Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
— O Rotary Phone é um celular (com 4G!) que usa um disco, como aqueles telefones fixos antigos, como interface. Sai na metade do ano por US$ 390 e, até onde vi, não acompanha a agenda em papel.
Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.
Toda semana acumulo links curiosos, vídeos e outras coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.
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Imagem: Mistwalker/Divulgação.
— Todos os 150 cenários de Fantasian, novo jogo para o Apple Arcade de Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, são dioramas reais feitos à mão (em inglês). Sai ainda este ano.
— Deep Nostalgia é uma inteligência artificial que anima rostos em fotos antigas. Fascinante e assustador na mesma medida. Falamos disso no segundo bloco do último Guia Prático.
— O MUBI Remix, novo app da MUBI, cria vídeos com frases personalizadas a partir de falas de filmes. Em inglês e apenas para iOS.
— O site Cameron’s World é uma ode à web dos anos 1990, cheia de sites pessoais com GIFs animados, paletas de cores espalhafatosas, contadores de visitas e uma boa dose de ingenuidade. Os links abrem sites do Geocities salvos pelo Internet Archive em um frame que lembra o Netscape. Nostalgia pura!
Toda semana acumulo links curiosos, vídeos e outras coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.
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— Do mesmo criador do video game, uma versão de tabuleiro do ótimo Stardew Valley (em inglês). Uma partida, que compreende um ano no tempo do jogo, leva ~45 minutos (e pode ser adaptada para durar menos), pode ser jogado sozinho ou em até quatro pessoas, e a idade mínima recomendada é 13 anos. Custa US$ 55 lá fora e… bom, ontem (26), quando fui ver a loja, já estava esgotado.
— Falando em notebooks, uma nova empresa de São Francisco anunciou o Framework Laptop, um notebook modular (em inglês) que “pode ser atualizado, personalizado e reparado de maneiras que nenhum outro é capaz”.
— Skittish é um espaço para conferências virtuais (em inglês). O lance ali é que os participantes são animais e interagem em um mundo animado, tipo Fortnite, mas sem aquela bobagem de atirar uns nos outros. Ainda sem previsão de lançamento.
— Recentemente dois livros célebres para entender a influência da tecnologia nas nossas vidas saíram em edições brasileiras: Algoritmos de Destruição em Massa, da Cathy O’Neil, pela editora Rua do Sabão; e A era do capitalismo de vigilância, da Shoshana Zuboff, Intrínseca. A Intrínseca, aliás, reeditou o ótimo Os inovadores, de Walter Isaacson. Essas e outras sugestões de leitura estão na nossa ~livraria.
— Este simulador de icebergs permite que você desenhe um e veja como ele flutuaria no mar. Inspirado pelo desejo de muitos cientistas de que icebergs sejam representados corretamente.
Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.
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— Zack Nelson tem um popular canal no YouTube em que testa a durabilidade de celulares. Ele pôs as mãos no Fairphone 3+ (em inglês), o celular modular e sustentável da empresa homônima. Ficou impressionado. [Dica do Caio Volpato no grupo do Telegram para apoiadores.]
— Um ex-executivo da Microsoft está gastando uma nota alta e desenvolvendo novas tecnologias para tirar fotos em altíssima resolução de flocos de neve (em inglês). Lembrei daquela passagem do livro/filme O Círculo em que a empresa de tecnologia tem entre seus projetos contar todos os grãos de areia do Saara. [Dica da Diana.]
— O site da Berkshire Hathaway parou nos anos 1990 e é maravilhoso. Detalhe para a mensagem de rodapé sobre o visual da ~página WEB.
— Um aplicativo para macOS (gratuito) que troca o ícone da bateria por outro igual, só que com uma carinha :)
— Dois times de futebol da Noruega se enfrentam na realidade mista: os jogadores estão em campo, mas todos usando óculos de realidade virtual mostrando a partida de cima. Dá “tilt” no cérebro. (A brincadeira foi feita em 2015.)
— O notebook Vaio Z é feito de fibra de carbono contornada. (Outros modelos que usam essa fibra, como a linha XPS da Dell, têm a base de plástico ou metal.) É levíssimo, durável e caro: nos EUA, ele começa em US$ 3.579 (cerca de R$ 19,5 mil).
— “Já reparou que conversar nas redes sociais é mais ou menos como você tentar falar com um um amigo com a TV ligada?”
Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.
— A Epic anunciou o MetaHuman (em inglês), uma ferramenta do Unreal Engine para criar personagens humanos de alta fidelidade em minutos, algo que, segundo a empresa, no modelo tradicional “leva meses de pesquisa, equipamentos de escaneamento caros e um exército de artistas tecnológicos”.
— Do nada, a foto de uma flor hospedada na Wikimedia Commons passou a ser requisitada dezenas de milhões de vezes por dia. A maioria dos acessos vinha da Índia e coincidia com o banimento do TikTok no país. Um detalhado trabalho investigativo (em inglês) foi feito na fundação para descobrir qual app estava causando esse estrago. A história teve um final feliz.
— O Sesc está exibindo, gratuitamente e pela internet, documentários de grandes nomes da música brasileira neste Carnaval — Clementina de Jesus, Dorival Caymmi, Elton Medeiros e outros. Disponíveis até dia 24/2.
— O site Spurious Correlations (em inglês) ilustra com vários exemplos aquela velha máxima: correlação nem sempre implica causalidade.
— Já existe um emulador de Nintendo Switch, o yuzu. A última atualização, de janeiro, fez progressos admiráveis (em inglês).
— Um robô do bem no Twitter: ele coleta e divulga vagas de emprego em tecnologia da informação. É o @ViUmaVaga.