No já distante mês de maio, quando apenas G4 e Galaxy S6, entre os smartphones topo de linha que costumam ser lançados por aqui, já estavam disponíveis, fiz um gráfico comparando seus preços aos dos antecessores, os high-end de 2014. Chegou a hora de atualizá-lo. (mais…)
Hoje o Timehop me lembrou de um post do ano passado sobre os preços do iPhone 6. E, um ano antes, havia escrito sobre o preço do iPhone 5s. O tom deles é sempre o mesmo (estupefação). Entra ano, sai ano, os valores que a Apple cobra pelo seu smartphone seguem surpreendendo. Em 2015, com o iPhone 6s, não foi diferente. (mais…)
Os bloqueadores de anúncios para iPhone estão entre nós
O lançamento do iOS 9 ontem (16/9) trouxe uma novidade não muito alardeada, mas que está preocupando produtores de conteúdo na web: suporte a bloqueadores de anúncios. (mais…)
Algumas coisas estão diferentes na Apple de 2015. O calendário do segundo semestre, por exemplo. Em anos anteriores a agenda da empresa de Cupertino tinha dois dias reservados para eventos de anúncios de produtos. Neste ano, tudo indica que será só um. Outras coisas, porém, não mudam. Ontem a Apple anunciou novos iPhones, o iPad Pro e uma Apple TV reformulada. (mais…)
Smartphones são dispositivos convergentes, ou seja, eles fazem diversas coisas que, no passado, estavam distribuídas em vários dispositivos. Uma delas é tirar fotos e gravar vídeos. Com o avanço da miniaturização e das técnicas para elevar a qualidade dos resultados, os modelos topo de linha já rivalizam em pé de igualdade com câmeras dedicadas de entrada. Entre esses, qual o melhor?
Este comparativo engloba três dos melhores smartphones da atualidade: Galaxy S6, da Samsung; G4, da LG; e iPhone 6, da Apple. Os dois primeiros foram lançados no primeiro semestre de 2015 e o da Apple, no final de 2014 — uma atualização, que tornará este nosso exercício obsoleto, está bem próxima.
Os testes que fiz com os três seguem a filosofia do Manual do Usuário: com todos em mão, saí por aí tirando três fotos de cada situação, com cada smartphone, a fim de escolher a melhor e, depois, compará-la às demais. Tentei explorar vários cenários — fotos noturnas, com muitos detalhes, em ambientes fechados e abertos, com bastante luz e o mínimo possível. Não é um comparativo técnico, embora tenha considerado algumas especificidades de cada câmera. (mais…)
Envie um endereço do Google Maps ao celular com um clique
O cidadão cosmopolita moderno que se lança em aventuras nas selvas de pedra precisa de toda a ajuda que a tecnologia oferece quando se confronta com o desconhecido. Em outras palavras, ter que ir a um endereço novo implica, quase que obrigatoriamente, no uso de um app de mapas. (mais…)
Foi sempre assim? A cada grande evento das maiores empresas de tecnologia, uma tonelada de anúncios? Não sei, não me recordo, na verdade, mas em 2015 esse parece ser o caminho. Na WWDC, a Apple mostrou iOS 9, OS X El Capitan, novidades com foco em produtividade para o iPad, seu novo serviço de streaming de música… ufa! Foi tanta coisa que algumas até ficaram de fora, como o seu novo app para Android. (mais…)
Como uma simples mensagem consegue travar e reiniciar o iPhone?
Vez ou outra surge alguma combinação de caracteres que derruba o iOS, sistema que move o iPhone. A mais recente é uma composta por três linhas, duas em inglês, uma em árabe, que se recebida sem que o app Mensagens esteja aberto trava e reinicia o iPhone. Com o app aberto há problemas também, mas outros. O vídeo acima mostra a falha em ação, mas não explica o motivo. Afinal, por que isso acontece? (mais…)
No momento o app gratuito mais baixado da App Store é um chamado Myidol. Ele é chinês e não tem tradução, e a interface não é tão óbvia quanto sugere todo o sucesso que está fazendo no ocidente. Por ora, está disponível apenas para iPhone.
Sabe aqueles assuntos sazonais que aparecem na mídia? Cobertura do Carnaval, atrasados dando de cara com portões fechados no ENEM, gente indo às lojas trocar presentes dia 26 de dezembro… Você pegou a ideia. Acho que já é seguro colocarmos uma nova aí: os preços absurdos do iPhone no Brasil.
O lançamento oficial dos novos iPhones no Brasil será na sexta-feira, mas os preços do iPhone 5s e 5c já foram revelados. Prepare-se: eles são assustadoramente caros.
Pois bem, prepare-se para se assustar novamente. A pré-venda dos iPhone 6 e iPhone 6 Plus começou à meia-noite e quem quiser um dos novos smartphones da Apple pagando preço cheio não conseguirá um sem deixar no mínimo R$ 3.200 na loja. A crescente dos preços do iPhone ao longo dos anos/versões é interessante:
Preços das versões entrada (16 GB) na data do lançamento.
O aumento no preço do iPhone 6 de entrada em relação ao modelo similar de 2013 (iPhone 5s) foi de 14,2%. Nesse mesmo período o dólar subiu 12,7% (de R$ 2,28 para R$ 2,57) e a inflação, de acordo com o IPCA, 6,14%.
Eu não sou economista (alguém?), mas embora talvez esses números todos expliquem objetivamente o motivo do aumento, é difícil encarar quatro anos de aumentos sucessivos. Mais ainda porque nos EUA o preço continua o mesmo: US$ 649. E nem é preciso ir lá fora para encontrar essa estratégia. A segunda geração do Moto X e do Moto G mantiveram os preços do ano passado no Brasil.
Para a maioria que encara fila ou faz reserva para o dia do lançamento, é uma grana que não deve fazer diferença no fim do mês. O problema é quando colocamos o iPhone 6 nos seu lugar: é um smartphone. Tem toda uma expertise e experiência única no mercado, para mim é o melhor à venda, mas ainda assim: é só um smartphone. Esse valor é surreal, tanto quanto o PlayStation 4 de R$ 4 mil que todo mundo reclamou e fez brincadeira no começo do ano.
Quando a Apple anunciou os novos modelos, brinquei que apostava em uma edição do iPhone 6 Plus por mais de R$ 5 mil:
Se considerarmos o parcelamento em 24 vezes (!) que a Apple faz, o modelo de 128 GB sai por R$ 5.014. Era brincadeira, gente!
Juros de 1,9% ao mês.
Não consigo entender, só…. sentir. Mas se você, leitor abastado do Manual do Usuário, está em outra vibe e já com o cartão na mão para comprar o novo iPhone, peço pelo menos que compre deste link, no Submarino (ou da Americanas). A comissão deve ser gorda e, olha… não compra um iPhone, mas paga uns meses de hospedagem do blog :-)
Em mais de uma oportunidade manifestei, aqui e em outros meios, meu desapego pelos smartphones. Eu abraço o risco (no sentido de arriscar, não o risco na tela). Não uso capinha, case, nada disso para proteger meu aparelho. Gosto dele ao natural, com o tamanho, peso e equilíbrio concebidos pela fabricante ainda que, desnudo, ele fique mais suscetível a acidentes.
As marcas de um gadget carregam um certo charme, são histórias contadas sem palavras. Isso vale não só para objetos inanimados; para a gente, também. O iPhone 5, meu atual smartphone, é especialmente sensível. Digo, ele é duro na queda (no meu caso, nas quedas), mas aquela borda chanfrada só de olhar fica detonada. E alguns tropeços depois, ela está assim: (mais…)
Atualização (20/10/2014): Esqueça o procedimento abaixo — ele é paliativo e embora amenize, não resolve o problema por completo. A solução definitiva, pelo menos para mim, foi atualizar o iPhone para o iOS 8.1.
Não aguentava mais essa tela.
Desde que atualizei meu iPhone 5 para o iOS 8 o botão Home passou a se comportar de forma estranha. Ao pressioná-lo uma vez ele frequentemente abria a tela da multitarefa em vez voltar à inicial. É um negócio bem chato, se quer saber.
Inicialmente pensei tratar-se de algum bug da nova versão do sistema. Problema de hardware eu descartei de cara — seria uma coincidência muito infeliz ele se manifestar exatamente após concluída a atualização. Minha esperança era alguma subsequente solucionasse essa chateação. Veio a 8.0.2, atualizei e… nada.
Ocorre que, pesquisando os sintomas no Google, descobri que o botão estava apenas descalibrado. A correção, encontrada num desses sites feitos especialmente para eventos pontuais, o “iOS 8 Release Date”, é a seguinte:
Abra algum app padrão da Apple, como o Tempo ou Relógio.
Aperte e segure o botão Power até o slider para desligar aparecer na tela.
Aperte e segure o botão Home até a tela anterior sumir.
Em uso normal um entortamento no iPhone é extremamente raro e em seis dias à venda, nove clientes entraram em contato com a Apple com um iPhone 6 Plus torto.
A empresa aproveitou o contato para dizer que o iPhone 6 Plus é feito de alumínio anodizado temperado para maior resistência e que internamente ainda conta com aço inoxidável e titânio para reforçar áreas mais sujeitas à pressão. Disse, também, que usa “o vidro mais forte” da indústria dos smartphones e que submete os dois novos iPhones a rigorosos testes de qualidade.
Produtos defeituosos são uma normais
Todo produto fabricado em larga escala está sujeito a defeitos de fábrica. Todo produto. É chato? Para os nove compradores do iPhone 6 Plus que tiveram seus smartphones entortados, certamente. Mas não é motivo para pânico, nem para o alarde que vêm fazendo.
O iPhone 6 Plus poderia ser mais grosso? Sim, e com benefícios. Seria menos propenso a esse tipo de problema, teria uma bateria maior e ainda evitaria o calombo da câmera. Só que sendo ele assim, com 7,1 mm de espessura, é de se dar pelo menos algum crédito aos engenheiros da Apple. Eles meio que sabem o que fazem. A Apple não poria um iPhone (e sua reputação) em risco de forma tão ingênua, nem arriscaria perder o bom histórico de baixos índices de problemas de fábrica do seu principal produto.
Em 2010, uma pesquisa da SquareTrade Research constatou que a taxa de mal funcionamento no então novo iPhone 4S era a menor do mercado, de apenas 2,1% no primeiro ano. Se considerarmos os 10 milhões de iPhone 6 e iPhone 6 Plus vendidos no primeiro fim de semana desde o lançamento, a porcentagem de aparelhos entortados é de… 0,00009%. Acho que esse valor está dentro da normalidade.
Contestação da Consumer Reports
A mesma matéria do Pocket-link cita algumas incongruências no vídeo que, se não deu início, amplificou o #bendgate — este, do Unbox Therapy. A hora na tela de bloqueio do iPhone 6 Plus entortado muda constantemente, o que pode sugerir manipulação.
A Consumer Reports, publicação norte americana com boa reputação, submeteu os novos iPhones e outros smartphones populares lá (HTC One M8, iPhone 5s, Galaxy Note 3 e LG G3) a uma máquina de pressão industrial chamada Instron, método mais científico do que tentar dobrar um gadget com as próprias mãos. Resultado? É preciso aplicar muita força para dobrar um iPhone 6 Plus, mais do que para dobrar um iPhone 6 ou um One M8, da HTC. Veja:
O iOS 8 traz uma série de melhorias ao app da câmera. São recursos que vão do básico ao avançado e que diminuem a necessidade de buscar apps alternativos para tirar fotos e gravar vídeos com um iPhone.
Diferentemente do slow motion, o timelapse funciona com versões antigas do smartphone. Veja cerca de uma hora do meu trabalho condensada em 30 segundos:
Outras duas novidades merecem menção, essas coisas que já deveriam existir há séculos. Primeiro, o temporizador. Agora dá para programar a câmera para fazer uma foto passados três ou dez segundos. A outra não é tão básica, mas igualmente bem-vinda: controle independente de exposição. Ao focar um ponto no viewfinder para travar o foco, basta arrastar o dedo para cima ou para baixo para aumentar ou diminuir a exposição da imagem, ou seja, ela não fica mais atrelada ao ponto focalizado.
Em Perth, na Austrália, o roteiro “entra na loja, compra, sai comemorando” mudou. Um rapaz, o primeiro a comprar o iPhone 6 lá, ao ser entrevistado por uma emissora local conseguiu inovar e entrar para a história das filas de iPhone como o primeiro primeiro comprador a derrubar o aparelho novo no chão.