ajuda com teclado defeituoso apesar de um furo q eles deram com um mouse deles q comprei de fora do país e não davam garantia por isso… mas não hesitaram em devolver valores pagos nos equipamentos defeituosos sem possibilidade de troca.

            agora, a dell… dançou comigo. meu próximo equipamento mais parrudo daqui uns anos (ou se ganhar a ação q vou entrar contra eles) será de outra marca (lenovo, provavelmente). e não teve alternativa pra mim: estou precisando muito de um notebook por conta de vários compromissos e comprei um da Asus q achei por preço razoável: o X510UR. tamanho bom, peso bom (eu ando muito e peso na mochila é sofrível) e tela q parece ser muito boa para as edições de imagem. ficou um valor acima do q paguei nesse da dell, mas parece melhor do q ele era na época dele (2015). vamos ver se o equipamento é bom mesmo e como será na hora dos problemas.

    2. Eu tive esse mesmo notebook, troquei no fim do ano passado por um Samsung NP350XAA (sério, o que se passa na cabeça das pessoas que nomeiam notebook e TV?). Não é nada de outro mundo, mas o Vostro também não era rs.

      As desvantagens para o Vostro 5470 são: tela grande (15,6″), acabamento todo em plástico, não tem sensor de digitais.

      Vantagens: teclado numérico, resolução full HD, tela antirreflexo, acesso fácil ao HD e memória para upgrade. De resto, é bem parecido, incluindo o ângulo de visão terrível da tela.

      Comprei com core i7, placa de vídeo dedicada e 8gb de RAM, foi 2600 reais. Só troquei o HD por um SSD e está com um desempenho bom. Talvez com core i5 e menos RAM dê para baratear um pouco.

    3. Já que não foi muito bem de Dell eu iria de Lenovo, mas a linha ThinkPad que, pra mim, é a única que realmente dura deles (tinha um thinkpad x220 de 2011 funcionando normal mas acabei vendendo esse ano para comprar outro).

      1. achei um pouco caro… realmente são duráveis, pq eles tem uma construção feita pra durar mesmo, pq são para ‘trabalho’. fazem muitos elogios ao teclado deles e realmente seria bom por isso, mas tem umas brechas q pra mim pegam: tela ruim, sem gpu de dicada…

        1. Realmente, a questão de GPU pega, agora, sobre a tela não senti muita diferença para os dois Dell que eu tive, pra falar a verdade estou satisfeito com ele (melhor que os Dell Vostro que tem no meu trabalho).

      2. Concordo com ir direto na linha Thinkpad. O meu é um Ideapad 320 com placa gráfica e tela full HD, até funciona bem. Só é muito ruim pra jogos 3D, porque o cooler não dá conta. Somando a isso a saída de ar colada na dobra da tela, em resumo, é um dos piores projetos de arrefecimento de ar que eu já vi.

        A tela é bem ruinzinha também. O Full HD ajuda a diminuir o cansaço ocular, mas a reprodução de cores é uma das piores que eu já vi rs. Inclusive uso o Calibrize pra dar um jeito nisso. HD, mesma coisa de sempre, precisa trocar por um SSD pra resolver.

        Bateria com 2h30 de duração, teclado bem confortável, áudio legal, 2 USB só. Acho que é isso. Como eu uso mais como “desktop móvel”, o único problema é a pouca quantidade de USBs. Toda a linha Ideapad 320 da Lenovo é assim.

        Melhor pagar mais e pagar só uma vez.

    1. Mas isso não é pirataria e a indenização não se baseia em direitos autorais. É uma questão de uso indevido de imagem e danos morais (pelo aborrecimento que o meme causou/causa ao senhor da foto).

      Não dá confundir as coisas.

    2. Vi bastante no face esse meme lá pros anos de 2012, jurava que era o Seu Madruga……

      “Ele requereu ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o registro da marca “te sento a vara” e chegou a comercializar produtos com a foto em sua página…”

      Acho válido esse processo, além de usar a imagem indevidamente e querer lucrar em cima dela, ele alegou que achou essa imagem num banco de dados gratuito!!!

        1. Na época do meu primeiro serviço como “webdesigner”, o meu chefe pedia para escanear imagens de um catálogo de produção Royaltie Free (nunca soube se ele tinha o cd ou contrato do catálogo) para fazer sites. Nunca gostei deste procedimento.

          Isso quando não era para copiar o layout de algum outro site que o cliente gostava.

  4. Estavamos entre 6 amigos numa janta ontem…. churrasco e cervejas….
    Estavamos a comentar sobre aplicativos que nos escutam para direcionar propagandas e relatamos uns aos outros vários casos….
    Para fazer um teste nada empírico combinamos de falar sobre ‘capacete’ durante alguns segundos.
    Hoje pela manhã um deles envia um print do Facebook com propagandas de capacetes no Mercado Livre….

    E ai, vocês acham que essas empresas nos escutam ou com certeza?

      1. CumbucaGate mandou um salve.

        Já fiz esse teste no trabalho com uns amigos, mas falamos de arco-e-flecha pra caçar javalis.

        Dito e feito: Depois de algumas horas, arco-e-flecha em todo lugar. E até que tinham uns preços bons, viu! ;P

    1. mas vcs são motociclistas?
      vc chegou a ver aquele doc ‘privacidade hackeada’? no início dele um professor pergunta se os alunos acham q estão sendo ouvidos pelos apps por passarem por situações parecidas como essas q vc contou e todo mundo levanta a mão e tal. a impressão q eu tive é q ouvir as pessoas é desnecessário, pq as empresas têm tantos dados sobre vc q conseguem prever o seu comportamento com alta precisão e, com isso, indicar coisas do seu interesse. vcs nunca se interessaram por capacetes antes q tenha gerado algum tipo de pesquisa?

  5. Saudações direto da cidade mais fria do Brasil (supostamente) – Curitiba!
    Como vocês vão?

    1. com invejinha de frio porque agora começou a fase mais bosta do ano em bsb, a seca desgraçada

      de 11-16:30 você parece estar num air fryer

    2. estou ótimo!

      semana que vem começa segundo semestre da faculdade, voltando a correria…

  6. Texto interessante do Craig Mod sobre softwares rápidos

    https://craigmod.com/essays/fast_software/

    Olhando aqui para minha situação, uso poucos softwares que poderia considerar como rápidos. De cabeça, diria apenas o telegram (e nem tá tão rápido quanto já fora). O Office é lento, o que uso da Adobe é lento, o que uso da Autodesk é lento, navegadores são lentos, webapps em sua maioria são lentos… (o gmail, pelo amor…)

    1. Office até o 2007 era rápido. O LibreOffice (o penultimo) era lento demais.

    2. Muito bom o texto! Agora fico mais tranquilo ao saber que a lentidão do Google Mapa não é um problema exclusivo do meu celular.

    3. Vários. Editor de texto (o Bloco de notas do macOS), Tweetbot, Safari (tããão mais rápido que outros navegadores), até o meu editor de texto é bem ágil comparado a um Photoshop da vida (uso o Pixelmator clássico).

      Velocidade é um fator que considero muito antes de adotar um software. Lembra do Notation, que desenvolvi com o Alison Robson para ser um “Notational Velocity para Windows”? Era absurdamente rápido. No Windows também tinha o IrfanView, que era praticamente instantâneo.

      1. Eu estava usando o Safari no Mac Mini (mid-2011 com 12G de RAM) e ele era rápido (mais do que o Chrome), mas no mesmo tom do Firefox no Windows (sem SSD).

        Vai ver a grande diferença é o SSD no final das contas.

      2. O IrfanView é espetacular, uso desde quando você falou sobre pela primeira vez. Outro que gosto muito pela velocidade é o Sumatra PDF, não entendo como alguém tolera o leitor da Adobe. Gostaria de encontrar um navegador rápido, a mim, Firefox, Chrome e Opera parecem (lentos) iguais no Windows.

    4. meu email é lento, mas é aceitável por causa da criptografia, tirando esse que dá pra perceber bem a lentidão, os outros tem quase a msm velocidade

  7. tem um tempo que tenho procurado sair das garras do Google, mas como uso Android tenho uns entraves, um deles é o calendário, não uso muito mas de vez em quando é útil, mas o jeito de tê-lo multiplataforma longe do Google é extremamente complicado e difícil / chato, a não ser que vc pague um fastmail que vem junto, mas essa semana percebi que o email tutanota (cirptografado) agora suporta e vc tem acesso pelo aplicativo no celular e na web, fica a dica.

    1. Eu tenho um telefone Nexus, então acho “impossível” escapar do Google… :3

      Mas falando sério, não tenho tanta informação relevante. Então deixo rolando.

      Preciso é me reorganizar na questão de e-mails e demais dados. Tenho muito login e email criado que preciso revisar.

    2. Bom dia,

      Por coincidência essa semana tenho feito uma pesquisa exaustiva sobre privacidade. Também tomei a decisão de deixar o google, email que me acompanha desde que foi lançado (15 anos?).

      Avaliei vários provedores de email dentre eles o Fastmail, Tutanota e Protonmail. Acabei optando pelo protonmail. Em setembro eles vão lançar a ferramenta de calendário deles. Pago, 5 dólares.

      Tem apenas duas coisas no Google que ainda não descobri uma alternativa: Google photos com seus algoritmo de tagging, etc e planilhas e docs que uso 100% online já há um bom tempo.

      Tiago

      1. cheguei a testar o proton mail, mas ele é mais caro que o tuta e tem a estética tb, é mais fácil das pessoas entenderem do que Protonmail, rs

        sim, Google photos é difícil de bater, o único concorrente a altura é o do iPhone, mas como não tenho… e sobre as planilhas, não rola usar a da Microsoft?

        1. Pois é, mas aí entra na questão da privacidade né. Será que a MS também não usaria meus dados?

          Vou acabar usando somente local e criptografando tudo antes de mandar pra nuvem. Ainda estou avaliando isso. O que já decidi foi a migração do email e VPN. O protonmail tem um domínio alternativo que pode usar @pm.me e sempre tem a opção de adicionar um personalizado também.

  8. Alguém aqui tá assistindo “Years and Years”? Eu vi a série e fiquei esperando chegar o posto livre pra vir comentar no lugar que eu acho que tem mais a ver com essa série.

    1. Eu assisti a série The Boys no Amazon Prime e gostei muito, quem tiver Prime vale dar uma conferida.

  9. Pessoal, estou interessada em saber qual assunto vocês estão interessados em ler na coluna da pirataria do Manual. Me dêem dicas sobre o que escrever pls

    1. mas seria o que exatamente? dicas de como sair ou como funciona? se for o primeiro seria legal falar do just watch, serviço que indica onde encontrar séries e filmes em todas as plataformas online

    2. Talvez seja batido, mas sobre pirateados que defendam a pirataria digital
      O maior nome que conheço é o Paulo Coelho, não sei quem mais relevante defende (ou não é contra, ou não condena ou etc).

    3. gosto de artistas que trabalham com temáticas próximas às da pirataria digital

      uma das obras que eu mais gosto, por exemplo, é a do aram bartholl (e, em particular, dos seus dead drops)

      o que acha?

      1. Gabriel,

        Desculpe a demora em responder! Eu achei maravilhosa sua sugestão! Com certeza irei estudar esses casos! Não sei quando escreverei sobre, mas penso que nos próximos meses. Mais uma vez, obrigada!

    4. Seria legal saber sobre o partido pirata europeu (o q tem feito e se perdeu espaço para os avanços da extrema direita) e como andam as investidas do partido pirata brasileiros q estava tentando se oficializar.

      1. Sobre o PIRATAS brasileiro eu cheguei e entrar num GT deles uns 2 anos atrás e tem muitos problemas de entendimento interno. Muitos acham que eles são libertários e quando entram e percebem que eles são progressistas (e esquerdistas) querem mudar todo o estatuto do partido e isso vira uma bola de neve que joga todo o trabalho deles pro buraco.

        O partido já tem a certidão de inteiro teor (que indica dirigentes em 9 estados e a sede em Brasília) dos 101 membros fundadores.

        O que pega é que pra se oficializar você precisa de assinaturas. O número varia de eleição pra eleição porque ele se baseia em um percentual: é preciso 0.5% dos válidos pra deputado federal na última eleição e esses assinaturas precisam ser colhidas em 9 estados e devem equivaler a 10% do eleitorado destes estados. É nesse ponto que o PIRATAS está hoje.

        Existem meio mais fáceis de conseguir as assinaturas, contudo, eles envolvem o despachante eleitoral que “caça” as assinaturas (ou tem um banco de assinaturas pronto pros partidos usarem).

        Na Europa não sei muito como anda a situação. Em 2017 eles tiveram uma votação expressiva na República Tcheca (quase 11% dos votos) e esse foi o melhor desempenho eleitoral do partido no mundo.

        1. parece o entusiasmo com o q eles propunham deu uma diminuída e se eles forem identificado e associados com a esquerda, aí q não vai mesmo… nesse clima populista não sei se eles conseguiram abrir caminho…

          1. O entusiasmo continua relativamente o mesmo, nós (sociedade) é que estamos mais absortos em coisas muito mais pesadas no nosso dia-a-dia.

            Eles não se identificam, a priori, com a esquerda e se dizem progressistas. “Problema” é que defendem causas como liberdade de imprensa, direitos humanos, desarmamento, igualdade de gênero, LGBTQ etc. Daí já viu, no Brasil de hoje (e no mundo, porque não) isso é causa de “esquerdista”.

            Ah sim, eles tem sérias críticas ao capitalismo e ao consumismo.

    5. uma coisa q sempre tive vontade fazer foi entrevistar os caras q vendem os dvds piratas. eles vendem MUITO, é impressionante. parecem ter tomado o lugar das locadoras até. não tenho interesse em saber do esquema de como o dvd pirata chega até e tal, mas saber o q esses caras pensam da vida, de como ganham a vida etc… em são paulo tem muito e na rua augusta, tradicional pelos cinemas de rua, tem uns caras q fazem um trabalho de MUITA qualidade e os filmes q vc vê em cartaz no espaço itaú de cinema estão lá na barraquinha do cara num dvd com capinha bem bonitinho e tal, mas nitidamente piratão.

      1. Um amigo meu do colégio fez muita grana com dvd pirata. Comprou carro à Vista e construiu a casa dele.
        Tudo bem que depois chegou processinho penal, mas parece que caiu como crime de menor potencial ofensivo

        1. De fato todo processo de pirataria cai no “Menor potencial”.

          O problema maior da pirataria é um ciclo de subornos e vistas tortas de alguns.

          1. É mito pensar que enriquece rápido assim.

            O problema é na questão da lei. Dado que crime é crime, um agente legal se aproveita disso, se é que me entende.

  10. O Manual do Usuário é um blog extremamente rígido no quesito de privacidade. Sempre me impressiono com os olhos de águia do editor de trazer à tona diversos problemas de privacidade que nos deparamos (muitas vezes sem ter nem noção) nos aplicativos e serviços a fora.

    Nunca vi passar nada no filtro do editor. E por isso me decepcionei essa semana ao ver que nada foi comentado nem postado no blog sobre a gigantesca falha de privacidade no serviço da Apple (no caso, a Siri).

    O que houve? Adoraria saber da opinião do editor sobre isso. Caso não tenha ficado sabendo, segue link da matéria no The Guardian: https://www.theguardian.com/technology/2019/jul/26/apple-contractors-regularly-hear-confidential-details-on-siri-recordings

    1. Esta notícia coincidiu com uma mudança na linha editorial do Manual do Usuário, ou na maneira como cubro assuntos aqui. Até semana passada, isso teria ganho um tweet/post no Telegram. Não mais. Repare que não estou postando notinhas ao longo do dia nesses canais.

      Sobre a notícia, é relevante e lamentável que a Apple não tenha alertado seus clientes dessa possibilidade antes de ser forçada a isso por terceiros. Espera-se esse tipo de postura de uma Amazon ou Google, mas da Apple, que levanta a bandeira — e em grande parte faz um bom trabalho — de defesa da privacidade dos seus usuários, não. Foi decepcionante, diria.

      No modelo atual, o assunto será comentado amanhã, na newsletter gratuita do Manual. Se ainda não assina, recomendo que o faça: https://manualdousuario.net/acompanhe

      Obrigado pelo elogio, Vinicius! :)

      1. Não tem como saber se faz um bom trabalho porque tudo é fechado, escondido. Esse episódio já mostrou que não merece confiança nenhuma nesse quesito.

        Poxa, as notinhas no Telegram era uma das minhas coisas favoritas. Que pena que acabaram.

        1. Eu realmente senti falta das notinhas no Telegram. Era muito bom porque me mantinha atualizado durante o trabalho. Deixarão saudades :(

        2. A Apple tem um verniz que nos diz que ela se preocupa mais do que a média com a privacidade. Isso não quer dizer, contudo, que ela de fato não coleta e vende dados pessoais dos seus usuários para uso próprio e com identificação; ou mesmo que em um futuro próximo ela não colete e venda esses dados para as empresas da loja do macOS e iOS.

          Se o código é fechado, não tem como auditar externamente.

        3. Uma Siri de código aberto preveniria escutas? As frases são processadas na nuvem, logo, precisam ser transmitidas e decodificadas em servidores da Apple. Ali dentro, o fato de o código ser aberto ou não tem alguma relevância? Veja, eu preferiria usar somente aplicativos de código aberto, mas não há alternativa viável que entregue o nível de comodidade — diria até um nível de comodidade mínimo para os padrões atuais — que as soluções fechadas da Apple e do Google.

          De qualquer forma, a Apple acabou de anunciar a suspensão do programa e que, quando retomá-lo, o tornará opt-in. Deveria ter sido assim desde o começo, mas é melhor que nada (leia-se Google e Amazon).

          1. Um processo aberto tornaria pelo menos tudo transparente. Não precisaríamos esperar algo “vazar” pra sabermos o que acontece, pra depois ter que continuar confiando na empresa (que, assim como as outras só quer dinheiro) dizendo que ela é boazinha e não vai usar nada.

            O fato é que quando o código é fechado, tudo que você pode fazer é confiar na empresa. Esse episódio mostrou que ela não é o anjinho que diz ser.

            Sobre assistente de voz em si, existe opção aberta, mas ainda em estágio inicial (o mesmo problema de falta de investimento). Se chama Mycroft.ai

            E outra, fugir da comodidade em prol do respeito ao usuário não é justamente um dos pilares que prega? Não vejo a relevância do que você disse nesse caso.

            Eu não creio que alguma empresa com fins lucrativos vai nos oferecer a melhor alternativa zelando por nós. Tudo é feito apenas e enquanto seja lucrativo. A Siri era a assistente “mais burra” porque não usava nossos dados, mas agora a gente sabe que usava. Detalhes técnicos inclusos ou não, estávamos errados.

          2. @ Matheus Fantinel

            Repito o que questionei acima: se a Siri tivesse o código aberto, o que garantiria que, no servidor, a Apple não estaria direcionando algumas frases dos usuários para revisão por humanos? Eu não manjo de programação, mas imagino que seja possível fazer isso mesmo em uma estrutura 100% de código aberto.

            Você inevitavelmente precisa confiar em terceiros, ou viver em sociedade se torna impossível. Vale para software, vale para a comida que você come, os meios pelo qual se transporta, para a sua saúde. Eu vejo a transparência como uma das ferramentas de que dispomos para fortalecer a confiança, não para substituí-la. Uma sociedade em que a confiança é substituída por mecanismos de transparência está fadada ao fracasso — e há exemplos de sobra, do bitcoin na vida real a ficções como o livro/filme O Círculo.

            No caso da Apple e de qualquer outra empresa, outra grande ferramenta é a pressão dos investidores, dos usuários, da imprensa. Temos também os rebeldes que expõem as más condutas, como foi neste caso. Não dá para esperar uma situação utópica em que todos agirão dentro do esperado, simplesmente porque esse “esperado” não é um alvo fixo, é algo que varia de pessoa para pessoa. Vivemos um turbilhão de jogos de poder (na concepção foucaultiana), quer goste ou não.

            E outra, fugir da comodidade em prol do respeito ao usuário não é justamente um dos pilares que prega? Não vejo a relevância do que você disse nesse caso.

            Nunca rejeitei por completo a comodidade. Se sim, o Manual do Usuário seria inviável e o meu estilo de vida, também. O que proponho aqui é que a comodidade, ou a conveniência, não deve ser o principal argumento na hora de escolher o que usar, porque acredito que vivemos um tempo em que a comodidade/conveniência tornou-se uma tirana praticamente irresistível — tem quem argumente melhor que eu sobre isso.

      2. O que mudou exatamente na linha editorial, Ghedin? Só a questão das notas?

        Desculpa se a pergunta for meio incisiva, mas tem algo a ver com o tom mais “agressivo” dos posts desde o início da era pós-Gazeta?

        Não que eu tenha me incomodado, já que a qualidade deles continua ótima como sempre (só aquele da “moedinha” do Facebook me deu um desconforto de leve, mas whatever). Mas vi algumas discussões de pessoas apontando essa mudança de tom por aqui.

        1. Semana passada eu mergulhei em uma bad vibes depois daquele texto do hackeamento do Moro. Embora ainda ache o meu argumento correto, concluí posteriormente que errei a mão na abordagem e no trato com os leitores. Acho que foi o ápice de uma escalada de agressividade motivada por uma frustração generalizada que, de alguma maneira, contaminou a mim e à linha editorial do Manual do Usuário. Falarei disso em mais detalhes na newsletter dos assinantes, no próximo dia 7/8.

          Para contornar isso, resolvi pisar no freio. O texto do hackeamento, por exemplo: eu tive a ideia, escrevi e publiquei em uma manhã. Isso não é “Slow Web” e ficou claro que é um ritmo incompatível com o que proponho aqui. Atribuo também esse mini-burnout que tive ao Twitter. Estava acessando ele com muita frequência e pelos terríveis apps oficiais. Aquilo é uma máquina de fomento ao ódio. Não dava mais, então resolvi suspender ao máximo o uso do Twitter — o Telegram era uma consequência do Twitter, então acabou afetado também. Estou escrevendo um texto sobre isso, de como o Twitter faz mal, para o blog, ou seja, para todos e não apenas assinantes.

          Note que nada disso significa que ignorarei pautas espinhosas daqui em diante, apenas que darei o tempo necessário para que elas amadureçam e saiam com um tom mais afinado com o estilo do Manual: contestador sim, sempre, mas ao mesmo tempo leve, respeitoso e aberto ao diálogo.

          1. Eu acho extremamente nocivo abrir diálogo com liberal/libertário que defende abertamente o chamado ultra-capitalismo e as ramificações do neoliberalismo, o que é o caso da maioria dos leitores da Gazeta que por ventura acabam nos comentários do MdU.

            indo mais além, é exatamente por conta dessa ideia errada de que se deve abrir diálogo com todo mundo que a polarização chegou nesse nível e que o Bolsonaro/PSL são o que são hoje. Os setores progressistas (não necessariamente de esquerda) acreditavam *todo* mundo deveria ter a chance de e explicar, explicar seus pontos de vista e de, por último, serem ouvidos.

            Erro.

            A escalada do fascismo brasileiro se deu nesses termos e por conta dessas brechas “civilizadas” que aqueles que são progressistas acham que precisam abrir dentro da sociedade. Quando fazem isso, contudo, abrem a porta pro serial killer que vem colocando faca no pescoço de grávida e chutando nenê pela janela. Tem gente que não merece diálogo.

          2. Ghedin, se eu morasse por aí, ia lhe chamar para tomar um café ou chá. Acho que falta a galera ter um pouco mais de “calor humano” também – não sei se é seu caso. Sentar e conversar :D

            Mas a gente entende seu lado. Siga no seu ritmo aí tranquilo. ;) E conte conosco, mesmo sem dinheiro :p

            @Pilotti.

            Tem um ponto no seu argumento sobre evitar dialogo que acaba prejudicando justamente a convivência.

            O ponto é já pensar de forma preconceituosa que o cara que é liberal/libertário só vai defender merda. Muitas vezes o pensamento do cara vem justamente do fato que deixamos ele ir escutar o canto da sereia, sem mostrar os pormenores da vida real. E sem punir o mau-caratismo de quem usa as palavras para dominar o outro de forma leviana – falamos de pessoas tipo Olavo, N Moura, Gentilli, etc…

            Não sei até hoje como me considerar – as vezes acho que estou na linha do progressismo, mas não estudei a fundo. Mas sem este progressismo, talvez estaríamos em uma polarização ainda pior do que a atual, pois a que temos hoje é um terror, mas ainda minimamente vivencial em algumas partes do país. Não estamos em guerra civil (ainda), um prognostico esperado se salnorabo entrasse. A era 1980-2015 só se deu porque de alguma forma o progressismo, mesmo feito pela elite classista, conseguiu dar uma segurada de ímpeto.

            O erro do progressismo BR foi não ter revidado o canto de sereia dos libertários. Não ter unificado pautas ou saber debater sem um combate de tiros contra amigos. Parte da esquerda (a ala Lula) viu Lula como mártir, ignorando que boa parte da população tem péssima experiência com políticos, sempre os vendo como usurpadores e/ou amigos para favores. Se desde o começo houvesse um esforço de monitorar os passos de Dalgtanol e Moro, provavelmente já teria sido anulado as eleições de outubro logo de cara.

            Fora o STF, sabidamente classista…

            Quanto aos absurdos, uma coisa: infelizmente sempre foi comum tais absurdos no país – seriais killers, abusadores, etc… Só que eram noticiados sem tanta ênfase nacional, ou apenas quando envolvia alguém importante e/ou que conseguisse repercutir o caso.

            Nosso problema de violência é além da direita x esquerda. Temos uma tolerância cultural ao “homem vil”, o cara que com violência resolve tudo.

          3. @ligeiro

            Tu tá misturando muita coisa no mesmo comentário, mas vou tentar colocar as minhas opiniões sobre tudo o que você falou.

            i) Se a pessoa defende liberalismo/libertarianismo a pessoa não tem nada a acrescentar mesmo para o debate porque essas doutrinas econômicas partem de um pressuposto nefasto de que o capitalismo resolve todos os problemas baseados em pseudociência (praxeologia, ou, teoria da ação humana, que alguns ainda defendem ser um “axioma auto-evidente da natureza humana”). Dialogar com essas pessoas é como dialogar com vaxxers ou terraplanistas, completamente inútil.

            ii) É um erro, relativamente comum (e eu já cometi) dizer que a ascensão do Bolsonaro é, principalmente, porque a esquerda brasileira não soube manter a sua influência na periferia das cidades. Recomendo a leitura da Rosana Pinheiro Machado para entender o fenômenos do “BolsoLula” e como o voto das pessoas migra do Lula pro Bolso nas periferias da cidade. Dica: remonta, ainda, aos rolezinhos e explode em 2013. Esse fenômeno tem relação com o modo como as pessoas se enxergam na periferia, com o trabalho de base dos pastores da teologia da prosperidade (com igrejas como IURD, Evagelho Quadrangular e AdD) e com o sentimento de perda de poder aquisitivo e econômico como uma consequência do governo petista da Dilma. São elos de uma corrente longa que acabam no Bolsonaro em 2018.

            iii) Sobre as eleições, a esquerda disse desde sempre que tinham várias coisas erradas na condução da Lava Jato e na atuação dos procuradores e juízes. Foi ignorada e atacada o tempo todo como se o fato final (Lula preso) fosse algum tipo de justificativa para todos os desmandes da República de Curitiba. Quando as classes dominantes se unem em prol e ao redor de uma pessoa, não tem como frear o ímpeto do dinheiro e do poder.

            iv) Sobre o STF temos coisas vindo à tona agora que mostram que ao STF foi amordaçado sob ameaça de golpe militar caso o Bolsonaro não se elegesse. A Época soltou hoje uma matéria curta falando sobre os “300 mil homens armados” que serviram de ameaça aos STF às vésperas das eleições e que vai ser narrada no livro “Os Onze” > https://epoca.globo.com/guilherme-amado/toffoli-os-300-mil-homens-armados-de-villas-boas-23847469

            v) A violência das periferias, quase todas advindas de tráfico e machismo, é um mau brasileiro, claro, e vai além dos problemas do Bolsonaro. Contudo, o Bolsonaro fez surgir uma nova violência que veio à reboque do revisionismo histórico (negando a ditadura civil-militar e minimizando os efeitos da tortura e assassinatos no período) e que traz consigo cenas como a quele protagonizou com o presidente da OAB. E, mais ainda, os eleitores dele e que seguem fiéis ao Bolsonaro (~1/3 dos brasileiros) atacam as pessoas ao redor daqueles que eles consideram “comunistas” e por isso “inimigos” do país a ponto da filha d 13 anos do presidente da OAB ser ameaçada na internet.

          4. pô, para com isso… tem q ser faca na caveira! os tempos são outros…
            acabou esse lance de slow. estamos no mundos velozes e furiosos.
            tem q ter porradaria todo dia! é pra isso q eu pago a internet!

        2. O Montarroios está ironicamente do contra, como sempre.

          E o Pierre deve ter silenciado a conversa :p

          1. Voltando no finalzinho só pra deixar registrado que fui viajar e ESQUECI do PL depois do meu comentário! hahahaha

            Peço perdão pelo vacilo, Ligeirinho!

            E no mais, bem vindo de volta, Ghedin raiz! hehe

    2. nada surpreso com a apple

      nada surpreso tb de não ter visto algo a respeito disso no daringfireball

    1. Normalmente já é o horário que entro no site, quando estou voltando do trabalho (tipo agora), então pra mim é igual.

    2. Como falei no Telegram, me incomodou o podcast ter sido transferido para o mesmo horário, masmo tendo sido a favor da alteração no horário de lançamento das matérias.

      Pessoalmente sou um ouvinte assíduo de podcast e o faço no caminho casa-trabalho e durante trabalhos domésticos. Tanto o GP quanto o Tecnocracia são companheiros de retorno ao lar. Eles apareciam no feed perto das 17h, eu colocava no topo da playlist e ouvia retornando.

      Por isso, ao ver ele entrar no feed depois das 18h me incomodou a ponto de ir reclamar pessoalmente. 😛

      Mas para matérias escritas me é um horário melhor pois chego em casa e vou ler as coisas com mais calma.

      1. verdade, saio do trabalho 18h e já deixava o podcast engatilhado para ouvir na academia, agora tenho que gastar a Internet para isso (não que vá fazer muita falta, mas…)

    3. não tinha reparado, mas seria legal pelo menos deixar o post livre no horário de antes, pq aí vamos nos respondendo ao longo do dia, ainda mais que não mexo no celular no fds

    4. ah, achei que tinha esquecido do pl

      não percebi, acho que nunca olhei horário de publicações do manual

        1. Sinceramente?

          Acho que é mais divertido não ter o horário do post livre fixo. Assim pode ver padrões diferentes no ritmo dos comentários :)

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