Post livre

Post livre #216

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116 comentários

  1. O quão paranoicos vocês são com a privacidade na Internet?

    Já vi gente que só usa software livre, não navega com menos que thor ou Mozilla com todas as configurações de privacidade no máximo e usa Androids alternativos no celular.
    Não sei até que ponto é uma preocupação válida e a partir de quando passa a ser paranoia desnecessária. Além disso, ver que o big data e a tecnologia estão sendo fundamentais no combate ao covid-19 estão me fazendo repensar meus princípios…

  2. Tou assistindo o “Canal Oficial de Tokus da Toei” , e vendo “Janperson” (uma série de um robô detetive), achei interessante os temas “atuais” que ele aborda:

    EP 1 – Uma menina volta ao Japão com uma doença misteriosa que não tem vacina no Japão, mas que a OMS envia pra eles :3

    EP 2 – Um garoto acha um relógio que identifica robôs.

  3. Um comentário breve sobre uma situação meio inusitada no infinito universo das compras online. Estava muito afim de um Nintendo Switch. Sempre quis um Nintendo, desde a infância (alguns colegas tinham o icônico SNES e eu não), mas nunca ganhei um. Ganhei, sim, um Atari quando criança e depois, mais crescido, um lindo Turbo Game da CCE! Infelizmente não tenho nenhum dos dois comigo :(
    Enfim, queria comprar o Switch, mas os preços subiram tanto por conta do dólar e da quarentena que desisti. Mas acabei achando numa loja, q nunca tinha ouvido falar, q estava vendendo pelo preço antigo (esse tipo de situação acontece muito com livros e daí não achei tão bizarra a condição). Fiz uma checagem básica da Star Magazine (cnpj, endereço, redes sociais e domínio) pra ver se os dados da loja batiam e até q pareceu tudo ok. Já fiz compras em lojas pequenas antes e é inevitável. Não tem tudo nas grandes redes e mesmo no market place delas. Só me esqueci de ver no Reclame aqui e, bem, eles têm uma série de reclamações na demora da entrega e em algumas dificuldades no processamento das compras… A compra já estava feita, via cartão, paciência. Talvez se tivesse lido antes provavelmente não teria fechado o negócio.
    Pois bem, agora a loja me pedi, por email, uma selfie segurando um documento (coisa q ja´fiz para aplicativos tipo zaz car e o nubank) pra confirmar a compra. Pediram tb uma foto do cartão de crédito, mas essa não era obrigatório – e já respondi q isso não mandaria mesmo. Pedi explicações e eles dizem q usaram um serviço chamado Clear Safe, que realmente existe, mas não achei no site deles esse tipo de procedimento: analisar fotos de clientes segurando documentos.
    Estou com receio de seguir adiante e pagar de vacilão – além de dar mais dados para AIs saberem de mim…
    O q vcs acham?

      1. Pô! Tô muito afim de jogar esse jogo em particular.
        Há vários esquemas para jogar no PC. Parece q fica até melhor q no Switch, mas haja tempo e disposição para fazer os acertos.
        Quero jogar esse alguns dos mais famosinhos.
        Assisti um vídeo do “Mimimidias” sobre “Animal crossing” e foi, digamos, a gota d’água. Agora veremos se o aparelho vai ser mesmo entregue. Não estou botando muita fé não…

        1. BoTW é, provavelmente, um dos 10 melhores jogos já feitos para qualquer plataforma. Quando comprei o meu Switch (anos atrás, quase no lançamento) eu tinha apenas esse jogo em mente. Não me arrependi.

          1. também comprei o switch apenas por causa dele (e nunca comprei outro console da atual geração)

            é impressionante como o jogo é saboroso

    1. É relativamente de praxe pedir uma selfie com documento comprovando que você é você mesmo. Isso rola direto no Mercado Livre quando eu compro com o cartão do meu irmão ou da minha mãe – tenho que mandar fotos deles segurando o RG.

      Por exemplo, tentei comprar 3x um cartão de presente, nas lojas Americanas, da PSN pra dar pro meu afilhado e não consegui, porque o nome de quem compra (eu) é diferente do nome do cartão (minha mãe, que por sinal é madrinha junto comigo). Resultado? Paguei R$17 a mais no Mercado Livre pra fazer a mesma coisa (mandando selfie da minha mãe) porque as Americanas cancelavam o pedido depois de 4 dias uteis.

      1. Ah… menos mal, então. Realmente achei o pedido estranho. Foi a primeira vez q me pediram. No ML nunca me pediram, digo, nenhum vendedor e nem a plataforma (pelo menos não me recordo). Até faz algum sentido buscar evitar fraudes, claro, mas achei amador demais, daí a suspeita do golpe. Não sei se vai rolar mesmo a entrega. Espero não receber um tijolo, como aquele cara q comprou um PS2 e qdo chegou em casa… surpresa!

    2. eu teria cancelado tudo, porque me parece absurdo
      mas vai saber

      só espero que dê tudo certo e que vc tb compre super mario maker 2, que é o verdadeiro melhor jogo do switch

      1. eu tenho um enorme receio de pagar sessenta dólares nesse jogo (sobretudo agora com esse câmbio!)

        mas sempre fico tentado

        fale mais sobre ele

        1. o online é absurdo

          tem sujeitos dos mais diversos tipo que dia após dia descobrem como tirar o cream de la cream desse negócio

          vc encontra níveis desde o mais puro lixo hardcore até as coisas mais refinadas do mundo, como trolls de qualidade e speedruns perfeitamente cronometrados

          há também a galera que foca em fazer níveis temáticos incríveis

          esse jogo consome horas e horas do meu dia. se eu não estou jogando, estou vendo outro alguém jogar.

          e o jogo ganha muito, mas muito memso, se vc tiver amigos que possa dizer “ow, joga meu level, ou joga esse aqui que descobri”.

          Absolutamente sozinho acho que pode ser um pouco frustante

      2. Não estou botando fé q a negociação avance e, de quebra, acho q estou só arrumando dor de cabeça. Mas veremos. Já fiz compras em lojas obscuras e já deu tudo certo várias vezes. Não sou um super fã de Mario (ainda), mas certamente darei uma olhada nos jogos mais legais. Me preocupam os preços apenas…

  4. Um colega de trabalho tinha um galaxy s7 edge e faz uns 6 meses que aposentou ele por que estava reiniciando sozinho. (ele usa um mi9 desde então).
    Essa semana ligamos ele la no trabalho e continuou apresentando problema, mesmo resetando.
    Trouxe pra casa, instalei o lineage e desde então deixei do meu lado pra monitorar. Problema resolvido! Vou instalar uma outra ROM agora pra devolver um pouco das funcionalidades do Galaxy.

    1. queria muito reviver o meu s6. ele está super bem conservado. sempre usei com case e nunca foi arranhado nem nada. só tem um levíssimo desgaste, claro. mas ele não liga mais… :(

      1. Compre uma bateria de segunda linha e teste ou leve em alguém DE PLENA CONFIANÇA para pedir para testar. Se possível, você presenciando.

        Se ligar e funcionar, compre uma bateria original na própria samsung.

        1. Eu troquei a bateria dele em janeiro do ano passado. Segundo o cara q fez o reparo foi uma bateria original (paguei por uma). Eu não vi ele fazendo a troca, então posso ter sido enrolado. Quero crer sinceramente que não, q o cara foi idôneo e correto. Mas o ponto é: passado um ano depois da troca, ele pifou. Resistiu por vários anos, mas acho q poderia ter resistido mais. Gostaria muito de vê-lo voltar à vida pra ele ficar de reserva e pra poder fazer uns testes com com outros Roms… Depois q passar a quarentena, vou buscar ver se há alguma alternativa… :/

          1. Bateria original só tem na Samsung, não tem como.

            Qualquer loja de rua é bateria chinesa, difícil de confiar.

      2. Tive esse mesmo problema com meu tablet, um Galaxy Note 8″. Simplesmente morreu. Troquei a bateria por outra original e ainda assim não adiantou. Eu já tinha raiva da Samsung pela completa falta de atualização do aparelho (aqui no Brasil ele nunca foi atualizado. A única atualização oficial que ele viu foi com a ROM disponibilizada no Reino Unido e, depois de muito tempo, com o LineageOS) e essa coisa dos equipamentos morrerem do nada só me fez jamais comprar outro Samsung na vida. Mas confesso que sinto falta, principalmente da stylus. Era uma maravilha para assinar PDFs.

  5. quem aí se lembra do last.fm?
    os entusiastas musicais devem se lembrar. foi uma rede na qual conheci muita música boa e gente legal. passava horas lá todos os dias uns 10 anos atrás.
    a rede foi vendida pra um grande conglomerado de mídia e se tornou deplorável. hoje o fator de socialização e de descoberta de artistas é praticamente nulo, e o last.fm tornou-se praticamente um utilitário pra contagem de músicas e artistas que o usuário escuta – uma planilha de excel recauchutada.

    fiz uma busca de alternativas possíveis e não encontrei nada satisfatório. o máximo que existe é o libre.fm e o listenbrainz, que não são nem um pouco amigáveis ao usuário e tem recursos limitadíssimos, mais até que o próprio last.fm. o único benefício que essas alternativas propõem é a filosofia por trás dos sites, que é algo relevante pra mim mas não o suficiente pra fazer uso de plataformas tão limitadas.

    é uma pena, pois em pleno auge da ciência de dados, tenho certeza que seria possível criar alternativas muito mais inteligentes com tantos dados que o last.fm possui sobre os usuários (número de artistas e de músicas na biblioteca, minutos de reprodução de cada artista, período do dia no qual se ouve mais música, correlação com épocas do ano, gêneros, etc. são inúmeras possibilidades).
    não há spotify que recomende artistas de forma tão acurada como o last.fm no auge da plataforma. saudades da internet de outrora…

    1. ainda usoo scrobble pelo spotify, pena que não tem solução oficial para youtube, que é por onde descubro músicas novas atualmente

      mas nunca fui um usuário assíduo do site em si, só gostava de ver meus stats mesmo

      1. Eu adorava o Last.fm e usava direto por volta de 2010 ~2011. As sugestões eram realmente boas e dava para descobrir muita banda que não tinha tanto apelo comercial por lá (eu conheci muita banda francófona através do Last.fm, bons tempos mesmo!). Se eu me lembro bem, a gente ouvia as músicas pelo próprio site, mas dava para carregar o que a gente ouvia pelo Windows Media Player, certo?

        Fiquei sem usar um tempão e voltei depois dessa venda em 2016, mas achei o site bem ruim. Ouvir música pelo próprio site era praticamente impossível pq a biblioteca deles era bem limitada e as poucas músicas disponíveis eram ao vivo de qualidade duvidosa, o que empurrava o usuário a conectar sua conta ao Spotify ou semelhante. Um recurso que achei bom era a sugestão de shows próximos, mas no fim eu abandonei minha conta de novo.

        Depois de ler seu comentário fui fazer login na minha conta e descobri que não tenho mais acesso ao relatório de músicas ouvidas desde o início, só do último ano pra cá (mas ainda tem um ranking dos artistas e músicas). Para resgatar o relatório só aderindo a um plano pago…

        Eu também lamento o que aconteceu com o Last.fm, eu sei que fornecer dados para uma empresa não seja algo tão legal mas, para mim, essa conta era uma espécie de diário musical, que me fazia lembrar o que eu estava vivendo na época. Outro site que está em queda é o Filmow, que também tenho conta desde 2011. Para este tem algumas opções para migrar os filmes e séries vistos, mas para o Last.fm eu não conheço nenhum semelhante.

        PS.: Para sugestões de bandas, eu acho o Deezer melhor que o Spotify. Eu baixei nessa quarentena e estou gostando.

        1. quase tudo que conheci de música naquela época vinha do last.fm, e muito daquilo ouço até hoje!
          acabo usando hoje em dia pra conhecer coisas novas o rate your music. não tem a mesma finalidade, essa é uma plataforma com o intuito de avaliar álbuns. mas acaba que dá pra conhecer bastante coisa boa nos rankings e vendo os perfis e listas das pessoas… uso inclusive pra conhecer filmes também, tem a mesma lógica do filmow pelo que sei.
          não costumo usar muito streaming, mas vou dar uma olhada nas recomendações do deezer, valeu pela indicação!

  6. Vou compartilhar uma experiência recente da minha esposa com o “roxinho”:
    Há alguns dias ela recebeu, no aplicativo, duas notificações de compras feitas no exterior, em dólar. Uma delas totalizava o equivalente a mais de R$500,00. Na mesma hora ela contestou as compras informando que não haviam sido feitas por ela ou ninguém com acesso ao cartão. Pouco depois ela recebeu um e-mail confirmando que as transações foram realizadas sem o uso da senha e, a essa altura, ambas já apareciam riscadas na fatura. No dia seguinte ela recebeu outro e-mail dizendo que a loja já havia processado o valor da compra mais cara e que, por isso, não era mais possível que anular a transação, mas que ela poderia se tranquilizar porque creditaram um saldo no mesmo valor e, de todo modo, ela não teria que pagar pela compra. No dia seguinte, porém, ao verificar novamente a fatura, havia uma cobrança de mais de R$30,00 relativa ao IOF da transação que não pode ser anulada. Entramos em contato com o atendimento que informou que por se tratar de tributo federal, não tinha como a cobrança ser desfeita. Redigi então outro e-mail ao suporte informando entender as questões relativas ao fisco mas que, uma vez que a transação ocorrera por falha de segurança, seja da operadora do cartão (a NuBank) seja da bandeira (Mastercard), a responsabilidade por arcar com o valor do imposto não deve ser da cliente. Estamos aguardando a nova resposta do suporte, mas duvido que vão querer assumir esse custo. Minha esposa, já anda pensando em cancelar o cartão e eu ando incentivando que ela procure os órgãos de defesa do consumidor.

    Já aconteceu algo parecido com alguém?

    1. Clonaram o meu virtual e fizeram uma compra aqui no Brasil. Tudo correu bem o cancelamento e estorno.
      Depois eu mesmo fui cobrado por engano num serviço que assinei por 5 dólares e cobraram 370!!! Fiz q reclamação no nubank e na empresa q oferecia o servilo (a ISSUU) e tudo foi cancelado, inclusive o IOF.
      Então, não tem essa de vc ter q pagar por algo q vc não comprou ou assinou. Se foi falha de segurança, é o cartão quem assume o problema. Procon neles!

      1. Exatamente! Eu entendo que não existe sistema de segurança à prova de falhas e entendo que essa não foi a primeira e infelizmente não foi a última vez em que uma fraude assim aconteceu. No entanto, a postura que a empresa toma nessas circunstâncias faz com que a confiança nela acabe. Ainda estamos aguardando um novo pronunciamento da NuBank, mas se eles insistirem em não assumir o valor do IOF, vamos mesmo ao Procon. Minha esposa já fala em cancelar o cartão e até eu confesso que ando pensando a mesma coisa.

  7. Pessoas, como vai essa quarentena?

    Preciso de relatos confiáveis e aqui é um espaço que mais me sinto seguro com isto.

    Estou pensando em comprar fones bluetooth e estou na dúvida enter o Redmi Airdots e o QCY T2S. Os dois são bem parecidos em tudo: preço, qualidade, bateria…

    Alguém aqui pode me falar alguma coisa sobre eles ou recomendar outra marca?

    E se tiverem indicação de lojas virtuais para comprar, também me ajuda.

    Um abraço.

    1. O Redmi não conheço, mas pela marca devem ser bons.

      Quanto ao QCY, pode ir sem medo. Eu e minha esposa já tivemos e são excelentes! Infelizmente os dois estragaram, pois esquecemos nos bolsos das calças durante lavagens. Comprei um novo par pra minha esposa pelo Banggood e estou esperando chegar.

    2. Olá,
      O Blitzwolf BW-FYE2 é bem legal, só o volume é um pouco baixo mas a qualidade do som é bem boa.

  8. Uns Posts livres atrás eu comentei/respondi o @Ligeirinho sobre a internet em cidades em que os pequenos provedores fornecem. Saiu esse artigo no Tecnoblog sobre como esses pequenos provedores estão “dominando” o mercado.

    1. deu falha no HTML. Não costumo visitar o TB, mas vou dar uma passada. Valeu pela indicação.

      1. Leitura rápida, diga-se de passagem. É só o relatório do aumento mesmo, mais nada.

        Me devo a troca de operadora, o medo que tenho é que nos relatos que me passaram da operadora que está na minha rua, ela falha muito e sei que o Centro de Distribuição é em outra cidade – e tudo passa lá.

        De fato até aqui onde moro houve também a mudança de grandes para as pequenas – a Vivo não investiu com medo de calotes e de “compartilhamentos entre vizinhos” e as outras operadoras grandes só ficaram em alguns bairros.

        No mesmo bairro há 3 operadoras diferentes, mas em ruas diferentes – cada uma é atendida por uma ao que me aparenta. Tem este ponto também.

        Se não fosse a quarentena e a falta de verba, provavelmente eu teria trocado já a operadora.

        1. Fui tentar configurar para abrir em outra aba/janela e deu esse erro.
          É um aumento que mostra um pouco que daqui uns anos praticamente toda cidade do interior, seja pequena ou média, vai ter banda larga fibra óptica.
          O meu medo é que as grandes operadoras de telefonia só estejam esperando ser feita toda a estrutura, clientes já fidelizados para comprar esses provedores pequenos. Semelhante ao que a Vivo fez com a GVT.

          1. Bom, pode acontecer. Sou cliente de uma dessas operadoras de fibra de bairro, e recentemente ela foi comprada pela multiplay. Inclusive fizeram o desfavor de não avisar nada, só desligaram os telefones e o suporte ao cliente.

            Quando a internet caiu, foi horrível pra achar o telefone do suporte. Hoje monitoro de vez em quando pra saber se ainda são os donos do provedor aqui.

    2. Vendo o papo de vocês sobre provedores pequenos e fibra (e respondendo aqui porque já não consigo responder à última mensagem), gostaria de compartilhar uma experiência, embora seja com provedores grandes:

      Há umas duas semanas, migrei de um plano da Net (agora Claro) que me fornecia 15Mbps, por cabo coaxial. O atendimento deles sempre foi ruim, desde a instalação, com um técnico mal educado, um modem velho, todo sujo, com fonte de alimentação que não era a original e nem atendia as especificações da original. Na única vez em que tive problema, ao ligar para o suporte a atendente insistia em colocar a culpa no meu roteador, ao dizer que estava fazendo, remotamente, um diagnóstico no modem e que estava tudo certo. Curiosamente ela ficou em silêncio quando perguntei como ela estava acessando meu modem se um caminhão havia arrebentado o cabo na rua. Quando, depois de 5 anos, sem uma oferta de melhoria por parte deles e apenas propostas do tipo Caracu quando eu procurava, resolvi cancelar o serviço, outro show de péssimo atendimento.

      Migrei para um plano da Oi, com 200Mbps e uma linha de telefone fixo atrelada ao plano. Eu não faço questão do fixo, mas minha esposa faz. Desde a vendedora que me atendeu, ao técnico que veio fazer a instalação e o suporte, quando precisei logo no primeiro dia, o atendimento foi excelente. Cancelei, por consequência, a outra linha fixa que tinha em casa, também da Oi e, novamente, o atendimento foi ótimo.

  9. Gurus do Telegram, me ajudem com uma coisa aqui? Com as novas estatísticas de canais, descobri que 3/4 dos assinantes do canal do Manual (este aqui, caso ainda não conheça) silenciam as notificações.

    É possível configurar o canal para que novos assinantes entrem com as notificações desativadas? Em outras palavras, queria que as notificações fossem opt-in, e não como são hoje (opt-out).

  10. Eu vi esse vídeo desse novo Launcher – que é praticamente outro sistema – e achei bem interessante a proposta: https://www.youtube.com/watch?v=VVnmrUmSvqo

    Eu até uso um tal de Before Launcher (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.beforesoft.launcher), me adaptei bem e acho interessante essa proposta mas a maioria das opções acabam meio capadas de um jeito sem sentido para mim.

    Vocês tem interesse nessas mudanças mais radicais ou preferem a boa e velha abordagem “lista de ícones” do iPhone?

    1. Quando usava Android, era meio obcecado com deixar o mais parecido com os smartphones do Google possível. Acho que se eu usasse um agora, nem ia ligar. Ia deixar com o que veio mesmo. Não me importo muito mais. Não sei se é o efeito do iPhone de não poder mudar… acho que não.

      1. Eu voltei para o Android depois de alguns anos usando um iPhone, também perdi essa vontade…até voltei a mexer mas no final acho que as mudanças acabam sendo superficiais e acabam sempre com a sensação de algo bagunçado.

        Anos atrás as limitações do iOS eram meio irritantes, mas no atual momento acho que o custo/benefício da experiência mais polida e menos flexível dele é melhor que o Android.

        1. Meu problema com o iOS é que ele não tem uma gaveta de apps como o Android. Eu gosto de deixar a tela inicial limpa e, quando usava iPhone, eu colocava todos os ícones numa segunda tela e os apps que eu mais uso no dock. Isso é uma bela gambiarra né?

          Hoje a personalização que faço no Android é instalar o Evie (um launcher mais leve que o padrão) e colocar um widget de previsão do tempo na página inicial.

          Minha tela inicial é assim faz uns 2 anos: https://i.imgur.com/LOns5tY.jpg

          1. Eu gosto do Evie porque basicamente meu acesso aos apps é via busca e ele deixa bem acessível…o da Microsoft é muito bom e segue uma linha parecida também.

            De fato, meio irritante não poder esconder os apps facilmente, mas entendo que para algumas pessoas é confuso. Tem gente que não entende como atalho o que fica na tela inicial do Android e que a gaveta é onde estão todos “realmente”.

    2. Gostei desse lance de deixar app específico em preto e branco, me vejo usando essa função. Vou até ver se acho apps que façam isso

      E respondendo sua pergunta, não. Hoje não tenho mais paciência para configurar as coisas ou pra ficar aprendendo através de menus e configurações obscuras.

    3. Bem interessante a proposta desse Ratio. Sinceramente, não tenho problema algum com o “launcher” (nem sei se é correto chamá-lo assim) do iOS; vejo muita gente, em sites especializados, reclamar da simplicidade, mas é justamente essa característica que o torna, a mim, satisfatório — se quero acessar um app, aperto o ícone e estou nele.

      Há rumores de que a Apple vá flexibilizar isso e permitir widgets no iOS 14. Pode ser interessante. Faria sentido, por exemplo, se o app de previsão do tempo ocupasse dois ou quatro espaços no grid e trouxesse mais informações, ou alguns índices do app Bolsa expostos diretamente na tela inicial. De qualquer forma, uso bastante o widget dele na tela à esquerda. E como não é um dado que queira ver toda vez, não cai o dedo arrastá-lo vez ou outra para ter acesso à previsão do tempo.

      1. Sim, eu não vejo grandes problemas também e as personalizações que tanto falam do Android me parecem mudar muito pouco no final. São infinitas infinitas opções que mudam muito pouco no uso do dia-a-dia, já que são provenientes da mesma premissa.

      1. Eu achei estranho não haver uma única menção aos assistentes como a Siri e demais assistentes, afinal eles são uma quebra total de paradigma nesse cenário e procuram (mas não conseguem) oferecer tudo que o projeto Mercury sugere.

        Além disso, não são quebras radicais, mas as metáforas foram sumindo como os arquivos e o conceito de salvar no mobile. Não é uma revolução como a comunicação a partir de linguagem natural, mas acho bem forçado dizer que smartphones ainda usam metáforas de desktop como nos anos 70.

        1. Não deixa de ser. Você abre os apps em uma “janela”. Tem o aplicativo de “arquivos” onde tem pastas e subpastas, etc.

    4. Nossa, fiquei muito empolgado. Espero que chegue logo ao meu aparelho. Me pareceu muito útil e meio q muda bastante a lógica de como usar o celular que é bem orientada a vc não largá-lo. Ótima dica!

  11. Estava procurando um teclado com função anti ghosting com custo benefício, porque meu teclado não responde bem em meu jogo online.

    Por isso queria saber se existe um teclado Com preço bom? Se houver um kit teclado e mouse q seja de custo benefício, estou procurando nisso.

    1. Por volta de quanto é o seu orçamento ou por volta de quanto pretende gastar com isso? Faz questão que o teclado seja mecânico ou pode ser de membrana?

      1. para meu niver talvez até 199 reais, não faço questão, desde que seja um ótimo custo-benefício uso para jogar em certos jogos que exigem teclado tipo maplestory.

        1. Bom, se puder gastar um pouco mais recomendo o teclado Pichau P631. Está na faixa dos R$250,00, porém atualmente está fora de estoque e acho difícil que volte num curto prazo devido à pandemia, talvez seja melhor procurar por um desse modelo usado: pode sair mais barato. Quanto ao mouse, recomento o Logitech G203. Tenho um desse e recomendo, pois, possuí um sensor muito bom, não raro está em promoção na faixa dos R$100,00. Sei que essa combinação passa um pouco do valor que você queria, mas julgo que se investir um pouco mais vai ter bons periféricos que vão durar bastante tempo.

  12. Caro Rodrigo Ghedin, eu ouço seus podcasts há quase dois anos e sou um grande fã do seu trabalho. Em parte porque você fala justamente de tecnologia mas com o cuidado que nunca encontrei em pessoas de TI, como a importância de nossa privacidade, das redes sociais que desde 2016 têm se tornado “anti-sociais”, da não necessidade de fazer buscas sempre pelo Google. Eu larguei o Facebook, Instagram e WhatsApp em 2016, quando eles fizeram uma mudança grande em seus termos e condições. Eu, como você disse acho que neste último podcast, sou daqueles que lêem tudo. Os termos e condições e a política de privacidade. Sempre me achei, aliás, as pessoas me fazem eu achar que sou um E.T., pois até amigos advogados não leem a parte mais importante é apenas clicam em “aceito”, “li e concordo”, etc. O seu discurso me trás alívio por saber que não estou sozinho e ainda mais, por saber que vem de uma pessoa da área de tecnologia.

    Ha muito tempo venho querendo mandar uma mensagem para você, não sei se é aqui o local mais apropriado. Você comentou que talvez peça comida congelada de um restaurante vegano. Vai fundo. Sou vegano há 6 anos e vegetariano há 17. Gostaria de deixar para você e para os que estão lendo uma recomendação de uma palestra do TED e de um livro:

    – Quit Social Media by Cal Newport (o livro dele “Deep Work” também é fantástico
    – Netflix “Game Changers” documentário sobre performance no esporte e veganismo. A quebra de muitos paradigmas
    – The China Study, Dr. Campbell – o maior estudo jamais realizado durante 30 anos sobre nutrição e saúde

    Tenho um projeto de criar meu podcast. Você poderia qualquer dia falar rapidamente do que eu preciso em casa para fazer?

    Muito obrigado!

    1. Como foi pra você largar o WhatsApp? Fico interessado nessa experiência.

      Ah e tenho muita vontade de ler os livros do Newport mas tenho medo de cair em algum “conto da produtividade”, onde fique pensando demais em produzir e me esqueça de valorizar o ócio. Se puder falar sobre.

      Também falando de nutrição veg, sou muito fã do livro “Comer Para Não Morrer” ou “How Not To Die” do Michael Greger. Vegano a 1 ano aqui. Go vegan!

      1. Heitor,
        Não foi fácil largar o WhatsApp, ao contrário do que eu achava, pois já usava o Telegram. Eu havia criado dois grupos de família que abrangiam primos até mais distantes. Um de origem paterna e outro de origem materna. Esses grupos no WhasApp viraram um sucesso pois conectam pessoas que normalmente nunca se falariam. Ouve uma aproximação enorme. Familiares diversos vivendo em diversas cidades do Brasil e do mundo. Eu avisei que sairia do WhatsApp e criei os meus grupos (espelhos) no telegram. Ocorre que ninguém mudou e fiquei sem os grupos e a família reclama até agora. É muito difícil você ser visto como “incomunicável” principalmente por quem já substitui o termo “meu número de celular” por “qual o seu WhatsApp?”. As pessoas ficam surpresas na maioria mas alguns tiram de letra. “Tranquilo, eu jantemos Telegram”, ou “beleza, vou baixar”. Eu acho que a tecnologia digital pode deixar uma pessoa totalmente alienada e deixar de viver. Pego trem e metrô para trabalhar e vejo em casa 10 pessoas, 8 ou 9 seduzidos e hipnotizados pelo WhasApp, ou Netflix, ou Candy Crush…. é assustador. As pessoas não olham ao redor, andam jogando o celular.
        Sobre o veganismo, parabéns. Conheço todo o trabalho do Dr. Michael Greguer e ele lançou um livro recente que se chama “How not to diet”, também muito bom!
        Não tenha medo de ler Cal Newport, com certeza te fará mais bem do que ficar “preso” no emaranhado das mesmices do que se faz e se pensam sobre a Internet e a comunicação digital. Sou educador e o Cal Newport fala da nossa atenção fragmentada, que também é explorada em um livro que se chama “Shallow- What the Internet is doing to our Brains”, que me surpreendeu pelo conteúdo vasto e todo ele baseado em pesquisas científicas.

    2. Que comentário legal, Luis. Obrigado!

      Eu ainda não sou vegano nem vegetariano. Há dois anos, comecei a reduzir gradualmente o consumo de carne. Hoje, a carne aparece em poucas refeições — 2 a 4 vezes por semana, de um universo de 14 (almoço e janta). Também passei a frequentar restaurantes veganos diversos, tanto em almoços fora no dia a dia (PF) quanto para ocasiões mais sofisticadas. É um universo muito saboroso, e isso se soma à paz na consciência de estar fazendo algo, ainda que seja uma gotinha no oceano.

      Olha, acho que é uma boa ideia rascunhar algo explicando como publicar um podcast. Nunca foi tão fácil; mesmo assim, tem uma série de detalhes chatinhos que, sem algum auxílio, podem consumir um tempão desnecessariamente. Para adiantar: o “atalho” mais rápido é usando algo como o Anchor, que é gratuito e concentra todas as etapas do processo (gravação, edição e publicação). Até o fim do mês publico algo mais amplo aqui no Manual.

      1. Eu e alguns amigos de trabalho iniciamos um podcast agora durante a quarentena. A ideia é falar sobre os nossos interesses mesmo, de uma forma descontraída. Gravamos através de Skype, editamos com Audacity e publicamos através do Anchor. Adoraria ver um texto seu explicando em mais detalhes o processo de publicação. Abraços.

      2. Obrigado pelas dicas. Acho que seria uma coisa bem legal você compartilhar sua experiência de produzir um podcast para os que querem fazê-lo em casa mesmo. Já vi outros interessados aqui!!
        Sobre veganismo tenho muitas indicações e para quem quer ver um planeta melhor e fazer a diferença os impactos são enormes. Incluindo realmente fazer a diferença quanto ao clima. A “pegada de carbono” é uma falácia, há muitos outros químicos que produzem um resultado nocivo no clima de dezenas de vezes piores que a emissão de carbono, um deles é o metano, que é liberado pelas vacas e todos os animais (são muitos bilhões) que existem para fornecer algo para o humano. Para não dizer da água e da quantidade de terra fértil arável do planeta. Há quem diga que de 50-70% das terras são utilizadas para produzir ração para os animais que estarão em nossos pratos depois. E em torno de 70% de todos os antibióticos produzidos no mundo são dados aos animais que estarão em nossos pratos, para “maximizar” a produção. Enfim, há muito debate “falho” sobre climate change, principalmente quando omitem dados muito expressivos. Vivemos um faz de conta.
        Veja o documentário Food Matters.

    3. @Luis que comentário bacana! EU também estou curioso para saber como o Ghedin faz seus podcasts.

      Você , se não sabe, pode criar uma conta no gravatar ponto com para que apareça uma “fotinha” sua ou do que quiser, ai saberemos que é você comentando. Seria sua marca registrada rsrs

      O Fábio também é vegano que nem você e possui o site saberanimal.org em que ele fala sobre.
      Obrigado pelas indicações! Assim como com Ghedin eu não curto muito carne, mas gosto bastante de peixe (embora não como muito também por ser meio caro) e se tornar vegetariano, para começar, seria um esforço tremendo já que parentes próximos não vivem sem uma “carninha”.

      Eu gosto muito da cultura asiática e tem um livro da Coreia do Sul que coloquei no meu Skoob para ler futuramente, A VEGETARIANA de Han Kang.
      Só de pensar no tremendo esforço que um coreano tem que fazer para se tornar vegetariano já fico curioso de saber como. A Coreia enfatiza muito nos filmes e dramas o uso de bebida alcoólica (Soju) e carne (de porco principalmente) .

      Abraço!

      1. Grande Rafael,

        Obrigado pela dica do Gravatar. Eu já fiz, não sei se vai funcionar, vamos ver. Obrigado pela dica do site do Fabio, vou dar uma olhada. Interessante esse livro de vegetarianismo coreano, como você disse é difícil para um coreano se tornar vegetariano. Um dos pratos “principais” deles é carne de cachorro. Sendo professor, um aluno coreano e sua família me convidaram para ir no melhor restaurante coreano de São Paulo. Faz muito tempo, na época eu comia carne. Experimentei varias coisas deliciosas. Mas quando perguntei sobre a carne de cachorro, meu aluno disse “aqui no Brasil é proibido, mas quem conhece e o restaurante confia, eles fazem”. Claro que não insisti para que fizessem carne de cachorro.
        Quem sabe você aos poucos cima menos carne ainda, já que você bem sente tanta vontade. É sobre lembrarmos que todos os animais são seres sencientes, ou seja, eles sentem alegria e dor e têm sistema nervoso central, diferente das plantas. Aliás a maneira com a qual eles são tratados não “podemos saber” pois qualquer humano ficaria horrorizado.
        Grande abraço

    4. Oi, Luis! Que legal saber q vc é vegano! Já estou, assim como a minha esposa, nessa há mais de cinco anos. Passamos do vegetarianismo para o veganismo rapidamente e foi, na verdade, bem simples a mudança. Passamos a comer BEM melhor e a gastar menos. Nossa saúde melhorou substancialmente (a minha mais) e a nossa consciência ética expandiu. Sentimos vontade fazer um projeto ligado ao tema, não somente veganismo, mas libertação animal e fizemos o “Saber Animal”. É um site, portanto, escrevemos ali. Mas tb fizemos um podcast. A dica que o Ghedin (e que espero que ele adote uma dieta 100% vegana em algum momento!) deu é boa e prática. No nosso caso, os áudios ficam no nosso site e usamos o tradicional RSS pra propagação dos episódios. Tem um equipamento de gravação, mas ele não é totalmente necessário. Há soluções simples aos montes por aí. Boa sorte no projeto e depois não deixe de falar sobre ele.

      1. Grande Fabio!!
        Parabéns para você e para a sua mulher!!! É verdade, muita gente diz “além de ser bem difícil é muito caro”, ou “o que você fez para substituir a carne?” O que as pessoas não sabem é que NÃO precisa substituir a carne. A alimentação vegana promove tanta proteína quanto precisamos e SIM, tem todos os aminoácidos essenciais. Me faz lembrar do livro “Comfortably Unaware”. Aliás, eu falei em um post de vivermos em um faz de conta em várias áreas. Essa é uma grande área que mantém tudo bem escondido e “confortavelmente longe de mim” para que não vejamos o que acontece. Assim “fazemos de conta” que a carne e seus derivados de animais são “saudáveis”, “necessários” e que “não há sofrimento no processo”.
        Eu havia tentar ser vegano há 20 anos mas não consegui. Fiquei só no vegetarianismo. Até que uma doença auto-imune me derrubou e seguindo sempre um médico nutrólogo, já há mais de 14 anos, eu segui uma dieta a base de plantas, integral e incorporei à minha vida. Em quatro meses a doença sumiu e não tomo mais remédios. As vantagens que existem são tantas que ao falarmos para quem não conhece eles acham que é propaganda enganosa 😂

        Se dizer um podcast sobre veganismo, será muito legal!!! Pode contar comigo! Grande abraço.

        1. Acham mesmo. O pessoal não bota fé nas vantagens, que são várias, e acham q é tipo um papo de quem quer converter para a religião do veganismo. Não é nada disso. Até falo pra algumas pessoas muito céticas: cara, se vc não quiser fazer isso pelos animais, ok, mas faça pelo menos por si mesmo. Enfim… eu dou o recado qdo surge a oportunidade. Mas com algumas pessoas não sei, não funciona. Outro dia um cara veio se lamentar comigo da falta q animais em circo fazem… É bem problemático, na verdade.

          Então, já temos um podcast, com o nome tb de Saber Animal. Depois escuta lá. Se tiver duplicado no feed, é aquele q tem mais programas o correto. Graças ao Anchor, ele duplicou as coisas e agora não consigo resolver… Dá uma acessada no site tb, pode ser q tenha algo q vc curta. É saberanimal.org. E não deixe de dar notícias do seu projeto.

          1. Achei que tinha deixado de lado o podcast saber animal. No app que uso, Podcast Addict, eu atualizava e dava erro e só tinha 3 episódios. Agora pesquisei e achei um com 7 episódios e assinei ele.

  13. Vou colocar aqui o mesmo que postei no Tecnoblog:

    “O Twitter é bom pra obter informação, mas não estou mais dando conta, eu preciso urgentemente excluir, porque depois dessa crise, se ainda estiver vivo, não vai mais existir cérebro nessa cabeça. Não consigo me concentrar em mais nada, ler nenhuma notícia completa, vídeos do Youtoba só se for na velocidade 2x, o Kindle foi jogado de lado. Só a sede de estar informado, informado, vendo barracos e notícias falsas atualizadas sedentamente a cada segundo.”

    1. Vale para qualquer rede social:

      O filtro SEMPRE SERÁ VOCÊ. Não importa se nestes comentários, no TB, no Mastodon, Twitter, Youtube ou Facebook.

      De fato também tou viciado no Twitter – mas é pq preciso é achar um emprego. :\

      1. Eu sempre sou partidário dessa ideia @ligeiro. Passa muito por autocontrole e controle da ansiedade. Eu tinha muito “FOMO” antes de começar a consultar regularmente a minha psiquiatra e me medicar com antidepressivo e ansiolítico.

        @Gustavo

        Se você não consegue se controlar em relação à ansiedade de se manter informado, eu sugiro que você bloqueie palavras-chave no navegador e no Twitter (acho que no Twitter é mais fácil).

        Porque isso? Porque a minha experiência anedótica diz que cortar esse tipo de comportamento de maneira abrupta acaba sendo o combustível para você se direcionar para outros locais – Reddit, comentários em sites etc – e a sua ansiedade voltará ao mesmo pico de antes.

        Claro que as redes sociais tem algoritmos sofisticados para nos manter em estado de atenção o tempo todo, mas é possível burlar sem precisar agir como se fosse um viciado em heroína =)

        Como eu disse no outro PL, eu conheço muita gente que passou a ter uma preocupação e um comportamento ansioso com o “tempo de tela” e passaram a ter cada vez mais preocupações com isso, e instalar aplicativos para impedir de usar etc.

        Isso me soa, sem nenhum embasamento cientifico, ao mesmo processo do vicio em pornografia, onde a pessoa começa consumindo filmes “normais” e vai, cada vez mais, se aprofundando em fetiches mais obscuros porque os anteriores não lhe satisfazem mais sexualmente (isso é nem estudado, inclusive).

        1. Permitam-me discordar da premissa de que o usuário é o filtro. Acho que aí é jogar a culpa do vício no viciado e eximir a plataforma, que emprega inúmeros artifícios viciantes, de qualquer culpa.

          Apesar dessa divergência, concordo que uma espécie de “tratamento de choque” pode ser eficaz. O que funcionou comigo — explicado neste post — foi abdicar dos apps oficiais do Twitter, remover qualquer um do celular e, no computador, usar o Tweetbot ou Tweetdeck, que não têm timelines algorítmicas. E fazer listas, mantendo apenas perfis pessoais e que não costumam abordar temas estressantes, como política.

          1. Eu não discordo que parte da culpa é dos sistemas – eles são projetados para viciar e para dificultar a saída deles.

            Mas entendo que como seres humanos, quando a gente sabe que parte da premissa é justamente não depender deles – nisso é nós que ganhamos a consciência de sair ou não do online.

            E mesmo que as empresas mudem o mecanismo para ser menos viciantes, o ponto é que parte do vício é a interação – e a necessidade de atenção. De se validar, de se sentir útil no grupo, se sentir atendido. E isso se o sistema não faz, o grupo o faz – não a toa a questão também dos incels, dos tóxicos em comunidades “chan” e tudo o mais.

            Muitos falavam que “o orkut era o problema”. O orkut morreu e muitos foram para facebook e outras plataformas. Não mudou nada de muito dos comportamentos – o “expor as pessoas”, a humilhação, a atenção ao cara que teve aquela epifania, seja de “uma frase inteligente” ou “uma atitude idiota”. Ou as notícias sensacionalistas.

          2. Estamos falando de vício. É uma luta desigual. Mude o cenário para outros tipos de vício. Daria para dizer a um viciado em jogo que basta ele se controlar melhor na hora de fazer apostas? Ou a um alcoólatra que ele só precisa saber a hora de parar? Não é simples assim; é algo que extrapola o nosso auto-controle.

          3. Como disse o @Ligeiro abaixo, não eximo as plataformas. Elas são pensadas pra viciar mesmo. Mas também acho que uma pessoa com uma ansiedade geral (TAG ou algo do tipo) vai acabar direcionando essa ansiedade para outros meios que não as redes sociais.

            E, no momento, é normal que a nossa resposta ao que está acontecendo seja ansiedade, principalmente naqueles grupos mais suscetíveis à ansiedade.

          4. @Ghedin, sim, está certo – sei porque tenho familiares alcoólatras (e eu mesmo evito álcool por risco de cair em vício).

            Eu me devo a leitura de um texto, acho que de uns dois – três anos atrás – que tem uma teoria interessante sobre vícios. Tais nascem da falta de algo também. No meu caso, de ter relações próximas melhores – talvez se eu tivesse mais amigos reais em casa / na vida, estaria menos online.

            Enfim, divago. Mas não tiro tua razão, só entendo que uma vez que a gente tem consciência deste vício, também necessita-se de um esforço ou motivo para sair dele.

    2. Eu adotei o “tratamento de choque” e excluí meu Twitter no início de 2019. As notícias me deixavam angustiada e os comentários nos tuítes me deixavam ainda pior, pois é difícil rodar a timeline sem ler alguma besteira. Fora isso, eu costumava desabafar sobre algum problema meu ou sobre essas notícias/ comentários que me revoltavam, daí eu lia mais tuítes que me deixavam mal, comentava de novo, gerando um ciclo infinito de amargura. Às vezes é melhor não saber tudo que está acontecendo ou separar um espaço para isso no seu dia, é difícil mas acredito que seja o melhor caminho, ainda mais no momento que estamos passando. Hoje eu visito as @s que acho mais importantes, como a de alguns jornalistas e podcasters, mesmo sem ter conta. Porém, acho que direcionei mal minha atenção e fico tempo demais nos portais de notícias, o que venho tentando diminuir também. Tenta ver o que funciona melhor com vc, exclui o Twitter e vê se vc se adapta, se não conseguir dá para voltar em alguns dias. Criar listas ou usar o Tweetdeck são opções menos radicais que podem funcionar também, como o Ghedin indicou aqui.
      Sobre o FOMO, eu acrescento mais um ponto na discussão que surgiu aqui embaixo (não respondi nela por causa do limite de respostas, foi mal): na nossa vida off line parece que também existe uma certa cobrança que vc saiba tudo e esteja sempre 100% atualizado. Se em uma conversa vc falar “não sei, não li, não vi” as pessoas te veem como um alienígena (isso vale para notícias mas também para filmes e séries). Quantas vezes eu ouvi: “como assim vc nunca viu essa série????”, o que gera uma frustração estranha, pois não sou obrigada a ver tudo mas com uma impressão que eu deveria.

      1. na nossa vida off line parece que também existe uma certa cobrança que vc saiba tudo e esteja sempre 100% atualizado.

        Acho que esse é o ponto que mais vicia também: o “saber de tudo”, o entender o que se passa. Aí vai e consome site de notícias, site do especialista A ou B, etc…

        A dieta de informação fica bem encharcada de gordura: muita informação, pouca utilidade para o dia a dia.

        Teoricamente eu que mexo com manutenção de PCs deveria estar era acompanhando notícias sobre hardware. Só que no final aprendi também que no final se resume a atualizações quase que anuais de processadores, placas de vídeo e padrões de mercado. Fácil se perder.

        1. É isso mesmo. Claro que não é bom se alienar, mas acompanhar todas as notícias é impossível (e talvez não muito recomendável para a saúde mental). Mas em um grupo de amigos, no trabalho, na faculdade, existe alguma expectativa que vc saiba o que está acontecendo, e às vezes isso é usado como forma de avaliar se vc é uma pessoa capacitada ou não, se vc é uma pessoa interessante ou desinteressante para conversar, etc. Eu voltei a estudar e parece que na pós-graduação a necessidade de vc sempre demonstrar conhecimento é ainda pior, o que me deixa mais ansiosa e angustiada. Se vc não souber algo já vem um colega dando voadora para te corrigir. Como disse uma professora no primeiro dia de aula, “eu posso não estar avaliando vcs o tempo todo, mas seus colegas estão”. Complicado.

  14. Pessoal do modo escuro, hoje eu mexi na cor da fonte dos textos. Em vez do branco puro, agora ela tem um tom acinzentado, para diminuir um pouco o contraste. Podem me dizer se melhorou?

    (Se os textos ainda estiverem branco, é coisa do cache do navegador. Tentem limpá-lo, por favor.)

    1. Melhorou um pouco, sim. Seria muito trabalhoso colocar um toggle pra mudar a cor do site? Não tenho muita noção de como essas coisas funcionam, então realmente não sei. Acho que o Manual é o único site que gosto de usar no modo claro.

      1. Daria mais trabalho que esse sistema de troca automática :)

        A troca automática, seguindo o padrão do sistema operacional, é bem simples: no CSS, um arquivo que contém as regras de apresentação visual do site, eu simplesmente crio um conjunto de regras extra condicionados ao modo escuro do sistema. (Se inglês básico não for problema, este site explica bem como funciona.)

        Um botão demandaria alguma programação, possivelmente o uso de JavaScript e encontrar um espaço na interface para colocá-lo. Além disso, e é a minha maior preocupação, acrescentaria complexidade ao uso do site. Por ora, acho bem improvável que algo assim apareça aqui :(

    2. Sim, achei que ficou bem melhor! O alto contraste também andava me incomodando nos últimos dias.

      1. Decidi brincar um pouco aqui com um userstyle — a ideia inicialmente era trocar o fundo preto por um cinza escuro para diminuir ainda mais o contraste, mas acabei me empolgando e mexendo com outras coisas como fonte — e percebi que uma coisinha pode ser melhorada. Como o texto está um pouquinho mais escuro, ao selecioná-lo, o contraste com a cor de seleção passou a ser um pouco fraco. Sugeriria escurecer a cor de fundo da seleção e talvez até clarear um pouquinho a cor do texto selecionado. Usei #444 e #bcbcbc aqui, respectivamente.

  15. Alguém já usou o aplicativo Jumbo aqui? Ele se integra ao Facebook/Google e dá umas sugestões de restrições de dados para obtermos mais privacidade. Achei ele a cara do Manual do Usuário. Hahaha

    1. Conheço! Parece um bom paliativo — ainda acho que o ideal é não ter contas nessas redes, embora isso nem sempre seja possível. Seria perfeito para nós se estivesse em português.

      Para quem não conhece, aqui o site oficial.

  16. Olá pessoal!
    Indo direto ao ponto: gostaria de recomendações de carteiras, especificamente carteiras compactas.
    Aqui no Manual já tem uma matéria falando de algumas mas elas são em dollar e bastante caras. Minha atual é uma Dobra (aquela q parece de papel mas não é), ela tem o tamanho perfeito, até gosto dela, só q estava pensando em uma no mesmo estilo porém de um outro material que não amassasse.

    1. Essa semana eu pesquisei por carteiras no instagram e estou há 3 dias recebendo várias propagandas de carteiras minimalistas.
      Experimente!

      1. Vim seco recomendar a Jouse. De tanto aparecer propaganda dela no Instagram, acabei comprando.
        É realmente bem compacta e de excelente qualidade. Tenho a minha faz uns 2 anos e ela já aguentou calor, frio, chuva e suor e continua firme e forte.

        Recomendo pegar a versão maior pra RG, se você anda com ele ou o documento do carro.

        1. Sim, são caros (não eram) mas impecáveis…constantemente recebo elogios por eles.

      1. Putz, eles só vendem de couro? Essas e a Jouse que recomendaram são de couro bovino, e, eu sei que soa muito hipócrita por eu consumir a carne, mas não me sinto confortável com coisas feitas com couro ou pelos de animais.

      1. Cara, achei essa da Nordweg sensacional! Uso uma carteira da courofino a uns 6 anos, e ela é excelente pelo tamanho CNH e ainda tem bolso de moedas. Enfim, sabe me dizer cabe um cartão nesse bolso externo? Preciso de espaço para 4 cartões, no mínimo.

        1. Cabe sim! Aliás, coloco meu cartão de transporte público lá pra poder passar sem retirar o cartão (só aproximo a carteira)

  17. Tou fazendo uma coisa: toda vez que aparece a caixa do twitter para concordar com aquela coisa do “alterações”, dou um F5 e vou navegando de novo.

    1. boa

      (é a versão digital de não ser encontrado pelo oficial de justiça, haha!)

      1. Desisti. Fui verificar se desliguei o id de anúncio e agora já dei o OK.

  18. Na semana em que Twitter anuncia que vai ficar pior, descobri que já fui capturado pelo Google Street View.

    Alguém mais já foi?

    1. Hahaha (rindo para não chorar). Até onde eu sei, nunca me flagraram. Como você descobriu essa “participação especial” no Street View?

      1. estava com repentinas saudades do trajeto cotidiano que faço caminhando para o trabalho e acabei me achando fazendo esse mesmo trajeto!

    2. Eu já pensei ter sido, mas acho que foi apagado ou não registraram.

    3. Eu tenho uma história meio triste sobre isso.
      Meu vô foi “capturado” pelo Street View vários anos atrás, e ele morreu no começo de 2019.
      Quando descobri, fui mostrar pra minha vó e ela desabou no choro. Hoje ela tá melhor, e de vez em quando pede pra eu mostrar pra ela no mapa pra matar um pouco da saudade do veinho.

      1. eu sempre fico pensando nisso

        como a gente é eternizado de um jeito que foge no nosso controle

          1. Nossa, teve um comentário de YouTube que meio que adaptaram pra um vídeo, sobre um garoto que jogava com o irmão, e quando o irmão morreu, ele descobriu o fantasma do carro dele ficou salvo no jogo.

      2. Umas semanas atrás eu vi uma história parecida no Quora https://qr.ae/pNrTg1 .

        Geralmente embasam o rosto, mas quando a imagem não é tão boa acho que deixam a original.

        1. Foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando achei meu vô no mapa.

        2. Nossa, eu respondi a outro comentário achando que era irmão kkkk

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