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Post livre #217

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67 comentários

  1. Falar-se muito do poder de rastreamento do Google. Mas lendo o livro de Yuval Noah Harari (Homo Deus), ele cita até a capacidade de vigilância da Amazon através do Kindle (enquanto eu leio o livro pelo Kindle)! Se bem o leitor de livros digitais se salva, para onde corrermos nós? O Kindle não dá meus dados para um monstro mas dá para outro 🙄

  2. Desculpe a pergunta repetida (encontramos aos montes na internet) , mas alguém tem ou conhece algum notebook até 2 mil bom?

    Não é para jogos, é para um filhinha de um amigo fazer trabalhos escolares, porém ele também vai usar e sua esposa. Algumas observações:
    *Ele vai jogar jogos leves;
    *Pode ser com HD normal e depois ele faz um upgrade com um SSD;
    *Memoria a mesma coisa, 4GB para começar.

    Se fosse para mim já desistia, pois com esse orçamento é complicado.

    1. Procure por i5 de 3ª a 5ª geração, pois é na faixa de 1.500 reais

      1. Ele achou essa aqui produto.mercadolivre.com.br/MLB-1486288705-notebook-positivo-intel-core-i3-8ger-256gb-ssd-8gb-ram-n-f-_JM?quantity=1&variation=53321135189

        Será que compensa? Quando é positivo eu fico meio receoso.

        1. não acho que seja ruim e deve durar por um bom tempo (se bem cuidado uma vez que essa linha é bem de entrada), mas eles querem novo? pois existem ótimos modelos de linha Lenovo Thinkpad ou Dell Latitude usados de gerações mais antigas, como o Ligeirinho citou, que talvez entregariam um melhor desempenho e até durariam mais (por serem de linha empresarial) do que comprar um nessa faixa de valor novo

          1. E na questão da garantia? Como não é para mim tenho que pesquisar bem para depois não ficarem no meu ouvido rsrs.

            VLW!

          2. simm, eu quesito importante hahaha

            para o modelo apresentado, não vejo motivos em não atender a demanda apresentada, mas como já comentei, vale ressaltar o cuidado com o produto uma vez que é de linha de entrada (diria isso para qualquer produto por essa faixa de valor)

            eu dei uma pesquisada por cima e acredito que pela situação atual do dolar, esse notebook é o que mais esta em conta pelas configurações dele

    2. Olha, eu não abriria mão do SSD, não. A menos que o uso se destine a lidar com muitos arquivos, ou seja, em que espaço é importante, acho mais negócio pegar um SSD pequeno do que um HD grande.

      O Samsung Flash parece uma boa pedida para esse caso de uso. Como quase tudo, deu uma boa encarecida, mas ainda é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 2 mil na versão com 128 GB de espaço (tem uma mais barata, mas 64 GB para um notebook pode ser bem limitado).

      1. Vlw pela dica! Estou pesquisando aqui, mas no site da Sansung nem aparece mais quando clica no Filtro “Flash” samsung.com/br/pc/flash/?flash
        Vou continuar procurando aqui um com preço bom.

  3. Como se já não tivessemos motivos suficientes para odiar a Rappi e todos os empresários ligados a esse ramo, tem esse vídeo sobre os deliverys brasileiros.

    Todo o vídeo é muito bom, ainda que eu tenha ressalvas ao Greg News, principalmente porque coloca uma lupa nos fundadores dos aplicativos e nos termos de serviço que os entregadores assinam/consentem.

    A melhor parte é o fundador do Rappi dizendo que o maior obstáculo da operação no Brasil foi contratar bons advogados para burlar a CLT (depois de defender que não deveria existir nenhuma estatal e nenhum tipo de direito trabalhista).

    Vale a pena.

    https://www.youtube.com/watch?v=v3B9w6wWNQA&feature=share

  4. Depois de anos sem entrar no Medium, eu resolvi acessar a minha conta e descobri que agora é pago. Isso só confirma que é melhor montar seu próprio blog/ site do que depender dessas plataformas…

    1. É difícil ter expectativa de qualquer coisa. O Medium eu gostei no começo pois parecia legal para escrever. O mal é que senti que a comunidade de escritores lá me soava pedante demais. E ao que diziam, tal comunidade valorizava mais “seus pares”.

      Montar o próprio blog na verdade tem seus custos também – pergunte ao Ghedin. Mas é aquela coisa: quem quer achar um público, achará.

      1. Isso é verdade. Eu tenho um texto que saiu via Medium Brasil (quando eles tinham esse canal curado pelo Leandro Demori) que hoje tem +10k visualizações. O dobro do segundo texto mais lido (uma tradução do Path of Exile, que saiu sem estar em nenhuma publicação).

        Sobre ser pedante, depende das pessoas em qualquer plataforma. Vai ler um texto do Tecnoblog ou da Sabrina Fernandes. Pedantismo independe da plataforma.

        1. @Ligeirinho @Paulo A proposta do site era boa, ainda mais quando eu criei minha conta (2015!), e parecia ser o site ideal para escritores independentes. Essa parte de comentários, aplausos, seguidores, etc. até é legal, mas não me interessa muito, não queria criar um público, queria só ter um lugar para reunir os artigos acadêmicos que escrevi e que estão espalhados em um monte de periódicos aleatórios e também tornar essas publicações mais acessíveis. Tinha vontade de fazer um pequeno trabalho de divulgação científica mas sempre me perco por onde começar, junta com desânimo e nunca vai pra frente.

          Lidar com pessoas é sempre complicado, se elas forem pedantes é pior ainda, na maioria das vezes o que a gente pode fazer é ignorar mesmo porque não tem muito o que fazer… Em alguns círculos a situação é pior, mas paciência… Ou é isso ou a gente fica doente (p.s. não consigo ver os vídeos da Sabrina por esse motivo)

          1. Sim, ela mesma. Ótimo conteúdo na imensa maioria das vezes, opinião embasada e muito conhecimento teórico e até mesmo prático na questão do ecossocialismo. Mas ela é uma pessoa literalmente intragável de tão pedante. Se você ler qualquer interação dela com os ouvintes do canal dela você vai perceber isso. E, mais ainda, ela simplesmente ignora qualquer questão que seja contrária às dela depois que ficou famosinha.

            Recomendo muito o canal, não recomendo seguir mais nenhuma rede, entretanto.

    2. Sim, e eles podem colocar um texto seu sob paywall sem que você possa ter controle sobre isso. Ainda assim, é a melhor plataforma pra publicar algo.

      1. Você pode impedir que seu texto seja colocado atrás do paywall. É a opção “Manage distribution setting”. O problema é que ela está vinculada à promoção do texto em outras áreas do Medium, como artigos relacionados e newsletters. Ou seja, se você optar por não submeter seu texto ao paywall, perde todas as vantagens de divulgação que o Medium oferece.

        Quanto a ser a melhor maneira de publicar, será? No que o Medium é superior a, sei lá… um WordPress.com da vida?

        1. Eu não sabia que dava pra impedir o meu texto de ir pro paywall. Bom saber.

          Sobre a comparação, tudo recai em duas questões principais: custos e alcance.

          1) Custos: ter uma hospedagem para manter um blog são altos, hoje em dia ao redor de R$30 mensais. Hospedagens grátis enchem a tela de pop-ups, propagandas e barras; algo burlável com o AdGuard ou qualquer adblock, mas não dá pra esperar que todo mundo saiba disso. Coloque ainda o custo de um domínio (so redor de R$40 anuais, ainda que a maioria das hospedagens pagas dê um ano de domínio .com grátis). E o pior, quase todas essas hospedagens tem planos anuais, o que normalmente eleva o custo para uns R$150 na média. Eu não disponho disso para fazer um WP com hospedagem própria. Se você for pro plano do próprio WP o custo vai pra R$312 anuais. No plano gratuito – que eu uso – com o domínio .wordpress, ele também é cheio de propaganda. É muito caro e na versão grátis é cheio de propaganda.

          2) Alcance: o Medium, por pior que seja (e eu não gosto da plataforma) tem um alcance muito maior ao criar o senso de comunidade entre os seguidores, ter ferramentas para destacar texto/passagens que lhe interessam, uma lista de leitura salva etc. Antigamente, inclusive, possível colocar um domínio próprio e usar a plataforma deles (não sei se ainda rola). Não tem propagandas entre os textos e não tem barras ou pop-ups a todo o momento. Contudo, tem os problemas que você elencou abaixo e, principalmente, o problema do paywall (algo que me incomoda muito), mas ainda assim, o paywall é mais fácil de ser burlado (uma aba anônima, que todo mundo sabe abrir, resolve o caso).

          Não defendo o Medium, ainda que eu tenha gostado dele no inicio da plataforma, mas do modo como estão as coisas hoje eu acho que eles ainda mantém a melhor plataforma para alguém que quer escrever e ter uma alcance entre seus seguidores/leitores.

          PS: ultimamente eu tenho colocado os textos curtos, colagens e links que eu recebo ou leio no Tumblr, acho a plataforma ideal pra isso.

    3. Eu criei uns recentemente e reparei no Paywall. Eu percebo que é mais usado para replicar conteúdo. Por exemplo a pessoa publica no seu blog, o mesmo texto no Linkedin e depois no Medium (só um exemplo) e o do LK e MD linka para o original do blog(Link Building/backlinks). Mesmo assim ainda tem gente que publica somente lá, mas em mais de 90% das coisas que busco no G quando cai num texto de lá, no final do artigo aparece “publicado originalmente em“.
      Eu gosto do design simples e bonito de lá, mesmo com esse paywall ainda é um dos melhores lugares para publicar um texto de sua autoria, porém continua sendo uma “casa alugada”, cada um tem que ter a sua.

      1. O design é muito bom, mesmo as interações (como os “claps”) não poluem muito. Mas esse paywall enfraquece bastante, né? Eu sei que a empresa precisa se sustentar de alguma forma, mas que fosse cobrando apenas de quem quer publicar, não de quem quer ler…

        Minha intenção era essa, publicar no Medium com um link para a publicação original, acho que seria uma boa ferramenta para reunir os textos que ficam espalhados em vários lugares, mas o ideal é ter a “casa própria” mesmo ahahah

    4. O problema do Medium é que ele é refém das dinâmicas de investimento de risco/retorno exponencial de startups do Vale do Silício. Por isso não se decidem em um modelo de negócio e, vez ou outra, fazem “pivots” destrutivos para quem confia na solução deles. Em outras palavras: não são confiáveis. (O The Awl, um dos últimos blogs legais, se levou pelo canto da sereia e teve que fechar as portas depois de ser apunhalado pelas costas.)

      Existem outras plataformas tão fáceis quanto e mais confiáveis. WordPress.com, Write.as, Ghost, Listed… além da opção de criar o seu próprio blog — o meu fiz com o Jekyll no Github Pages, gratuitamente.

      Acho até válido colocar coisas no Medium pelo efeito rede/exposição, mas jamais publicaria só lá. É muito arriscado e fortalece uma empresa que já se provou mais de uma vez danosa ao ecossistema.

      1. Eu replico no meu WordPress tudo o que sai lá. As opções que você deu são boas (gostei do Write.as) mas são caras para se manter.

        O Github eu tentei fazer anos atrás, mas era muito complicado fazer o esquema de domínios que eles pediam. Sem falar que eu jamais conseguir importar textos de outros locais.

        Anos atrás eu perdi muita coisa quando eu publicava no finado Posterous. Salvei alguns textos que foram pro Medium, mas a maior parte se perdeu por problemas na exportação do conteúdo.

  5. eu já li um pouco a respeito, a apple meio que implica com isso e a questão é a seguinte, eu queria comprar um cabo (USB-C) para o meu celular (Galaxy S9) que fosse de boa qualidade para mitigar (tentar) possíveis danos ao meu celular..
    comprei usado e não veio o cabo original, fui no site da samsung e não se tem opção (além de um cabo e carregador) mas eu gostaria de comprar um bom cabo, qual marca vocês recomendariam (tendo na china ou aqui Brasil)?

    1. Cara, nunca usei o USB-C e tenho um na mochila que comprei errado e deixo para vender para quem precisa (ou passar para parente). É da marca Exbom, daqueles com malha externa de plástico, que soa mais resistente. SOA. Me parece bom, mas como em 70% das vezes mesmo em outros padrões, é aquela coisa de nunca entortar as pontas e tomar cuidado com os conectores para não perderem o contato.

      1. Eu dando uma pesquisada, vi forte recomendação para as linhas Anker, Aukey, Baseus (eu tenho um carregador deles a uns 2 anos já e recomendaria) e até Ugreen (citada pelo Fabio). Acabei comprando um cabo USB-C da Anker e carregador da Baseus já que a Aukey é meio difícil de encontrar fora da Europa ou EUA, carregadores da Anker aqui no Brasil são bem caros e o que mais me agradou em valor e o que promete entregar foi o da Baseus.

        O cabo Anker comprei pela Amazon apesar de ainda não ter sido finalizado a compra (o sistema deles é meio lerdo para aprovar, ao menos para mim). E o carregador Baseus eu comprei pelo mercado livre.

    2. Compro cabos da marca Ugreen e estou bem satisfeito. Os importo da china e eles atendem muito bem durando já uns bons anos. Oreferi aqueles com nylon, por conta do gato, que destrói todos os fios sem dó e piedade.

    1. Valeu! Estou sempre de olho lá. Muita coisa que sai é mais voltada ao público norte-americano ou muito técnico, mas vez ou outra eles soltam artigos muito bons para o público geral. Sempre que possível, os traduzo.

  6. é até estranho sair na rua agora… ontem eu fui para o supermercado e fiquei com isso na cabeça

    1. Está muito esquisito mesmo. Só saí uma vez em quase um mês de quarentena e quis voltar o mais rápido possível pra casa. Imagina como vai ser quando acabar a quarentena…

    2. Tive que sair três dias seguidos para fazer bico – só agora chegou o AEx.

      A sensação que tenho é que as pessoas estão meio perdidas e com aquela coisa na cabeça: “Se for morrer, de qualquer forma mesmo morrerei um dia. Então deixe-me viver”. :\

  7. Caros, resolvi trocar o meu mouse de trabalho e comprei um Logitech 720 (estou aguardando chegar). Hoje uso um simples da Microsoft (modelo 1000 ou algo assim) que na verdade é bom, mas muito pequeno, o que tem me gerado algum incomodo.

    Agora estou pensando em um teclado. Gostaria que fosse um mecânico (só por que sim). Vocês tem alguma indicação de um modelo relativamente barato? Pode ser da china, sem aquele monte de led (é para uso em escritório) e acho que nem precisa ser o tamanho 100%.Uso basicamente o excel, mas já estou alguns anos trabalhando diretamente no notebook então já me acostumei com a falta do teclado numérico.

    Ps.: O modelo que o Ghedin indica na ótima matéria que ele escreveu sobre teclados mecânicos está meio fora do orçamento.

    1. eu tenho um teclado Corsair K65 e o recomendaria sem duvidas, teclas bem silenciosas comparadas aos outros modelos e se os leds não são um problema para você, você deve encontrar modelos usados no mercado livre com valores entre 250 a 350.

  8. vcs costuma formatar seus celulares com frequência?

    o meu tem rom alternativa, ela atualizou e a câmera não funciona (em qual app) e ocasionalmente ele desliga, tenho que fazer isso mas estou com muita preguiça

    1. depende muito do meu “estado mental”, mas eu devo resetar meu celular no mínimo duas vezes ao ano.. e pelo fato de usar uma pequena quantidade de apps (eu devo instalar no máximo uns 22 apps) e eles todos terem seus dados em nuvem, pra mim não é um problema, o mais chato é reconfigurar o celular para as minhas “configurações padrão”

    2. Estou usando meu primeiro “flagship” (Zenfone 5Z) a uns 8 meses e não senti necessidade de formatar. Sinto que vai um ano sem me preocupar com isso, ou talvez mais. Já quando estava com smartphones mais simples, formatava a cada 6 meses. Costumo instalar e desinstalar joguinhos pra me divertir, daí os celulares mais simples ficam mais lentos a medida que o tempo passa.

    3. Eu tento formatar uma vez por ano, mas já notei que no meu caso, que uso os sistemas Google, o tal acaba reconhecendo o celular como “outro”.

      Fora que alguns aplicativos que dependem de ID do celular acabam pedindo as configurações de segurança – e avisando que está saindo de um celular e indo para outro, o que sempre fico receoso.

  9. Caros, vocês conhecem algum aplicativo que permite apagar TODAS as fotos do Instagram (que não seja o CLEANER porque esse não funciona).

    Tô de caso cheio daquilo lá mas estranhamente não encontrei nenhum aplicativo na Play Store que faça isso (além do já citado acima). Será que há um complô entre o Google e o Facebook para impedir esse tipo de aplicativo?

    1. Queria fazer isso com o facebook…. ficar com a conta só pra administrar os grupos e páginas.

    2. Encontrei alguns apps para iOS. Para Android, só esse que você citou. Porém, tem isto aqui que talvez resolva: um app que automatiza toques e deslizes na tela. É só criar a rotina para apagar a foto mais recente no app oficial e boa.

      1. Eu queria selecionar as fotos que pudesse apagar e não apenas a última. Queria continuar com o aplicativo mas reduzir drasticamente a quantidade de fotos ali. Mas valeu!

  10. Essa semana resolvi limpar um pouco do meu rastro digital e excluir alguns emails antigos e pedir a exclusão de contas em diversos sites que esses emails estavam registrados. Em resumo foi um processo bem cansativo, muitos sites mantinham o processo de exclusão bem explicito, outros o processo ficava escondido em sua documentação de ajuda mas de modo geral não teve muita burocracia, na maioria só confirmar o endereço de e-mail e confirmar a exclusão. Pelo menos ao fim de parte desse trabalho (Ainda tem algumas contas para excluir) eu fiquei com a sensação boa e de que possuo menos coisas na internet, eu sei que muitos desses serviços ainda vão manter um registro dos meus dados em algum lugar mas pelo menos não ficarão públicos.

    Vocês já fizeram esse procedimento ? como foi ?

    1. nunca fiz esse, mas tenho feito um chatinho, cada cadastro de site / app eu uso um alias diferente, tô fazendo desde que assinei o fastmail, é trabalhoso mas fico com sensação de segurança

    2. Tentei com algumas coisas e realmente é terrível. Todas as contas que eu não achei como excluir eu transferi pra um gmail que fiz só pra deixar aquelas contas e deixei pra pensar nisso em algum momento de preguiça mesmo.

      O que me surpreendeu foi a do (famoso) lolzinho. Os caras pedem a data de criação da conta e vc tem que responder ticket e etc. Já fechei conta em banco mais rapidamente kkkk

    3. Comecei há 2 ou 3 anos. Alguns sites ajudam a encontrar onde descadastrar. Meu problema: é parte do meu trabalho testar serviços, então… Quando listei, tinha mais de 200 serviços para excluir! (Mais de 15 anos nisso). Ainda pingam alguns depois de sei lá quanto tempo, vou lá e cancelo. Variadas experiências: super simples a impossíveis (um serviço brasileiro não tinha opção de exclusão, de tão tosco, a solução foi anonimizar todos os dados, inclusive o email – sim, ele permitia sem confirmação!).

      Quando “desativei” minha conta do gmail ficou mais fácil, o que cai lá é spam ou cadastros órfãos.

      Confesso que não sei o melhor caminho. Para algumas poucas contas uso emails personalizados no meu subdominio, evitando um rastreamento maior. Mas é complicado.

      Em tempo: apagar contas de email foi um desapego grande. Criava contas em serviços novos para “garantir” o nick. Mas consegui passar desta fase.

  11. Na semana passada comentei sobre a compra fraudulenta estornada pela Nu Bank no cartão de minha esposa e sobre a insistência deles em não estornar o valor do IOF. Depois de alguns e-mails e de passar por vários atendentes no chat deles, ontem, o valor foi devidamente estornado.

    Enfim, só comentar àqueles que me responderam!

  12. O Brian Chen, colunista de tecnologia pessoal do New York Times, publicou dia desses um texto listando as tecnologias que ele considera essenciais. O mote é a pandemia, mas ele argumenta que isso também vale para períodos de normalidade.

    Ele mistura software e hardware na listagem; do segundo grupo, lista um computador e um celular. Ah, e um roteador atualizado, para evitar gargalos na conexão. Acho que concordo com ele. Só acrescentaria ao rol de gadgets um tablet. E para vocês? Qual seria o rol de gadgets essenciais?

    1. Além dos já listados, eu incluiria um bom carregador e/ou power bank.

      Em casa costumo usar carregadores multi portas da Anker. Fiz umas duas estações de carga com eles.

      Há algum tempo não uso tablet, desde que meu Galaxy Note 8″ morreu de mal súbito. Como meu celular é quase do tamanho de um tablet, não tem me feito falta.

    2. Confesso que eu gosto de tablets, mas depois de ter um iPad 2 por quase 7 anos, eu fui ver outro modelo pra comprar e me assustei com os preços. Na época que eu comprei esse iPad eu paguei exatos R$1100 (à vista numa iPlace) e quando fui ver os preços hoje, os usáveis saem ao redor de R$3000 (quando não mais, como o iPad Pro, meu grande sonho de consumo eletrônico).

      Dada essa realidade maluca de preços, prefiro comprar um 1060 ou uma 1070 pro meu desktop e poder jogar Doom Eternal no nível alto dos gráficos (nightmare e ultra-nightmare nem pensar).

    3. Pelo menos pra mim, os gadgets essenciais seriam – não necessariamente na ordem que eu citarei.
      – um Kindle, seja ele a versão básica ou o Paperwhite.
      – um bom celular que não te faça ter fogo naquele lugar pra trocar sempre (consigo driblar isso tendo várias capinhas, já que me distraem um pouco e tendo um suporte bacana para ROMs alternativas)
      – um bom fone de ouvido. O meu favorito é o JBL T110, que sempre tento achar em alguma promoção para comprar e deixar de reserva.
      – um notebook que seja capaz de aguentar os trancos do dia-a-dia, principalmente se precisar trabalhar em casa. Atualmente tenho um ideapad 330s que precisa de uma bateria nova, se alguém souber onde consigo encontrar uma, agradeço. Já rodei boa parte dos sites conhecidos e não acho.
      – um monitor externo. Nesses dias que estou trabalhando de casa, dou graças por ter um bom monitor que acaba agiliza o meu trabalho e dando mais fidelidade nas cores, coisa que a tela do meu notebook peca muito (coisa que não me toquei quando fui comprar). Além disso, dependendo de onde o monitor fica posicionado, dá pra ser uma mini TV para assistir alguma série.

      1. O meu monitor chegou hoje…é um aumento enorme de produtividade uma tela espaçosa para meu dia-a-dia.

        Estava postergando por trabalhar pouco em casa anteriormente, além disso até pouco tempo atrás não tinha no Brasil um que desse para carregar o meu notebook via USB-C.

        No comecinho do ano, saiu uma linha da Dell com carregamento de 90W por USB-C, foi uma facada…mas pelo menos era o que eu estava querendo mesmo e está sendo maravilhoso essas primeiras horas haha

        1. Na Dell eu usava uma doca que eu ligava tudo nela e depois ligava ela na tomada, suportava o notebook e mais 4 monitores via HDMI.

          Quando me demitiram eu fui entregar e o chefe disse que era tanta burocracia pra devolver a doca que era melhor eu ficar e dizer que eu deixei na empresa.

          Recomendo a doca, aliás, pra qualquer pessoa que precise ter vários monitores e tenha um notebook com USB-C.

          1. Sim, esses docks corporativos são bem legais mas bem caros. Muito legal quando já tem cabo de rede e outros acessórios conectados, especialmente se for daqueles que “encaixa” no notebook.

            Um monitor já é suficiente para mim, não consigo usar muito mais de um direito….inclusive deixo o notebook com a tampa fechada mesmo quando estou no monitor.

          2. @Gabriel o pior que esse modelo que encaixa o notebook (serve para aqueles modelos que tem uma entrada parecida com a de um cartudo de SNES) é bem, antigo, não usam mais. Agora é um quadrado pequeno que você liga na USB-C do notebook (a de carregar, os Dell novos são assim também) e ele comanda tudo a partir disso.

            Eu gostava mais do que de encaixar, eliminava a necessidade de ter um suporte pro notebook.

          1. É o Dell U2720Q: https://www.dell.com/pt-br/work/shop/ultrasharp-27-4k-usb-c-monitor-u2720q/apd/210-avjv/monitors-monitor-accessories

            Consegui pagar o preço “pré-crise” (R$3700,00) que ainda é bem alto, se você abrir mão do carregamento via USB-C dá para pagar bem menos em algo com painel similar U2718Q. Fiquei na dúvida se a versão Quad-HD não seria o suficiente, mas na dúvida acabei indo no maior de 4K.

            Em relação a tela, é maravilhosa mesmo…cobre bem sRGB e P3, mais que o suficiente para minha edição de fotos amadora.

    4. A quarentena mudou isso para mim, antes eu praticamente não trabalhava em casa, apenas estudos…hoje estou trabalhando 8 horas diárias mais um projeto extra. Por exemplo, nem sei onde está meu Galaxy Buds, que certamente entraria nessa lista 1 mês atrás.

      Mantenho o notebook/computador e smartphone, mas adicionaria um monitor porque o espaço extra ajuda muito no meu trabalho e a ergonomia melhora bastante. O tablet é interessante, mas no contexto de quarentena acho que uma boa televisão é mais importante.

    5. Bacana! Tenho acompanhado a dificuldade dos meus colegas de trabalho em estabelecerem seus home offices. Muitos não tem bom equipamento, conexão ruim, mobiliário pouco confortável. Como trabalho em home office na maior parte do tempo, eu já meio q estava preparado pra ficar em casa, mas noto que falta tudo aos meus colegas…. Muitas reuniões rolando via zoom e as pessoas sofrendo para manter uma simples chamada de vídeo. Gostaria de ter uma webcam melhor, mas paciência. A do celular resolve ou da notebook mesmo.

      Eu acho q tenho tudo q preciso. Só me faltou um Nintendo Switch, q agora está mais distante ainda… Creio q não vou conseguir um tão cedo. Do tablet eu não sinto falta, mas seria muito legal ter um iPad pro. Pra mim, o q é indispensável agora: fone de ouvido sem fio (tá rolando uma obra aqui perto e tem sido útil para as reuniões), um bom monitor, uma interface de áudio, um note razoável, um bom celular, um bom carregador com várias saídas pra carregar várias coisas ao mesmo tempo e um bom plano de internet. Acho q com isso, é possível enfrentar meses e meses de quarentena (se não acabar energia e nem faltar internet, claro).

      Falando em energia, até cogitei comprar um daqueles painéis solares q vc pode carregar na mochila para o caso de acabar a energia e poder pelo menos ligar o celular nele. Mas me pareceu exagero…

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