20#22

Vem aí o “AppleOS”?

A Apple costuma usar a abertura da WWDC, sua conferência anual para desenvolvedores, para revelar as próximas versões dos sistemas operacionais da casa. Em 2020, o evento teve que se adaptar à loucura que estamos vivendo, ou seja, foi pré-gravado e sem plateia, acessível apenas por streaming. Seria difícil que outro aspecto causasse mais estranheza que essa mudança, mas foi o que ocorreu.

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O escritório em casa do cientista de dados Gabriel Arruda

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Gabriel.

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Post livre #227

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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Bloco de notas 20#22: Banco Central barra pagamentos pelo WhatsApp

Uma curadoria semanal de notícias, curiosidades e esquisitices da tecnologia pessoal.

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20#21

Pagamentos pelo WhatsApp: O que esperar?

De surpresa, o Facebook escolheu o Brasil para lançar seu sistema de carteira digital dentro do WhatsApp na última segunda-feira (15). Por ser o aplicativo mais popular do país, usado por praticamente todas as pessoas que têm um celular, é natural que a notícia tenha causado comoção. Se à primeira vista pode parecer que será mais um passeio do Facebook na dominação de um segmento de mercado, uma olhada mais atenta revela sinais de que, desta vez, talvez não será tão fácil assim.

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A difícil tarefa de reinventar o e-mail

Muitos aspectos das nossas vidas são tão naturalizados que só os percebemos quando algo sai do roteiro ou alguém chama a atenção a eles. O e-mail, goste dele ou não, é um desses. O pessoal do Basecamp, um prestigiado gerenciador de projetos, lançou um novo serviço de e-mail que, dizem eles, joga luz e resolve alguns dos problemas graves do e-mail.

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O escritório em casa do líder de projeto Henrique Bispo

Durante a pandemia do SARS-CoV-2, o novo coronavírus, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Henrique.

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Post livre #226

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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Bloco de notas 20#21: Apple é alvo de duas investigações antitruste na Europa

Uma curadoria semanal de notícias, curiosidades e esquisitices da tecnologia pessoal.

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20#20

Mods e jogos criados por entusiastas levam realidades e percepções brasileiras a títulos famosos

por Andressa Soilo

Muitos dos games populares entre jogadores brasileiros são produzidos por empresas europeias, asiáticas e norte-americanas. Os ambientes, as músicas, os idiomas e os personagens que compõem esses jogos são, em grande medida, reproduções de percepções de desenvolvedores localizados em contextos específicos, muitas vezes alheios aos nossos. Não raro os jogos são ambientados em cidades norte-americanas, como Los Angeles, Miami ou Nova York, ou mesmo em lugares repletos de neve, um fenômeno que a maioria dos brasileiros nunca testemunhou. As comunicações se dão, principalmente, em inglês, assim como os diálogos e as músicas, e os personagens transmitem gestos, expressões faciais e identidades visuais não tão familiares ao público brasileiro.

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Reuniões Chatas Demais: O Jogo

por Paula Gomes


Luiz: — Um jogo de participar de reunião: é em tempo real e você tem várias mini quests durante a reunião. Perceber quando todo mundo tá olhando para o lado e…

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5 jogos que parecem ridículos ao serem descritos porém na real são legais

Quem joga videogame certamente já passou pela constrangedora situação de comentar um jogo legal que, em palavras, parece uma ideia bem errada. E, veja, às vezes não importa quem esteja falando. Por mais articulada ou persuasiva que essa pessoa seja, é difícil “vender” um jogo criado em cima de uma premissa… estranha. Nesse momento, o melhor a se fazer é concluir dizendo “sei que parece estúpido, mas acredite em mim: é legal”.

Contrariando o conselho que acabei de dar, neste post reuni alguns jogos desse tipo e, não bastasse isso, tento explicar o que os torna legais. É uma missão fadada ao fracasso, mas hey, o importante é tentar. Deixei de lado os jogos absurdos que são muito populares, como aqueles em que sua missão é literalmente assassinar com armas de fogo o maior número de pessoas, e que por algum motivo doentio e incompreensível são considerados “normais”.

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