Vem aí o “AppleOS”?

MacBook Pro aberto exibindo janelas de apps e a Central de Controle do macOS Big Sur.

A Apple costuma usar a abertura da WWDC, sua conferência anual para desenvolvedores, para revelar as próximas versões dos sistemas operacionais da casa. Em 2020, o evento teve que se adaptar à loucura que estamos vivendo, ou seja, foi pré-gravado e sem plateia, acessível apenas por streaming. Seria difícil que outro aspecto causasse mais estranheza que essa mudança, mas foi o que ocorreu.

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Pagamentos pelo WhatsApp: O que esperar?

Prints do WhatsApp e WhatsApp Business realizando uma transferência de dinheiro.

De surpresa, o Facebook escolheu o Brasil para lançar seu sistema de carteira digital dentro do WhatsApp na última segunda-feira (15). Por ser o aplicativo mais popular do país, usado por praticamente todas as pessoas que têm um celular, é natural que a notícia tenha causado comoção. Se à primeira vista pode parecer que será mais um passeio do Facebook na dominação de um segmento de mercado, uma olhada mais atenta revela sinais de que, desta vez, talvez não será tão fácil assim.

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Mods e jogos criados por entusiastas levam realidades e percepções brasileiras a títulos famosos

Dois pares de mãos segurando controles de PlayStation e, ao fundo, uma TV exigindo um jogo virtual de futebol.

por Andressa Soilo

Muitos dos games populares entre jogadores brasileiros são produzidos por empresas europeias, asiáticas e norte-americanas. Os ambientes, as músicas, os idiomas e os personagens que compõem esses jogos são, em grande medida, reproduções de percepções de desenvolvedores localizados em contextos específicos, muitas vezes alheios aos nossos. Não raro os jogos são ambientados em cidades norte-americanas, como Los Angeles, Miami ou Nova York, ou mesmo em lugares repletos de neve, um fenômeno que a maioria dos brasileiros nunca testemunhou. As comunicações se dão, principalmente, em inglês, assim como os diálogos e as músicas, e os personagens transmitem gestos, expressões faciais e identidades visuais não tão familiares ao público brasileiro.

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5 jogos que parecem ridículos ao serem descritos porém na real são legais

Pessoas jogando video game em um notebook velho em uma cozinha.

Quem joga videogame certamente já passou pela constrangedora situação de comentar um jogo legal que, em palavras, parece uma ideia bem errada. E, veja, às vezes não importa quem esteja falando. Por mais articulada ou persuasiva que essa pessoa seja, é difícil “vender” um jogo criado em cima de uma premissa… estranha. Nesse momento, o melhor a se fazer é concluir dizendo “sei que parece estúpido, mas acredite em mim: é legal”.

Contrariando o conselho que acabei de dar, neste post reuni alguns jogos desse tipo e, não bastasse isso, tento explicar o que os torna legais. É uma missão fadada ao fracasso, mas hey, o importante é tentar. Deixei de lado os jogos absurdos que são muito populares, como aqueles em que sua missão é literalmente assassinar com armas de fogo o maior número de pessoas, e que por algum motivo doentio e incompreensível são considerados “normais”.

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