Post livre #230

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

49 comentários

  1. Qual o tamanho do acervo pessoal de fotografias de vocês?

    Finalmente terminei de reunir todas — ou assim espero — as minhas imagens pessoais de cerca de 2008 para cá em uma única Fototeca do aplicativo Fotos do Mac*.

    Deu um total de 23.268 imagens.

    Obviamente eu nunca darei um mínimo tratamento de organização nesse acervo (com tags, etc).

    Além dessas, ainda há HDs perdidos em algum lugar da casa de meus pais que talvez algum dia eu recupere com fotografias ainda mais antigas.

    *sim, eu sei que o ideal seria usar alguma ferramenta como o Lightroom para isso, mas as versões piratas sempre foram problemáticas pra mim e não quero assinar adobe cc agora… Já o Google Fotos uso como uma espécie de backup pessoal, embora também reconheça que o ideal seria parar de usar google totalmente.

    1. Eu não tenho a medida exata do meu. Parte se perdeu (inclusive fotos antigas em filme da família).

      Comecei a tirar bastante foto quando ganhei a câmera na promoção do Gizmodo (era para legendar a foto e no final fiz uns quadrinhos). A câmera durou uns 4-5 anos até ela cair e deslocar a lente. Anos depois comprei uma DSLR zoada que vendi rapidamente. E um tempo depois comprei uma câmera de modelo similar ao que eu ganhei do Gizmodo.

    2. Vamos imprimir essas fotos? Foto tem que ser em papel.

      Mais de 20 mil? Ok, esqueça o que eu disse. Mas recomendo o Adobe Bridge pra gerenciar. Acho que é a única coisa boa que a Adobe dá gratuitamente. ???

      Para revelar, recomendo o Darktable, que inclusive é talvez o único open source compatível com o Camera Raw/Lightroom, ou seja, se revelou com o CR, vai abrir com o mesmo set no Darktable.

      Tenho só umas mil fotos, separadas por data e olhe lá :/

  2. As vezes tudo que eu queria era ser “cancelado” para ter um motivo de parar de usar redes sociais em definitivo.

    1. Só aproveitando que me restou está área de comentários como rede social e avisar que hoje sem querer achei a praça dos pokémons em Suzano.

      1. depois da pandemia eu quero muito visitar essas praças de suzano

        (e reforço a sugestão de ghedin: se as redes sociais estão de fazendo mal, dê um tempo nelas ou procure ajuda. Se cuida!)

        1. Eu tenho saído nesta pandemia, e o pior de tudo é lidar com pessoas que assumiram que tiveram Covid e tem a mentalidade “salnorabista” – falando que “uma vez que pega, não transmite”, etc… Isso vindo de gente que tem certificação médica, inclusive…

          Apertei a mão de um dos caras estes dias, meio que ato falho, mas tem detalhes que aqui não vira eu contar…

          Eu no final tou bem cínico nesta situação – o que me restaria era tomar coragem e pagar um exame para saber minha situação atual para definir se já peguei ou não.

    2. Não é legal ser “cancelado”. Se usar redes sociais está te prejudicando a esse ponto, talvez seja uma boa buscar ajuda e tentar uma abordagem diferente para tentar diminuir e/ou mudar o modo de uso delas.

      1. Tou fazendo terapia há um bom tempo. Tem me ajudado.

        O ponto é que de fato lidar com redes sociais tem sua parcela de estresse – para mim, é um vício de distração, tal como alguém usando o cigarro para fumar quando ansioso. Nicotina no cigarro, dopamina na curtida. Tiro o celular do bolso a cada 10 minutos… :\

        Acho que quando entrei nas redes sociais eu criei uma expectativa muito alta sobre fazer amizades – soma-se o fato que também tenho uma mentalidade um pouco mais fechada, não nego.

        Hoje sei que muita coisa é aparência, e muitos atos no final só induzem a comportamentos que estressam. É lidar com isso e ver como sobressair.

        Em tempos: falei de cancelamento, aí me lembrei de um twitt do Inagaki sobre.

        Do meio que conheço, só sei de uma pessoa que “foi cancelada” após uma situação que de uma denúncia virou um meme bizarro, isso ano passado. Conheci a pessoa pessoalmente uma vez só, mas não tinha uma amizade – porém eu tenho um respeito por ela. Porém, pensando sobre o caso dele, fico pensando no que aconteceu com a mesma. Queria ter o prazer de vê-lo e saber como ele está. (E sinceramente, perguntar a sensação dele de ter sido “cancelado” no online).

        De fato, “ser cancelado” é ruim – isso é ter uma reputação assassinada, e significa também perder chances futuras por causa da pecha colocada. Se já temos problemas para recolocação de gente que passou por prisões, uma pessoa que sofreu achincalhamento público só volta a ativa se ela tiver forças para isso – conseguir superar o cancelamento e se mostrar um exemplo de superação, ou se ela tem ao menos um fã clube dedicado.

        Mas podemos dizer que comentei com sentimentos negativos na alta. Não existem mecanismos para prevenir isso (ou de fazer algo bêbado e online) Então… ao menos agradeço pelo espaço de desabafo – que provavelmente vou até pedir para o terapeuta passar aqui. :)

  3. Ao amigo do MdU, John se não me engano, que perguntou se AMD e Adobe funcionam, por aqui, usando Photoshop intensamente, deu tudo certo. Não cheguei a usar o Premiere, mas acredito q não terei problemas tb. Caso tenha relato aqui. Fora isso, a máquina está funcionando bem (e de maneira muito silenciosa como gostaria). A única surpresa foi alguns travamentos jogando CS. Mas travando no jogo, dando timeout. Me parece um problema específico. Não consegui testar com outros jogos ainda…

    1. Tenho um Asus Max pro m1 e a bateria é de 5A. Faz 38h desde a última carga e ainda está com 27% nesse momento que lhe escrevo.
      Ainda bem que esse aspecto melhorou nos smartphones.

  4. Estou há alguns anos utilizando apenas o computador da firma depois que o meu teve um problema e descansa em paz.

    No entanto, queria comprar um notebook pequeno, leve e que seja gostoso de digitar. Meu uso é majoritariamente google drive suite (planilhas, docs), um ou outro código javascript e no máximo um emuladorzinho.

    Pensei em comprar um chromebook, mas é engraçado ver modelos de mais de 5 anos de idade sendo vendidos full price.

    Alguém indica um modelo de windows PC/chromeboook/macbook antigo que ainda dê pra usar fazendo uns tweaks/
    que seja fácil de adquirir no Brasil?

    Obrigado =)

    1. Eu não tô ligado em PCs/notes/chromebooks mais antigos, mas se é pra cumprir os 3 primeiros requisitos (pequeno, leve, gostoso de digitar) eu tenho 3 opções vendidas no mercado hoje, do mais caro ao menos caro:

      1 – Samsung F30: Celeron N4000 + 4GB RAM + 64GB armazenamento
      Destaque dele: Tela 13.3″ Full HD com 8 bits de resolução de cor. Teclado estilo “máquina de escrever”. Tem biometria. Dá pra expandir o armazenamento com SSD M2, daqueles de 42mm.
      A tela dele é maravilhosa. Vi numa loja antes da pandemia fechar tudo, e é definitivamente o ponto mais forte dele. Digitei no bloco de notas e as teclas são boas, mas não sei dizer se tu vai gostar. Processador fraquin, dá conta das 3 coisas que você colocou, mas não sei se rola um javascript nele.
      O ruim? O preço. Tá inflado demais, já ficou por menos de 1500 ano passado, e esse ano ainda dava pra encontrar por 1800 alguns meses atrás.

      2 – Lenovo 300e: Celeron N4100 + 4GB RAM + 64GB armazenamento
      Destaque dele: tela touch + dobradiça 360º, processador melhor dos 3, mais resistente.
      Esse tem uma tela de 11.6″ comum, dá pra usar, mas nada excepcional. O destaque dele são os recursos, vem com caneta com 4096 níveis de pressão, a tela é touch, dá pra transformar em um tablet enorme, a carcaça dele é mais resistente, e até aceita lápis de escrever na tela.
      O processador é melhor, mas não espere muito dele, ainda é um Celeron. Não consegui usar ao vivo, mas creio que seja legalzin.
      O ruim? O preço (rs). A lenovo tacou a faca (sugeriu 3 mil), mas dá pra achar na loja que explode por menos de 2350 parcelado. A duração de bateria dele também não é excepcional, é ok.

      3 – Multilaser Legacy Air: Celeron N3350 + 4GB RAM + 32GB armazenamento
      Destaque dele: tela de 13.3″ Full HD com 8 bits de resolução. Preço mais baixo pra uma tela boa dessa? Só nele. Dá pra expandir o armazenamento com SSD M2, daqueles de 42mm.
      Esse aqui com certeza é um modelo chinês remarcado, mas me surpreende pela qualidade da tela. Tive um professor de processamento de imagens que usa um desses pra tudo (achava que era um macbook de longe haha). Dei uma mexida leve nele e é bem ágil pro BÁSICO. O teclado é legalzinho, mas achei o do Samsung F30 melhor. Esse celeron é beeem fraquinho, mais fraco que os outros daqui, mas o professor usava python + opencv2, octave e C++ nele, então acredito que dá pra fazer O BÁSICO de programação em qualquer um desses 3.
      Dá pra achar por 1500 ou menos (achei por 1187,38 parcelado em 12x na “hora da compra”), mas não pague mais de 1500 nele. O hardware dele é basicão, é quase “um tablet com windows 10”.

      Essas são opções que eu mesmo considero. Pretendo comprar um desses, mas depois que eu trocar de notebook (quero pegar um dos novos Ryzen 4000 pra notebook).

      1. Agradeço DEMAIS a resposta tão completa. Acho que vou monitorar os três, os preços realmente estouraram com a pandemia, e acho absurdo pagar fullprice.

        Confesso que fiquei surpreso com esse multilaser, muito bonitinho eu achei.

    2. Não sou muito bom nisso, mas a recomendação genérica que tenho é ficar de olho em revendedoras de equipamentos recondicionados.

      Por muitos destes venderem equipamentos vendidos direto as empresas, são computadores mais robustos e duráveis que os computadores vendidos em lojas de varejo.

      Como tu pede um equipamento leve, já não sei dizer onde pode ter um com este perfil e que seja vendido as empresas (geralmente os notebooks oferecidos as empresas são mais pesados e robustos).

      1. Conhece alguma dessas que venda no Mercado Livre?

        Boa parte das empresas que conheço tem contrato fechado com Dell ou IBM, de modo que esses notebooks voltam pra eles.
        Esse que eu tenho da firma é um excelente dell inspiron 15, com i7 8gen, confesso que tenho medo do impacto de ir pra notebooks mais leves e com menor poder de processamento..rs

        1. Nesse caso, te recomendo ficar com os i5/i7 de 8ª geração pra cima haha
          Eu uso um i7 7ª geração e ele é basicamente um i5 7ª geração com clock mais alto. 2 cores. Qualquer i5 de 8ª pra cima é 4 cores.
          Nem preciso dizer a minha indignação quanto a isso.
          Dá pra renderizar vídeos no kdenlive, jogar CS:GO, rodar AutoCAD, mas ele engasga no Davinci Resolve, e/ou qualquer programa mais pesado.
          Tem uns notebooks mais finos com i5/i7 de 8ª pra cima, ou notebooks com ryzen 5 (tudo absurdo de caro por causa da pandemia, mas é melhor que pegar celeron).
          Veja um notebook com 8GB de RAM também, vai te dar margem pra programar.

          PS: obrigado pelo feedback lá em cima!

  5. Quase ninguém se interessa pelo tema educação por aqui como eu (bom, talvez o Montarroios), mas eu acho, mesmo assim,que todo mundo deve dar uma lida nesse artigo do CPERS (sindicato dos professores estaduais do RS) sobre a adoção massiva do Google Classroom pela SEDUC/RS nas escolas e, principalmente, em como isso impacta no monitoramento de professores e alunos.

    https://cpers.com.br/educacao-vigiada-governo-entrega-dados-de-900-mil-gauchos-a-exploracao-de-multinacionais/

    Ainda existe a questão, para além do Google Classroom na SEDUC, do governo estar com uma rede móvel sendo utilizada apenas para esse fim e que, até o momento, não tem indicativo de que não seja igualmente vigiada e que os dados não sejam igualmente vendidos.

    O Google pare estar usando o RS como “case” para adoção e possíveis PPP’s na educação do país inteiro.

    1. Interessante… vou ler. Adoro assuntos sobre privacidade que envolvem o Google 😂

    2. Eu não entendo quando esse texto cita por exemplo a questão do “não há almoço grátis” e que “se você não paga pelo produto, o produto é você”. Nesse caso um navegador como o Firefox (que enfatiza a privacidade) ou distribuições Linux que são gratuitas ou uma suíte iWork da Apple que não tem custos nos dispositivos da fabricante… esses softwares não são confiáveis por não serem pagos? O que seria confiável então? É um tema que me intriga.

      1. Os modos como cada empresa busca dinheiro para se manter difere. Firefox (e outros produtos) são todos da Mozilla, por exemplo, que se mantém via doações (majoritariamente).

        As distribuições Linux tem, cada uma, um modelo de negócios para se manter. A Canonical vende uma série de serviços, Debian se mantém nos mesmos moldes da Mozilla, como fundação.

        A Apple não dá nada, você já pagou pelo iWork (ainda é esse nome?) quando comprou o hardware deles. Era muito absurdo cobrar como eles faziam antigamente (até macOS era cobrado).

        1. Eu pensei que podia criar conta somente com 13 anos, mas não é tão fácil assim deixar de ter uma conta no G. support.google.com/families/answer/7103338?hl=pt-BR

          Das pessoas próximas que estudam em escola estadual, achei meio gambiarra ficar postando coisas num perfil do FB ou usar o G class para baixar e ter que imprimir.

          O Google vai acompanhar toda a trajetória de crescimento da criança, criando um perfil bem segmentado para render cada vez mais vinculado aos responsáveis.

    3. na USP (e me parece que em várias outras universidades públicas pelo Brasil) usamos o G Suite for Education

      e embora o armazenamento ilimitado seja bastante útil, é impossível deixar de ficar desesperado pensando em tudo o que o google consegue saber antes de todo mundo do que se produz na principal universidade brasileira

  6. povo, alguém tem indicação de um aplicativo pra mac/ios que gerencie tarefas? tipo um calendário com checkboxes para marcar o que já foi feito no dia.

    já usei o todoist – mas queria algo mais simplificado – e ouvi muitos elogios ao microsoft to do, mas tava querendo algo mais integrado ao sistema, se possível.

    1. Tem o Lembretes, da própria Apple. Ele não se integra com o Calendário, mas permite colocar prazos nas tarefas, inclusive recorrentes.

    2. Mais integrado que o Lembretes da própria Apple eu não conheço. É bem leve e simples e faz tudo o que é necessário. Também dá para usar o Notas.

  7. Ghedin, você comentou na sua newsletter pessoal sobre estar cozinhando mais na quarentena. Talvez já conheça, mas recomendo o instagram do Léo Paixão, chef aqui de Belo Horizonte (e que está naquele programa “Mestre do Sabor” da Globo): https://www.instagram.com/leonardopaixao/
    Mesmo ele sendo chef de um restaurante de alta gastronomia, as receitas que ele posta todo dia nos stories são bem descomplicadas. Até eu consegui fazer várias, e sou um zero na cozinha. ;)

    1. Valeu pela dica, Paulo! Infelizmente não consigo ver as receitas — não tenho conta no Instagram e, sem uma, não é possível ver stories :/

      1. Aqui em casa, a alimentação da quarentena/licença-meternidade foi turbinada pelo insta do Léo Paixão, pelos livros da Rita Lobo e mais uma ou outra receita ocasional da internet que procurei em busca de preparos diferentes pra ingredientes entediantes – tipo arroz de baru e tilápia assada em folha de taioba.

        1. Sou fã da Rita Lobo, coloco o programa dela da gnt para gravar sempre que lembro. Vou dar uma conferida nesse chefe que você indicou também!

  8. Li o artigo do The Verge do link na newsletter e achei bastante exagerado. Alguns dos pontos levantados fazem sentido sim. Por exemplo, as atualizações automáticas que fecham os programas dos usuários e interrompem tarefas importantes são inaceitáveis. Mas para a pessoa que escreve para um site de tecnologia e ainda usa o Chrome como navegador principal é bastante estranho falar em ignorar outro navegador por princípio. E a confusão daqueles que não pesquisam ativamente sobre tecnologia e atualizações é totalmente válida e deve ser levada em conta na hora de “forçar” essas trocas.

    1. Confesso ter um apreço maior pela Microsoft que por outras empresas, mas achei uma pisada na bola forte deles. Parece que desde o lançamento do Windows 10 tomam umas atitudes muito esquisitas.

    2. Eu achei bem zoado, especialmente porque reaviva discussão de problemas “históricos” do Windows de atualização de software.

      Para usuários comuns, é ruim ficar empurrando dessa forma é confuso para um sistema com histórico ruim de problemas com malwares e afins. Poderia muito bem só aparecer isso no momento em que a pessoa fosse abrir o antigo Edge, era o “suficiente” para o usuário leigo.

      Pessoalmente, não sou fan do Windows, mas acho que o Windows 10 trouxe dois problemas extras: mais inconsistência visual que nunca e parece que estou usando SaaS gratuito. Acho bem intrusivo o Windows de forma geral tentando empurrar serviços/aplicativos. No PC do trampo, que não posso instalar nada, fica aparecendo na busca da Cortana toda hora para instalar o Edge e aí quando clico sem querer abre o Edge antigo para uma página que não consigo baixar

    3. Eu achei o tom um pouco exagerado, mas a crítica é totalmente válida. Por melhor que a Microsoft ache que o novo Edge é ou mesmo que ele seja de fato muito melhor, nada justifica essa abordagem agressiva. Da última vez que a Microsoft fez isso, tomou um processo devastador — com razão — que a fez perder a onda mobile e passar os anos 2000 patinando.

      Eu não uso e ignoro o Chrome por princípio. Não vejo qual é o problema. Jornalista não é juiz, que precisa ser imparcial, e se isso estiver explícito, um tanto melhor para quem lê.

  9. Existe alguma alternativa de qualidade ao Google Maps no iOS? Agora que o Apple Maps oferece navegação ponto a ponto, estou tentando dar preferência a ele, mas no quesito pontos de interesse, ele é muito pior que o Google Maps.

    1. Não existe nada tão bom quanto o Google Maps… é assim, você escolhe se quer ou não… o Apple Maps é apenas razoável, já testei HERE e outros… o Google Maps é melhor.

      O Waze é bom, mas é assim né… é o Google.

    2. É, não tem. O HERE WeGo é a melhor alternativa (bônus: pode ser usado offline), mas fica bem atrás. O Apple Mapas usa dados do OpenStreetMap, o que é bem legal. Se tiver um tempinho, ajude a complementar o OSM; é tipo uma Wikipedia dos mapas, ou seja, o trabalho voluntário é compartilhado por todos, não fica só nas mãos do Google, como é no caso do Google Maps.

      1. A Google é um monopólio tecnológico extremamente invasivo e que desrespeita a privacidade dos usuário, mas, infelizmente, é a melhor disparada nas coisas que faz…

        1. Em alguns segmentos o Google realmente é o melhor, mas acho que está longe de ser uma unanimidade em tudo o que faz. Beeeem longe.

          1. Uma coisa que eu queria que o google fizesse bem (contrastando com a outra thread) era um aplicativo de tarefas leve, simples e bem integrado.

    3. No Brasil, nenhum. Aqui na minha região é mais ou menos assim:

      Google Maps >>> abismo >>> Apple Maps >>> profundidade do universo >>> OpenStreetMap >>>> radiação total >>>> Here WeGo.

  10. Respondendo o post livre anterior que estavam comentando sobre drones acessíveis: Se for para começar por algo bem acessível, não há como investir em algo mais barato que o Tello (que nem é um DJI puro sangue). Saiba que a filmagem é horrível e as fotos são ok, não vai conseguir voar muito longe e controlar pelo celular é péssimo.
    Acima disso tem o DJI Spark que eu tenho e recomendo, esse sim tem recursos (e preço, usado na faixa de R$ 2 mil) e experiência dos drones mais completos, como sensor de obstáculos, vídeos FullHD, suporte a óculos VR, RTH (return to home) ao perder o sinal ou a bateria estiver acabando, seguir pessoas, etc. Enfim, drones não são baratos, porém, se usados para trabalhos podem ajudar a amortizar os custos.

    1. Eu vi uma gambiarra pra controlar o Tello com controle, basicamente você compra um controle bluetooth compatível com aqueles aplicativos de mapear botão na tela e sai mapeando os botões nos controles virtuais.
      Uma gambiarra mesmo haha, mas é alguma coisa.
      Agora supondo a compra de um Spark (ou um Mavic Mini, esse é 10/10), acima dos 2 mil novo, é difícil justificar o preço deles aqui onde eu moro (Ceará). Porque mesmo se eu oferecer um serviço de gravação aérea, vão pagar mixaria (50 reais no máximo) se comparado ao custo que eu teria com o drone, gravar e editar.

    2. Um pouco antes da pandemia, os preços dos drones tinham abaixado um pouco. Aumentou por causa do dólar.

      De qualquer forma, a minha intenção era comprar um bem simplório mesmo, nem que seja um quase brinquedo, para poder treinar comando e quando me sentir seguro (e com dinheiro), quem sabe, comprar um Mavic / Phanton / Spark.

      Só que agora acabou a grana e notei que os preços de drones simples oscilaram bastante. Sem condições agora (e soma o fato que meu celular penso em trocar porque não acho peças).

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