Bloco de notas 20#29: O destino incerto do TikTok
Uma curadoria semanal de notícias, curiosidades e esquisitices da tecnologia pessoal.
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App
O algoritmo anti-reconhecimento facial
App
99, Rappi e Uber continuam mandando notificações por SMS mesmo quando o usuário não quer
Escritório em casa
O escritório em casa do desenvolvedor Alaor Resende
Bloco de notas
Mesmo com pandemia, Big Tech continua faturando alto
Vamos conversar?
Post livre #233
Peguei dois retratos meus, lado a lado, e os enviei a uma pessoa que me conhece muito bem. Perguntei: “vê diferenças nessas fotos?” Ela viu. Disse-me que a da esquerda parecia estar editada, porque minha pele estava mais bonita. É verdade que a minha aparência estava melhor na foto da esquerda, porém ela era a original, sem edição. A da direita havia sido tratada por um algoritmo de privacidade, que sutilmente descaracteriza retratos para neutralizar sistemas de reconhecimento facial — sem afetar (muito) o reconhecimento por outros seres humanos.
Nesta semana, a 99 lançou um novo produto, o 99Pay. Soube da novidade pelos canais convencionais — comunicado enviado à imprensa e, depois, notícias em jornais e blogs — e também por uma mensagem via SMS da própria 99, o que me surpreendeu porque, algumas semanas atrás, havia pedido expressamente à 99 que não me enviasse mais mensagens por ali.
Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Alaor.
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.
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Opinião
Qual o limite dos cancelamentos virtuais?
Dica
Como transformar seu celular em um “celular minimalista”
Escritório em casa
O escritório em casa do growth hacker Victor Serrão
Bloco de notas
Facebook comprou o Instagram para neutralizar uma ameaça
Vamos conversar?
Post livre #232
A palavra “cancelamento” foi ressignificada em 2020. Piada para alguns, o cancelamento de pessoas na internet pode ter implicações sérias nas vidas de famosos e anônimos. Quando a crítica deixa de ser isso, crítica justa, e passa a ser exagero ou até crueldade?
Um projeto muito comum nas plataformas de financiamento coletivo estrangeiras, como o Kickstarter, é o do “celular minimalista”. Você já deve ter visto algum na imprensa: eles são aparelhos elegantes, muitas vezes com tela monocromática, e não costumam fazer muito mais do que ligações e troca de mensagens.
Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Victor.
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.
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Especial
Contra as grandes: Como tirar das Big Tech o monopólio do futuro
Dica
Consegui cancelar o contrato com a Smart Fit via internet, sem sair de casa
Escritório em casa
O escritório em casa da designer de produto Ana Vidal
Bloco de notas
Todos querem a Oi
Vamos conversar?
Post livre #231
Nota do editor: Alguns meses atrás, a Laura Castanho, que está se formando em Jornalismo pela USP, entrou em contato comigo para perguntar se eu topava escrever um artigo de opinião para a revista Zero, seu trabalho de conclusão de curso. Topei e, com a ajuda dela, o resultado é o que você lê abaixo. A revista impressa (na foto) ficou sensacional e pode ser comprada aqui. Não deixe de dar uma passada no site, no perfil no Instagram e de assinar a newsletter gratuita.
Quando uma startup dá certo — recebe investimento, cresce vertiginosamente, encontra um modelo de negócio rentável e abre capital —, é difícil preservar os traços dos seus primeiros dias. Um que costuma resistir, ainda que apenas por peso simbólico, autoengano ou como lembrete de uma época que ficou para trás, são os slogans e as missões da empresa.
Nas startups de tecnologia, a megalomania e o altruísmo se confundem em algumas das frases usadas pelas que deram certo de acordo com seus próprios critérios. “Não seja mau”, dizia o mantra do Google, cuja missão é organizar e tornar acessível toda a informação da Terra. O Facebook, nascido em um dormitório de faculdade a partir de um site para ranquear as alunas mais atraentes, com fotos obtidas do diretório acadêmico sem a permissão delas, em algum momento dos seus primeiros anos passou a ser uma ferramenta para “conectar o mundo”.