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O escritório em casa do desenvolvedor Alaor Resende

Mesa com dois monitores grandes, um Mac mini entre eles e, à frente, fones de ouvido, teclado e mouse, todos sem fio.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Alaor.


Meu nome é Alaor Resende, tenho 27 anos, mineiro do interior morando em Belo Horizonte e desde abril deste ano trabalho no Banco Inter como desenvolvedor full stack — sim, comecei em um novo emprego durante a pandemia. Atuo como desenvolvedor desde 2014 e o home office, nas empresas onde passei, nunca foi um modelo adotado. Trabalhar em casa sempre foi para estender um pouco mais durante uma entrega ou outra, acompanhar algum evento que não ocorresse no horário comercial ou, eventualmente, para emendar aquele feriado e poder aproveitar um pouco mais a casa dos pais no interior.

Como as coisas mudaram muito na pandemia, creio que muitos profissionais tiveram a oportunidade de experimentar o home office de verdade: dias, semanas, meses trabalhando em casa. No meu emprego anterior, estava trabalhando de casa desde os primeiros dias de março, na única mesa que tinha, onde dividia espaço entre meus equipamentos e as refeições do dia. Estava legal demais — psicológico ainda em dia, rs —, me adaptado ao projeto, à equipe e toda a rotina da empresa, mas já com os dias contados, pois iniciaria no novo trabalho no mês seguinte.

Então, desde abril estou trabalhando totalmente em home office no Banco Inter. Eu me redescobri e, principalmente, aprendi a controlar a ansiedade. Até hoje não conheço toda a equipe pessoalmente, apenas o gestor com quem tive uma entrevista técnica durante o processo de seleção, ainda presencialmente na época, mas tive muita sorte. Meu squad é sensacional e só tem pessoas incríveis que me acolheram super bem. Isso me ajudou demais a me “encaixar” logo no dia a dia da equipe e a poder contribuir. Estou ansioso para conhecer todos “de verdade” em breve. Descobri que é necessário adaptar a rotina para que as coisas funcionem bem também trabalhando de casa e até sinto que estou mais produtivo em home office. Acho que estou começando a gostar desse negócio, apesar de não trocar o contato com as pessoas e achar que a conversa ali, tête-a-tête, é melhor que qualquer call ou videoconferência para bater martelos e resolver problemas.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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No mais, segue o novo cantinho de trabalho e estudos — que foi instalado no quarto de visitas:

  • Mesa. Mesa escrivaninha Appunto, adquirida na Dafiti quando o cenário do home office se consolidou. Há alguns meses eu e minha noiva planejamos um canto para estudos, e do nada, como mágica, o canto de estudos estava pronto. Foi um ótimo achado; pagamos R$ 170 e cumpre com o seu papel muito bem.
  • Monitores Dell P2219H. Fornecidos pela empresa. Ótimos monitores e não dá pra ficar sem duas telas depois que se experimenta uma vez.
  • Mac mini (late 2014). também fornecido pela empresa. Tem Core i5, 8 GB de RAM, SSD de 240 GB, não faz feio com o Java de todo dia, hehe.
  • Teclado e mouse Dell sem fio. Da empresa também.
  • Headphone JBL Everest 310GA. Comprado para substituir o antigo Skullcandy Hesh no novo emprego. Confesso que em questão de qualidade, prefiro o Skullcandy. Só o substituí porque não aguentava mais o batente.
  • Filtro de linha. (Não aparece na foto.) Fica na prateleira lateral nos pés da mesa. Comprei há uns quatro anos na Kalunga e julgo ser a melhor compra que fiz na vida.

A foto foi tirada após finalizarmos a montagem da mesa, adoramos montar nossos móveis! Posteriormente, adicionamos uma foto do casal, um porta canetas e um porta-copos genérico que sempre levo para minha estação de trabalho.

Foto da mesa do Alaor por outro ângulo, mostrando a cadeira com algumas avarias no assento e uma cachorrinha ao pé da mesa.
Foto: Arquivo pessoal.

Ah, a cadeira que usamos não apareceu na “foto de Instagram” porque comprometia a beleza da organização. Foi comprada em 2014 e já sofreu um pouco com o tempo, mas sua reforma já está programada. Como a vida real é diferente da vida das redes sociais, enviei também uma foto tirada durante uma pausa expediente (acima), quando a nova integrante da casa veio dar um confere nos códigos!

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17 comentários

  1. Gostei bastante da mesa, estou procurando uma assim pra substituir a atual que é pequena. Mas o que me deu mais curiosidade de conhecer foi o filtro de linha. Deve ser incrível para ter sido a melhor compra da vida rs

    Abs!

    1. Oi Victor, essa mesa foi um match perfeito com o que tínhamos de espaço disponível, está nos atendendo muito bem!

      Sobre o filtro de linha, na época morava em uma república num apartamento bem antigo e existia tipo, uma tomada no quarto, ele salvou minha vida hehehe, o modelo mais próximo do meu que encontrei foi este:

      https://www.kalunga.com.br/prod/filtro-de-linha-10-tomadas-10a-bivolt-preta-nt-673-force-line-bt-1-un/283120?pcID=39&gclid=Cj0KCQjwvb75BRD1ARIsAP6LcqsrZalrC5f7NJa-JjNKV5KD9909TioUwmzLTPNjwz0S2nv-zCKXHnUaAixbEALw_wcB

  2. Interessante a mesa. Ela tem 70cm de profundidade? Ou 90? A altura é boa?
    Eu também aprecio múltiplos monitores! A produtividade agradece!

    1. E aí, Dirceu? Beleza? A mesa possui as seguintes medidas, 70cm de profundidade, 75 de altura e 135cm de largura e realmente, dois monitores ajudam muito mesmo no que diz respeito a produtividade!

  3. Sinto falta do modo como o Mac Mini se integra ao ambiente e ocupa pouco espaço em qualquer mesa =D

    1. Nossa, eu nem consigo me imaginar com um PC em casa, sempre usei notebook e estou curtindo bastante o mini, principalmente pela praticidade de se encaixar bem em qualquer lugar, hehehe.

      1. Meu grande problema com PC é o espaço mesmo.

        Mas eu troco de boas pela praticidade de poder trocar as peças sem precisar comprar outro computador. Hoje em dia a maioria dos notebooks vem com poucas opções de upgrade, e no caso dos Macs isso tende a zero. Me lembro que na época que eu comprei o MM a primeira coisa que eu fiz foi sair da iPlace e comprar um pente extra de RAM em outra loja de informática (p meu é o modelo com i3 e 2GB). Anos depois ele ganhou mais RAM (hoje ele tem 16GB) e um SSD de 128GB. Se tivesse uma GPU melhor eu não teria um PC, verdade seja dita, mas a Intel HD dele já era fraca em 2012, quando eu comprei, hoje não serve pra quase nada que não seja ver filmes e usar o SO (macOS antigo ou Linux/Windows).

    1. Mostrei seu comentário pra minha noiva que também é contadora e ela concordou em gênero, número e grau contigo, hahaha.

  4. Impressionante como a mesa ficou limpa: sem cabos, sem papéis,canetas etc. Monitores idênticos devem facilitar os ajustes de resolução e cor. O Mac mini ajudou bastante na gestão de espaço na mesa. Uma mesa sem supérfluos e distrações.

    1. Confesso que a mesa já ganhou algumas canetas e sempre estou com um bloco de papel para rabiscar alguma coisa ou outra, mas em relação aos cabos, acho que o que mais me incomoda são os cabos de teclado e mouse, e como esses são sem fio, me sinto bem melhor ao olhar pra mesa hehehe.
      Mas a ideia é essa mesmo, ter na mesa somente o necessário para o dia-a-dia.

      1. sim ,sobre os cabos de teclado e mouse, concordo plenamente.Embora ainda use mouse com fio ( esse modelo tem funções extras e ainda não achei uma versão sem fio com essas funções) o teclado sem fio ajuda na “operacionalidade” da mesa: posso posicionar a vontade pra poder utilizar a mesa digitalizadora para a posição mais adequada. sobre o bloco e papéis, também dou minha rabiscada, além do espaço dos boletos que insistem em chegar todo mês.

  5. Muito bacana o seu cantinho, parabéns (tô falando com a cachorrinha) hahahah.
    Sobre os monitores, você já trabalhou com monitores verticais para programar? Estou procurando um bom monitor para comprar e me surgiu a dúvida de monitores verticais. São bons? Fazem diferença? Balela?
    Coincidentemente os modelos que possuem o pivô rebatível (vulgo que viram) são bem mais caros e não sei se compensa ter um assim…

    1. Como o Igor sugeriu, hoje podemos salvar uma boa grana utilizando esses braços para monitores, eu, particularmente, não curto utilizar os monitores na vertical, questão de gosto e estética mesmo, mas há quem curta e recomende, hehehe.

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