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Reeder 5 tem sistema próprio de sincronia via iCloud

Silvio Rizzi lançou o Reeder 5. Trata-se de um app de RSS para iOS e macOS, e dos mais polidos. A principal novidade é que agora o Reeder tem seu próprio sistema de feeds que sincroniza entre dispositivos via iCloud, ou seja, não precisa mais usar um externo como o Feedly (mas se quiser, pode). E também tem um “read later” nativo, tipo o Pocket. No iOS 14, ele ganhou widgets.

A exemplo das versões anteriores, o Reeder 5 é uma compra única no iOS (R$ 18,90) e no macOS (R$ 37,90). Para quem pegou o Reeder 4 antes do lançamento de hoje, de graça, os incentivos para atualizar são poucos. E ele agora concorre com o NetNewsWire, que pode não ser tão elegante, mas é gratuito, open source e multiplataforma.

TSE e WhatsApp lançam pacote de figurinhas para as eleições municipais

Todas as 23 figurinhas de WhatsApp do TSE contra um fundo branco.

A espera chegou ao fim: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalmente liberou as figurinhas de WhatsApp para as eleições municipais de 2020. Baixe-as aqui. Via TSE.

Google Chat ficará gratuito e substituirá o Hangouts

Vem aí mais uma mudança nos apps de mensagens do Google. O Hangouts será substituído pelo Google Chat no primeiro semestre de 2021. Com isso, o Google Chat se tornará gratuito e acessível a usuários domésticos, que não estão no Google Workspace. Lembre-se que, em paralelo, o Google ainda oferece o Google Mensagens (para SMS/RCS), e que nenhum dos dois com criptografia de ponta a ponta. Via 9to5Google (em inglês).

Google tira Zoom como padrão no Gmail para privilegiar Google Meet

A partir de 16/11, o Google tornará o Google Meet, sua solução de videochamadas, a opção padrão para os usuários do Google Workspace (antigo G Suite). A mudança é “opt-out”, ou seja, se uma empresa quiser continuar usando outra solução como padrão nos novos agendamentos, terá que desmarcar um item nas configurações.

O Google Meet ainda come poeira do Zoom, líder no segmento — são 100 milhões de usuários contra 500 milhões do rival. É nesse tipo de comportamento, quando uma empresa usa o poder que tem em um segmento para alavancar seu produto menos popular de outro, que configura o abuso. Via Forbes (em inglês).

Down Dog busca tradutores-narradores brasileiros

O ótimo Down Dog, um app de ioga, está procurando tradutores-narradores para traduzir as instruções do app, do inglês para o português. É um trabalho remoto, de meio período e paga US$ 100 por hora traduzida. Experiência no ensino de ioga é um diferencial/desejável. A inscrição pode ser feita neste formulário.

Zoom começa a oferecer criptografia de ponta a ponta

O Zoom começará a oferecer criptografia de ponta a ponta na semana que vem, em contas pagas e gratuitas, ainda em caráter de “prévia técnica”. Durante 30 dias, a empresa coletará impressões e relatos de bugs. As videochamadas criptografadas de ponta a ponta poderão ter até 200 participantes e não terão recursos que dependem de processamento em um servidor central, como gravação na nuvem e transcrição em tempo real.

Para saber se você está em uma videochamada do tipo, fique de olho no ícone do escudo verde: em vez de uma marca de verificado (✔️), as criptografadas exibem um cadeado. Via Zoom (em inglês).

O algoritmo anti-reconhecimento facial

Homem vestido de preto com a máscara do Guy Fawkes segurando um celular mostrando a tela que o enquadra na câmera.

Peguei dois retratos meus, lado a lado, e os enviei a uma pessoa que me conhece muito bem. Perguntei: “vê diferenças nessas fotos?” Ela viu. Disse-me que a da esquerda parecia estar editada, porque minha pele estava mais bonita. É verdade que a minha aparência estava melhor na foto da esquerda, porém ela era a original, sem edição. A da direita havia sido tratada por um algoritmo de privacidade, que sutilmente descaracteriza retratos para neutralizar sistemas de reconhecimento facial — sem afetar (muito) o reconhecimento por outros seres humanos.

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Onde estão os apps de ficar parado?

Braço com um celular ao lado sobre uma superfície vermelha ensolarada.

Um dos traços da indústria da tecnologia é a crença na capacidade de resolver todos os problemas — incluindo aqueles criados por ela mesma — apenas com tecnologia. Mesmo quando a fonte desses problemas tem origem na subjetividade, por essa visão tecnicista bastaria jogar mais tecnologia, criar um algoritmo mais complexo ou qualquer coisa do tipo para que tudo se ajeitasse.

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Como desativar as notificações por SMS de 99Food, iFood, Rappi e UberEATS — e outras dicas para se livrar desses apps

Foto de cima de um celular sobre uma mesa de madeira com várias mensagens promocionais da Rappi na tela.

Em algum momento de 2019, decidi não usar mais aplicativos de delivery. Havia motivos de sobra — não me estenderei neles; se ficou curioso, sugiro a leitura deste artigo. Desinstalei os que estava usando e achei que estaria livre deles. Foi um engano.

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Pretext, um “Bloco de notas” para iOS integrado ao iCloud

Print do Pretext no iPhone com o início deste post escrito em Markdown e, ao lado, ícone padrão do app.

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Já foi dica aqui no Manual: ter um app de notas rápido e sem firulas faz muita diferença no dia a dia. Quem usa iPhone tem no Notas, da própria Apple, uma boa opção. É a que eu uso, mas um detalhe dele, o fato de as notas não serem arquivos acessíveis diretamente no Finder, sempre me incomodou.

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Byte, o sucessor espiritual do Vine chegou

Diversas pecinhas coloridas representando vídeos espalhadas pela tela contra um fundo escuro e o logo do Byte abaixo.

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Por um breve período no início da última década e contrariando qualquer lógica, uma rede social que só permitia a publicação de vídeos com no máximo seis segundos de duração não só existiu, como fez algum barulho. Era o Vine. Comprado pelo Twitter em 2013, no auge da sua popularidade e por motivos burocratas que só os executivos do Twitter poderiam explicar, o Vine foi encerrado, abrindo espaço para que três anos mais tarde o chinês TikTok conquistasse o Ocidente e um rombo no coração de Dom Hofmann, um dos inconformados criadores do Vine.

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Strive Minutes, meditação minimalista para Android

Print do app Strive Minutes ao lado do ícone do aplicativo.

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A meditação é tida como um excelente remédio para manter a sanidade nesses tempos turbulentos em que vivemos. O Strive Minutes [Android, R$ 10,99] promete ajudá-lo a meditar e a tornar isso um hábito.

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A (falta de) privacidade do FaceApp

FaceApp.

Não faz seis meses rolou o alerta do #10yearchallenge e, novamente, geral pondo em risco fotos de rosto por conta de um filtro. Desta vez no FaceApp, um aplicativo russo lançado há dois anos, com uma política de privacidade fraca (e bem questionável), que oferece “testes no Facebook” em seu site oficial e que tem em seu histórico a publicação de dois filtros escancaradamente racistas. Assim fica difícil.

Atualização (16/7, às 15h45): Uma análise mais detalhada da política de privacidade do FaceApp, a seguir.

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“O que são esses desenhos de olhos esbugalhados?” A curiosa história do Dollify

Várias caricaturas feitas com o Dollify.

“Ajudem o tio aqui: os fakes já passaram por várias modas nesses meus 10 anos de Twitter. Agora são esses desenhos de olhos esbugalhados. O que é isso?” A pergunta foi feita pelo Leandro Demori, editor-executivo do The Intercept Brasil. Os desenhos não são exclusividade de robôs e contas falsas no Twitter. Nas últimas semanas, redes sociais e aplicativos de mensagens foram tomados por uma legião dessas caricaturas bem peculiares. De onde elas vieram?

As caricaturas de traços delicados e que destacam os olhos, mas de uma maneira divergente da dos tradicionais desenhos japoneses — também caracterizados pelos olhões —, são feitas com um aplicativo chamado Dollify. Ele foi criado pelo artista digital costa-riquenho David Álvarez, conhecido na internet como Dave XP. Por e-mail, o Manual do Usuário bateu um papo com Dave para saber como o app surgiu.

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Universo alternativo: Cine Filmes e a pirataria de filmes debaixo do nariz do Google

Nota do editor: Esta matéria é parte de um especial do Manual do Usuário sobre aplicativos para Android em posições de destaque na Play Store brasileira, mas que estão fora do radar da imprensa. São famosos desconhecidos que, juntos, criam uma espécie de universo alternativo dos apps. Leia também a primeira parte (4Shared) aqui e a segunda (Biugo).


A relação entre a indústria do entretenimento e a pirataria sempre foi de tensão. Uma briga de gato e rato que contrapõe empresas multibilionárias e idealistas ou pessoas comuns sem muitos recursos, mas com uma vontade imensa de ter acesso à ampla produção artística da humanidade. Por isso, casos como o do Cine Filmes chamam a atenção: um app de streaming de filmes direto, gratuito, sem qualquer aval da indústria cinematográfica e que permaneceu disponível na Play Store por meses como um dos apps mais baixados da plataforma do Google.

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