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O escritório em casa do designer gráfico Matheus Falcão

Vista de cima da área de trabalho do Matheus Falcão, com monitor, notebooks, teclado, fones de ouvido e outros objetos.

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Matheus.


Tenho 25 anos, sou formado em Design Gráfico pela Universidade Tiradentes, de Aracaju (SE), e atualmente sou front-end team leader na Huggy, uma plataforma de atendimento digital. Por mais que ela permita a digitalização e o escalonamento do atendimento de pequenas e grandes empresas, todos os funcionários trabalhavam presencialmente na empresa. Apesar do home office atual “forçado” pela pandemia, eu já tinha experiência anterior com home office através do modelo freelancer, em que fiquei por pouco mais de um ano. Por conta disso, eu já tinha uma estrutura de local — no meu quarto — e o hábito de trabalhar diariamente naquele ambiente.

A diferença agora é a necessidade de liderar um time de cinco pessoas e dar suporte aos outros times relacionados, além do próprio desenvolvimento. Entre uma reunião no Google Meet e outra, abraço a maior vantagem do home office: a concentração. Dependendo da situação, consigo ficar algumas horas sem qualquer interrupção — impossível na sede da empresa. Costumo trabalhar numa espécie de concentração máxima por alguns blocos de uma hora, intercalando com outros momentos em que eu dou atenção ao Slack e algumas calls. Depois repito o processo. Nesse meio tempo, costumo levantar para me esticar e dar uma volta pela casa. Mas confesso que estou pecando no sol. Nunca fui muito fã e, agora com o isolamento social, me tornei um isolado solar também.

Vista frontal da mesa de trabalho em casa do Matheus Falcão, com um grande monitor, notebook ligado ao lado, teclado e demais acessórios.
Foto: Arquivo pessoal.
  • Monitor Dell P2719H (27″). É um monitor excelente. Possui excelente definição, as cores são bem vívidas e o brilho, confortável. O preço pago na época também era bem interessante. Além de ser muito bonito. Na minha stack antiga, eu possuía um PC desktop e três monitores acumulados ao longo do tempo. Trabalhar com três monitores parece um exagero, mas para quem sabe aproveitar todo espaço é excelente para produtividade (apesar das diferenças de marcas e tamanhos entre os que eu possuía). É muito difícil trabalhar com apenas um e considero dois um número ok. Vendi aqueles três monitores e comprei esse. Por conta da única saída HDMI do notebook e do preço caro do hub da Dell que permite dois monitores, atualmente uso apenas um.
  • Lenovo IdeaPad S145. Notebook da empresa. Apesar de na foto ele estar com a tela ligada, geralmente eu uso apenas o monitor. De vez em nunca eu estendo para usar como referência para algo. Tem um Core i7 8565U, 8 GB de RAM, SSD de 128 GB, GPU Nvidia GeForce MX110 de 2 GB. Pena que com o Fedora 29 (instalação legada de outra máquina), tenho incompatibilidade com a GPU e inconsistências de desempenho. E a coragem de fazer uma instalação limpa? 😭
  • Dell Inspiron 14 7472. Quando eu saí do PC desktop gigantesco que tinha, a primeira coisa que gritei foi por mobilidade. Por isso, na hora de procurar um notebook, um dos itens que pesou na minha escolha foi o peso. Queria um notebook leve e ao mesmo tempo com uma boa configuração. E, lógico, sem custar os olhos da cara. Foi difícil achar algo assim no Brasil e um dos poucos que se aproximaram foi esse. Ele tem um Core i7 8550U, 16 GB de RAM, SSD de 128 GB + 1 TB de HDD e GPU Nvidia GeForce MX150 de 4 GB. A tela tem uma ótima definição e o painel IPS tem a mesma qualidade do monitor citado anteriormente. Possui teclado retroiluminado (um outro ponto que eliminou alguns) e pesa 1,6 kg. É bem levinho. O contra que fica aqui é a câmera na parte de baixo que a Dell estava colocando na época. É uma posição bem ruim.
  • Teclado Redragon Kala (switches Outemu Brown). Meu primeiro teclado mecânico. Estava precisando comprar um teclado e conversei com um amigo gamer. A princípio não é para jogar, então fiquei com um pé atrás. Mas depois de ouvir sobre as vantagens, durabilidade, etc. resolvi dar uma chance. É bem agradável programar nesse tipo de teclado. E depois de aprender mais sobre os switches, resolvi optar pelos marrons, já que os vermelhos eram extremamente sensíveis, recomendados literalmente para jogos. Os marrons possuem um equilíbrio de boa sensibilidade, baixo ruído (em comparação aos azuis) e feedback de retorno.
  • Mouse Logitech Mx Vertical. Quando vendi o computador, foi uma venda completa — desktop, mouse, teclado e monitores. Eu tinha um mouse de alta sensibilidade com fio. Desta vez, queria um sem fio e de preferência recarregável. Essa linha Mx da Logitech tem essas opções, e com uma vantagem bacana: o mouse funciona tanto com o receptor, quanto via Bluetooth. Isso é ótimo pois deixo o receptor conectado sempre no USB do monitor e quando quero utilizá-lo no notebook, fora de casa, basta trocar para o Bluetooth. Sobre a principal diferença: ele é ergonômico. Uma forma estranha e não convencional, mas não se deixe enganar: é absurdamente confortável. Minhas frequentes dores no pulso diminuiram consideravelmente. A adaptação no uso é relativamente rápida, mas, no início, eu derrubava muito em cima da mesa quando passava a mão por cima para digitar, não tendo noção da nova altura.
  • Mousepad Gamer Redragon Aquarius. Por que um tapete como mousepad? Eu tinha aqueles mousepads pequenos com apoio para o pulso, mas com o mouse ergonômico ele não fazia mais sentido. Encontrei esse mousepad em promoção e resolvi arriscar. É muito confortável ter uma área grande de manuseio e acaba ficando legal sobre a mesa.
  • Google Nest Mini. Fica ali no cantinho, na frente do modem, ouvindo minhas conversas. Ainda não tenho o hábito de falar muito com ela, no máximo pedir pra tocar uma música ou desligar a lâmpada. Utilizo bastante as rotinas do Google Assistente e, de quebra, é uma excelente caixa de som, recurso mais utilizado por mim (música).
  • Post-its. Minha memória é péssima, logo, uso primariamente como lembretes. Algumas vezes para anotações. Na maioria das vezes esqueço de usar.
  • Bateria portátil/powerbank Samsung. É um bom powerbank de 10.000 mAh, com o diferencial de ser um carregador sem fio (Qi). No dia a dia, acaba que é bem prático deixar o celular em cima, carregando.
  • Caneca. Sempre está ali, com o café de cada dia.
  • Garrafa Kouda. Conheci essa marca em um evento do Facebook que dava de brinde uma caneca. A caneca é térmica e… bem, é térmica, diferente de todas as outras “térmicas” que eu já tinha usado. Ela literalmente deixava o café quente por algumas horas (inclusive deixei a caneca na empresa, tá lá em lockdown 😢). Ganhei de presente da minha namorada. A garrafa é bem bonita, de estilo amadeirada e mantém a água gelada por horas.
  • Headset Philips Fidelio M1. Fone muito bom, confortável e bonito. Comprei há exatos cinco anos atrás e tinha deixado de usar por conta dos pads estarem ruins e descascando. No início deste ano, achei pads de reposição no eBay. Por mais que não sejam originais, deu uma outra vida.
  • Redmi Mi Airdots. Meus primeiros fones true wireless. Eu gosto muito de ouvir música e estou sempre ouvindo algo, seja música, seja podcasts. É um daqueles produtos que você se pergunta como demorou tanto pra usar. Vale citar que o microfone dele é bem ruim, então não recomendo para calls ou algo do tipo.
  • Huawei P30 Pro. Meu smartphone atual. Saí de um Moto X4 e é uma diferença absurda em todos os aspectos. Tela, câmera, bateria, carregador, armazenamento e RAM. Acho que a única crítica fica em relação ao som, que não é nada demais e à EMUI, versão modificada do Android pela Huawei. Não me adaptei ao launcher deles, é péssimo. Acho que no primeiro dia já troquei. No mais, as mudanças no sistema e configurações não atrapalham no dia a dia.
  • Luminária genérica e luminária botão DEL. Deixo ligadas sempre que estou trabalhando. Elas permitem que a luminosidade do monitor não incomode depois da longa exposição e evita até dores de cabeça.

Edição 20#24

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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3 comentários

  1. A maioria das pessoas não dá bolo aos mousepads XL. Tenho dois, um da Razer e um da OEX. Ambos são ótimos de usar e mudaram bastante a ergonomia que eu tenho na mesa. Sempre tem espaço pra usar o mouse =D

    1. Haha sim, acho que na primeira vez que você desenrola metros de mouse pad e utiliza, já se nota a diferença 😅

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