Minha primeira vez fazendo compras de mercado pela internet

Neste podcast eu conto como foi fazer compras de mercado pela internet (ruim) e indico um filme sul-coreano (que não é Parasita) e um trash norte-americano.

A melhor maneira de acompanhar o site é a newsletter gratuita (toda quinta-feira, cancele quando quiser):

Acompanhe também nas redes sociais:

  • Mastodon
  • Telegram
  • Twitter
  • Feed RSS

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

12 comentários

  1. Estou tendo uma experiência diferente. Aqui em SP, fiz 3 compras já por aplicativos (todas pelo Cornershop) e a experiência foi maravilhosa. Vem tudo bem embalado num pacote deles, apenas deixaram na portaria e sempre me ligam ao terminar, seja pra avisar de um produto faltante pra saber o que fazer ou para perguntar se desejo mais alguma coisa. Possivelmente, passarei a comprar assim mesmo após acabar o isolamento.

    Usar o Rappi é uma experiência traumática e não recomendo por nada ele. Usei desde seu lançamento, tentei pra mercado e pra restaurante e sempre da problema, é sempre triste. Até desinstalei o app. iFood mesma coisa, para mercado ele não está preparado. De longe, Cornershop me proporcionou a melhor experiência.

  2. Antes tinha os links das indicações ou estou enganado?. Queria lembrar o nome do filme sul-coreano que foi indicado. Vou ouvir de novo.

    Com relação a compras há uns anos eu via pessoas de uniforme dentro do supermercado fazendo compras, achei esquisito, já que (na minha opinião) nada substitui você ir pessoalmente e fazer suas compras, é uma coisa muito pessoal.

  3. Cara, devo admitir que as compras via internet aqui também tem tido, na melhor das hipoteses, resultados mediocres. As que melhores são entregues são os pedidos de padaria, apesar da taxa de entrega extorsiva (7,50) e dos preços da padaria ja serem mais altos que a média, mas o hortifruti deles é masi bem servido e eles trazem a máquina de cartão ou de ticket, além de poder ser feito via whatsapp. Os trocentos softwares que cada varejista usam são uma coisa louco, mas conseguimos obter ovos de páscoa (cujo os meritos foram para o tal “Coelhinho”) para as crianças pela aquela marca conhecida como um ponto turístico carioca, um certo morro… :D

    Quanto aos entregadores, aqui em Brasília a coisa vai um pouco melhor. De todos os serviços que solicitamos entrega em todos os entregadores usam máscara e luvas, e trazem em uma caixa plástica para passar as sacolas da caixa deles para a nossa. Inclusive se solicitarmos que não enviem as sacolas plásticas, eles não enviam. Todos parecem estar bem protegidos. Infelizmente não temos coragem de pedir delivery, já que minha esposa já teve um restaurante e sabemos que não dá pra garantir que os manipuladores de alimentos realmente tomaram todos os cuidados, por mais que os donos fiquem em cima (esse pessoal é bem complicado. tivemos 8 anos de prática antes dela desistir).

    Aproveitando, vou fazer o jabá pro instagram da esposa onde ela está publicando algumas receitas que estamos fazendo aqui em casa: https://www.instagram.com/edneafagundes/

  4. Me esqueci de falar no comentário anterior: acho que o podcast do MdU encontrou um bom formato. Eu quase sempre ouvi o podcast – o único momento em que eu parei de ouvir foi na “era” que tinha o Paulo Higa e o Joel Nascimento – desde o Gemind. A ideia de um podcast “seco” com apenas uma pessoa falando por pouco tempo (15/30 minutos) me agrada muito, inclusive (por isso gosta tanto do Tecnocracia). A ideia de mesclar com algumas notícias e acontecimentos com algumas experiência pessoais ajuda a deixar a fala mais íntima de quem ouve e dá uma aproximada. Não que o “mescast” antigo fosse ruim, mas, já temos demais no Brasil.

    Tomara que siga firma no formato =D

  5. Sobre as notas de sites de filme, admito que as levo bastante em consideração. Mas procuro ver a nota em sites diferentes e tenho em mente que o público de cada site é diferente.

    O Metascore, como você falou, não é do público, mas de críticos profissionais; é um dos índices que mais me interessa. A nota IMDb é do público, com talvez a maior participação da internet, mas também um viés meio norte-americano. Para um ponto de vista brasileiro (útil principalmente para cinema brasileiro), eu dou uma olhada no Filmow, que tende a ter notas mais altas. Recentemente comecei a olhar as notas no Letterboxd, que tem um público mais “cinéfilo” e talvez mais exigente, já que tende a notas menores.

    Eu faço uma média aritmética dos quatro (após ajustar as escalas) pra me ajudar a decidir se vale a pena adicionar mais um filme à minha infinita lista. :^)

    Ah, e quanto ao Rotten Tomato, acho horrível. Além de ter um viés norte-americano ainda mais forte, o Tomatometer é basicamente um percentual de críticos que gostaram ou não gostaram. Um critério esquisito que me impede de misturar com as notas dos outros sites.

  6. Acabei de agendar uma compra no Carrefour via Rappi pra hoje de noite. Eu já fiz duas vezes na pandemia esse tipo de compra e partilho da mesma opinião sobre o quão cansativo é. Eu não gosto de ter de ficar toda a hora falando com o “shopper” e muito menos ter que escolher/substituir produtos sem poder olhar. Mas como você disse, são tempos anormais que vivemos.

    E a entrega + custos deu R$22 =|

  7. Eu já fiz compras pelo Rappi umas 2 vezes, e correu tudo bem, mas só comprei produtos industrializados, de limpeza ou pra pet. Não comprei nada in natura. Quanto a sua descoberta de falta de noção de peso das bananas eu confesso que ri! Hehe
    Eu tenho alguma noção de peso de banana, mas é porque aqui em casa consumimos muito, compro a cada três dias mais ou menos. Mas isso só vale para frutas, porque sempre costumo olhar o preço e peso das frutas que eu compro no dia a dia (porque o preço tá pela hora da morte e estraga muito rápido), o restante ainda estou aprendendo, como tomates, cebolas e batatas!
    Já para proteínas eu aprendi com a minha mãe faz tempo (ela me ensinou durante a minha adolescência e juventude como comprar).
    Tem um mercado aqui no bairro que está entregando pelo WhatsApp, mas a diferença é que eles postam um encarte no Instagram com uma lista enorme dos produtos que estão na promoção (sempre fizeram, isso é uma prática desde antes da pandemia, é uma estratégia daqui da região, são encartes atualizados semanalmente e bem completos).
    Mas ainda não comprei nada nesse mercado pela entrega pois eles não aceitam cartão vale alimentação, só cartão de crédito e débito e dinheiro, então tive que me deslocar até o mercado para comprar com o vale alimentação. Porém, agora já acabou :-/, então, quem sabe até o final do mês eu compre algo pela entrega desse mercado de bairro e veja como será! ;-)

    1. Eu ri nessa parte também porque eu tenho o mesmo problema. Eu sempre levava um susto na hora de pagar no caixa porque achava que 10 bananas era pouca coisa e dava um quilo e meio, dois quilos ahahah Lembrei daqueles programas de domingo antigos que faziam gincanas e era preciso acertar o peso, o valor e/ ou a quantidade dos produtos. Eu perderia fácil a competição!

    1. Olha só! Convenhamos, não é o plot mais original do mundo. Coloquei ele na minha lista. (Lista, aliás, que ganhou alguns títulos daquele fio de filmes de terror que você publicou no Twitter dia desses.)

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!