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Strive Minutes, meditação minimalista para Android

Print do app Strive Minutes ao lado do ícone do aplicativo.

Um app legal, uma alternativa aos das Big Tech e as últimas novidades dos apps que (quase) todos usamos. Assine gratuitamente a newsletter para não perder as próximas edições.


A meditação é tida como um excelente remédio para manter a sanidade nesses tempos turbulentos em que vivemos. O Strive Minutes [Android, R$ 10,99] promete ajudá-lo a meditar e a tornar isso um hábito.

A interface do aplicativo é minimalista. Ele mostra um contador de tempo regressivo e usa cores para indicar o progresso da sessão. Nas opções, é possível ativar o “Não perturbe”, para evitar que uma ligação ou notificação interrompa o seu estado zen. Ao fim da contagem regressiva, o Strive Minutes continua contando o tempo excedente, caso a meditação esteja fluindo e você queira ficar um tempo extra ali, transcendendo.

“Mas isso é um timer que qualquer celular já tem!”, alguém pode argumentar. Sim, de fato. O grande trunfo do Strive Minutes é ser um app dedicado a esse fim e ter um sistema de estatística e linha do tempo do seu progresso, algo que pode ser poderoso durante a criação do hábito. Às vezes, é o empurrão que falta para começar.

Outros recursos legais são a opção de sinos intervalados e ao fim das sessões e um diário simples para registrar suas “lutas pessoais, pensamentos e experiências após cada sessão”. No lado técnico, há um modo AMOLED para preservar bateria em celulares com telas desse tipo e integração com o Google Fit.

O app, aliás, está disponível apenas para Android. O Strive Minutes é pago porque, garantem os desenvolvedores, ele não tem e nunca terá anúncios.

Mais informações no site oficial e na Play Store.

O Strive Minutes não foi testado pelo Manual do Usuário. O texto acima se baseia no site oficial e em comentários diversos na página do app na Play Store.

Você pode trocar o Google Tradutor pelo DeepL

Ícone do Google Tradutor levemente desfocado à esquerda e ícone do DeepL bem definido à direita.

Quem tenta se livrar da dependência do Google sempre esbarra em alguns obstáculos mais cascudos. Para mim, esses foram/são o YouTube, o Google Maps e o Google Tradutor. Para o último, felizmente encontrei uma alternativa tão boa quanto, se não melhor: o DeepL.

Criado na Alemanha e lançado em agosto de 2017, o DeepL usa aprendizagem profunda para traduzir frases automaticamente. O cardápio de idiomas é mais restrito — e o português só passou a fazer parte dele em outubro de 2018 —, então ele não substitui o Google Tradutor em todos os cenários. Nos idiomas suportados, porém, a qualidade das traduções é comparável à do Google. Em muitas situações, a achei superior.

O DeepL é gratuito e está disponível na web (igualzinho ao Google Tradutor) e em apps para macOS e Windows. A empresa fatura com o DeepL Pro, assinatura disponibilizada a outras empresas para aplicações específicas e uso de APIs.

Atualizações e outras notícias

A Grow, startup que uniu as marcas Yellow e Grin, reduziu a operação de patinetes elétricos a três cidades (São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba) e suspendeu a de bicicletas em todas as que operava. Houve demissões, mas a empresa não revela quantas. Além disso, “a Grow afirmou que está em busca de parcerias públicas e privadas para fortalecer e expandir sua operação”. [Valor Investe]

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O WhatsApp finalmente liberou o modo escuro, ainda que apenas na versão beta do Android. Curioso que o “modo escuro” não tem fundos pretos, o que daria um pequeno alívio às baterias de celulares com telas AMOLED. Ainda não há previsão de quando o recurso chegará à versão estável no Android nem ao iOS. [Tecmundo]

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O Telegram, grande rival do WhatsApp, já tem modo escuro há meses. Nesta semana, ele ganhou uma atualização focada nas enquetes. Agora, resultados e atribuição de votos (quem votou em qual opção) podem ficar visíveis; dá para criar enquetes de múltipla escolha; e existe um “modo quiz”, com uma resposta correta. Também há pequenas novidades estéticas para os apps móveis. [Telegram, em inglês]

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O Guiabolso criou um serviço para permitir que empresas acessem dados financeiros previamente autorizados pelos usuários. A empresa diz que a solução é mais profunda que as dos tradicionais birôs de crédito e que reduz os riscos de fraude e calotes. [Reuters]

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A Uber liberou um novo recurso de segurança no Brasil. Quando o aplicativo, via GPS e outros sensores do celular, detectar eventos raros, como uma parada longa e não prevista, ele automaticamente avisará passageiro e motorista de que algo não está normal e sugerirá ferramentas para resolver a situação. [Uol Tilt]

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Em meados de dezembro, a Apple liberou a navegação curva a curva para o Apple Mapas no Brasil. Ótimo! Abdicar do Google Maps é um dos maiores desafios de quem se dispõe a uma vida menos dependente do Google, então quanto mais opções, melhor. Aproveitei um compromisso mês passado em Maringá (PR) para testar o sistema e… foi um desastre. Tivesse confiado cegamente nele, é provável que ainda estivesse rodando a esmo em busca do meu destino. Talvez com o tempo melhore. [MacMagazine]

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Muitas vezes usamos a palavra “ninguém” de modo descuidado, como uma hipérbole. Neste caso, porém, acho que é seguro fazer o uso literal dela: a Samsung ensinou a Bixby, sua assistente pessoal, a falar português do Brasil, coisa que (lá vai) absolutamente ninguém aguardava ansiosamente. Por ora, é um beta e está disponível no Galaxy S10. [Olhar Digital]

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É comum comentarmos a chegada de plataformas de streaming estrangeiras ao Brasil. Desta vez, foi feito o caminho contrário: o Globoplay, da Rede Globo, foi lançado nos Estados Unidos. O acervo tem +500 títulos e custa US$ 13,99 por mês. (No Brasil, a mensalidade custa R$ 21,90.) [G1]

Índice 20#1

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4 comentários

  1. Seria meu sonho o Apple Maps ser “usável” no Brasil? Moro em uma cidade menor e, mesmo aqui, tem muitos erros de localização… eu sempre mando sugestões (oi Apple quer me contratar?) mas nem se passasse o dia inteiro lá daria pra corrigir tudo e abandonar o Gooooooooogle Maps.

  2. Esse é um app de cronômetro com diário… e pago. Não tem nada de meditação aí. O empreendedor do século XXI está indo longe demais.

    Quanto a apps de meditação, ao contrário do colega abaixo, percebi uma melhora considerável de foco e autocontrole desde que passei a fazer meditação guiada com o Headspace. Antes eu fazia a meditação com timer ou até a Pranayama, o que melhorava esses marcadores, mas nem perto do nível que estou alcançando hoje. Minha experiência com o Headspace é basicamente a mesma do Paulo Higa, que pode ser lida no Tecnoblog. Recomendo demais.

  3. Acho bem desnecessário apps para diversas coisas, mas pra meditar é o que vejo menos sentido de existir. Ainda mais pago. Por algum tempo eu sentia que não podia meditar por não pagar assinatura do Headspace. Aliás, tenho certeza de que, se fosse app de iOS, teria assinatura.

  4. Sabe o que é curioso?
    Eu fui pesquisar pelo Strive, e eles tem um outro app chamado Strive Uptime – Productivity timer to build habits (gratuito). Ele faz a mesma coisa que o Strive Minutes, só que de graça. É só “setar” que a atividade que vc ta fazendo é meditação, por ex., e economizar $10

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