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Post livre #231

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143 comentários

  1. Me parece que a guerra contra as redes sociais modernas foi perdida… eu já assisti vários vídeos no Youtoba com motivos e declarações de pessoas que estavam saindo das redes, e pouco tempo depois postavam vídeos dizendo “me segue no Insta, me adiciona no Feice” e com os links das redes nas descrições dos vídeos. Pior ainda é gente que falava mal das redes sem nem mesmo excluí-las. Até eu mesmo retornei ao Twitter e está difícil sair.

    Acho que essa é a maior prova de que as redes sociais são do diacho: a dificuldade que temos em abandoná-las e perceber que a internet não se resume só nisso, pelo contrário. Obrigado Jaron Lanier, mas não consegui colocar os dez argumentos em prática…

    1. eu já estou há um bom tempo sem redes sociais ativas e isso foi muito bom pra minha produtividade e uma utilização mais decente do tempo – sem falar os outros mil aspectos problemáticos das redes sociais sobre os quais todos sabemos, especialmente quanto ao uso de dados pessoais e publicidade abusiva.
      mas o impacto na minha vida social é inegável. perdi o contato com muitos colegas, deixei de conversar com muita gente… no momento é algo que não me tem feito muita falta pois estou focado em objetivos pessoais que me tomam bastante tempo, mas de fato é algo que me faz pensar se essa prática é sustentável a longo prazo, especialmente nessa época de isolamento social. parei pra pensar e notei que estou em isolamento social virtual há mais de ano…

  2. Alguém tem boas recomendações de apps de calendário e notas (que funcionem na web e Android) e não seja das “big techs”?
    Acredito que já foi discutido aqui, mas na época não prestei atenção e agora não acho.

    1. Não costumo usar, mas se me permite uma sugestão, tente experimentar algum do F-Droid (www.f-droid.org), dado que são gratuitos e muitas vezes leves. Isso falando de app. App + web não sei se acha fácil pois geralmente são feito com planos pagos.

  3. Estou escrevendo uma coisinha sobre celulares, especificamente como deixá-los menos viciantes.

    Vocês têm alguma dica ou configuração que fizeram e que ajudou a diminuir o vício (ou o tempo usando ele)?

    1. Eu sou bastante desapegado do meu celular — por isso demoro pra te responder no Telegram volta e meia —, mas acho que o que mais me ajudou a chegar nesse ponto foi usar um filtro preto e branco nele.

      Apesar de eu amar preto e branco — e estar jogando Ghost of Tsushima em preto e branco —, esse filtro me ajudou a perder o meu vício com o Reddit, por exemplo, já que fez certos estímulos visuais ficarem mais sem graça.

      Não uso o Instagram, mas presumo que efeito seria o mesmo.

    2. Pode parecer bobo, mas tirar atalhos de redes sociais da tela inicial e deixar nela só apps “utilitários” me ajudou a diminuir o tempo usando. Muitas vezes desbloqueio o celular para escrever algum lembrete ou ver um e-mail ou outra coisa e não dá aquele comichão de abrir o Twitter ou o Instagram.

    3. – Deixa-lo só com os aplicativos que precisa. (Navegador / mensageiros / específicos).
      – Retirar notificações
      – Não usar apps específicos para redes sociais.
      – Usar um aplicativo para “inibir segundo plano” (Uso o SmartFreeze)

    4. Com certeza, desinstalar apps de joguinhos viciantes (Candy Crush, Zombie Tsunami, Angry Birds) foi o mais eficiente pra mim.
      Também desinstalei apps de redes sociais, mas só diminui o uso do celular por causa disso porque também deletei as contas em Facebook e Instagram. No Twitter, por exemplo, desinstalei o app, mas toda hora abro o Safari e uso a versão web mesmo.
      No WhatsApp, tirei a bolinha de notificação que mostra o número de mensagens não lidas, além de colocar todos os grupos no mudo.

      1. A vontade de voltar a usar um telefone sem muitas firulas tá alta aqui. Um pré pago com crédito com telefone comum ultimamente tá compensando.

    5. Considerando que minha média de uso diário é de 9 horas (nas demais horas uso computador) então não posso dar nenhuma dica…

    6. Fazendo como eu, a saber:

      1) Não tendo celular ou
      2) Tendo um celular de velho ou, alternativa atual,
      3) Tendo um Windows Phone que nem possui mais loja e onde dos apps populares só roda o Telegram, baixado antes da extinção da loja.

      Pronto.

      A propósito, quando alguém te ligar atenda dizendo “pronto”, mania de velho. Mas saiba que NINGUÉM vai te ligar, porque hoje até os velhos só usam “arapzap” e você está completamente por fora.

      1. *corrigindo o “NINGUÉM vai te ligar”:

        Os telemarketers vão te ligar. Vão te ligar muito! E pra oferecer planos de internet e de Whatsapp, coisas que você não precisa pois o seu celular nem aguenta…

        É mole?

      2. Saudades Windows Phone 😪 acho que vou consertar a tela do meu Lumia 535 e voltar a usá-lo.

    7. Comprei a mi box pra não mexer no celular enqto vejo vídeos na TV (especialmente ler comentários de vídeos do YouTube). Como não tenho assinatura ou mesmo sinal aberto, dependia do celular pra buscar tudo… Com a mi box isso resolveu em grande parte. Mas fora isso, uso bastante pra ouvir música, e fazer algumas coisas do trabalho. Não posso me ver livre do aparelho, infelizmente, na maior parte do dia.

      1. A ideia do MiBox é legal. Até porque o entretenimento vai para uma tela maior e com mais foco.

        Quanto a escutar música na rua, já cogitou usar um aparelho para isso (player /iPod) ao invés de usar o celular? Aí o celular só fica para o trabalho mesmo.

        1. Pensei nisso tb há um tempo e estava atrás de um aparelho q se ligasse ao Spotify, porque não ia ter como baixar tudo o q me interessa. Até tem, mas são caros demais. Seria o ideal. Eu nunca tive um iPod. Torci o nariz na época. O hype era grande demais e tudo que tem muito hype me afasta… É eu Tb uso SoundCloud e o BandCamp. Nesse sentido, pra ouvir música, o mp3 baixado saiu totalmente do meu radar. Só os podcasts mesmo são baixados… Mas via agregador.

          1. Não sei se um iPod touch antigo tem Spotify, mas caso tenha, pode ser uma opção

    8. Boa!
      Vou botar em formato de lista com alguns fizeram aqui também:
      Disclaimer: realmente me sinto bem fazendo essas adaptações e não possuo nenhum gatilho ou ansiedade que tenha sido gerado por esse controle. Meu relacionamento com a tecnologia é muito mais consciente e saudável hoje por causa disso.

      1) Quase que o principal que funcionava ainda melhor quando eu ia para rua antes do COVID: tenho um celular (que era um celular pra dar pro ladrão / celular de velho) que botei meu chip e uso o meu Smartphone (Lenovo antigo) sem chip e dados móvei. Assim, não tinha porque usar Smartphone na rua, só em lugares com Wi-fi (o único problema era quando realmente precisava daí teria que fazer uma “pausa” e trocar o chip, mas isso acontecia tipo 1x a cada 15 dias). Sempre ando com os dois e acabo ligando muito mais pras pessoas e me incentivo sempre pra isso. Vários problemas poderiam ser resolvido apenas com ligações. Realmente me sinto mais leve usando nesse formato.

      2) Não tenho redes sociais convencionais (somente e-mail, WhatsApp e Telegram)

      3) Sem notificações, filtro preto e branco, etc

      4) App Siempo que muda a home e o design dos aplicativos pra ficar bem sem graça e ele tem uma configuração que, nos aplicativos que você escolher, ele restringe o uso de tempo, por exemplo: se fico mais de 5min consecutivos no WhatsApp (dentro de um período), ele bloqueia o aplicativo por 60s.

      5) App ActionDash é um grande aliado para bloquear alguns aplicativos em horários específicos / criar “condições de bloqueio” e contar as horas de uso. Meu uso diário acaba sendo em torno de 30min a 1h30 por dia de celular.

    9. Usar relógio.
      Aí não vai precisar tirar o celular pra ver a hora.
      Várias vezes peguei o celular, acabei distraído com outra notificação e não tinha visto a hora. Hahahha

  4. Que divulgação estranha foi essa do Halo Infinity feita ontem pela Microsoft? Um videogame que está prestes a ser lançado e eles acham uma boa ideia demonstrar o gameplay de uma versão desatualizada do jogo rodando em um PC simulando a “experiência” do Xbox Series X. O que vocês acharam? Foi precipitado?

    1. Me deu a impressão que focaram demais no desenvolvimento do console em si e não olharam com muita atenção pro que importa, os jogos.
      Olha a Nintendo, o Switch é bem fraquinho pros padrões atuais, mas vende bem, porque tem jogos. E ports de jogos AAA. PS5 é mais fraco que o XSX, só que achei a apresentação dele melhor porque mostrou vários jogos.
      Nos últimos anos a microsoft anda apresentando hardwares incríveis (Surface Neo, Surface Duo), mas ninguém sabe exatamente quando vão chegar, por que precisa trabalhar no software. O próprio Surface Neo foi adiado porque precisam polir o Win10X.

      1. eu todos os dias morro um pouco por causa da saudade do Windows Phone e de esperança do Surface Duo, mesmo sabendo que dificilmente chegará no BR.

  5. Relatei brevemente no grupo do Manual no Telegram (assinem o site e façam parte dessa elite!) minha insatisfação com a Xioami de enfiar publicidade intrusiva – em tela cheia! – nos apps padrão do sistema de seus celulares. Daí decidi reavivar meu espírito fuçador e trocar a rom stock por uma custom rom. Além de limpar o sistema de apps duvidosos, ainda ganhei um Android atualizado e uma experiência aparentemente mais fluída. Até mesmo o infravermelho (que é usado como controle remoto) voltou a funcionar depois de eu baixar o app certo.
    No passado não tão remoto, eu gostava bastante de mexer nos meus aparelhos – testar roms alternativas, novas funcionalidades, monster packs etc etc, mas a necessidade de ter um aparelho estável aliado ao avanço em geral nos sistemas padrão amansaram esse meu lado.
    Vocês já fizeram a troca de rom de seus aparelhos?

    1. Vou repostar aqui o comentário que fiz mais abaixo:

      Recentemente troquei a ROM do meu Xiaomi Mi A2 do Android One para a MIUI europeia. O Android One tem um péssimo gerenciamento de bateria, e como o aparelho só tem 3000mah de bateria, tinha dias que só conseguia fazer 4 ou 5 horas de uso com tela ligada. Agora com a MIUI consigo algo entre 6 e 8 horas de tela ligada. Sem falar que a MIUI tem mais funções nativas que o Android “puro” e, no caso da versão europeia, não tem bloatwares do Google e da Xiaomi, além de ter vários coletores de dados e propagandas desativados.

    2. Fiz, mas há muito tempo. Em ~2012, no meu segundo Android, um Galaxy 5, e mais tarde em um Moto G de 2ª geração, em ambos usando Cyanogenmod. (A segunda eu relatei aqui.) Nos dois casos só recorri à troca da ROM porque a padrão estava inviável de tão lenta e ruim. Para mim, ter que fazer isso sinaliza fracasso do produto/projeto; é muito doido que hoje, com chips tão rápidos, as fabricantes ainda consigam estragar a experiência, seja por más escolhas de componentes ou decisões ruins, como essa da Xiaomi com anúncios em tela cheia.

      Uma coisa que tenho vontade de fazer é pegar um Android bem adaptado ao LineageOS, tipo o Mi A2, instalar essa ROM e ver como ela se comporta no dia a dia, ou seja, testar um Android Google-free.

    3. Faço essa troca desde o meu primeiro aparelho Android, um LG alguma coisa; nunca fiquei muito tempo com a interface das fabricantes, com exceção de um ou outro Xiaomi, já que você precisa esperar um número X de dias pra desbloquear o bootloader em celulares da fabricante.

      Antigamente eu fazia isso porque o Android puro era muito mais rápido do que a versão das fabricantes, já hoje, é por questão de privacidade e segurança mesmo, além das atualizações do sistema.

      Meu celular atual é um OnePlus 5T que comprei usado no OLX, e rodo uma build própria do LineageOS nele, sem qualquer sinal do Google. Não uso a Play Store, ou qualquer outra coisa do Google.

      Eu pego aplicativos nos repositórios do F-Droid, já que lá o pessoal tira qualquer telemetria, SDK do Facebook e afins dos aplicativos antes de compilar eles pra uso.

      O próximo celular vai ser um Pixel 4a, quando sair, já que gostando ou não, o Google é a única fabricante Android que presta atenção na segurança do hardware, e libera o código dos drives do aparelho pra comunidade sem demora.

      Vou rodar o GrapheneOS nele, que considero a única ROM verdadeiramente segura pra Android.

      1. Também venho namorando o Pixel 4a como próximo celular, principalmente pela mágica das câmeras. Vai saber quando lançarão.

    4. Semana passada eu ressuscitei um tablet Samsung Galaxy TabPro 8.4 com Android 4 KitKat que parei de usar devido a lentidão. Queria usar nele um aplicativo para controlar as lâmpadas, TVs e aspirador de casa, porém, o aplicativo só roda em Android 5 ou superior.
      Tomei coragem e depois de alguns tentativas frustradas, consegui trocar para CyanogenMod com Android 6. Parece que fiz um upgrade na memória do tablet, está muito muito rápido e fluído.

  6. coloquei TV digital na tv de casa e consegui pegar os canais de educação da TV Cultura em São Paulo.

    Fico feliz de a noite poder colocar para assistir o Telecurso, e assuntos como “vacina” e “terra plana” terem já ter sido falados na época.

    Durante a escrita deste chatomentário, tou escutando a teleaula de História sobre movimentos revolucionários no BR, falando sobre comunismo e socialismo…

    1. Quando acordava cedo para escola e ainda não tinha desenhos passando na Globo/SBT, ficava assistindo telecurso. Gostava, principalmente assuntos de física, química, matemática (tinha matemática financeira, talvez, ou estou delirando)

      1. Sim, telecurso tinha matemática financeira e até profissionalizante (telecurso TEC).

        Acho que tinha uma reportagem que vi tempos atrás que falava de uma pessoa que fez o telecurso e hoje é uma liderança.

  7. alguém já ouviu falar ou usa o NextDNS? qual sua opinião sobre? usaria?

    1. Não tinha ouvido falar. Tou pelo Cloudfire / Google DNS / OpenDNS em um OpenWRT. Aqui tem me atendido bem.

  8. Primeira vez aqui, apesar de sempre acompanhar o site e o Ghedin (desde o WinAjuda!)
    Indo para a pergunta: alguém tem recomendação de uma operadora com um bom plano pós-pago (combo e/ou móvel)? Tô perdido em meio às opções e desesperado para ajudar minha mãe a sair de uma furada com a Oi… O Tecnoblog costumava fazer um ranking dos melhores planos, mas não fizeram nesse ano.

    1. Depende de quanto vc usa internet/ligações, atualmente eu uso o Vivo Easy, gastei inicialmente (dezembro do ano passado) R$200 para comprar 100GB de internet e ganhei R$100 de cashback em que investi em diárias, até o momento usei 40 diárias e apenas 8GB de internet (lembrando que, não expira seus créditos nem nada que vc comprar, só consumindo para acabar com algo).

      Antes eu tinha o Tim Beta, que custava R$55, sendo que já estou a 8 meses com o vivo easy, já economizei R$240 mais ou menos, então pra mim é o melhor plano. Mas ai depende, eu não sei de outros planos, mas esse é uma opção.

      1. Obg, gimigliano! Vou dar uma pesquisada, não conheço bem esses planos modernosos. Sou meio por fora pela comodidade de ter tido um plano família da Oi que me atendia muito bem na capital, há anos. Só agora que vim pro interior passar quarentena e economizar aluguel que percebi que o serviço é terrível e impossibilita uma rotina de home office/estudos remotos.

        No meu atual, tenho 100 GB mensal (um exagero, mas que me permite usar 4G livremente e até quebra um ganho quando a wi-fi sai do ar), 10 mil minutos pra outras operadoras e ligações ilimitadas Oi-Oi-Fixo. Tá incluso no Oi Combo, com internet 15MB, Oi TV, um dependente móvel e fixo.

  9. Gostaria de deixar a recomendação de uma extensão para o chrome/firefox que estou gostando muito de utilizar, se chama Fraidycat. Nela é possível cadastrar feeds rss, perfis em redes sociais, canais do youtube e diversos outros e acompanhar as atualizações desses perfis, mas o mais importante é que a visualização das informações não é em um formato de feed, é em um formato de resumo do que cada pessoa fez. Isso ajuda muito em não ficar acompanhando redes sociais ou checando informações constantemente em diversos lugares. Uma explicação melhor e links de download podem ser encontrados no site: https://fraidyc.at/

    1. curti muito a ideia, mas infelizmente não tem aplicativo, o que pra mim inviabiliza um pouco o uso

      eu acompanho canais do youtube e sites pelo bom e velho feed, acho bem mais prático que um twitter

  10. Já aconteceu de vocês sentirem afeto (amizade, nada sexual) por um personagem de video game?

    Tô jogando o Red Dead Redemption 2 e, em determinado momento da história, encontro uma mulher chamada Charlotte, que perdeu o marido e não tem como sobreviver sozinha. Eu então a ensino a caçar e a se defender na vida selvagem do jogo. Mais tarde, nos encontramos de novo e ela já tá se virando sozinha e fica mega agradecida pelo que eu ensinei.

    Caras, isso me deixou com o coração quentinho como não ficava há um bom tempo. Eu fiquei genuinamente feliz e orgulhoso por ter mudado a vida pra melhor de uma pessoa que nem existe!

    1. Hahaha, muito video game aí, hein! 😄

      Estou jogando Final Fantasy VII e… sei lá, não consegui ter esse nível de envolvimento emocional. Semana passada mataram a Aerith e, ok, muito triste, mas eu já sabia de antemão e mesmo assim foi menos chocante do que eu esperava.

      Comigo é mais fácil estabelecer esse tipo de conexão com outros suportes, como livros e filmes.

      1. Acho que isso tem a ver com a imersão que o game proporciona.

        No FFVII você sabe que esses personagens não existem, até porque seres humanos não são anões formados por polígonos pontudos. Agora, no Red Dead, o nível de realismo e atenção aos detalhes é imenso ao ponto de ultrapassar até o Vale da Estranheza.

        O fato da Rockstar ter criado um mundo extremamente vivo também ajuda na imersão. Um exemplo é quando você cai do cavalo na lama, volta sujo pro acampamento e toma um esporro de uma das personagens pra tomar banho. Uma situação bobinha e provável de acontecer na vida real, mas que dificilmente você imaginaria que ocorresse num jogo.

        Cheguei num ponto que o RDR2 me fisgou tanto que, depois de tomar spoiler sobre o destino do protagonista, comecei a empurrar o jogo com a barriga, só pra não ter que me despedir dele, porque não tô preparado pra perder alguém tão “próximo”.

    2. te recomendo este episódio do ‘mimidias’: https://www.youtube.com/watch?v=e4DIBAPfA6w

      parece ser um caso (platônico?) de relacionamento parassocial.

      mas tb aponta uma tendência se a realidade virtual um dia florescer de verdade: das pessoas se sentirem bem ao fazerem coisas q encaram como positivas com personagens de jogos ou mesmo aplicações voltadas pra isso.

    3. Já joguei muitos games, mas teve o final de 2 games que mexeram comigo porque eu fiquei bem imersivo na história, quase caiu uma lágrima rsrs. Last of Us e Shadow of the Colossus.

    4. Eu ia recomendar justamente o vídeo do Mimidias que o Fábio citou, então fica aqui o meu reforço a dica dele.

      Eu já senti essa afeição apenas duas vezes, uma foi na adolescência lendo Harry Potter e outra foi ano passado assistindo The Sopranos. A imersão dentro desses dois universos foi tão forte que, quando terminei de ler e assistir, fiquei sentido uma saudade muito forte dentro de mim como se tivesse me despedido de pessoas próximas a mim.

      1. Fiquei assim com Silicon Valley! Tanto que assim que terminei a última temporada já comecei a reassistir 😅

      2. “Sopranos” bateu forte demais. Que série intensa e na medida (em relação a duração). Final espetacular pra época e expectativas do público. Foi tão foda, sei lá, não tenho nem forças pra rever (vi nos anos 2000, já terminada). Acho que carregamos muitos personagens dentro de nós e eles, claro, afetam nossa personalidade mesmo depois da fase de formação (talvez estejamos sempre em formação). Personagens da infância seguem comigo tb…

      1. Gabriel, escutei oepisódio. Muito bom! Vontade doida de jogar o jogo (vontade essa que já tinha). Negócio é catar um WiiU usado aí.

    1. Fui abrir o link e isso me fez lembrar que até hoje os links do Manual não abrem numa nova aba! Alow @ghedin!

      1. É só nos comentários que não abrem em outra aba. Acho que usuários não logados não conseguem colocar o atributo target="_blank" aqui 😓

        Nos posts, faz um bom tempo já, todos os links abrem em nova aba.

        1. Clicar segurando o “Ctrl” faz abrir em outra aba, pelo menos no Firefox. E o Shift faz abrir em outra janela.

    1. Acho que só o Meliuz, não sei se conta… às vezes dou uma olhada no Promobit.

    2. Hardmob
      Promobit
      Pelando
      Zoom só para ver aquele gráfico do preço, mas acho que não funciona muito bem

      1. Há um problema.

        Dias atrás tive que comprar para um cliente uma peça que o custo médio hoje no mercado está R$ 200.

        Em um famoso site de vendas de informática, explodiu uma promoção que tal peça saiu por R$ 180,00 (frete grátis).

        Me salvou, economizou e consegui ainda comprar duas peças (uma tá reservada). Não sei quando vai começar a baixar os preços de produtos que precisam de importação. Então… :\

  11. Eu estava lendo aqui sobre o uso de SDK do Facebook. Achei interessante o fato de o Nubank usar esse negócio. Será que os outros bancos também usam isso? E por que um banco usaria coisas do Facebook em seu aplicativo? Diminuiu a minha confiança no Nubank. Li umas reportagens que falam sobre como é possível o Facebook usar dados dos usuários e cruza-los mesmo que o usuário não tenha conta no serviço graças a esse SDK.

    1. Naquele dia em que vários apps não estavam abrindo por causa da falha no SDK do Facebook, comentou-se que o Nubank foi junto por usá-lo para a parte de indicação de amigos à conta. Abri o app aqui e, de fato, o Facebook Messenger aparece como opção. Por outro lado, não é como se fosse impossível implementar esse sistema sem depender do SDK, né? O Zoom, que se meteu em uma polêmica por conta do uso do SDK, deixou de usá-lo e continuou oferecendo até recursos mais complexos, como login via Facebook.

      É difícil dizer, estando de fora, o que leva um app financeiro a usar o SDK do Facebook, mas se tivesse que arriscar diria que é economia de recursos (mais rápido e fácil de implementar) e vontade de estar a par das últimas tecnologias, mesmo quando isso não traz nenhum benefício óbvio ao usuário final.

      1. Então Rodrigo… eu estava, como disse, lendo umas matérias no BuzzFeed que falavam sobre como os aplicativos repassam dados ao Facebook através dessas SDK. Já é chocante pensar que aplicativos como Tinder e Grindr (os citados na reportagem que vi) repassam esses dados, imagina então um app de serviços financeiros? Se, como você disse, é economia de recursos, muito me admira o Nubank com toda essa imagem bonitinha fazer essas coisas. Se bem que depois daquele escândalo de mandarem cartas para alguém que nem tinha pedido cartão… no fim, não deixa de ser interessante como, por mais que tentemos, vai ser bem difícil ficarmos livres das garrinhas de Zuckerberg.

  12. Uma coisa que tenho me emp*tecido nestes tempos é achar lugar para recarregar bilhete de transporte público.

    Tenho três principais (bilhete único, bilhete metropolitano e bilhete fidelidade ferroviário)

    Na minha cidade, o ponto de pagamento principal é via cartão de débito e tá inativo (há outro DENTRO da estação, em área paga). Na lotérica é fila, não compensa a espera.

    Linha amarela do metrô paulista, poucos lugares carrega o bilhete metropolitano.

    (Em tempos: usei o auxílio para pagamento eletrônico, e digo que foi uma experiência razoável)

    Com isso abro o tópico “reclame aqui do seu transporte”.

    1. Raras vezes enfrentei fila para recarregar bilhete único. Sempre comprei créditos dos bilhetes por aplicativo, tem vários nas lojas de apps e eu uso o Ponto Certo. E eu tenho um celular Motorola bem velhinho com NFC, com ele eu consigo passar os créditos para o bilhete em segundos, nas últimas vezes passei os créditos no leitor do ônibus e nos leitores disponíveis nas linhas de metrô em SP.

      1. O que cismo é que comprei um celular com NFC, mas que foi o primeiro que saiu e ficou incompatível com as tecnologias futuras de NFC.

        Senão eu tava que nem tu.

    2. Aqui em BH é possível recarregar o cartão BHbus pelo app. Problemas: 1) é cobrada uma taxa de 1% do valor; 2) limite de R$100 por recarga.
      Parabéns aos envolvidos.

      1. Essa coisa de cobrar 1% é que me irrita também e é um termo. Por sorte, no app que uso (o VouD, citado pelo Pierre), não cobra taxa (creio que é do grupo que gerencia o bilhete metropolitano, por isso).

    3. Ligeiro, você já usou o VouD? É um app focado em mobilidade que tem trajeto de linhas, comparativo de preços de apps e recarga de cartões de transporte pelo cartão de crédito. Eu uso bastante pra recarregar o BOM e o Bilhete Único. Daí carrego pelo app e só valido o cartão naqueles totens perto da catraca.

      1. Sim, tou usando-o, apesar de não ser fã do mesmo (ele tá tentando ser o que acho que não deveria ser – muita coisa para pouco app).
        E com ele que consegui anexar o cartão virtual do AuxEx para pagamentos.

  13. Você está satisfeito com o seu smartphone hoje? pq?

    Por algum motivo estava olhando os preço dos Iphone SE 2 e não está tão caro pro padrão Apple, fora que o processador é novo, o que irá garantir ao menos 4 anos de atualizações do IOS, depois estava vendo uns vídeos do rog phone 3 e achei muitas coisas interessantes, mesmo eu não jogando em smartphone.

    aí depois de pesquisar sobre esses dois eu fiquei pensando, estou totalmente satisfeito com o meu xiaomi redmi note 7, a bateria dura o dia todo, mesmo com uso pesado, e ele está com a última versão da MIUI e Android (o que é muito para android), as únicas coisas que gostaria de ter mesmo do iphone é que eles respeitam um pouco mais a privacidade do que o google, mas não se pode ter tudo, não é? (até pq gostaria da volta dos leds nos smartphones)

    aí volto a pergunta inicial, vocês precisam trocar os smartphones que tem atualmente? ou só querem? ou estão totalmente satisfeitos com o atual?

    1. Se não fosse a bateria em meia vida util e o problema do engate USB, eu não trocaria meu Nexus 4.

    2. Esse mês faz 1 ano que estou com o Redmi Note 7. Atualmente estou usando a HavocOS nele e roda suave, bateria está durando bem e gosto da câmera (se usar a GCam). Mas o que me incomoda é o tamanho. Saí de um Nokia 6.1 Plus com uma tela quebrada de 5,8′, que cabia perfeitamente na minha mão pro Redmi que é maior e me irrita. Não preciso urgentemente trocar o atual, pois funciona perfeitamente. Mas considero trocar futuramente por um modelo menor e estou torcendo pro iPhone SE cair bem de preço numa promoção. A configuração é bem boa, vai durar bastante e o tamanho é perfeito para o meu uso. Não me importo tanto com o design dele, até porque acho ele bem nostálgico e clássico. A bateria pode ser um belo calcanhar de aquiles, mas pelos reviews de usuários normais que vi – e não de youtubers famosos que testam trocentos celulares – a bateria parece ser bem aceitável para meu uso. Como duvido que outras empresas irão lançar celulares compactos e bons, considero bastante o iPhone.

    3. Sim! Sinceramente, não tenho reclamações do meu — um iPhone 8. Dia desses notei que a bateria está bem degradada (82% da capacidade de carga), o que é normal após 2,5 anos de uso. Como estou isolado em casa, sem sair, não chega a ser um problema, mas se após a vacina ele começar a morrer do nada ou ficar muito lento, trocarei a bateria em vez de pegar um celular novo.

    4. Eu tenho um 8 Plus há dois anos e continua me atendendo muito bem, a bateria rende o dia quase todo, a velocidade e estabilidade permanecem mesmo depois de duas grandes atualizações (do iOS 11 para o 12 e para o 13). É uma das vantagens desses aparelhos.

      Não pretendo trocar por mais pelo menos um ano, já que meu plano próximo é adquirir um iPad, o que sugará todo meu pobre dinheiro.

    5. Não vejo necessidade pelo aparelho em sim, porém, há cerca de 6 anos comprei meu primeiro iPhone. De lá pra cá, troco ele todo ano, por conta do preço que demora há cair. Aguardo uma promoção e normalmente pego um novo vendendo o meu antigo e pagando uns R$300/400 do meu bolso.
      Dessa forma eu continuo sempre com o celular atualizado e a cada 5 anos eu paguei o valor de um intermediário.

      Esse ano peguei um iPhone 11 numa promoção das Casas Bahia por R$3300 (mais barato que comprando nos EUA, levando em consideração o dólar de março).

    6. Com exceção da bateria do meu S9 que uso desde Janeiro e descarrega rápido pro meu uso, e as películas que são chatas de achar pela tela curva.

      Eu tô bem satisfeito com ele principalmente pelo tamanho, o leitor de digitais que eu achava ruim no S8 nesse funciona perfeitamente bem.

      Já olhei um iPhone SE 2020 e um XR, mas se eu for trocar é mais pelo consumismo do que outra coisa.

    7. estou satisfeito, tenho um Galaxy S9 comprado na black friday de 2018 de uma loja de usados (tipo a trocaphone) e não tenho intenção de sair dele tão cedo, talvez, como alguns comentaram, trocar a bateria dele em alguma autorizada da Samsung

    8. Meu Redmi Note 5 tem uns dois anos de vida, e ainda aguenta bem o batidão. A tela está rachada graças a um tombo de uns 5 metros de altura, mas nada que atrapalhe (muito) o uso.

    9. Sim, estou com satisfeito com o meu Mi A2 que comprei há um ano e que foi lançado há dois anos.

      Troquei a ROM dele do Android One para a MIUI européia. O Android One tem um péssimo gerenciamento de bateria, e como o aparelho só tem 3000mah de bateria, tinha dias que só conseguia fazer 4 ou 5 horas de uso com tela ligada. Agora com a MIUI consigo algo entre 6 e 8 horas de tela ligada. Sem falar que a MIUI tem mais funções nativas que o Android “puro” e, no caso da versão européia, não tem bloatwares do Google e da Xiaomi além de ter vários coletores de dados desativados.

      Só o que tá me incomodando um pouco agora é ausência de um conector p2, o adaptador que veio na caixa quebrou e vou ter que comprar outro enquanto não compro um fone bluetooth.

      Pretendo continuar com ele por, pelo menos, mais um ano enquanto tiver funcionando bem. Se ano que vem o dólar não ficar abaixo dos 4 bozo$, talvez eu continue com ele até 2022.

    10. Eu tenho um Galaxy S5 e, tirando o fato de só usar ele na tomada por conta da bateria que não funciona, gosto bastante. Alguém já teve experiência com essas baterias do mercado livre, será que não é jogar dinheiro fora?

      1. já comprei e usei, e também tive amigos que compraram e usaram bateria do ML e até agora sem nenhum problema, funcionando perfeitamente

    11. Tenho um Zenfone Max pro m1 e a tela é muito grande! 6 polegadas é demais! Fica desajeitado no bolso da calça e não cabe mais no suporte de smartphone.

    12. Estou mega satisfeito com o meu Xiaomi Mi9T, um ótimo hardware com 6gb/128gb abre tudo sem travar. Com a tela Oled ligada direto mostrando o relógio (always on) só coloco o aparelho para carregar na hora de dormir e está bem atualizado com Android 10. Pretendo ficar mais 2 anos com ele.

    13. Eu acho o hardware do meu smartphone literalmente perfeito, é um Galaxy S10e. Eu trinquei a tela, mas nada que incomode tanto, certamente dura mais dois anos sem problemas…talvez eu troque antes porque bateu um arrependimento de ter saído do iOS.

        1. Eu comprei em uma oportunidade, meu pai estava com um iPhone 5S morrendo e houve um lançamento “especial” da Samsung no meu trabalho com um bom desconto e os brindes de pré-lançamento. No meu caso, veio junto com o Galaxy Buds.

          O aparelho é muito bom no geral, impecável na verdade, mas são mais detalhes que fazem falta. Alguns apps que eu usava eram exclusivos do iOS como Tweetbot e Overcast. Além disso, mesmo apps em ambas as plataformas parecem demorar mais para ser atualizado no Android, logo que eu mudei Pocket, Camera Remote (Fujifilm) e Spark estavam em versões antigas e continuo com uma sensação de pior acabamento geral.

          Por fim, percebi que não vejo muitas alternativas boas ao Apple Photos que não seja algo profissional e nem tão focado em smartphones apenas como dos outros serviços em nuvem. As integrações Mac iOS são legais, mas não uso tanta coisa assim tirando o AirDrop.

          Nada grave na real, mas como não foi barato, considerando o que eu gastei acho que estaria mais feliz com um iPhone mesmo.

    14. minha relação com smartphones é problemática, pois sou aquele cara que reclama das modernidades e clama a volta de algo similar ao Nokia C3-00 ou E90 (ou qualquer um com teclado físico).

      Recentemente troquei meu antigo iPhone 5S por um SE pois o primeiro pifou (mas foi velho companheiro e cumpriu o seu papel). E para ser realista, não mudou nada de fato. Acredito que a questão de satisfação vai muito do seu uso, eu pessoalmente apenas ligo, recebo e escuto músicas, nem mapa utilizo muito. E no que se trata de privacidade, a Apple pode até estar alinha talvez com o que “você” espera sobre isso, mas continua sendo uma empresa assim como as demais e pagar caro pela privacidade para sentir essa satisfação enquanto o resto do mundo te desrespeita, acho que é não resolve muita coisa.

      Outro ponto que olho antes de fazer uma aquisição é checar se de fato o custo que terei me trará mudanças significativas, não apenas a satisfação de ter algo novo. Parto do princípio do @ghedin que aprendeu com o bom e velho Julius, “se eu não comprar o desconto é maior”.

      Satisfação mesmo será quando todas as empresas seguirem padrões abertos que permita a comunicação entre serviços/apps (ou qualquer outra coisa que só funciona no X e não no Y e Z), independente do sistema operacional, por exemplo.

    15. Nossa, eu estou extremamente satisfeito a ponto de “me incomodar” :P

      Tenho um Galaxy S9 e ele ainda atende com tranquilidade, comprei um pouco depois do lançamento e até hoje ele vem funcionando com alto nível e as fotos ainda atendem demais. Em alguns momentos eu sinto falta de um sensor de zoom não digital, mas a gente se vira.

      Eu falei do “me incomodar” lá em cima, né… Eu gostaria de trocar de aparelho por causa do zoom na câmera e também por que o S9 não receberá mais atualizações maiores do Android.
      Mas eu paro, olho pro meu aparelho e ele atende tão bem que não faria sentido lógico real trocar e gastar tanto dinheiro nisso, fora que as atualizações de segurança ainda virão por mais um ano pelo menos. Aí a gente fica nessa luta entre o consumismo e a lógica do uso de um aparelho que paguei tão caro e posso usar “até o final”.

  14. Dúvida sobre smartwatch: minha esposa tá querendo um pra quando ela sai passear de bike ouvindo música. Ou seja, quer toque música, tenha GPS e que não precise levar o celular junto. Preferencialmente por menos de R$ 500. Existe isso?

    1. Cuidado extra ao andar de bike com fones de ouvido.
      É muito tentador, até de moto, mas o risco de acidente e a multa me fazem cancelar a ideia. haha

        1. Olha, aqui no RS vai ser difícil, pois é difícil ser abordado na rodovia. A brigada rodoviária tá tão defasada que vai preocupar-se com algo mais sério.
          Mas em outros estados complica. Isso gera muita polemica, pois seria um instrumento útil para a segurança.

          1. Tenho um amigo interessado em usar um comunicador ou algo discreto que não interfira na condução, por isso.

            (Se eu tivesse moto também iria atrás de um. Acho interessante pois pode servir tanto para falar com outros motociclistas, quanto para algum atendimento rápido no celular).

        2. depende de quanto teu amigo pretende gastar. tem uns mais baratos que ficam dentro do capacete e conectam por bluetooth.
          tem outros que fazem até rede mesh com diversos outros comunicadores que estiverem proximos, mas são caros.
          agora, pra quem quer viajar em grupo, gastar pouco e usar exclusivamente para comunicação um rádio Baofeng supre perfeitamente.

          1. Ele queria mais como fone de ouvido mesmo. E se possível, um que permitisse “comando de voz” no celular.

      1. Ah sim, fone só em um ouvido e ciclovia sempre. Ainda assim tem risco né, claro.

    2. na época paguei acho que +/- R$ 400,00 no amazfit pace e ele tem tudo isso que vc citou, a parte ruim é que tem que baixar música e passar pro smartwatch, um modelo que sincroniza direto do spotify é muito caro

      1. Olha, até q não seria de todo ruim isso de baixar uma playlist e deixar ali tocando… vou ler sobre ele

    3. tb acho temerário usar fone de ouvido qdo se está de bike, mesmo em ciclovia. o melhor seria ela colocar uma caixinha de som (é… pra todo mundo ouvir) do q um fone q a isola do som ambiente… é perigoso ela se machucar ou mesmo machucar alguém. nunca usei fone pedalando ou mesmo falando no celular… é tanta coisa pra prestar atenção q nem em um parque eu me arriscaria. tem gente q usa, claro, mas é perigoso.

      1. Primeiro que “para todo mundo ouvir” acho uma coisa idiota. Eu não quero ouvir o funk da Saveiro rebaixada ou o sertanejo de corno do tio Chapadão que saiu bêbado do bar. E acho que as pessoas não vão gostar de escutar a intro de “The Hall of The Mirrors” do Kraftwerk em loop se eu botar ou “Gold Drink” do Kronol & 514 no último volume.

        Mas de fato, sim, música causa distração ao dirigir / conduzir algo. O ideal é prestar atenção, e se for querer usar um fone, acho que algum que permita escutar o som ambiente e em um volume baixo da música / podcast / sei lá, pode ser que seja um risco menor do que enfiar um fone no ouvido e “se isolar”, ignorando os riscos alheios.

        1. idiota mesmo é moto barulhenta. carro barulhento. caminhão barulhento. avião barulhento. uma pessoa andando de bike ouvindo música (mesmo uma q eu não goste) nunca vai ser iditoa… no máximo algo incômodo, mas bem passageiro. como estamos falando de uma pessoa, não é um problema. agora se todos os ciclistas na holanda resolverem andar ouvindo música, aí sim pode ser um incômodo bem maior. só não seria idiota, pq idiota mesmo (e eu mesmo faço isso qdo alugo um carro) é queimar combustível fóssil.

          1. Em tempos: quando vejo uma moto ou carro com “escapamento aberto”, costumo dizer que ele está com “diarreia”.

            Sério, só pensar: um carro/moto é projetado para ter menos ruído – até porque hoje as leis exigem. Só que o cara lá vai e modifica o escapamento “para ficar com som mais bonito”. Só que na prática ele tá causando diarreia no carro/moto, pois tá soltando toda a mer** do motor sem controle. Como digo sempre, “gearhead / motorhead / petrolhead bom é preso”.

        2. e veja só q coincidência! estou lendo a biografia do kraftwerk!

    4. SIM!
      Eu tenho um Amazfit Pace que tem GPS integrado e memória interna de 4gb, dá para colocar bastante música lá (mas nada de Spotify e similares). Custa em torno de uns 350 e dura bastante, o meu já vai para 3 anos de uso contínuo e muito suor.

      1. Comprei esse mesmo, R$ 350 mas no Ali. Por aqui tá R$ 650 ou R$ 890.
        Me diz uma coisa, e pra colocar música? O velho download do .mp3, liga o smartwatch no computador via USB e transfere as músicas pra pasta dele?

        1. Exatamente, ele aparece como qualquer pen drive.
          Monte suas playlists e seja feliz! Particularmente eu tenho uns mixes do Spotify da época que ele tinha a função de acompanhar corrida, com bpm certo para me ajudar a manter o ritmo. Ripei na cara dura mesmo e ainda escuto bastante.
          Ah, o app para Android também permite transferir arquivos pelo Wi-Fi para o Pace, assim dá para transmitir direto do celular.

  15. Sempre fui cuidadoso com a posição do monitor. Nem muito baixo, nem muito alto, na verdade na altura e distância indicada pelos manuais de ergonomia.

    Porém minha visão, que nunca foi boa, agora está pior com a idade. Passei do óculos para perto/óculos para longe para o óculos multifocal. E agora o campo de visão para perto fica no rodapé do óculos, então preciso manter a cabeça erguida como se estivesse olhando para o teto para poder ver nitidamente o que está no monitor.

    Ou seja, ergonomia já era. Vou ter que por o monitor diretamente na mesa. E, por que não?, um tanto mais perto. Alguém na mesma triste condição com alguma dica?

    Ando pensando numa TV de 32″…

    1. Vê se com o tamanho do seu monitor, não compensa aumentar a escala.

      Mas de fato, mesmo um monitor 22″ ou maior ajuda bastante. Eu tinha um de 22, mas queimou a placa.

      1. Na verdade meu monitor é de 23. Estou pensando em usar uma TV de 32 para que tudo fique gigante. Como o mac os não tem aquele recurso do windows de reduzir o dpi do texto, somente a resolução do monitor inteiro, parece que essa é a única saída.

        Sei lá, acho que vou deixar esse negócio de computador pra lá e ir ouvir umas rádio AM.

        1. Toca aqui!

          Dica: http://www.websdr.org – rádio escuta online com conversores digitais ligados na rede, podendo escutar até rádio AM online como se tivesse escutando rádio antigo. Uma das coisas mais legais que já vi.

          (Com ele que tive umas decepções em 2018, escutando o que os rádio amadores brasileiros tinham em mente sobre política…)

  16. Eu resolvi instalar o Firefox porque os travamentos do Chrome estão insuportáveis (eu sei que tem um milhão de outros motivos para não usar o Chrome, mas estava confortável com ele e eu já tenho um Android, então o Google já sabe demais sobre mim). Achei estranho o Firefox guardar as senhas dos logins em texto puro e permitir o acesso muito fácil a elas, o Chrome pelo menos pede o pin do Windows/Android para mostrar. Alguém que entende de segurança sabe dizer o quão ruim isso é, se tem uma alternativa melhor ou mesmo se o Firefox permite colocar alguma camada adicional.

    1. No Firefox há uma opção de proteger as contas salvas com uma “senha mestra”. Mas ainda assim, digitada esta senha, as demais aparecem em texto plano.

      Eu uso uma extensão chamada Last Pass. Não é a mais segura pq funciona na web, mas sincroniza com meu Android e com outros navegadores (desde que instalada a extensão).

      1. Eu uso o Brave mas tô de saco cheio de tanto travar. Tenho que trocar de computador em breve, aí tô pensando em trocar de browser tbm, pensei no Firefox.

        1. Uso Opera, tanto no notebook qto no smartphone, e não tenho do que reclamar.

    2. Eu uso o Edge e a extensão LastPass para organizar as senhas, e para abri-las sempre é preciso digitar a senha mestre. Mas já verifiquei que, salvando no próprio navegador, é preciso inserir a senha do Windows para vê-las também.

    3. Eu uso muito o Firefox e gosto da opção de enviar um link do computador para o smartphone, uso muito esse recurso. Já as senhas dos logins gosto de mantê-las salvas no KeePassXC e a base eu hospedo onde eu quiser sincronizado entre meu computador e meu smartphone.

    4. Obrigado a todos pelos comentários. Eu resolvi configurar a senha mestra mesmo, o ruim é que ele não pede só quando vou olhar as senhas, pede esporadicamente no uso normal, como o Whatsapp pede o pin. Incomoda um pouco, mas acho importante ter essa camada de segurança a mais.

  17. Semana passada, o Gabriel propôs outro debate legal aos 45 do segundo tempo do post livre. Copio aqui o texto dele para darmos continuidade:

    Qual o tamanho do acervo pessoal de fotografias de vocês?

    Finalmente terminei de reunir todas — ou assim espero — as minhas imagens pessoais de cerca de 2008 para cá em uma única Fototeca do aplicativo Fotos do Mac*.

    Deu um total de 23.268 imagens.

    Obviamente eu nunca darei um mínimo tratamento de organização nesse acervo (com tags, etc).

    Além dessas, ainda há HDs perdidos em algum lugar da casa de meus pais que talvez algum dia eu recupere com fotografias ainda mais antigas.

    *sim, eu sei que o ideal seria usar alguma ferramenta como o Lightroom para isso, mas as versões piratas sempre foram problemáticas pra mim e não quero assinar adobe cc agora… Já o Google Fotos uso como uma espécie de backup pessoal, embora também reconheça que o ideal seria parar de usar google totalmente.

    1. 14022 imagens desde 2007, estão todas numa pasta no OneDrive, que sincroniza automaticamente do celular, que deve responder por 95 % das fotos, só uso uma câmera dedicada em eventos especiais como viagens. Não gosto de usar ferramentas automatizadas, acho que é algo muito pessoal para isso. Mas o máximo de organização que eu faço é criar uma pasta para cada ano e dentro dela uma pasta para cada evento em ordem cronológica, colocar tag passa longe rs. Além disso, tem alguns anos que não faço isso, então tem umas 8000 fotos na pasta “principal”. Acho que se eu fosse apagar todas as fotos inúteis, não sobreviveriam nem 20 %.

    2. Estou fazendo esse trabalho de consolidar todas as fotos num só local, no caso, no iCloud. Até agora, tenho 12,6 mil fotos desde 2004, com alguns anos/lacunas ainda a serem preenchidos (2007–2010, por exemplo) com fotos que estão de fora.

      Ao importar fotos antigas, tenho tomado dois cuidados: incluir dados de geolocalização, para que as fotos apareçam no mapa do iCloud (e qualquer outro app que leia esse dado), e ajustar datas eventualmente erradas nos arquivos. O iCloud faz um bom trabalho de reconhecimento facial; o máximo que preciso fazer é indicar alguns rostos nas fotos mais antigas para “ensinar” o algoritmo que pessoa é aquela.

      Na medida em que vou avançando nos anos, estou também retirando fotos ruins e repetidas. É uma trabalheira, mas não tenho pressa e, no fim das contas, é muito mais legal revisitar poucas fotos boas do que ficar passando por 10 fotos idênticas e topar com fotos do chão e outros erros que, na hora, nem sempre apagamos.

      1. Eu tô pra organizar minhas fotos faz teeempo. Vou ficar de olho nessa thread pra pegar dicas :)

    3. infelizmente salvo no fotos do google e não sei quantas fotos tem lá…

      tem como taguear as fotos em serviço de nuvem como dropbox/onedrive? caso não, tem algum serviço que respeite a privacidade que faça isso? pois como não tenho muitas fotos, seria tranquilo eu mesmo marcar as pessoas manualmente

    4. Tenho 4 backups de fotos:
      – icloud (é o primeiro a fazer upload automático).
      – onedrive.
      – google fotos.
      – backup em hd externo.

      * ainda no iphone eu já faço o crivo das fotos.
      * infelizmente o onedrive do iOS não é como o do android que permite que vc faça backup apenas quando estiver carregando o aparelho. Isso ajuda a ter o tempo para o crivo. Como isso não existe no onedrive do ios, vez ou outra eu preciso entrar no onedrive e apagar as fotos que não deveriam ter ido.
      * Uma vez por mês eu instalo o Google fotos e deixo ele fazer upload de tudo. Depois desinstalo ele.
      * O onedrive permite taggear imagens.
      * Quando vou fazer backup em hd externo eu apenas copio as fotos que estão no meu onedrive (que já estão disponíveis offline).
      * Tenho 45 mil fotos perfeitamente organizadas com localização, data, aparelho e etc. Tudo no exif.

      1. “* Uma vez por mês eu instalo o Google fotos e deixo ele fazer upload de tudo. Depois desinstalo ele.”

        estratégia interessante, faz todo sentido

    5. Estou com 23.941 imagens. Esse acervo vem aumentando desde 2010, qdo adquiri uma câmera de verdade pra fazer imagens melhores. Não está organizado da melhor forma, confesso… Uma parte pequena está em jpg, mas a maior parte em raw. Quero muito cuidar desse acervo com atenção, mas ainda não consegui tempo – especialmente nos metadados e backup.

      Aos amigos do MdU recomendo fortemente um debate que ajudei a produzir e que aconteceu em versão online. Há dicas bem preciosas e detalhadas de como manter um acervo digital em ordem e garantir q as coisas não vão desaparecer de repente.

      https://ims.com.br/eventos/a-imagem-digital-no-contexto-pessoal/

    6. Eu tenho 5.583 fotos acumuladas desde 2005, que salvo no OneDrive. É o serviço de nuvem que uso desde tempos remotos por causa do saudoso Windows Phone, que Deus o tenha. Estão todas organizadas por pastas para cada ano. Não há muitas fotos repetidas ou com tags erradas porque costumo corrigir antes de efetuar o upload.

    7. Dei uma olhada aqui, e desde 2015 — quando comecei a fotografar —, foram 98,6 mil fotos, ou cerca de 3 terabytes de imagens. Se eu for contar os arquivos JPG que são entregues aos clientes, o número deve aumentar um tanto.

      Imagem do terminal mostrando como cheguei a esses números

      Essas imagens ficam em três locais:

      1. Servidor de edição;
      2. HD externo como backup;
      3. Servidor na Alemanha, como backup.

      O HD externo é criptografado, já que muita coisa ali é foto de gente pelada, e presumo que as clientes não gostariam que isso vazasse. O backup na Alemanha também é criptografado, mas nesse caso, além do disco do servidor, também aproveito pra criptografar o arquivo de backup.

      Elas estavam bem organizadas quando usava o Lightroom, mas como a Adobe salva tudo em um banco de dados próprio, o Darktable não consegue ler as informações de organização, aí lascou. Somente depois da migração descobri que poderia ter configurado o Lightroom pra escrever um arquivo XMP, mas aí já era.

      Elas continuam organizadas em diretórios, mas as tags com nome de clientes e afins se foram, e não tenho paciência pra processar isso tudo na mão. As novas fotos estão sendo organizadas direitinhas, usando o Darktable.

      Eu deveria parar de salvar tanto arquivo cru e ficar apenas com o que foi selecionado pra ser editado, como eu faço com vídeo, mas não consigo abandonar — e se a cliente pedir uma foto extra mais tarde?

      É digital hoarder que chama, né?

    8. Tenho alguns milhares de fotos digitais desde tipo 2003. Muita coisa tá em um único HD externo, quase tudo com copia no HD do PC, as mais recentes estão também no Google Fotos, e estou procrastinando uma Grande Reorganização (com maiúsculas) desde que me mudei de apartamento.

      E o programa que uso para ver os álbuns, escolher fotos a imprimir e mesmo fazer alguma edição muito básica (um crop ou uma minicorreção de brilho ou cor) é o abandonado Picasa.

    9. Meu repositório de fotos é uma zona total! Tem coisa no Dropbox, no onedrive, em HD, e grande parte no Google Photos. Tem coisa de 2005 para cá, muita coisa perdida quando um notebook velho morreu. Triste.
      Eu ainda tenho de baixar tudo e sincronizar num local só e depois copiar esse repositório único.
      Um dia eu o faço.

    10. Antes da existencia do Google Fotos eu guardava as fotos da camera digital num HD e depois transferi para o OneDrive em função da assinatura do Office 365. Olhei lá e tem 25.981 fotos. Lá tenho fotos de 2004 a 2017.
      Desde o lançamento do Google Fotos todas as fotos tiradas, não tive mais cameras sem ser a do celular, foram para lá. Não tenho ideia de quantas tem por ali, mas é possível que seja muito maior o número por que a gente não filtra mais, né.
      Não faço tratamento nenhum nelas, apenas quando quero postar alguma coisa no Instagram, única rede social que ainda uso.
      Mas uso muito a ferramente de Álbuns e compartilho muito com a família. Principalmente em festas e eventos, Natal, dia das mães/pais e etc. Aí a galera coloca as fotos deles também e aí dá para considerar que o número de fotos vai para as alturas.

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