Post livre #229

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

120 comentários

  1. Aconteceu um bug bizarro no Telegram.
    Eu estava olhando os meus contatos no Telegram, daí me deparei com uns que estão com o nome de contatos adicionados na agenda de meu smartphone, porém com uns números com ddi +7 (segundo uns sites que li, é da Rússia e Cazaquistão).
    Percebi que os contatos na agenda são muito similares aos que apareceram no Telegram.
    Exemplo:
    Na minha agenda: +55 (xx) 9xx 00-0000
    No Telegram: +7 (x9x) x00-00-00

    Tenho o contato de pessoas aleatórias que não adicionei, simplesmente apareceram. Isso é bizarro.

  2. A polêmica do dia vai para a turma da InfoPreta – um grupo de mulheres que trabalha com TI oferecendo serviços de manutenção para a galera de baixa renda – fazendo um vídeo demonizando o Torrent, usando o termo para generalizar o termo já generalizado “pirataria”.

    É interessante pensar que o Google ao mesmo tempo que facilitou a vida de muitos com seus algoritmos, também gerou essa questão de todos dependerem do mesmo ao ponto de gente de má fé usar o serviço para poder fazer caquinha em computador alheio.

    Para um leigo, “como puxar um filme” ou digitar “o nome do filme download” vai obviamente jogar na primeira página de buscas do google alguém que levantou o site do mesmo no algoritmo e tem lá uma renca de programinha invasor. Ou a pessoa vai em um torrent famoso e puxa sem prestar atenção nos links.

    A falta de uma educação digital – bem difícil de ser realizada – gera estes atritos. E também gera os lucros da InfoPreta (e até os meus) se parar para pensar. Afinal, tirar vírus de PC (ou malwares, né?) é um trabalho. Remunerado. Capítalismo gera isso: galera paga para por porcarias em PCs alheios, galera que recebeu estas porcarias paga para tira-las. É a ideia de “pagar pela proteção” que nasceu com o primeiro vírus, e por consequência com o primeiro antivírus (que gerou os lucros para o Peter Norton e para o John McAfee).

    E a galera meio que tá put@ com a empresa. Vamos ver os próximos passos.

    1. A questão, como eu falei no Twitter, é que eles usaram o argumento completamente errado e misturaram o protocolo (.torrent) com o programa uTorrent. O uTorrent é um dos muitos que se pode usar pra baixar um arquivo desses. Tem muitas opções que variam desde o o Deluge (legado desde as épocas priscas do Linux Conectiva), passando pelo Transmission (que deve ser o que abocanha 90% do market share do macOS) até o qBitTorrent, que eu uso.

      No final, me soou (eu vi o vídeo quando saiu e revi quando você apontou; assim como li os comentários e as discussões) que foi feita uma propaganda anti-pirataria disfarçada de “dica” pra se proteger. É bastante comum isso acontecer, principalmente porque a maioria das pessoas não vai baixar um torrent (primeiro de tudo) vai no primeiro link que aparecer no Google ou o primeiro aplicativo que a Play/App Store indicar (o Ghedin fez matéria sobre isso, aliás) e era isso, sem maiores preocupações.

      Mas digamos que a pessoa soube do .torrent e foi atrás para baixar. Se ela procurar no Google por arquivos torrent, não vai achar muita coisa (talvez o TPB tenha voltado a ser indexado, teve uma boa época que ele não era) e vai acabar num site “agregador” de links que não baixar nada e, quando baixam, tentam usar DHT pra se conectar em trakers privados. Não é um modo fácil de se baixar pirataria. Torrent é mais “iniciado”. precisa entender seed/peers, trackers, arquivos .torrent e saber se dá pra baixa (se tem seeders com 100% já) por exemplo.

      Me soou bem bizarro o vídeo, confesso. Mas, pensando bem sobre o caso, ainda acho que foi algo mais “publieditorial” aliado com ingenuidade do que canalhice ou desonestidade.

  3. Terceira parcela do Auxílio.

    Sou da leva dos “autônomos informais”. As duas parcelas até que vieram Ok. A primeira direto na caixa econômica, a segunda no Caixa TEM.

    Essa última parcela tenho a sensação que a galera do governo (inclusive bancários) estão com toda a má vontade do mundo.

    – As “filas virtuais” estão em média de 1h ou mais (isso em horário de pico).
    – O aplicativo tem problemas na mensuração da fila. Desincentiva a ficar com o mesmo ligado (exceto quem realmente precisa e tem expectiva ficará na fila virtual).
    – Saques: no meu caso, está previsto para SETEMBRO. Não é mais para uma semana ou duas, mas sim para DOIS MESES depois do pagamento da terceira parcela.

    Eu queria realmente saber o porquê desta decisão. Entendo a questão das filas e do no meu caso eu por ser autônomo informal, eu de alguma forma ainda ter condições de gerar uma mínima renda.

    Mas sério, tenho a sensação de que quem está por trás do CaixaTEM é o chardoso ou algum liberaleco de direita e que vê blogs de tec de direita…

      1. Sim, há esta possibilidade – como falei, má vontade. Descaso.

        Desde o começo penso: “Se os caras do governo conversassem com prefeituras e Estado para auxiliar a criar um programa de “mini-censo” para justamente monitorar quem poderia ou não receber o auxílio, as dores de cabeça seriam menores.

        Outra ideia é como dita pelo Pilotti: Se é para ser renda mínima universal, que seja para todos sem distinção. Pronto. Uma dor de cabeça a menos.

        Desde o começo do programa, foi ignorado que poderia pegar Centros de Assistência Social nas cidades e fazer algum programa de cadastramento, seja online ou semi presencial – a pessoa só vai para assinar, fazer biometria e tirar uma foto – e com isso criar uma base de dado de pessoas informais (como eu). Feito isso, a Dataprev faria a avaliação e com isso seria mais rápido a distribuição do dinheiro, provavelmente sem filas e sem dores de cabeça. E menos burocrático digitalmente – bastaria o CPF, dedinho e cara para sacar.
        Na verdade poderia pensar em N formas de fazer um sistema de cadastro. E formas também de gerar menos dor de cabeça com o servidor de pagamentos. Mas enfim.

        1. O mais transparente e sem dor de cabeça/atrito era o Renda Brasil ser uma renda universal. Todo mundo recebo R$600,. quem for mãe solteira, R$1200 (essa seria a única verificação) e deu.

          O resto tudo, ainda que seja viável, depende de muitos locais se comunicando (DATAPREV, CRAS, Prefeituras, Estados, União [CEF, SERPRO, ABIN e outros]) onde cada um deve ter o seu sistema, o seu banco de dados e o seu sistema implementado da época do Delphi ainda. É complexo.

          Essa discussão está rolando de modo mais espandido no post dos Nubank, aliás.

          1. O problema de uma renda “universal” sem critérios é que provavelmente geraria um debate sobre “quem ganha acima de X salários, merece?”

            Fora que eu imagino que gere um “efeito inflação”, pois quando um governo põe dinheiro sem um critério, o cara do mercado fala “olha, este patamar para ganhar dinheiro não dá mais. Já que o governo põe 600 na mão, a conta de luz pode ficar 600 contos.” Mesquinho é o que mais tem por aí.

            Entendo que teoricamente, o projeto de renda básica poderia servir para gerar um sistema de pagamento eletrônico, mas a situação do Caixa Tem mostra a bagunça que tá.

        2. Boas idéias, mas você espera demais do atual governo federal.
          Desde o começo o foco foi o negacionismo da pandemia e suas consequencias vão ser ainda piores.
          Tudo poderia ter sido amenizado com antecedência do planejamento.

          1. Mas a ideia é ideia. Sei que este (des)governo não vai dar bola não.

        3. Não é por merecimento, é universal. As pessoas tem grandes problemas em aceitar todo mundo receba um dinheiro por causa disso, acha que tem que merecer ganhar dinheiro (normalmente via trabalho). Essa lógica cristã-protestante moldou quase toda a nossa relação entre dinheiro-trabalho e se mantém até hoje, precisamos romper com isso uma hora, senão não vai ter planeta pra manter o capitalismo funcionando.

          E não tem motivo nenhum pra conta de luz ir pra R$600, ela é determinada de acordo com os custos de operação e não com a quantidade de dinheiro em circulação. A conta de luz é regulada.

          O que pode ocorrer é uma inflação acima de 5% (pressão inflacionária média) nos primeiros meses devido ao grande aumento de consumo. De resto, é apenas dinheiro injetado na economia. Isso foi feito no Plano Marshall (pós segunda guerra), no convênio de Taubaté no Brasil (Getúlio Vargas), no Bolsa Família (Lula) e em mais uma centena de programas de renda mínima pelo mundo. Em Maricá, no RJ, tem um programa parecido que distribui royalties do petróleo pras famílias da cidade usando uma moeda que só vale internamente (é uma experiência, até onde eu me lembro).

  4. vocês usam algum serviço de streaming de músicas? se sim, qual?
    eu queria manter o hábito de baixar as músicas e manter meu próprio acervo, mas a burocracia pra fazer isso – aliada à falta que um foobar2000 faz no mac – tá me deixando preguiçoso e tenho usado cada vez mais o apple music. mas ainda tenho a meta de um dia voltar a ter meu acervo musical e jogar isso pra streaming pelo celular quando estiver na rua (por um raspberry, talvez)

    1. Atualmente uso Spotify, tenho o privilégio de pagar 4,48 numa assinatura do plano família. Estou muito satisfeito! Gosto de deixar as músicas offline pelo celular, mas realmente me tornei preguiçoso depois que passei a usar o serviço premium.
      É muito bom, porque fica super fácil ouvir músicas de artistas novos. Só acho que tá ficando mais difícil de usar as músicas offline pelo spotify.

      1. mais difícil em que sentido? esqueci de mencionar que eu ouço até bastante coisa que não se encontra nesses serviços, essa é outra razão pela qual reluto em usá-los, também. esse recurso de importação poderia ser uma alternativa pra trabalhar isso…

    2. Eu tentei migrar pro Apple Music, usei 3 meses, mas cancelei. O randômico ao final de uma playlist do Spotify pra mim é imbatível.

    3. Uso, pela facilidade em relação a manter uma biblioteca de mp3 e pelo preço baixo (como sou universitário, pago R$ 12,50 na assinatura do YouTube Premium, que ainda tem o bônus de tirar os anúncios do vídeo e usar os mp3 que subi no antigo Google Play Music). Usei o Spotify um tempo, mas ele é um parto para ouvir música offline, o app para smart tv é horrível e não gosto muito de playlist, gosto de ouvir os álbuns completos, nunca me adaptei bem ao serviço sueco.

    4. Uso Spotify, mas tem algumas coisas que recorri ao Paulo Coelho, seja pela “exclusividade”, seja pelo “backup”.

  5. Tou caçando drones baratos para tentar treinar um pouco. Tenho um colega que lida com drones e já mexi algumas vezes no dele (um Phantom 3 professional). Geralmente acabo eu mesmo ajudando ele a operar quando precisa programar em algum aplicativo de mapeamento por exemplo.

    No FB Marketplace, já notei que aparelho bom tá na faixa de 300-400 reais ou mais. Abaixo disso, só os de brinquedo (sem GPS) e com câmera de baixa resolução.

    Ontem na famosa Galeria Pajé, achei um por R$ 250. Achei interessante o visual do mesmo, mas aparentemente ele é mais “brinquedo”, então sei lá.

    Tenho visto muito a marca VISUO como algo comum em drones baratos. Tou meio que caçando um destes.

    1. Estava, há algum tempo, para um projeto pessoal mesmo (filmar abatedouros de cima) em drones. Mas era todos caríssimos e a coisa nunca avançou. Mas vi alguns interessantes no Aliexpress, mas esbarra nisso q vc comenta: parecem um pouco com brinquedos. Talvez um dia arrisque num desses mesmo.

      1. Para o que fará, precisa de algo que possa ser muito alto a operação, e ao mesmo tempo ter zoom.

        QQ drone de brinquedo ou barato vc teria problemas.

      2. Não vale a pena construir um? Não entendo nada mas imagino que existam projetos arduino ou algo assim, usar uma gopro e tals.

        1. Creio que não pois para isso teria que ter noções para tal. Por mais que exista kits, é mais voltado para quem já lida com construção de aeromodelos.

        2. pra mim seria complicado demais. um drone q já sai pronto da caixa seria o ideal. o preço ainda é o mais obstáculo…

          1. Realmente não é pra todo mundo, mas é basicamente montar um brinquedo Lego para adultos. Me parece que é a forma mais econômica e exata de obter um que se encaixa no seu caso. O problema obviamente é que leva tempo e paciência pra conseguir boas peças.

            Imagino que seria como montar seu PC ideal.

            https://www.mydronelab.com/blog/arduino-quadcopter.html

        3. Roberto, tava pensando aqui: drones de fabricação própria não recaíriam na fiscalização da ANATEL / ANAC? (se bem que nos tempos atuais a fiscalização aparentemente é nula…)

    2. Eu vi por cima o DJI Tello. A filmagem é horrível, mas as fotos são até aceitáveis, pelos relatos que eu li. Às vezes penso em comprar um só pra saber como é operar um desses, mas até hoje não sinto nenhuma necessidade, e como você falou, os drones baratinhos são brinquedos. Não dá pra fazer nada sério com eles.

      1. Pensei no Trello para ver essas coisas.

        O ruim é que a galera tá cartelizando o preço. O preço médio do usado é 400/500

        1. Verdade, poderiam deixar nos 250-350 que já estaria de bom tamanho.

          Que fique encalhado, então.

  6. Quando vcs compram um PC novo com Windows, tem o hábito de fazer uma instalação limpa (fresh start) ou acham de boas manter o sistema customizado pelo fabricante? Estava pensando se seria melhor fazer a reinstalação limpa ou se nem vale tanto assim…

    1. Sim, vale. Meu ritual:

      – Pendrive com a PENÚLTIMA (não última) versão do Windows.
      – Instalação limpa + particionamento (WINDOWS) C: | (ARQUIVOS) D:
      – Winaero Tweaker (remoção de propagandas, telemetria e ajustes finos para tentar deixar o windows mais responsivo.
      – CCleaner (para desinstalar os programas que são instalados automaticamente pela Microsoft – como o conjunto XBox, Realidade Misturada, Paint 3D / Print 3D, OneNote, Office (preinstalled), etc…

      Um sistema customizado pela fabricante geralmente vem com antivírus de curto prazo e que muitas vezes deixa o PC lento, além de programas que rodam no segundo plano e podem fornecer dados. Os únicos programas relevantes de fábrica geralmente são os associados aos notebooks ou all-in-one, como OSD para visualização de comandos. No entanto o Windows 10 já tem muita coisa com OSD nativo (como volume e brilho), então já é dispensável.

      1. Sigo ritual similar! Apago tudo e faço instalação do zero.
        Eut tinha um programa tb q tentava diminuir a telemetria do Windows, mas me fugiu o nome… Vou dar uma olhada neste q vc indica!

        1. Winaero Tweaker tem. E no Forum do Mydigitallife tem scripts para isso também.

      2. Eu optei pelo Windows LTSC mesmo, pois não vêm com a maioria dos bloatwares.
        (eu sei que é pirataria, não precisam me lembrar disso. Eu não me importo, pois é pra uso doméstico).

        Teve alguma dificuldade com drivers?
        Win10 têm sido tão bom nessa parte pós instalação. Praticamente tudo funciona e atualiza até os drivers ao conectar na internet.

        1. A discussão sobre ser pirataria ou não tem bastante nuances. Só não gosto de entrar nisso pq tenho medo de falar besteira e ser perseguido por isso – a Andressa pode falar mil vezes melhor que eu, diga-se de passagem.

      3. Como você faz para manter a chave original na instalação nova?

        1. Nós PCs novos, a chave tá na BIOS (oem). Então nem precisa selecionar a versão do windows durante a instalação – o windows já identifica na hora e instala a versão baseada.

          Máquinas mais antigas e com etiqueta, uso o serial da etiqueta.

          1. Excelente.

            Eu uso o Josh Cell’s Activations Backup para o Windows 7. No 8 não funciona.

    2. Idealmente não deveria necessitar, né? Faz muito tempo que não mexo em um Windows de fabricante de PC, não sei como está hoje. Antigamente era bem caótico; como o Ligeiro disse, vinha muita coisa ruim pré-instalada, de antivírus a aplicativos com períodos de validade curtos.

      Se comprasse um PC com Windows hoje, primeiro eu tentaria dar uma limpada nesse contêiner de lixo antes de partir para uma instalação limpa. Muito trabalho, e ainda tem que lidar com drivers, utilitários da fabricante etc…

      1. Dificilmente você vai ter que instalar drivers na mão com o Windows 10. Talvez o controle da nVidia, no máximo, mas o que ele faz é mais um “controle fino” do sistema de jogo remoto do que qualquer outra coisa.

        1. Tipo:

          – Coisas até 5 anos atrás, o Windows instala o driver nativo (ou puxa rápido o driver após a instalação)

          – Coisas entre 5 e 15 anos atrás, depende muito. Geralmente vai usar um driver recente e genérico. Foi assim como uma instalação em uma placa Atom que pratiquei hoje. Nestes casos, dá para instalar um driver do Windows 7 que vai de boa e responde melhor muitas vezes (poucas vezes tive problemas de compatibilidade).

          – Se não existiu driver para o Windows 7 x64 ou XP x64, não terá para o Win 10 x64. Isso vale para aparelhos de 10 anos para trás.

          1. Sim, concordo. Mas a questão inicial era uma pessoa comprando um PC novo. Duvido muito que se você comprar um PC novo com Windows 10 hoje em dia e quiser fazer uma “fresh install” dele você vá precisar catar drivers. Isso é preciso pra hardware que não tem suporte já pro Windows 8.

          2. Por incrível que pareça, me lembro de pegar instalação de drivers para máquinas novas ou recentes.

            Um caso: tem uma série da Thinkcentre Lenovo que tem problemas de áudio com o driver original – parece que os drivers de áudio novos da MS redirecionam o áudio de forma equivocada.

            Tem que puxar um driver de 2015 para resolver isso.

          3. Falando em drivers eu tenho um DELL que comprei há pelo menos uns 6 anos. Para o uso doméstico ainda dá conta sem grandes problemas ainda mais depois de ter colocado um SSD (de baixo custo, mas ajudou).
            Ele veio com Windows 7 e fui atualizando para o 8 e atualmente estou no Windows 10, mas isso gerou um grande problema com o driver do touchpad.
            Parece que o driver não foi atualizado e perdeu-se as opções de configuração. Ele ainda funciona, mas não permite mais configurações.
            Um problema que na época foi bem comentado, mas não resolvido e já esquecido pelo tempo dos dispositivos.
            Acontece.

          4. @Pedro, parece que o Windows 10 (e 8) realmente é chato com touchpads. Se me permite uma sugestão, tente usar o driver do Windows 7 no Win 10.

            Se tem coragem (ou cara de pau – como eu), pegue o driver em algum sistema de distribuição de drivers, como o SDI ou DriversPacks (o russo). Fiquei sem graça de falar, mas por incrível que pareça, estes dois tem as vezes algum driver adaptado. O ruim é a confiança.

      2. Uma coisa que me esqueci de falar é que existe uma comunidade inteira ao redor do “fresh install” em todos os sistemas operacionais. Quando eu comprei o meu Mac Mini (2012) ele veio com o Lion. Como eu era novo no mundo Apple, eu recorri aos fóruns e muita gente me mandava fazer uma instalação “limpa”, formatar o HD e reinstalar o Lion sem ser usando aquele sistema de recuperação da Apple (baixando uma imagem do SO). A justificativa é que assim o sistema estaria “limpo” das atualizações e supostas melhorias que a Apple teria feito ao longo dos updates, e mais, eu deveria me ater aos updates de segurança e deixar os outros updates por 2 ou 3 semanas “maturando” pra ver se não daria problemas.

        Rolling release deve ser o terror da galera.

        1. Curiosidade: nunca reinstalei o macOS do zero, e lá se vão cinco anos de uso. Veio com o Mavericks e assim que tirei da caixa e liguei, já fiz a atualização para o Yosemite. Hoje ele roda o Catalina. Até agora, zero problema.

          1. Um amigo tem macbook (2012) e quando foi atualizar para o penúltimo (Catalina, salvo engano), teve problemas. Voltei ao Mavericks.

  7. Alguém aqui já jogou Superhot? Está com 60% de desconto no GOG e comprando até dia 16/7, o novo Mind Control Delete vem de graça. As críticas que li só reclamam do original ser curto, ponto fraco que o novo parece atacar — o primeiro destaque da descrição é literalmente “Much bigger than its predecessors. MCD immerses you in its world for days of increasingly explosive slow motion combat”.

    Nem sei se roda no meu notebook, mas sempre fiquei intrigado com esse joguete e agora que está num preço acessível, estou tentado.

    1. Nossa… joguei muito. Viciante! Tive até q desinstalar pra parar de jogar. A história é excelente e o fato dele ser curto não é um problema, pq depois libera pra vc ficar jogando por pontuação apenas. Recomendo muito! O MCD não conhecia… agora vou ser obrigado a ver o q é e, talvez, jogar um pouquinho… só um poquinho…

  8. Gostaria de recomendações de newsletters que vocês gostam e que não sejam de notícias, pode ser sobre qualquer assunto.

    1. Gosto muito da Interfaces, de tech, pelo Henrique Martins do Ztop e o Samir e da Farol do Jornalismo, que leio como curioso mesmo, já que meu campo passa longe. Também estava lendo newsletters de um pessoal das letras

      1. Se você gosta de Letras/Linguística (e não letras de música) eu indico esse último vídeo do Professor Gabriel Otero, o Proessor Max Guimarães, o Professor Vítor Nóbrega e o Professor Sérgio Menuzzi onde eles extrapolam a teoria gerativista do Chomsky: https://www.youtube.com/watch?v=0agxH4N2Fbs

        Outros vídeo bons dessa série são o “Minimlist Program”: https://www.youtube.com/watch?v=3JZXhTwoSek

        O “Estudios experimentales sobre procesamiento del lenguaje”: https://www.youtube.com/watch?v=H0AJAFSMG4g

        E claro, a aula do Steven Pinker.

        Se se interessar mesmo, os vídeos da ABRALIN estão todos no canal deles. Recomendo a playlist sobre Fake News e análise do discurso: https://www.youtube.com/watch?v=hv3p4fqwOls&list=PLyXKYlm9vRM1xlnKHNa1Fqd2EYfcswM3j

        São quatro vídeos longos sobre o modelo de negócios para produção de jornalismo para determinados públicos (a linguagem usada antes de se preocupar com o algoritmo de engajamento do Facebook, mostrando porque ela é tão aderente ao discurso das pessoas). Eles chama isso de capitalismo algorítmico e fala sobre a perspectiva da língua (a bolha do cidadão zumbi num sentido de replicação do vocabulário desses usuários).

        Como eu sou formado em Letras e estudei essencialmente 3 grandes grupos (sociolinguística, linguística aplicada ) e mostra que o Brasil estão no segundo pior grupo dentro do mundo na produção de fake news, que é quando o Estado produz fake news e governa através da memética (o governo por fake news e por memes, o Brasil inclusive é considerado como vanguarda desse tipo de governo memético.

        É algo que me atrai muito como área de estudo.

        1. Ah, “das letras” no sentido literatura — talvez “das palavras” então? Linguística nem sei pra onde vai. Não “que é” além de uma definição rasa. Porém assistindo o primeiro porque a vida é muito curta para não ser curioso com as coisas.

  9. Alguém já tentou se aventurar no mundo do desenvolvimento usando um Chromebook?

    Vejo alguns modelos que rodam Android e Linux e pensei se ele é uma alternativa viável para um desenvolvedor web.

    1. Parece que tem uma distro que é baseada na Chrominium OS, esqueci o nome dela, que você pode baixar e usar de graça. E salvo engano, um Chromebook nada mais é que um Linux adaptado com visual focado ao uso do Chrominum/Chrome. Bastaria adaptar o ambiente para seu uso.

    2. Aparentemente, é possível mas acho meio estranho….parece mais fácil usar Linux diretamente nesse caso. A vantagem seria bateria e suporte em relação a simplesmente instalar Linux ou uma VM em um computador Windows?

      1. Pensei no Chromebook por ser mais acessível e especialmente pela portabilidade. Estou de olho num modelo da Lenovo que na verdade é um tablet (que acompanha já o teclado com trackpad):

        https://www.google.com/chromebook/device/lenovo-chromebook-duet/

        Não desenvolvo em tempo integral, mas estou com uma necessidade de desenvolver e não estou conseguindo seguir pelas diversas restrições impostas no laptop do trabalho (falta de acesso admin, etc).

        Portanto levaria na mochila junto ao notebook do trabalho para realizar algumas atividades.

        1. A configuração desse Duet aí é bem limitada né? Fora que é ARM, então pode ter alguma dificuldade extra com compatibilidade, mesmo que você consiga acesso a todas as ferramentas você não poderá abrir muitos apps.

          Enfim, não pesquisei a fundo, mas me parece arriscado ir por esse caminho e acabar meio limitado pelo SO se o foco é desenvolvimento. A questão de web ainda precisa ter acesso a vários browsers, pelo jeito não dá para instalar um Firefox desktop nele.

  10. o safari sempre me parece um pouco radioativo para exibir vídeos, mais lento que os demais para começar a reprodução

    1. To me segurando pra não comprar ainda esse jogo.
      Então nem vou ouvir hahaha

        1. O dlc é bonzinho, em especial o do desafio da espada (acho que quase tive um ataque para conseguir terminar isso).

      1. Tenho vontade de jogar esse Zelda, mas a Nintendo não ajuda né!
        Entendo que é um clássico, aclamado pelos fãs… mas o jogo já tem uns bons anos e não baixa de preço!

        Vou esperar alguma promoção, mas pelo jeito vai demorar!

  11. Depois do TikTok ser banido na Índia por razões políticas, mas também de privacidade, a hashtag #savetiktok tá nos Trending Topics do Twitter por causa da iminência do app ser banido também nos EUA.

    Dane-se se o TikTok coleta suas mensagens, fotos, contatos, localização, armazenamento, root do celular, dados de rede, apps instalados e área de transferência num nível que faria até a Xiaomi falar pra pegar leve na coleta de dados.

    Rogerinho do Ingá estava certo. TEM QUE ACABAR O JOVEM!

    PS: De acordo com um cara que fez engenharia reversa no TikTok, o app coleta todos esses dados que citei. Não tô zuando. Aqui o link:
    https://www.reddit.com/r/videos/comments/fxgi06/not_new_news_but_tbh_if_you_have_tiktiok_just_get/fmuko1m/

    1. Eu vi algumas pessoas dizendo que já que várias redes sociais “ocidentais” são banidas na China, então não tem problema uma rede social chinesa ser banida nos EUA.

    2. Se o brasileiro se ligasse na privacidade, provavelmente teríamos um país líder nisso.

      Brasileiro não tá nem aí para privacidade. Só quer ter algo de graça e que o satisfaça.

      Outubro e Novembro de 2018 tão aí para mostrar como brasileiro escolhe mal suas decisões

      1. O TikTok é mais popular nos Estados Unidos que aqui. Dizer que displicência com privacidade é um problema do brasileiro é viralatismo; é um problema global.

        1. Admito que adoro usar o argumento de viralatismo, Ghedin. Acho que só assim para muitos se tocarem também.

          (E se parar para pensar – pergunte ao Felitti – viralatas na verdade tem mais valor do que pensam. Acho que o termo “viralatismo”não é mais perjorativo per si, mas provocativo. O cão de rua que usa a vivência no ambiente para sobreviver anos no meio do caos, sujeira e maus tratos – e quem sabe tem a sorte de ser adotado por alguém que goste de viralatas).

  12. Ouvintes do Tecnocracia, uma pesquisa de opinião: o episódio mais recente teve uma mudança na edição. Antes, a gente tirava os vazios sonoros, o que dava um ritmo mais rápido. Nesse, respeitamos mais a maneira como narro, o que (aos meus ouvidos, pelo menos) deixou o episódio mais “lento”.

    Alguém notou? Se sim, preferências?

    1. prefiro no ritmo mais lento – você fala bem rápido, heh. parabéns pelo trabalho. cheguei a acompanhar 10 podcasts simultaneamente há um tempo – hoje tenho bem menos tempo livre, então só tem 3 podcasts que eu escuto todos os episódios religiosamente, pois sei que será interessante: o tecnocracia, o guia prático e o foro de teresina.

    2. Nem notei nada, mas eu geralmente prefiro quando soa mais natural.

    3. Tanto faz para mim.
      De toda forma o Tecnocracia continua sendo um podcast muito bom :)

    4. Então antes editava para ficar mais dinâmico? Sinceramente não percebi muita diferença, notei somente que tinha um tempo para “respirar” que pode passar despercebido.

    5. Não percebi. Mas quanto mais “natural” soar, melhor. O Guia Prático parece ter essas pausas. Me ajuda a entender o assunto. O Tecnocracia trás informação a rodo às vezes e eu me perco (e volto o áudio).

    6. Acho que prefiro nesse ritmo natural também. Às vezes perdeu o fio do raciocínio se me desligasse por uns segundos.

  13. Caros usuários Apple, na opinião de vocês acham justo que a Apple receba 30% das vendas de serviços digitais dos desenvolvedores de aplicativos? Não é uma prática monopolista pois não há alternativas?

    No Android o Google cobra uma margem nas vendas, mas há a opção do desenvolvedor disponibilizar o aplicativo fora da Google Play Store.

    No mercado de games para PC, a loja Steam tem concorrentes como a Epic Games, Gog, Origin, Nuuvem, entre outras.

    1. Não é justo. A Apple escorrega na ética diversas vezes. E a tendência é ficar pior e ela vai, cada vez mais, vender a ideia de privacidade (como luxo para quem pode pagar) enquanto te mura dentro do ecossistema extremamente caro; mais ou menos, analisando mal, é como prender o seu filho em uma bolha e dizer que é pro bem dele e ele não se machucar.

    2. Acho que o problema não está nos 30%, mas em obrigar desenvolvedores e usuários a baixarem apps exclusivamente pela App Store e, pior que isso, impedir que os donos de apps vendam itens digitais por outro meio de pagamento que não o nativo do sistema/loja.

      Há alguns fatores que fazem a Apple resistir a abrir essa frente, como a segurança, por exemplo, mas a App Store é tão forte e difundida que arrisco dizer que, mesmo que lojas alternativas fossem permitidas, pouco mudaria em relação a isso. Veja um caso anedótico: no Android, Fortnite foi lançado fora da Play Store, justamente para evitar as taxas que o Google cobra. Menos de dois anos depois, a Epic Games levou o jogo à Play Store. Tudo bem que o motivo oficialmente alegado pela empresa foi de que o Android aterroriza quem faz sideloading de apps, mas é a vida.

  14. queria agradecer ao amigo que no último PL indicou o neon para pagar as coisas na internet no débito, essa semana chegou o cartão físico, estou usando sem nenhum problema até o momento.

    1. Opa, disponha! Hehe
      Aproveita bem o seu roxin… Digo, azulzinho!

      (Essa frase tá com baita duplo sentido, mas paciência)

  15. O navegador Brave, que foca na privacidade do usuário, vem com uma função de recompensas que você vê um anúncio (que se encaixam nos critérios de privacidade da equipe do Brave) e ganha BAT (Basic Attention Token).
    Você pode doar esses BAT aos sites/criadores que você mais acessa ou pode trocar por criptomoedas/dinheiro.
    Já utilizou? Será que realmente respeita a privacidade como dizem?

    1. Tenho os dois pés atrás com o Brave. Esse esquema de criptomoeda e troca de publicidade nativa dos sites por uma na camada do navegador não me parece justo. Acompanho, nunca usei e, até o momento, zero interesse em embarcar nessa.

      1. Curioso isso.
        O Firefox com as opções de privacidade configuradas + uBlock Origin continua sendo a melhor opção para mim (desconsiderando o Tor Browser, caro)

  16. Amigos, queria uma ajuda pra começar a entender e pesquisar melhor.

    Quero montar um PC. Trabalho com Photoshop, mas quero começar a mexer com 3D. E óbvio, jogar (não pretendo streamar).

    Minha ideia seria gastar até 7k inicialmente, dai daqui a 2 anos se precisasse dar um upgrade, continuava com o mesmo PC e só trocava o que fosse.

    Se pudessem, queria que clareassem pra mim o que eu devo buscar, pra poder fazer isso?

    Por exemplo, vejo os posts aqui falando de 3 pinos, ou de socket K, ou de que isso combina melhor com aquilo.

    E não consigo nem ter ideia de por onde começar saca? Queria ter uma ideia geral do que eu deveria pesquisar ou como pesquisar.

    1. CPU com 8+ cores.
      16+ GB de ram.
      SSD.
      Seja feliz.

      Monitor com boa fidelidade de cores (esqueça os Hz, fps, etc). Foque em produto de qualidade, pois está mexendo com fotos.
      Seja triste.

    2. Pesquisa bem a placa mãe, pois mesmo que você erre na compra de processador, placa de vídeo isso pode ser trocado ou até pode comprar mais em conta e depois fazer um upgrade.

      A escolha fica entre os novos processadores Ryzen da AMD ou da intel. Eu escolheria os da AMD, porém tem uns de topo deles que são caros assim como os processadores da Intel.

      Se optar pela AMD só precisa comprar um processador que seja compatível com os sockets AM4 https://www.amd.com/pt/products/chipsets-am4 .

      O Fabio Montarroios parece que montou um super PC Gamer e pode contar para você como foi 3:)

      1. quem dera… tive q baixar todas as configurações por conta do aumento dos preços na pandemia. infelizmente paguei mais por ter escolhido este momento. devo tudo a dell, por fazer notebooks tão ruins!

    3. Já te deram a letra: monte alguma config atual top que você não precise de upgrade por um tempo. 7k para uma config atual acho que dá. Pode ir de AMD pois pelo visto o mercado tá adotando bem ele.

      Sobre sockets: o ponto aqui é que socket tem a haver com o processador. Ou seja, a escolha do processador é atrelada à placa mãe. demais componentes são geralmente independentes (com exceção se vai trabalhar com algo que pede hardware específico – placa de vídeo com capacidade para Direct X 11/12 ou OpenGL por exemplo – , ou se vai trabalhar com Linux, que pede compatibilidade de hardware).

      O Avelino já deu a letra também: busque primeiro a placa de vídeo. Ache alguma que caiba no custo-benefício que busca. Fonte depende da soma de peças que usará (pois a fonte se baseia no consumo que seu computador terá).

      HDD / SSD / M2 depende do tipo de velocidade que busca para armazenamento (o ruim é que em tempos atuais, tudo encareceu. Em compensação, a troca do armazenamento sempre será necessária, então adquirir um equipamento hoje não impede de você pegar um melhor amanhã).

      Depois de isso tudo definido, aí é a tríade Processador + Placa mãe + Memória. Não que no caso memória dependa do processador, mas sim da placa mãe. Estes três, o ideal é uma compra conjunta.

      E boa sorte.

    4. opa! coincidentemente, acabei de finalizar a montagem do meu pc hoje. não entendo muito do assunto, mas me informei em alguns canais especializados (principalmente no peperaio hardware que parece ser mais pé no chão em relação ao q indica e analisa no seu canal no youtube). como disse o @rafael_avelino, eu tb fui de AMD. primeira vez q uso processador da marca depois de mais de 25 ano sou mais de intel. mas antes dei uma consultada no grupo do manual no telegram e algumas pessoas reforçaram q a AMD está muito boa e fazendo bons processadores com preço menor q intel. o preço estava melhor, mas ainda assim mais barato. eu ia comprar um ryzen 7, mas o preço subiu muito e fui para um ryzen 5 3600x. acho q não estou perdendo muito, pq pro trabalho serve perfeitamente e para jogos tb. o problema é q no mundo dos jogos sempre tem tarados em fps. então os caras nem prestação a atenção no jogo: ficam só olhando pro fps. são malucos, ignore-os.

      eu tb trabalho com photoshop (e pacote adobe) todo santo dia e a adobe deixa os programas cada dia mais pesados. então eu recomendo algo do intermediário pra cima. ou seja, intel ou amd 5 pra cima. placa de vídeo as boas de entrada ou aquelas intermediárias (estou com uma 5500 xt, por exemplo). mas o crucial tb é o q rafael disse: escolhe uma placa-mãe boa q ela te garante bons upgrades. não precisa ser, exceto se vc gostar muito, dessas com 500 milhões de rgbs. a minha tem, mas a primeira coisa q eu fiz foi desligar, pq não curto… eu gosto das placas da asus e achei uma q é feita no brasil : x570 plus/br. não é das mais baratas, mas foi a q consegui comprar.

      tb recomendo vc investir um pouco na refrigeração, pq o cooler q as empresas mandam não são lá muito bons… essa foi a única extravagância q eu fiz: comprar um aircooler da marca noctua. e isso se deu, pq eu queria máquina sileciosa. felizmente consegui. a última vez q montei um pc, em 2011, depois passei para notebooks e me arrependo muito por isso, ela parecia um exaustor de fogão de tão barulhenta. essa agora nem parece q está ligada. tb optei por um gabinete (bem meio boca, diga-se) q tinha a proposta de ser silencioso.

      estou bem satisfeito e por não ter ido na onda desses ‘adrenaliners’ da vida, eu com certeza economizei bastante, apesar de ter gasto mais se tivesse comprado antes da pandemia.

      por isso q eu sempre digo: dilma, devolve nosso dólar de dois reais!

      1. Massa! Isso da AMD como tá sendo pra ti com a Adobe? Vi umas pessoas falando que Adobe nem da suporte pra AMD e que tipo, varios pau etc (sei que na internet tudo acaba sendo exagerado) mas enfim, no teu dia dia percebu algo?

        Eu tava bem inclinado a partir pra AMD, por causa do custo beneficio mesmo.

        Sobre o aircooler vou pesquisar tmabém! Obrigado!

        1. Semana q vem vou poder te dizer. Montei o computador ontem apenas e não deu pra testar pra valer. Só instalei os programas mesmo e mais nada. Duvido q haja algum problema. Mas pode ser q, sim, a Adobe tenha algum tipo de pareria com a Nvidia q desconheço e, neste caso, usando Radeon, creio q bug ou travamento não haverá. No máximo se perde uma novidade ou outra… Enfim, na semana q bem dá um toque q te digo. É computador q eu uso pra trabalhar.

  17. caros usuários apple, vocês já repararam uma diferença na reprodução de áudio do safari em comparação a outros navegadores?
    se você abre um vídeo no youtube em velocidade 2x no safari e no firefox, vai perceber que no safari o som do vídeo sai todo picotado, em volume mais baixo e distorcido do que no firefox. isso também acontece no aplicativo do youtube pra iOS.
    se você abre uma mensagem de voz do whatsapp web no safari, parece que tá falando com o monstro do lago ness, porque a voz sai toda distorcida e grave, como se estivesse com velocidade reduzida.
    o firefox estava consumindo muita memória aqui, então resolvi voltar pro safari essa semana. mas já revirei a internet em busca de uma solução pra esse problema do áudio e não encontrei, de modo que já desisti de poder ver os vídeos em velocidade alta com fidelidade adequada. segue aqui apenas este lamurioso desabafo, então.

    1. Eu nunca tinha reparado nisso, hehe. Aqui não picotou nada, mas, de fato, a qualidade do áudio acelerado do YouTube no Safari é pior e os dos do WhatsApp ficam super graves. Deve ter algo a ver com codecs.

      (Nunca tinha reparado porque não acelero vídeos no YouTube/uso o Invidious no computador e não uso WhatsApp no Safari.)

          1. Interessante. É tipo o NewPipe, só que em vez de app, é um site :)

          2. Ghedin, você sabe se no Invidious não dá pra ver os vídeos em 1080p?

  18. Pessoal, tem algum estudo mais formal sobre que cores são boas para usar em IDEs? Eu tenho um astigmatismo muito forte no olho direito, pois tenho ceratocone e justamente ele que está ficando mais “cansado” depois de muito tempo usando telas.

    No geral, texto escuro em tela clara ajuda para leitura, especialmente para quem tem astigmatismo. O efeito halo é muito forte, principalmente quando é no extremo: letras brancas em fundo preto.

    Por outro lado, ceratocone piora a sensibilidade a luz e na prática ler código não é igual ler um texto. O fundo claro me incomoda ao olhar por muito tempo e – na prática – acho que é bem diferente de ler texto, acho mais fácil achar as cores das keywords no fundo escuro.

    Enfim, basicamente uso tema claro para o computador no geral mas prefiro IDE com cores escura. Entretanto, evito contrastes muito altos, gosto de algo mais para o Dracula (https://draculatheme.com/) ou Monokai Pro (https://monokai.pro/) .

    Muitos desses esquemas de cores falam de ciência, mas a real é não parece haver muito….é mais gosto e os defeitos dos seus olhos haha

    1. Também gostaria de saber se há estudos sobre efeito da cor na escrita/leitura de código — especialmente porque eu chuto que a memória gráfica das velhas telas monocromáticas com fundo preto tenha algo a ver com a preferência geral do pessoal do mundo do código pelos temas escuros (e gostaria muito de ver testada essa hipótese).

      1. Acho que as pessoas simplesmente usam mais o que vem de padrão, as IDEs escuras não eram regra anos atrás. Nos anos 2000, Visual Studio e Eclipse usavam como padrão um esquema claro que deixavam eles parecidos com um Word da vida. Usar tela preta significava que você era sysadmin ou estava mexendo com algo arcaico como COBOL, não era cool hahaha

        Suponho que a mudança geral começou com o Sublime Text (https://www.sublimetext.com/), que foi bem revolucionário e influente no contexto de editores de texto, e vinha com um esquema escuro por padrão. Ele se popularizou no começo dos anos 2010, a partir daí outros editores começaram a usar cores escuras de padrão ou oferecer a opção.

        1. Eu sempre usei o padrão da IDE. Só mudava quando me incomodava (letras MUITO claras como o Eclipse empacotado pra Python). mas, sinceramente, 90% do meu desenvolvimento foi no ViM (ou seja, tela preta e letras coloridas cortes e monoespaçadas) =P

          Mas, no N++ e no gEdit eu sempre usei o tema claro.

    2. Vou ficar de olho nesse fio. Tenho ceratocone também e nos últimos anos o aumento do astigmatismo em ambos os olhos foi alto.
      Fiz crosslinking há cerca de 2 anos e estagnei o avanço, mas ainda sim os 5 graus do olho esquerdo dão trabalho muitas vezes.

    3. Sobre a vista cansada ao visualizar telas, já tentou “óculos com filtro de luz azul” ?

      1. Não sei se essa discussão da luz amarela é tão relacionada, mas já deixo ativada nos meus computadores. Sei lá, não me agrada a ideia de usar um filtro nos meus olhos 100% do tempo já que sempre estou de óculos.

        1. Eu uso faz alguns meses e reduziu bastante as dores de cabeça e vista cansada.
          E o filtro só “é ativado” quando alguma luz azul bate no óculos, fora isso é um óculos comum.

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