O maior fator de diferenciação entre os modelos “simples” e Pro da linha iPhone 12 é a câmera. E foram tantas novidades que um guia, como este do Bruno Santana no MacMagazine, acaba sendo útil para entender quais recursos estão disponíveis em quais modelos. Embora tudo pareça muito impressionante, achei a narrativa técnica demais — muito “Pro”; até que ponto captar vídeo em Dolby Vision importa ao consumidor que gravará a maioria dos seus vídeos no Instagram, para ser visto em outros celulares carentes da tecnologia? E, salvo engano pela primeira vez desde o iPhone 8 Plus, de 2017, quem quiser a melhor câmera da Apple terá que recorrer ao modelo grandalhão — no caso, o iPhone 12 Pro Max.
Apple
O iPhone barato do Grupo Angela Faria
As ofertas são tentadoras: iPhone 11 de 128 GB por R$ 2,3 mil e iPhone 11 Pro Max de 256 GB por R$ 4,5 mil. Na loja da Apple, esses modelos custam R$ 5,3 mil e R$ 8,4 mil, o que significa que estão sendo vendidos com descontos surreais de 48,9% e 46,4%, respectivamente. Não só: na compra de qualquer um desses telefones, o consumidor leva de brinde um AirPods de 2ª geração — na Apple, custa no mínimo R$ 1.350. Dá para confiar?
iOS 14 e o “absurdo” do consentimento informado na cessão de dados pessoais
Se este site que lhe perguntasse, sem enrolação, se você permitiria que ele coletasse dados pessoais seus para fins de publicidade e medição de audiência, você concederia? Desde que a GDPR, a lei de proteção de dados pessoais da Europa, entrou em vigor, isso virou rotina em sites estrangeiros. Pode parecer que não, mas só porque os donos de sites tentam maquiar o pedido para dissuadi-lo de negar a cessão de dados.
Celulares sem carregador na caixa: bom para as fabricantes, bom para nós?
A esteira de rumores do futuro iPhone trouxe, esta semana, a possibilidade de a Apple não incluir mais na caixa o carregador de parede e fones de ouvido a partir da próxima versão. Só saberemos se este rumor procede em setembro ou outubro, quando o iPhone de 2020 deve ser anunciado. O que cabe, agora, é debater se chegou a hora de tornar esses acessórios, em especial o carregar de parede, opcionais.
Vem aí o “AppleOS”?
A Apple costuma usar a abertura da WWDC, sua conferência anual para desenvolvedores, para revelar as próximas versões dos sistemas operacionais da casa. Em 2020, o evento teve que se adaptar à loucura que estamos vivendo, ou seja, foi pré-gravado e sem plateia, acessível apenas por streaming. Seria difícil que outro aspecto causasse mais estranheza que essa mudança, mas foi o que ocorreu.
Celulares Nokia voltam ao Brasil: Os celulares da pandemia
A HMD Global escolheu um domingo para voltar a vender celulares Nokia no Brasil. O Nokia 2.3, modelo de entrada com preço sugerido de R$ 900, não é o melhor que os finlandeses têm a oferecer, mas é o primeiro passo de um retorno que já seria difícil de qualquer maneira, e que ficou ainda mais em meio a uma pandemia.
Monopólios sempre emperraram a inovação — e não é diferente com as Big Tech
Dois mil e dez foi um ano movimentado em tecnologia. A Apple lançou o iPhone 4 e o iPad, comprou a startup Siri (que viraria seu assistente pessoal) e Steve Jobs voltou a aparecer após meses longe dos olhares do mundo. A Microsoft foi atrás da AWS com o Azure e ainda tentava entrar na guerra dos smartphones com o Windows Phone 7. A Amazon já ensaiava atacar outras frentes, mas a venda de livros ainda era seu negócio principal — em 2010, pela primeira vez, os e-books venderam mais que as cópias físicas. A Intel comprou a McAfee, Yahoo, Nokia e HTC eram relevantes e surgiram as primeiras informações sobre o smartphone que o Facebook estava fabricando (três anos depois descobriu-se que era por uma parceria com a HTC). Só o fato de ter o iPhone 4 e o iPad já dariam importância ao ano: o primeiro lançou essa tendências de smartphones “embalados” em vidro, o segundo desengatilhou uma outra tendência — ainda viva, mas de menor fôlego, é verdade —, de tablets como substitutos de notebooks.
iPhone 11 brasileiro fica mais barato, mas ainda é bem caro
O céu é azul, a chuva é molhada e o iPhone no Brasil é caro. Em 2019, porém, o iPhone 11 chega ao país mais barato que o XR, do ano passado. Uma queda singela, mas que devolve o celular da Apple a patamares históricos quando considerados valores em dólar.
A Apple quebrou o aplicativo velho e confiável que uso para editar podcasts
Existe um universo paralelo ao dos apps caros de empresas como Adobe e Microsoft e gratuitos e super ativos, como os do Google. Ele é composto por trabalhos colaborativos de código aberto, aplicativos gratuitos, projetos de fim de semana e softwares de empresas que não se importam com eles ou nem existem mais. Por sorte, competência, amor à causa ou variações de misturas desses elementos, mesmo sem incentivos, dinheiro ou mesmo a mais básica atenção tais apps seguem funcionando indefinidamente, satisfazendo usuários em tarefas específicas por anos a fio. Até que uma atualização do sistema operacional aparece e os quebra sem nenhuma boa justificativa.
Os podcasts do Manual do Usuário são editados com duas ferramentas do tipo. O grosso da edição é feito com o Audacity, um editor de áudio de código aberto e totalmente gratuito. A interface é horrenda, mas ele funciona super bem. Após remover silêncios, atropelos e incluir efeitos sonoros, pego as faixas faladas e passo elas no Levelator. Também gratuito, mas de código fechado, ele é um desses programas que só dá para definir como “mágicos”: basta arrastar o arquivo de áudio para ele e, automaticamente, um algoritmo nivela todas as vozes, ou seja, as deixa no mesmo volume.
Começou a era da “Netflix dos joguinhos”
Apenas quatro dias após a Apple lançar o Apple Arcade, o Google apresentou, nesta segunda-feira (23), o Google Play Pass. Ambos são serviços de assinatura mensal que oferecem acesso irrestrito a dezenas de jogos para celulares, tablets e computadores. É como se fossem “Netflix dos joguinhos”.
Só pelo novo indicador de volume já vale a pena atualizar um iPhone para o iOS 13
Nesta quinta-feira (19), a Apple libera a versão final do iOS 13 para todos os usuários de iPhone (6S e posteriores) e iPod touch de 7ª geração. Pela primeira vez o iPad ficou de fora, mas por um bom motivo: ele agora tem seu próprio sistema, o iPadOS, e este só chega no dia 24 de setembro.
Um dia ruim para a Netflix
A Netflix começou digitalizando as vídeo locadoras. Não os filmes em si, mas o espaço físico mesmo. Os clientes alugavam filmes em DVDs e a empresa os distribuía via Correios. Mas foi só quando alguém lá dentro teve a sacada de que poderia ir além e remover o último elemento físico do negócio, o disco de DVD, que ela deslanchou. Afinal, a digitalização total era uma ótima ideia, tão boa que surpreende que estúdios fornecedores de conteúdo e donos das plataformas onde a Netflix roda tenham demorado tanto para copiá-la.
Nada novo nos novos iPhones
“Vou comprar o iPhone 11 Pro por inércia, por estar fechada no ecossistema, falta de tempo/energia para pesquisar por alternativas melhores ou executar os movimentos para migrar e porque meu iPhone de dois anos quebrou bem na hora (há um mês)”, escreveu a jornalista norte-americana Casey Johnston enquanto a Apple anunciava a safra 2019 de iPhones. “Não tenho ideia de que recursos ele tem”.
O relato dela representa uma teoria que a estabilidade do número de iPhones vendidos ano após ano desde meados desta década meio que confirma: a de que pouca gente compra celulares da Apple após compará-los minuciosamente às melhores ofertas da Samsung, Motorola, [insira uma marca Android aqui]. A maioria dos que compram iPhone fazem isso porque… bem, porque é um iPhone. Modelo? O mais recente que o orçamento permitir.
O bom e o ruim no legado de Jony Ive no design da Apple
Quantos executivos de grandes empresas você conhece (no sentido de pelo menos saber o nome)? Tenho a impressão de que, com poucas exceções, esses profissionais acabam conhecidos apenas daqueles que acompanham mercados muito de perto. No da tecnologia de consumo, dá para contar nos dedos os que conseguiram romperam as conferências com analistas e investidores e as páginas dos jornais de negócios e alcançaram o imaginário popular: Bill Gates e Steve Jobs, cofundadores e por muito tempo CEOs da Microsoft e da Apple, e Mark Zuckerberg, o infame cofundador e CEO do Facebook. (Todos retratados em filmes; coincidência?)
Apple e Mozilla mostram caminhos diferentes para a privacidade online
A pressão nas grandes empresas de tecnologia está aumentando, em grande parte devido aos abusos com a privacidade dos usuários. Das cinco, a Apple é a que desfruta da melhor posição — há acusações e ameaças de investigações antitruste contra ela, mas nada relacionado à privacidade.