Achados e perdidos #3

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.


— A Epic anunciou o MetaHuman (em inglês), uma ferramenta do Unreal Engine para criar personagens humanos de alta fidelidade em minutos, algo que, segundo a empresa, no modelo tradicional “leva meses de pesquisa, equipamentos de escaneamento caros e um exército de artistas tecnológicos”.

Como o Internet Archive digitaliza livros de papel (em inglês) — página por página, com um software próprio e uma engenhoca que não destrói os originais. Já foram 2 milhões de volumes (em inglês).

— Do nada, a foto de uma flor hospedada na Wikimedia Commons passou a ser requisitada dezenas de milhões de vezes por dia. A maioria dos acessos vinha da Índia e coincidia com o banimento do TikTok no país. Um detalhado trabalho investigativo (em inglês) foi feito na fundação para descobrir qual app estava causando esse estrago. A história teve um final feliz.

— O Sesc está exibindo, gratuitamente e pela internet, documentários de grandes nomes da música brasileira neste Carnaval — Clementina de Jesus, Dorival Caymmi, Elton Medeiros e outros. Disponíveis até dia 24/2.

— O site Spurious Correlations (em inglês) ilustra com vários exemplos aquela velha máxima: correlação nem sempre implica causalidade.

— Já existe um emulador de Nintendo Switch, o yuzu. A última atualização, de janeiro, fez progressos admiráveis (em inglês).

— Um robô do bem no Twitter: ele coleta e divulga vagas de emprego em tecnologia da informação. É o @ViUmaVaga.

— O advogado que, sem querer, ativou um filtro de gatinho (em inglês) no Zoom durante uma audiência 😸

Pinturas bonitas de brasilidades para aquecer o coração.

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4 comentários

  1. obrigado por essas atualizações, ghedin! a primeira muito me interessa, pois estou tentando ver formas de tornar a experiência museual mais interessante usando 3d e, olha, em mãos habilidosas, muita coisa bacana poderia ser feita.

    o lance do Internet Archive achei um pouco estranho depender de uma pessoa. a brasiliana da usp tem um equipamento, q não sei se foi desenvolvido por eles, mas q não precisa de uma pessoa pra virar as páginas. coitada dessa moça q vai ter q virar milhões de páginas nesses movimentos repetitivos.

    e aproveite o bot do twitter pra divulgar a vaga na firma!

    1. Aê, que bom que foram úteis!

      Esse sistema da USP destrói o livro? Pelo que entendi, o Internet Archive faz o trabalho daquele jeito, bem manualmente, a fim de preservar a integridade do livro físico. Eles têm 18 centros de digitalização espalhados pelo mundo, um número pequeno considerando que já digitalizaram 2 milhões de livros, né? De qualquer forma, é um trabalho bonito e muito útil. Eu já emprestei um livro digital de lá e, embora a usabilidade seja péssima, muitas obras que eles disponibilizam de graça não se acha em lugar algum.

  2. só tinha que melhorar esse processo de mudar a página para digitalizar, se fosse eu,pularia alguma sem querer

    1. Ah, deve ter um protocolo de revisão bem rigoroso. No fio do Twitter eles citam algo que sugere isso (“Next she will execute quality control checks and fix any errors.”).

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