Talvez todos devessem ficar quietos um pouquinho

por Alex Balk

https://twitter.com/daweiner/status/735149640857817090

No tweet acima, David Weiner diz (tradução livre): “Tem muita gente escrevendo na Internet”. Boa observação, aqui vai uma resposta idiota. (mais…)

O Google Imagens é a verdadeira busca

por Paul Ford

Isto é o que acontece quando você busca por “frases inspiradoras”1 no Google: (mais…)

O que une pessoas comuns e empresas de mídia dentro do Facebook

Em uma entrevista descompromissada concedida em 2005, num escritório cheio de pinturas de mau gosto e onde os poucos funcionários bebiam cerveja em mangueiras segurados de ponta-cabeça pelos colegas, um franzino Mark Zuckerberg disse que muita gente estava preocupada em fazer a maior coisa do mundo com o maior número de usuários possível e que parte de fazer a diferença, de fazer algo legal era “focar intensamente”. O Facebook, então, tinha a missão de ser “um diretório de universidades bem legal que seja relevante aos alunos”. Algo grande, mas, posto em perspectiva, com um alcance bem delimitado.

Onze anos depois, o mesmo Mark Zuckerberg, mais desenvolto, melhor vestido e com ambições maiores que o ambiente acadêmico dos Estados Unidos, no pomposo palco de Fort Mason, em São Francisco, fez a abertura da conferência anual para desenvolvedores do Facebook como se fosse uma mistura de líder de estado e palestrante do TED. Ele mudou e, mais ainda, o Facebook. Daquela origem humilde, “focado intensamente”, a rede social se tornou ao longo dos anos a nova praça pública, o novo jornal, o centro e local de debates de muitas coisas que nos rodeiam e que importam. Quando e como isso aconteceu, e o que perdemos no processo? (mais…)

Mergulhado no ecossistema Apple: As vantagens de se usar iPhone e Mac juntos

Estava me preparando para escrever sobre a experiência de usar a dobradinha Mac e iPhone, aquilo que a Apple vende como ideal e faz questão de exibir em suas apresentações de produtos, quando uma onda de críticas ao iOS e OS X tomou conta de sites estrangeiros.

Dizem os críticos que o software da Apple não está em sua melhor forma. Além de bugs ocasionais e alguns bem graves em certos cenários, o polimento e a liderança em inovação, marcas da empresa, teriam sido deixados de lado. O que está acontecendo? (mais…)

2016, o ano do conteúdo para realidade virtual

A pré-venda do Oculus Rift, a movimentação de outras empresas como HTC, Sony, Samsung e Google, e o clima de confiança da indústria depositam grandes esperanças de que, após décadas ensaiando, a realidade virtual finalmente ganhará o mundo em 2016. Será? (mais…)

Em tablets, Android “puro” ainda é desvantagem

Demorou um pouco, mas o Google finalmente lançou seu novo tablet, o Pixel C, nos Estados Unidos. Ele foi anunciado junto aos smartphones Nexus 5X e Nexus 6P, porém teve uma gestação mais demorada. Finalmente saiu, ontem, por US$ 499. Para muitos, um tablet com Android puro é uma compra certa. Para mim, não. Quando a tela é grande, o Android sem retoques da fabricante é uma causa perdida. (mais…)

Sobre o Snapchat e a autenticidade em redes sociais

Celebridades nascidas em redes sociais não são nenhuma novidade. É algo tão difundido que até o “subnível” onde eram alocadas pouco tempo atrás, as webcelebridades, meio que perdeu a razão de ser. Acompanhando a ascensão do acesso à Internet e do poder de reter a atenção e, consequentemente, vender produtos de anunciantes ávidos por atingir públicos seletos, elas se transformaram em celebridades de fato, tais qual atrizes, cantoras e outras a quem o rótulo era, até então, exclusivo. (mais…)

Quantas pessoas realmente se importam com os serviços do Google?

por Benedict Evans

Imagine que você tem um emprego sólido num escritório, sem contato com clientes, em uma cidade provinciana em algum lugar da Europa ou dos Estados Unidos. Você mora em um subúrbio e trabalha num prédio de escritórios, e faz o trajeto diário num carro. Em uma semana típica você encontra os amigos, vai a um bar, pub ou restaurante local, faz compras num shopping ou online e às vezes vai ao centro da cidade. Então: (mais…)

Como a competição entre navegadores ajuda a manter a web aberta e livre

O recém-lançado Chrome 46 (!) veio com novidades, correções, tudo que lhe é de praxe, mas trouxe também uma remoção na versão para desktops (Windows, Mac e Linux): o “Ok Google” universal para invocar a pesquisa não existe mais. O Chrome 47 também virá com outro recurso a menos, a central de notificações. Por que isso está acontecendo? (mais…)

No momento em que escrevo isto, o app oficial do Facebook é o segundo mais baixado entre os gratuitos para iPhone e o terceiro na lista correspondente do Android, na Play Store. Tamanha popularidade pode sugerir a interpretação de que se trata de um app bem feito. Porém, não é o caso. Mais que isso: é um app tão ruim e, em certo aspecto, desleal, que talvez desinstalá-lo represente um upgrade gratuito no seu smartphone. (mais…)

Tablets com teclados acopláveis — ou notebooks com teclados destacáveis — são o futuro da computação

A ascensão e declínio nas vendas de tablets foram bastante abruptas. Em menos de cinco anos o segmento, que nasceu com pompa e a força da Apple, em 2010, desacelerou e pôs em xeque sua própria existência. Em paralelo, uma nova tendência aponta para um possível cenário mais animador aos tablets. Com um acessório eles podem virar o futuro da computação pessoal. (mais…)

A natureza intimista do e-mail faz dele a melhor rede social de que dispomos

Você talvez já tenha visto a corrente acima no Facebook ou no Tumblr. Ela é bem autoexplicativa, mas talvez mereça um pouco de contexto — mais ainda se você não leu/assistiu a As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky1.

O livro/filme conta a história de Charlie, um rapaz recluso que narra eventos da sua adolescência através de cartas a alguém que jamais é revelado. Na Internet, a corrente/brincadeira migra o suporte do papel para o e-mail por alguns motivos: é mais prático, permite a comunicação anônima (os 10 Minute Mail da vida estão aí para isso) e dispensa a troca de endereços, algo que pode acabar mal quando feito publicamente, na Internet. (mais…)

Tecnologia não é a solução para tudo

No último fim de semana estava lendo os apps indicados pelo Gizmodo, quando me deparei com um para iOS chamado Racha a Conta. A descrição de lá:

Infelizmente, não é todo bar que tem comandas individuais, e dividir o total da mesa por todas as pessoas nem sempre é justo, tem sempre aquele amigo que come ou bebe mais… O Racha a Conta tenta resolver isso: você pode anotar o que cada pessoa da mesa consumiu, dividir itens entre apenas algumas pessoas, marcar o que quem foi embora mais cedo já pagou, tudo para uma divisão mais justa da conta da mesa.

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O smartphone é o novo Sol

por Benedict Evans

Existem atualmente mais de 2 bilhões de smartphones em uso, e, dos pouco mais de 5 bilhões de adultos no mundo, cerca de 3,5 e 4,5 bilhões deles possuem algum tipo de celular. Nos próximos anos praticamente todas as pessoas que não têm um celular irão adquirir um, e quase todos os celulares serão smartphones. Há uma década, parte dessas previsões seria passível de discussão. Hoje, não. O quanto todas essas pessoas pagam por dados móveis e como elas recarregam as baterias dos seus celulares poderão ser desafios a serem vencidos, mas o smartphone em si está próximo de se tornar um produto universal para a humanidade — o primeiro que a indústria de tecnologia já produziu. (mais…)

Facebook com brasileiros: O fim do mundo

por Vincent Bevins

Nota do editor: O post abaixo, publicado originalmente na FORM IV : THING 002, traz uma visão privilegiada de um estrangeiro que viveu no Brasil e costuma estar aqui, tem amigos brasileiros e conhece os meandros dos nossos hábitos. Ele fala sobre como nos comportamos em redes sociais, especialmente no Facebook. Caso você se identifique, não se preocupe: é o nosso jeitinho.


Quando Isabel me pediu para escrever algo sobre a forma como interajo no Facebook, senti-me grato por dois motivos. Primeiro, foi bom ter notícias dela. Não vivo próximo a ela ou de muitos outros bons amigos há anos. Só a tenho visto pelo Facebook.

O segundo motivo foi pela forma como ela descreveu as coisas que eu tenho publicado lá. Não foi exatamente um elogio e é um pouco constrangedor repetir o que ela disse, mas tive a sensação que ela entendeu mais ou menos o que eu queria dizer. Ela sabia discernir quando eu estava falando algo sério, ou somente quando estava fazendo piada. (mais…)