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Achados e perdidos #14

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

Uma reflexão do “estilo artístico corporativo” (em inglês), aquelas ilustrações de pessoas coloridas com membros desproporcionais que vemos hoje no Facebook e em quase todas as empresas de tecnologia, e por que elas parecem tão falsas.

— Uma crítica negativa de Cidadão Kane, de 1941, tirou do clássico de Orson Welles a coroa de melhor filme de todos os tempos no site Rotten Tomatoes. Paddington 2, de 2017, agora ocupa o topo do ranking (em inglês). Às vezes, é melhor não confiar na sabedoria das multidões.

— Um dedicado netinho criou o “Yayagram”, uma versão analógica (!) do Telegram (em inglês) para a vovó entrar em contato com a família. O dispositivo envia e recebe mensagens de áudio, tem seletores físicos de contatos e imprime (!) mensagens de texto.

— Sabe o Raspberry Pi 400, aquele computador/teclado que chegou esta semana ao Brasil custando um rim? Alguém “tunou” o dispositivo, trocando o teclado padrão simples, de membrana, por um mecânico (em inglês).

— A Microsoft vai mudar a fonte padrão do Office. Cinco novas fontes disputam o posto da Calibri, que é a padrão desde 2007. Você pode ajudar a escolher a vencedora (em inglês).

— O BiblioTechie (Android, iOS) é um novo app que publica contos e livros curtos (com menos de 100 páginas) de autores consagrados, brasileiros e estrangeiros. A mensalidade custa R$ 14,90, e dá para experimentar por 14 dias sem pagar nada.

— Um serviço que transforma Markdown em apresentações de slides.

— Uma lista básica (e não tão básica) de comandos do FFmpeg (em inglês).

— Um bom app de previsão do tempo caso o padrão do seu celular seja ruim: Hello Weather (Android e iOS, em inglês).

— Saca quando você acha que sabe uma coisa, aí aparece alguém e te mostra conhecimentos inimagináveis daquela coisa? Eu me senti assim assistindo a este vídeo de recursos avançados de CSS (em inglês).

— A Netflix agora tem um botão de vídeo aleatório no app para TVs.

— Dia desses aprendi, no grupo dos apoiadores do Manual (venha fazer parte!), o que é uma “v-tube” — uma influenciadora digital virtual, ou seja, que não existe. A Netflix agora tem a sua v-tube, a N-ko Mei Kurono, para promover desenhos japoneses.

Uma foto de 140 megapixels do Sol. (Preste bem atenção no “elemento estranho” que aparece na imagem.)

— Em uma antiga região de mineração na Alemanha, casas foram divididas ao meio antes de serem vendidas. Disso criou-se uma tradição de decorações “pela metade” radicalmente diferentes.

— Nesta sexta, foi lançado no Brasil o livro Sem filtro: Os bastidores do Instagram [Amazon, Americanas, editora]1, da Sarah Frier, pela editora Planeta.

— Debates legais que estão rolando no post livre desta semana:
* Personalizar ou usar os sistemas operacionais do jeito que eles vêm?;
* Dicas de programação para automatizar tarefas do dia a dia;
* O app de mensagens Session;
* As fontes padrões do Office;
* Comunidades online das antigas;
* Teclados ergonômicos: por que tão caros e raros?

— No Guia Prático desta semana (ouça!), a Jacque indicou o livro Pessoas Normais [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, da Sally Rooney e publicado aqui pela Companhia das Letras, e eu, o filme tailandês Happy old year [Netflix], de Nawapol Thamrongrattanarit. Confira a nossa lista de indicações de livros.

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2 comentários

  1. Gostei dessa nova seção com o resumo do que rolou no post livre.
    Não dá pra acompanhar, então saber o que foi dito é muito útil, porque aí podemos voltar lá se algum assunto interessar.

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