Post livre #233

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

96 comentários

  1. recebi um vídeo no grupo do whatsapp do condomínio (é…) sugerindo um conteúdo de uma colunista da gazeta do povo (Cristina Graeml) indicando que não morrem mil pessoas por dia, porque a informação correta mesmo é a dos cartórios bla bla bla. achei bizarro e fui dar uma olhada no site da gazeta pra ver a quantas anda o diário. sai correndo qdo me deparei com um banner com o time de colunistas (fiuza, alexandre garcia e constantino) de direita! mas, ainda muito intrigado, acabei voltando pra ver se a gazeta do povo ia mesmo negar na cara dura a realidade e, bem, eles não não estão dando destaque aos 100 mil mortos, mas pelo menos tem uma seção chamada ‘pandemia em números’ e lá constam os quase 100 mil mortos (com a média diária de 1000 mortos para o brasil). o vídeo termina com a pessoa, falando de mortos, sorrindo e pedindo para curtir e compartilhar.

    1. Isso me lembra um blog ou sei lá o quê muito antigo onde tinha uma série chamada “Pessoas que eu gostaria de espancar”.

      Pessoas que eu gostaria de espancar, ed. 1523: Alexandre Garcia

    2. Não tive contato com ela quando estava lá. Na época, a Cristina cuidava de uma espécie de talk show noturno. Desde que saí, ela ganhou um blog e sempre que topo com ele é com algum post constrangedor desse tipo.

      Nesta tarde trágica de sábado, enquanto os principais jornais do Brasil destacam os 100 mil mortos pela COVID-19, a manchete da Gazeta do Povo é uma matéria sobre dinheiro em espécie. Uma pena, porque essa falta de noção é da direção e de gente que tem voz (colunas e blogs) lá dentro. A equipe de saúde, por exemplo, é muito boa, faz o que pode, mas no fim acaba vendo seu trabalho soterrado por esse viés alucinado que vem de cima.

      1. Coloquei no grupo justamente a parte de dados da Gazeta que desmente a colunista. Felizmente tem essa seção, apesar de meio escondida. O q essas pessoas falam e escrevem é um completo absurdo. Isso não é dar espaço pra direita… Eles estão dando voz à extrema-direita, que é toda ela violenta e insana. Deve ser duro pro pessoal q faz um trabalho sério por lá…

    3. Também me deparei com esse vídeo da tal colunista, e fiquei intrigado justamente por essa incoerência com outras informações inclusive publicadas pelo mesmo veículo. Fui atrás desse “portal dos cartórios” e lá diz:
      “A família tem até 24h após o falecimento para registrar o óbito em Cartório que, por sua vez, tem até cinco dias para efetuar o registro de óbito, e depois até oito dias para enviar o ato feito à Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), que atualiza esta plataforma.”
      (justamente essa parte ela não considera no vídeo)

      Isso nos indica que podem levar cerca de 14 dias para a informação ser lançada no sistema.
      No vídeo, a colunista ela mencionou 304 mortes no dia 29/07, verificando agora no portal, para a mesma data, os registros já somam 558. Em mais alguns dias, muito provavelmente os valores devem ficar alinhados com os das divulgações diárias.

      1. Fiquei com vontade de fazer o mesmo que vc e ir checar o que ela diz no vídeo, porque era nítida a manipulação dessa questão para algo que está consolidado. O número de mortos, no nosso caso, é o dado mais confiável já que não estalos fazendo testagem, então anulá-lo seria útil demais aos bolsonaristas… Ainda bem que no próprio site da gazeta tem os dados q todos usamos para nos guiar sobre a pandemia. Sinal que o fanatismo e canalhice não é totalmente sem limites. Valeu o esforço de pesquisa! Se a discussão avançar aqui no grupo vou usá-la.

  2. Comprei a pouco um soquete de lâmpada com sensor de presença para instalar na cozinha. Antigamente eu tinha comprado um que regulava ajustando um trimpot na lateral do soquete. Pra regular esse novo eu preciso baixar um aplicativo do fabricante.
    Pra quê complicar tanto algo que já era tão simples e barato??? HAHAHHAHA.

    1. provavelmente pra pegar seus dados.

      igual a modalmais que toda vez que entro pede acesso aos meus contatos e localização, esse mês vou sair dela, muito invasiva

      1. Rapaz, eu quero sair da modal também, nem tanto pela coleta de dados, mas porque o aplicativo é horrível. É update, é bug, é travamento (meu celular tem um Snap845 e ainda trava no app deles, vai entender), é problema, é erro aleatório… Não gosto de coisas que dão problema.

        Sobre essa situação aí do Rafael, na minha opinião, é alguma ideia de que tudo tem que ser resolvido com telas sensíveis ao toque, sem botões, controles nem respostas táteis. Aí mete uma coletinha de dados de brinde, e tá tudo certo.

        1. eu tô pensando em ir pra XP, eles parecem bem consistentes.

          Ah sim, virou moda msm, tudo tem tela agora

          1. Um conhecido meu falou que eles são “careiros” com ações e ETFs. Nunca investi em renda variável, então eu queria começar barato (mas não quero ir pra Clear, muita gente reclama da instabilidade). Se o custo de corretagem for igual o da modal, tá massa.

            E me aprofundando no assunto das telas, acho um absurdo os Tesla não terem um botãozinho no painel. Ok, eles têm modo de condução autônoma, mas e se, hipoteticamente, você quiser dirigir por você (sem motivo algum) e mexer na temperatura do ar condicionado, sem tirar os olhos da pista? Como acertar o dedo no controle correto, sem olhar pra tela?
            Tua memória muscular não serve de nada assim hahaha

  3. @ligeiro
    não deu pra responder mais, mas sobre o pão de queijo vegano. nunca vi um feito com tofu… talvez até fique bom, mas esse q falei é feito com polvilho, batata e mandioquinha e chamam de pão sem queijo (alguns chamam de pão de beijo…). fica bem saboroso e quase não dá pra distinguir do pão de queijo. eu compra da marca gerônimo ou taeq. dá pra fazer em casa tb, mas ainda não tentei. e parece q não é difícil.

    1. Minha irmã faz quase todo dia com polvilho e batata doce, fica muito bom.

    2. interessante…. não entendo nada de pão de queijo. se a gente vai criar um clube do pão de queijo precisaremos de especialistas…. algum de vocês já é??
      e afinal, quantos tipos existem??

    3. Isso me fez pensar que o que chamamos de “pão de queijo” poderia ser chamado de “pão de polvilho”, que seria o nome ideal e correto, dado que o queijo é só o aroma, e pode até mudar ou tirar se a pessoa preferir.

      Em tempos: para mim sem problemas responder no fio lá usando o @, sempre tou de olho.

    4. Como vegano e entusiasta da cozinha, confirmo que o que dá o gosto do pão de queijo não é o queijo, mas sim o polvilho! Todos onivóros conhecidos meus que experimentam acham muito similar.

      O último que fiz foi de batata doce (já fiz de aipim também), atualmente meu preferido. Fica muito bom rechado com goiabada.

      1. Olha, se vocês conseguirem uma receita bem legal de pão “de queijo” vegano, que seja tão nutritivo (ou até mais) quanto, e tenha sabor muito parecido, compartilhem aqui, que eu quero!
        Dou mó valor a pão de queijo, mas não como muito, justamente por causa do queijo haha

  4. Aproximadamente 6 meses atrás pedi recomendação aqui de loja para conserto de notebook. Meu Dell Inspiron 5547 tinha caído e quebrado a carcaça, e não era um serviço que qualquer um conseguia fazer. (Por ser um modelo mais “premium” e também por ser comum consertar e ele rachar futuramente com o abre e fecha da tampa). Me recomendaram comprar as peças avulsas no mercado livre e fazer por si.
    Pois bem, pesquisando no Google, achei uma loja chamada Notebooks Goiânia. Super profissionais, tem perfis nas redes sociais que passam boa confiança e encontrei um vídeo justamente de reparos de macbooks e notebooks Dell. Fica aqui a recomendação! Eles repararam a carcaça e ficou ótimo. É só enviar para eles pelos Correios.
    E por fim, não desconsiderei a dica do mercado livre. Comprei algumas coisas que faltavam por lá por achar mais em conta, como uma nova bateria e um dc jack (que aprendi a trocar também pelo YouTube e seguindo o manual do proprietário do notebook que mostra como montar e desmontar).

    Valeu galera!

    1. Sou de Goiânia e não conhecia. Estou com dois Dell Vostro 5470 (bomba!) aqui com placa rachada….

  5. Vale a pena algum android na faixa de R$ 1800 a R$ 2200? Ou melhor um iphone usado?

        1. Queria ter pagado isso no meu, mas estava precisando com alguma urgência

          Eu tô gostando bastante. A bateria é aquilo que todo os reviews falam mesmo. O que não falam é que a case — muito bonita — é um pouco difícil de remover e que ela tampa uma das saídas de áudio (wtf Samsung)

    1. Vale a pena sim! Pode ser clichê mas recomendo Motorola, feitos agora pela Lenovo. Já tive Moto X e agora tenho um Moto G6 comprado na black friday de 2018. Considero ótimo custo x benefício. Se não me engano não passa de 1200 reais e nunca me deixou na mão. Bateria okay (dá para ir para o trabalho e voltar no fim do dia. Exceto na quarentena, o uso tá hard), roda tudo que preciso e atualização constante.

  6. Fala pessoal, tranquilo?
    Vocês teriam indicações de serviços de nuvem bons (confiáveis) e com um preço bom (talvez, gratuitos)? rsrs

    Sei que são requisitos um tanto quanto distópicos, mas vai saber né…

    1. acho que o menos pior é o dropbox ou icloud.

      vc tb pode criar sua própria nuvem com um raspberry pi, mas dá um pouco de trabalho, eu particularmente penso em fazer isso mais pra frente.

      1. Pois é, eu já tenho o iCloud, mas estava pensando para o meu notebook. Precisaria de uns 500gb de espaço. O iCloud não é somente para serviços da Apple?

        1. O iCloud tem integração com os aplicativos da Apple e também de outros desenvolvedores para iOS/iPadOS, mas você também consegue criar uma estrutura de pastas e colocar qualquer arquivo, como se fosse o Dropbox mesmo.

    2. office 365 sem dúvidas, é o serviço mais em conta disponível atualmente..

      ..sei que existe toda a preocupação pela privacidade, mas se não se importar, vc poderia criptografar os dados mais sensíveis e usar o restante mais corriqueiro sem

    3. OneDrive da rainha Microsoft, tem preços bons e já vem com o pacote 365 na assinatura anual, da para achar boas ofertas por menos de 99 bozos por ano.

  7. Escutem “Set My Heart On Fire Immediately”, do Perfume Genius. Álbum maravilhoso.

  8. Sobre a notícia no Bloco de Notas “O mundo está consumindo mais filmes e séries em outros idiomas que não o inglês.”, algo semelhante acontece no mercado de jogos, com os indies sendo mais jogados e descobertos graças ao Xbox Game Pass e assinaturas do gênero, várias reportagens de desenvolvedores independentes dizendo que graças ao serviço eles conseguem ter alguma visibilidade e até mesmo aumento de vendas de seus jogos.

    (https://www.eurogamer.pt/articles/2020-08-06-xbox-game-pass-pode-salvar-a-vida-dos-indies-diz-criador-indie), (https://www.eurogamer.pt/articles/2020-06-30-descenders-triplica-as-vendas-depois-de-chegar-ao-xbox-games-pass) e (https://www.eurogamer.pt/articles/2019-10-09-oxenfree-regista-mais-de-3-milhoes-de-downloads-no-xbox-game-pass)

    1. Esse movimento nos games é até um pouco mais antigo, não? Hoje provavelmente deve ser mais fácil um desenvolvedor independente fazer carreira (lembrei-me deste vídeo), mas lembro que, quando tinha um Xbox 360, há uns oito anos, já havia uma seleção interessante de jogos do tipo muito celebrados e populares, como Braid, Limbo e Fez, para ficar em alguns.

      Não sei, porém, se nos games há variedade geográfica e de idioma. (Os três que citei acima, pelo menos, são todos norte-americanos.)

      1. Limbo é dinamarquês e Fez canadense.

        Acho que vídeo games sempre foram democráticos, tanto que nos anos 90 a febre eram RPGs japoneses; e nas lojas, saindo da bolha de fps, battle Royale e afins, você encontra jogos de todos os lugares e culturas.

        1. Ops!

          Video games também têm isso: é mais difícil perceber nuances geográficas do que em filmes. Muitas vezes você bate o olho em um filme e já adivinha que ele é europeu, ou argentino, ou no mínimo que não é norte-americano. Tenho a sensação de que o meio dá mais recursos para se criar um ecossistema diverso.

          Nos jogos, não. Talvez por todo o mundo usar os mesmos engines e ferramentas de desenvolvimento? Salvo alguns gêneros, como os RPGs japoneses e jogos da Nintendo, esse mesmo exercício de adivinhar a origem geográfica da obra só de vê-la é muito mais difícil com jogos — vide o meu deslize no comentário anterior.

          1. Concordo, parece que dá pra dividir entre jogos “ocidentais” e jogos japoneses, geralmente mais excêntricos pro padrão ocidental (e eu gosto bastante hehe).

            O que é ruim, ao meu ver, é que tirando os indies, mais experimentais e que tentam trazer algo diferente, artístico ou filósofico, como o The Talos Principle que estou jogando (recomendo), a maioria dos desenvolvedores tendem a ir pra onde dá dinheiro, no que está em alta, como os Doom-clones do passado, e os Battle Royale atuais, deixando outros jogos meio que escondidos.

      2. Eu acredito que o GamePass facilitou no sentido de que na época do Xbox 360 e PS3 tinha sim boa variedade de games indies disponíveis, porém, tinha que comprar (nem todos tinha demos para testar) e, após jogar, talvez não era tão legal quanto parecia.
        Já no GamePass como já se paga todo mês independente do que jogar, acaba dando oportunidade de experimentar games indies que a princípio não pagaríamos para descobrir se é bom ou não.

    2. E o xCloud que não roda em iOS. Não somente os 30% da Apple (ok, a loja é dela, cobra o quanto quiser), as diretrizes de publicação exigem que cada jogo seja enviado individualmente para seu processo de revisão, situação inviável para o Game Pass da Microsoft. Como disse o Tim Cook, alguém conseguiu rodar Android no iPhone como alternativa à App Store? rsrs

      1. Longe de mim defender essa questão com a Apple, mas é irônico ver a Microsoft dando piti por atitudes monopolistas da concorrência!

        1. Não final é apenas Apple sendo Apple. Me admira que empresas como o Facebook, Google e MS não se adiantem dessas decisões. Ou se adiantam mas reclamam mesmo assim só pra gerar matéria em jornal.

          1. É bem provável. São todas iguais! Mas é bem engraçado ver isso. Se em meados da década de 90 ou mesmo no começo dos anos 2000 alguém em contasse que isso aconteceria eu provavelmente não acreditaria. Ou diria que a pessoa inverteu os nomes dos atores.
            O mundo gira!

  9. Minha mãe usa um Sansung Galaxy J5 (SM-J510MN) faz mais de 3 anos. De uns meses para cá começou a ficar lento e não sei o motivo. Usa somente aplicativos como Whatsapp, Youtube e raramente outros.

    Já restaurei ao que era de fabrica, mas ainda sim está um pouco lento e nada fluido. Também otimizei algumas coisas no modo desenvolvedor.

    A duvida é se colocar um Android modificado como o LineageOS vai ter uma performance bem melhor ficando semelhante ao que era quando comprou?

    1. provavelmente, ainda mais que vai tirar as tranqueiras da fabricante

    2. – Desative programas ‘do google’ ou do sistema que não são usados por sua mãe. Por exemplo, Livros, Music geralmente desativo no meu. No caso do samsung, programas “nativos” que são inúteis é bom desativar também.

      – Estou usando o SuperFreezZe (sei lá como escreve, só sei que é um ícone azul com um Z grande) para deixar apenas apps que quero na memória, desativando o resto, que só funciona quando preciso liga-los.

  10. Acelerar em 1.25 os vídeos tutoriais e youtubers com voz mole tudo bem, é um ganho de tempo, mas acelerar um filme do Netflix? É pecado ou não é?

    1. Acho que para filmes não seria bom. Na minha opinião perder 1 minuto do filme já me dá vontade de parar de assistir.
      No aprendizado dizem que até 2x ajuda a reter melhor, pois temos que prestar bastante atenção.

    2. Ah não ser que seja para estudo ou trabalho, qual o sentido de ver um filme em velocidade maior? Talvez a pessoa possa usar melhor o tempo dela fazendo outra coisa

    3. Conheci um cara que fazia isso simplismente pra ver o filme um pouco mais rápido.
      Relaxa. Vai ter diretor implicando até mesmo com o fato que as pessoas assistem filmes fora do cinema.

    4. Vai de cada um.

      Eu sinceramente não gosto de filmes que tem execução muito lenta. Se assisto por conta própria, acabo é pulando trechos e vendo quando há algum climax.

      Lembrei de um episódio de “Samurai Gourmet”, série na Netflix, onde um dono de restaurante reclamava das pessoas que botavam temperos diferentes do que o próprio botava em seus pratos, e uma pessoa chega de boa e comenta que na verdade é direito de cada um criar uma nova experiência junto ao tempero já posto pelo cozinheiro em questão. Soma-se as experiências e todos ganham, pois é mais sabor com mais vontade.

    5. Como disse o Ligeiro, cada um sabe de si. A mim, parece uma contradição em termos, afinal assisto a filmes e séries para relaxar e/ou contemplar a visão artística de pessoas talentosas, não para apostar corrida ou qualquer outro motivo que se beneficie da aceleração da exibição. Interferir em um elemento tão crucial da obra, como é o ritmo, muda radicalmente a maneira como a percebo. Em obras rasas, tipo filmes de herói, não deve ter muito prejuízo, mas não consigo entender alguém que se disponha a assistir a um Fellini ou Bergman acelerado.

      1. eu concordo com as duas colocações: de um lado, cada um sabe a melhor maneira de experimentar o que quer que seja.

        Por outro, parece que estamos vivendo o primado do conteúdo sobre a forma — ou o primado da reedição mal requentada da falsa dicotomia entre forma e conteúdo.

        Fotografia, ritmo, cor, enquadramento: nada disso importa, a única coisa relevante na experiência audiovisual se resume ao conteúdo do roteiro.

        1. Discordo que seja o roteiro o principal item da atual geração audiovisual. Se assim fosse já teríamos superado o modelo antigo de narrativa (com clímax, revelações, etc) que se baseia na estrutura narrativa do conto antigo. A própria ideia do spoiler é antítese de que o roteiro se sobrepõe à forma (imagem e som) das obras. Se assim fosse, o spoiler não teria a menor importância, pois, o que realmente importa é a história em si e não o êxtase que uma revelação faz.

          Acho que o ponto das pessoas que aceleram filmes é conseguir ver mais coisa em menos tempo, o que é aderente à ideia de produtividade irrestrita e demonização do ócio.

          1. mas é exatamente isso o que estou chamando de “roteiro”, em oposição a uma experiência plena (apreciando ritmo, fotografia, cor, etc).

          2. Gente, acho que vocês estão complicando algo.

            Um roteiro é a palavra da história. Ela transformada vira o teatro, o filme, o conto narrado.

            Um bom roteiro gera bom filme. Simples. Um bom roteiro atrelado a boas representações do escrito gera um excelente filme.

            Sem roteiro, não se tem uma base do filme exceto se é documentário ou algo que foi criado para ser espontâneo.

            O conjunto é o conteúdo.

            Quanto a questão da velocidade, creio que vai mais de cada um também. Eu sou ansioso, odeio ficar em expectativa. Filmes lentos com roteiros que demoram para explicar a situação me cansam. E isso vale para outras coisas que vejo também – animações por exemplo.

            Para mim cada minuto de filme tem que ter algo que faça parte e explique a história.

            Mas isso é meu gosto, e não por isso vou ficar julgando o outro.

            Lembrando que até filme pornô tem roteiro

          3. @Gabriel

            Entendo. Mas roteiro é, efetivamente, a história contada né. Como ela é contada depende de fotografia, luz, edição, som, direção, elenco etc. Hoje em dia o foco, no meu entendimento parco de cinema, é exatamente na parte de “imagem” (edição, efeitos visuais e som) e muito menos na parte de história. O foco, hoje, não é na “experiência completa” que você defende, claro, mas eu ainda assim entendo que o roteiro não é o foco em nenhum blockbuster.

            @Ligeiro

            Não sei se eu entendi o que você colocou. Roteiro bom não quer dizer um bom filme, diretores, produtores e atores as vezes destrpem ótimos trabalhos de roteiristas. É difícil ter um filme realmente bom sem ter todos os elementos em um nível bom. Um exemplo recente é o “1917”. A imagem (reconstrução histórica, figurino, edição de som e montagem) são muito bons. A direção é pragmática e entrega o que o roteiro escreve. Os atores são bons, alguns renomados e com ótimos trabalhos em TV e cinema e, mesmo assim, o filme “não tem alma”, ou seja, ele não conta uma história convincente (mesmo que seja sentimental e apele pra isso o tempo todo). Falha clara de roteiro (e talvez direção).

            O “ritmo” do filme me parece mais uma construção pessoal. Alguns filmes lentos, como 2001, eu não suporto assistir nem amarrado [pra falar a verdade eu não consigo ver nenhum filme do Kubrick, todos os que eu vi foram martírios que eu fiz]; outro como “Closer” ou “História de um Casamento” eu vejo sem problemas. Longos diálogos, pausas sem falas ou nada acontecendo na tela; tudo faz composição de um filme.

    6. É uma opção, cada um usa ou não como quiser. Eu não pretendo usar, acho que não faz sentido pois posso perder um trecho interessante do filme. Uma opçaõ que eu uso é a de pular a abertura da série. Depois que vi uma ou duas vezes, não gosto de ver a abertura em cada episódio.

      1. Até aberturas estarão fadadas a não existir mais…. Umbrella Academy já não possui.

      1. Também tô no grupo que também acha crime. Eu sendo um diretor desses processava a Netflix por violação de direitos autorais (edição de uma obra sem permissão). hahahahahaha

        1. Processaria a JVC por ter posto um botão de Fast Foward em um video cassete então?

  11. Não sei se já teve essa discussão antes, mas vocês assinam algum clube? Eu tô a quase um ano recebendo livros do clube Intrínsecos e da Rádio Londres e gosto muito da experiência – ainda que alguns títulos sejam meio chatinhos (raro, mas acontece), mas me surpreendi muito com alguns inéditos que não haviam sido publicados antes no Brasil (como O Imitador de Homens, enviado mês passado pela Rádio Londres).

    1. É interessante mas não faz você se sentir pressionado a ler?

      1. Não muito. Me sinto um pouco pressionado quando não tô curtindo a história ou não estou no clima, mas no geral é uma experiência bacana. É ótimo pra desligar do mundo um pouco nesses tempos.

    2. Ocasionalmente assino um clube de vinhos e esse mês iniciei num clube de Cafés (pernalonga de batom demais) — recebi hoje o primeiro lote, inclusive.

      Já fiquei interessado naquele TAG Livros no início, quando era só uma modalidade, mas nunca assinei, acho que é porque não gosto das capas… (e também não saberia como guardar tantos livros).

          1. Eu o/ EU! \o/

            EU, CARAMBA!
            \o/
            ] – [

            (Daqui a pouco o Ghedin manda e-mail me dando bronca :p

          2. Só se for pão sem-queijo – que é a versão vegana do pão de queijo.

          3. @Montarroios

            Não tem “queijo” de soja? Ow, lembrei, é Tofu.
            Pão de Tofu será que tem?

            (Emoji de pensativo)

      1. Hahahaha.
        Só não assino um clube de cafés porque moro próximo a várias cafeterias bem abastecidas de novidades aqui em BH – sendo que Minas Gerais concentra grande parte da produção de cafés especiais do país.
        (Inclusive um desses clubes de cafés é daqui, o Noete. A loja física deles é excelente.)

    3. No início da quarentena assinei um clube de vinhos. Todo mês mandam quatro garrafas sem relevarem antes quais serão os rótulos e, até agora, as seleções foram todas muito boas. (Não que eu seja o enólogo; na real sou bem receptivo a vinhos desde que não seja açucarado, como aqueles tintos suaves de mercado.)

      Assinei por causa do custo. Os que costumava comprar antes da pandemia ficaram um tanto mais caro. Antes, pagava R$ 20–25 em uns decentes; esses agora estão na faixa de R$ 35–40. No clube, pago efetivamente R$ 25 por garrafa, e com frequência recebo rótulos que custam bem mais que isso na venda avulsa.

      Comentei esse clube na minha newsletter pessoa e dei um código de indicação — quem indica e quem assina por ele ganha um cupom de R$ 50 cada. Algumas pessoas entraram (obrigado por usarem meu cupom!) e, nessa, acabei ficando com um belo estoque de pandemia.

    4. Em 2017/18 eu assinei o Clube Refri, que como o nome sugere era um clube de refrigerantes ;) . Recebia 6 refris entre 250/500mL por mês. Foi uma boa experiência por quae um ano, com uma seleção bem variada de sabores e procedências nacionais. Depois de um tempo começaram a repetir muita coisa – segundo a versão oficial, por solicitação dos novos assinantes que não haviam provado as escolhas populares dos primeiros meses – e as novidades eram quase sempre tubaínas do interior de SP, todos muito parecidos entre si, e perdi o interesse.
      Parece que o clube encerrou as atividades no fim de 2018.

      1. Putz, me lembrei de uma tentativa de criar um bar temático de tubaína em São Paulo. Até fui lá visitar.

        O ruim destas ideias é o preço. E pelo visto a questão da repetição que tu falou.

    5. estou num planejamento em conjunto aqui em casa de assinar o taglivros. fiquei empolgado com a ideia do projeto, porém os preços são elevados (ou eu que acho tudo caro nesses últimos tempos?), fica 45,00 ou 65,00 mensais e pelas fotos eles tem todo um trabalho com a apresentação do material (espero que os livros que talvez irei receber sejam bons).

      mas gostaria mesmo de assinar (ou entrar no clube) sobre livros de temáticas especificas, por exemplo, cyberpunk ou distopias, algo mais especializado, porém não conheço e nem sei se existe.

    6. Eu já ganhei de presente uma assinatura de 6 meses de um clube de cerveja da minha ex, conheci várias cervejas interessantes que dificilmente eu compraria por mim mesmo, claro que teve uma ou outra que não gostei muito, mas no geral foi uma experiência muito boa. Não renovei a assinatura, mas quero voltar quando tiver condiçõe$.

    1. Não conheci ele, então não sei dizer, sinceramente. Talvez tenha sido o desastre da primeira passagem da Xiaomi pelo Brasil, liderada por ele?

  12. Estou afim de comprar uma tv nova. A minha é uma Full HD de 39 polegadas da Panasonic, mas eu acho bem ruinzinha. Ela é 30hz e tem um SO bem porco. Tenho um MiBox pra compensar, mas depois que atualizou a versão do SO ficou ruim também, não é incomum ter que reiniciar por N problemas. Gostaria de recomendações de TV. Estou de férias e queria um 4k, mas que seja barata e boa (até 2k). Quando você começa a querer ver os videos no celular ao invés da TV é complicado. Se possível, prefiro que não seja Android. Criei raiva desse SO para qualquer coisa que não seja celular.

    1. Eu paguei 2k na LG UM7500 de 50 polegadas 4K e estou bem satisfeito com ela, o WebOS 4.5 é bem fluído, Bluetooth 5.0, 4 HDMI, opção para gravar programação, quantidade considerável de apps (Netflix, Prime Video, Telecine, Globoplay, Youtube, Fox, IPTV, Dazn, Apple TV, etc), tem Alexa, tem Google Assistente, integra com automação residencial, função Apple Air Play 2. O controle Smart Magic é um grande diferencial e é um TV de entrada da LG.

      1. Eu estava pesquisando e cai nesse da LG aí, parece realmente ser muito bom. Infelizmente não achei onde comprar. Uma única loja quando vejo o frete é quase outra TV. Mas definitivamente está na lista.

        1. Yago, pode ser que não está encontrando essa TV porque ela é de 2019. A versão 2020 dela é a LG 4K 50UN7310PSC.

    2. 2 mil reais em televisão 4k que não dê dores de cabeça ? Vai sofrer para tentar achar alguma.

      Meu pai cismou que a semsunga 7100 de 55″ era boa (pagou 2500 reais em jan/20). Caiu do cavalo bonito e só reclama dela.

      observação: não sei se é implicância minha ou se é fato. Mas apenas com TV LG ou com smartTV LG eu não tive problemas no dia a dia.

    3. Tô precisando de uma TV também. Até 43″, smart, na casa dos R$ 1.000.

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