Bloco de notas 20#27: Facebook comprou o Instagram para neutralizar uma ameaça
Uma curadoria semanal de notícias, curiosidades e esquisitices da tecnologia pessoal.
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Especial
Contra as grandes: Como tirar das Big Tech o monopólio do futuro
Dica
Consegui cancelar o contrato com a Smart Fit via internet, sem sair de casa
Escritório em casa
O escritório em casa da designer de produto Ana Vidal
Bloco de notas
Todos querem a Oi
Vamos conversar?
Post livre #231
Nota do editor: Alguns meses atrás, a Laura Castanho, que está se formando em Jornalismo pela USP, entrou em contato comigo para perguntar se eu topava escrever um artigo de opinião para a revista Zero, seu trabalho de conclusão de curso. Topei e, com a ajuda dela, o resultado é o que você lê abaixo. A revista impressa (na foto) ficou sensacional e pode ser comprada aqui. Não deixe de dar uma passada no site, no perfil no Instagram e de assinar a newsletter gratuita.
Quando uma startup dá certo — recebe investimento, cresce vertiginosamente, encontra um modelo de negócio rentável e abre capital —, é difícil preservar os traços dos seus primeiros dias. Um que costuma resistir, ainda que apenas por peso simbólico, autoengano ou como lembrete de uma época que ficou para trás, são os slogans e as missões da empresa.
Nas startups de tecnologia, a megalomania e o altruísmo se confundem em algumas das frases usadas pelas que deram certo de acordo com seus próprios critérios. “Não seja mau”, dizia o mantra do Google, cuja missão é organizar e tornar acessível toda a informação da Terra. O Facebook, nascido em um dormitório de faculdade a partir de um site para ranquear as alunas mais atraentes, com fotos obtidas do diretório acadêmico sem a permissão delas, em algum momento dos seus primeiros anos passou a ser uma ferramenta para “conectar o mundo”.
No final de 2018, motivado por orientações médicas genéricas, inscrevi-me na Smart Fit — a primeira vez em que frequentei uma academia de ginástica/musculação. O ingresso foi super tranquilo, com cadastro feito via internet e cobrança direta no cartão; os preços eram ok e mesmo eu não tendo base para comparação, achei os equipamentos muito bons. Tudo muito ~smart, ou inteligente, como eles propagandeiam. Dois anos depois, impossibilitado de me exercitar devido a uma pandemia e decepcionado com as opiniões do dono da empresa, tive que fazer malabarismos para conseguir cancelar meu plano sem pôr a minha saúde em risco porque, nessa hora, a academia inteligente revelou-se uma espertalhona.
Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria da Ana.
Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.
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Especial
Pode baixar torrent?
Tecnocracia
O manual de eleição digital para o fascista moderno chegar ao poder
Escritório em casa
O escritório em casa do analista de qualidade Renaldo Freire
Bastidores
Pausa no Guia Prático
Bloco de notas
Perfis verificados no Twitter de empresários, famosos e políticos são hackeados
Vamos conversar?
Post livre #230
No dia 10 de julho, os perfis em redes sociais da InfoPreta publicou um vídeo informativo que, dali a algumas horas, jogaria a empresa paulistana de cunho social no olho de um furacão. Usando um tom apocalíptico e meio condescendente, alguém de lá comentava os perigos de se usar “torrent” para baixar conteúdo pirata. NÃO PODE, enfatizava a apresentadora. O vídeo foi excluído do Instagram e do Twitter, onde fora publicado, na manhã desta terça-feira (14).
Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Renaldo.
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Opinião
Não há nada de estranho em ser fã de banco
Opinião
iOS 14 e o “absurdo” do consentimento informado na cessão de dados pessoais
Escritório em casa
O escritório em casa do designer gráfico Matheus Falcão
Bloco de notas
Clientes do PicPay e Nubank reclamam que valores sumiram de suas contas
Vamos conversar?
Post livre #229
A ascensão das fintechs no Brasil deu origem a um fenômeno derivado que muito nos intriga, o do fã de banco. São pessoas genuinamente entusiasmadas com seus cartões roxos, apps moderninhos e carteiras digitais, verdadeiros embaixadores não remunerados de um segmento conhecido por arrancar o couro de qualquer um que cometa o sacrilégio de atrasar o pagamento da fatura um dia que seja.
Se este site que lhe perguntasse, sem enrolação, se você permitiria que ele coletasse dados pessoais seus para fins de publicidade e medição de audiência, você concederia? Desde que a GDPR, a lei de proteção de dados pessoais da Europa, entrou em vigor, isso virou rotina em sites estrangeiros. Pode parecer que não, mas só porque os donos de sites tentam maquiar o pedido para dissuadi-lo de negar a cessão de dados.