Um comentário recorrente de gente que publica coisas na internet e dá uma chance ao Mastodon/fediverso é o engajamento que conseguem lá.
Mesmo com bases de seguidores muito menores que as do Twitter, por exemplo, os posts costumam ter mais curtidas, “boosts” (RTs) e cliques. Como pode?
Christopher Mims, colunista do Wall Street Journal, tem uma boa hipótese:
“O Twitter tenta agregar a maior atenção possível em torno de coisas que super viralizam. A quantidade de tempo diária é limitada. Assim, para coisas ‘explodirem’ é necessário que a maioria dos outros posts que as pessoas poderiam se interessar passe batida.”
A lógica “radical” do fediverso é entregar o conteúdo que a pessoa pediu para receber, sem um filtro opaco (o “algoritmo”) no meio.
Isso pulveriza a atenção dispensada — menos virais que chegam à TV e até sua avó fica sabendo, mais conteúdo pequeno, orgânico, se espalhando pela rede em nichos. Mais diversidade, mais inclusão, mais chances para que mais gente seja ouvida. Via @mimsical@mastodon.social (em inglês).
