Achados e perdidos #16

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

— Você só precisa de um cortador de grama, um drone, um quintal enorme e boa técnica de edição de vídeo para recriar Mario Kart em casa.

O projeto Standard Ebooks pega livros que caíram em domínio público e dá um banho de loja altíssima qualidade neles: corrige erros, emprega um projeto gráfico bonito e reempacota os livros digitais para aplicativos de e-books. Apenas em inglês.

— A cultura gamer do Brasil em um fio no Twitter. Dica do Guilherme Felitti.

— Em 2020, o cumprimento mais popular nos vídeos do YouTube foi “Hey guys”. No Brasil, o “Oi gente!” lidera o ranking (em inglês).

4 motivos por que nosso cérebro não sabe lidar com uma pandemia.

— Este cara tentou recriar a teia de aranha do Homem-Aranha (em inglês).

— Uma lista de listas curiosas da Wikipédia (em inglês).

— Um portfólio digital que simula a interface do macOS.

— Uma listona de recursos, materiais e ferramentas para e-mails/newsletters (em inglês).

— Um monte de antenas de celulares disfarçadas de árvores.

— Encurtadores de URLs são comuns, mas um aumentador de URLs (em inglês) não é todo dia que se vê. E tem também um gerador de URLs suspeitas.

— A Asus apresentou dois celulares esta semana. Um deles, o Zenfone 8, é quase o iPhone 12 Mini do mundo Android — eles têm quase as mesmas dimensões (em inglês).

— Quem precisa de relógio inteligente quando se tem esta pulseira que gruda um celular no seu pulso?

— No iOS 14.5, é possível alterar o papel de parede do iPhone automaticamente pelo app Atalhos. Ben Vessey criou papéis de parede que se alteram de acordo com o nível da bateria (em inglês). Dica do leitor Emanuel Henn.

Tweetable Charts é um serviço que gera gráficos em texto puro para serem colados no Twitter (ou em qualquer outro lugar).

— Debates legais que estão rolando no post livre desta semana:
– Alternativas ao Google Fotos.
– Como lidamos com transporte público (apps, pesquisas etc.)?
– Raspberry Pi serve como central de mídia?
– Privacidade e segurança são conceitos que se excluem?
– Celular de dois anos com bateria degradada: compensa trocá-la?

— No Guia Prático desta semana (ouça!), Jacque indicou o filme Radioactive [Netflix], de Marjane Satrapi, e Ghedin, o livro A era da iconofagia [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, de Norval Baitello Junior. Confira a nossa lista de indicações de livros.

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5 comentários

  1. Aqui em BH, no campus UFMG na Pampulha, tem uma antena disfarçada de árvore. Se olhar rápido, nem percebe que não é uma árvore de verdade.

  2. Como disse Diego, já vimos várias simulações de interfaces de sistemas operacionais em web similares a essa do macOS, mas…

    eu fiquei impressionado. Nunca vi uma tão fantástica. O cara é apenas um estagiário (deve ter vinte e poucos anos) e conseguiu implementar um site completamente funcional com essa qualidade gráfica.

    Inveja define!

  3. Cara, dessa vez tem muita coisa legal!

    Pô, o vídeo de Mari Kart é sensacional! Ri um monte aqui. AHahhhahaaHAH
    O aumentador de URLs também é muito bom. xD

    Sobre o cara que fez o portfólio com a interface do MacOS… nem sei bem o que dizer, só sei que ficou muito bom. Tem até música rodando. Existem vários projetos assim, eu sei, simulando o Win95 e coisas do tipo, não é nada de novo, mas não se pode negar que ele se deu muito.

    E o cara que teve a ideia de vestir as antenas de celular com fantasia de árvores também teve uma baita ideia. A gente vê que são antenas, é visível, mas ao menos, de longe, não estraga tanto a vista do local. Gostei.

    E sobre o projeto Standard Ebooks… sempre tive vontade de fazer coisas assim. Não vou negar que já pirateei ebooks (de cabeça me lembro de uns 6~7 do meu montante de quase 150 originais) e os que pirateio eu sempre faço uns bons ajustes neles, incluindo arte de capa e correção de erros. Talvez eu faça disso um projeto também, mas assim como no Standard Ebooks, com livros que caíram em domínio público e em português.
    Ah, e para quem quiser, a Livraria da Câmara dos Deputados também publica livros de graça, incluindo aí alguns clássicos da literatura brasileira. Eles podem ser visto no link: https://livraria.camara.leg.br/index.php?route=product/category&path=2_25
    Também pode se achar de graça nas lojas de ebooks. Na da Kobo eu sei que tem, na da Amazon também deve ter mas não procurei (e não vou procurar). O trabalho deles de reedição é muito bom.

    1. Somos dois. Vi a pulseira e me lembrei do Inspetor Bugiganga.

      Mas que curti a pulseira, sem dúvida. E usaria também.

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