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O que vocês leram de bom?

Toda quinta, na newsletter do Manual (cadastre-se gratuitamente), indico leituras longas/de fôlego (artigos, reportagens, ensaios) publicadas em outros sites.

Seria o máximo se esse trabalho fosse colaborativo, feito com a sua ajuda.

Indique nos comentários uma leitura longa da última semana, relacionada aos temas que costumam aparecer aqui no site, que você acha que deveria ser lida por mais gente. Vale em português ou inglês.

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6 comentários

  1. Essa semana terminei de ler um ensaio sobre um dos economistas mais populares do século XX, o Galbraith. Ele teve até programa de TV na BBC (A era da incerteza).

    Esse ensaio feito pelo filho dele é muito atual no debate sobre regulação das Big Tech e a política externa norte americana.

    https://foreignpolicy.com/2021/01/15/forgotten-prophet-john-kenneth-galbraith-united-states-pandemic-economy/

    Vou colar alguns trechos:

    But Biden and his team may soon discover that a foundation of past U.S. leadership—a reputation for competence—has eroded beyond easy repair. Donald Trump was only a symptom of this erosion, which has developed over decades of military misadventures, financial debacles, and now the calamity of COVID-19. And underlying all these reasons, as Trump saw but could not remedy, has been industrial decline.

    Behind these disasters lies the doctrine of shareholder supremacy, advanced 50 years ago by Galbraith’s rival and detractor Milton Friedman.

    As U.S. industrial corporations have declined, a new group of self-styled progressives has come to prominence in the United States. …
    This group sees monopoly power as the great villain—the textbook problems of monopoly being too little output at too high a price and the squelching of new firms and new products. Their solution is to use antitrust laws to break up businesses, especially Big Tech firms: Google, Facebook, Apple, and Amazon. They presume that a promised land of optimal competition can be reached through aggressive economic decentralization, unleashing the virtues and powers of the capitalist entrepreneur. Their program is, in effect, free market romance parading as populism.

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