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Instagram não permite mais que pessoas sem conta vejam fotos e vídeos no computador

Print do Instagram aberto no Safari para macOS pedindo login para exibir uma foto.

O Instagram subiu o muro que separa pessoas que não têm conta na rede social das que sim. Desde pelo menos o último dia 20 de abril, a rede social de fotos do Facebook passou a impedir que pessoas não logadas visualizem fotos e vídeos de perfis públicos em computadores e tablets.

Perfis públicos, ou seja, que não têm o cadeado que restringe o conteúdo somente a seguidores, sempre foram acessíveis independentemente do login. Agora, não mais.

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20#12

O escritório em casa de David Lopes

Mesa de trabalho em casa do David Lopes.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do David.


Meu nome é David Franco Lopes, nasci e trabalho em Belém (PA). Sou pai de duas crianças maravilhosas, casado há 18 anos, fotógrafo amador, ciclista inveterado (mas que não passa dos 100 km), maestro voluntário de um coral infanto-juvenil, tech geek e engenheiro de saneamento (o correto é sanitarista, mas quase ninguém entende).

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OnlyOffice oferece 180 dias de degustação da sua solução de escritório na nuvem

Homem de costas digitando em um notebook com um documento aberto no OnlyOffice.

* Texto de responsabilidade do anunciante.

Oferecimento:
OnlyOffice

Esta edição do Manual do Usuário é patrocinada pelo OnlyOffice, uma solução completa e segura de escritório na nuvem.

Muitos serviços que chegam ao mercado e acabam adotados por milhões de usuários têm uma origem parecida: para resolver uma “dor” interna. Foi assim que nasceu o OnlyOffice, um pacote de ferramentas colaborativas completo para empresas e que, hoje, é usado por 5 milhões de pessoas no mundo todo.

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Como a In Loco consegue saber por onde você anda sem infringir a LGPD

Imagem aérea de prédios e ruas com o logo da In Loco centralizado.

Muitos brasileiros descobriram a existência da In Loco, uma startup de Recife (PE), no final de março. Especializada em geolocalização e atuante no segmento B2B, a In Loco usou os dados de localização dos mais de 60 milhões de celulares que monitora para criar o Índice de Isolamento Social (IIS), um mapa dinâmico que mostra quais estados estão mais ou menos comprometidos com o distanciamento social na luta contra a COVID-19.

O mapa é impressionante. Ele demonstra precisamente quando o Brasil passou a levar a sério a pandemia (20/3) e como o pico daquele fim de semana (69,6% no dia 22), que teve na sexta-feira discurso do presidente Jair Bolsonaro se referindo à COVID-19 como “uma gripezinha” e uma entrevista sua no Programa do Ratinho, do SBT, jamais se repetiu. O mapa também é um pouco inquietante e, não bastasse isso, a In Loco firmou acordos com pelo menos 20 estados para repassar dados anonimizados e agregados para ajudar no combate à COVID-19. Em meio a tudo isso, a pergunta que fica é: como uma empresa relativamente desconhecida acumulou tantos dados de tantos celulares no país sem chamar a atenção do grande público?

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Bloco de notas 20#12: Apple e Google se unem contra o coronavírus

Notinhas, impressões pessoais e curiosidades do mundo da tecnologia.


Apple e Google se unem contra o coronavírus

Não é todo dia que empresas tão antagônicas se unem publicamente em prol de uma causa. Apple e Google anunciaram uma iniciativa para ajudar no combate à COVID-19 [Apple]. A partir de maio, iOS e Android ganharão uma API para permitir que aplicativos de autoridades de saúde rastreiem contatos entre os usuários para avisá-los caso tenham sido expostos a alguém infectado pelo SARS-CoV-2.

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O que um app de rastreamento de contatos para combater a COVID-19 precisa ter para não comprometer nossa privacidade

Ilustração de vários notebooks com coronavírus na tela; ao centro, um deles com um olho aberto no lugar do coronavírus.

por EFF

Por Andrew Crocker, Kurt Opsahl e Bennett Cyphers

Em todo o mundo, um eco diverso e crescente tem exigido o uso da tecnologia de proximidade dos celulares para combater a COVID-19. Especialistas em saúde pública e outros argumentam que os celulares poderiam oferecer uma solução a uma necessidade urgente de deteção rápida e generalizada de contatos, ou seja, monitorar pessoas com quem infectados têm contato na medida em que se deslocam por aí. Os proponentes desta abordagem apontam que muitas pessoas já têm celulares, que são frequentemente usados para rastrear a movimentação e as interacções dos usuários no mundo físico.

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O escritório em casa de Rafael Goulart

Mesa de trabalho do Rafael Goulart, com computadores, caixas de som grandes, impressora e uma janela com boa iluminação natural acima.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Rafael.


Natural de e morador de Santa Maria (RS), atualmente sou desenvolvedor web freelancer. Até o final do ano passado trabalhava para uma startup americana remotamente — tenho trabalhado quase exclusivamente para o exterior desde 2013. Minha rotina aparentemente não mudou com a crise do COVID-19, mas o convívio social necessário para a vida “solitária” do trabalho em casa foi eliminada, o que exige adaptações. Não sou o programador antissocial típico — recluso, eremita —, visito e sou visitado por amigos, namorada, parentes, enfim, quase uma pessoa “normal”.

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Coach de robôs? Conheça os profissionais que ajudam chatbots a reencontrarem propósito na carreira

Robô genérico tocando uma imagem suspensa como se a câmera estivesse atrás da tela.

por Paula Gomes

Com o avanço da inteligência artificial (IA), muitas profissões estão desaparecendo. Por outro lado, novos cargos surgem para atender às demandas de um mercado cada vez mais conectado. Um deles é o emprego do Felipe, 25, psicólogo. Ele trabalha em uma grande empresa de comércio de roupas online e realiza cerca de 15 atendimentos todos os dias. Nenhuma destas sessões é com funcionários da empresa.

Os “pacientes” de Felipe são os robôs de atendimento ao consumidor, ou chatbots no jargão do incipiente setor. “Ainda não tem um nome consolidado para aquilo que eu faço. Eu comecei a chamar de ‘coach de chatbots’ meio que na brincadeira e o pessoal gostou. Pegou”, afirma.

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