Tablets com teclados acopláveis — ou notebooks com teclados destacáveis — são o futuro da computação

Imagem de divulgação do Surface Pro 4 e Surface Book.

A ascensão e declínio nas vendas de tablets foram bastante abruptas. Em menos de cinco anos o segmento, que nasceu com pompa e a força da Apple, em 2010, desacelerou e pôs em xeque sua própria existência. Em paralelo, uma nova tendência aponta para um possível cenário mais animador aos tablets. Com um acessório eles podem virar o futuro da computação pessoal.

A declaração não é minha, mas de Christopher Mims, colunista de tecnologia do Wall Street Journal. A lógica do seu argumento é de que num futuro bem próximo trocaremos nossos notebooks por tablets com teclados opcionais, destacáveis — ou, posto de outra forma, nossos notebooks serão finos e leves, e terão teclados removíveis. O referido artigo foi motivado pelo anúncio do iPad Pro, da Apple. Outros lançamentos posteriores e o anúncio da quarta versão do Surface Pro e o novíssimo Surface Book, ambos da Microsoft, corroboram essa previsão.

Surface Pro rodeado por outros objetos.

O Surface Pro é sempre apontado, com justiça, como o precursor dessa nova leva de dispositivos 2-em-1 — há que se dar crédito à Intel também, que tem apoiado e feito a parte dela, nos processadores Core, para viabilizar tais dispositivos. Lançado em 2012, o Surface Pro foi chocante por alguns motivos: era um hardware da Microsoft, empresa tipicamente de software; tinha um formato inusitado que só agora, em 2015, outras empresas começaram a copiar; era potente, com um processador de notebook premium e rodando a versão “completa” do Windows. O que não surpreendeu, porém, foram as vendas pífias que resultaram em prejuízo bilionário.

Em outro aspecto o Surface Pro denunciava o DNA da Microsoft: a tendência em queimar a largada. Os tablets ganharam o público mainstream a partir do iPad original. Eles já existiam antes, na forma de dispositivos pesados e desengonçados rodando versões levemente alteradas dos Windows XP e Vista. Tablets, pois, lançados antes do tempo, antes de estarem prontos, da ideia ser refinada ao ponto de ser viável e desejável pelos consumidores. Foi preciso que a simplificação radical da interface do iOS apontasse o caminho para que as demais empresas, incluindo a Microsoft, entendessem que os paradigmas de interação do formato exigem adaptações profundas no software.

Desde o lançamento do (inicialmente desastroso) Windows 8, Microsoft e Apple rumam para o mesmo destino, porém por caminhos diferentes. O Windows entrou numa dieta rigorosa e a duras penas tratou de acomodar em sua interface elementos que facilitam seu uso com os dedos. A Apple vem do outro extremo, o de tornar o iOS robusto para rotinas pesadas de trabalho, algo que ficou bastante claro no iOS 9 com suas melhorias dramáticas na multitarefa. (Em paralelo temos o Google, ainda indeciso entre Android e Chrome OS, nenhum dos dois realmente preparado para funcionar a contento em dispositivos 2-em-1.)

Os anúncios do iPad Pro, Pixel C e o sucesso do Suface Pro 3, a primeira versão que se provou mais útil do que curiosa (as anteriores, digo por experiência própria, eram ruins), sem falar nos recém-anunciados Surface Pro 4 e Surface Book apontam que 2015 é o ano em que a corrida dos híbridos começa de fato. Um comercial comparando o Surface Pro original a um notebook convencional era quase uma piada de mau gosto; esses do final do ano passado, que colocam o Surface Pro 3 contra o MacBook Air, não:

https://youtu.be/1jP4O7rEHQ8

(Um parêntese sobre o Surface Book. Ele foi anunciado como “o notebook definitivo”, com tela de 13,5″, teclado retroiluminado e GPU dedicada da Nvidia. Causou estranheza. Por que após mostrar o Surface Pro 4, ou o que chamo de “futuro”, a Microsoft voltaria quatro anos no tempo para trazer um notebook? Foi só um susto, uma brincadeira da apresentação. O Surface Book é, também, um 2-em-1 com teclado removível. Parece incrível e, de pronto, uma alternativa praticamente sem igual na indústria — incluindo as da Apple.)

https://www.youtube.com/watch?v=XVfOe5mFbAE

A nova safra de tablets é composta por dispositivos leves e finos, têm hardware potente e software otimizado para cargas de trabalho no teclado ou com toques na tela. (O velho discurso de que tablet só serve para consumo nunca foi tão inverídico quanto agora.) E o melhor é que não há um player dominante, alguém muito na frente das rivais. A disputa está aberta e, numa situação rara nos últimos anos, a Microsoft detém a dianteira simplesmente por já ter um produto à venda que sobrevive às expectativas. É o precursor e o líder a ser batido. Méritos para os visionários da Microsoft e aos executivos que, mesmo acumulando trimestres no vermelho, dobraram a aposta na ideia.

Os novos tablets com teclados destacáveis podem ajudar a consolidar a categoria e, ao mesmo tempo, empurrar ainda mais para baixo as vendas de computadores tradicionais, em queda há mais tempo e com margens de lucro mais justas. Mas pelo custo dessa alternativa (os 2-em-1), a familiaridade do público com notebooks comuns e alguns outros fatores, é cedo para decretar a morte do PC. E é de se questionar, também, até que ponto o Surface Pro, o Surface Book e seus semelhantes são bichos tão diferentes assim.

Steve Jobs apresenta o novo iPad.

Na apresentação do iPad original, Steve Jobs disse que o tablet era o elo perdido entre smartphones e notebooks. Os últimos anos nos trouxeram smartphones com telas cada vez maiores que acabaram espremendo essa interseção e limitando o apelo dos tablets — para que ter um de 7″ quando se tem smartphones com +5″? Em outras palavras, sobrou pouco espaço para tablets.

O presente indica que, talvez, haja uma folga se abrindo do outro lado, no lado dos notebooks. Com hardware poderoso, carcaças leves e finas, software simplificado e ao mesmo tempo robusto, e um teclado como adendo, é bem provável que na próxima vez que você for comprar um notebook, esses 2-em-1 — tablets com teclados ou notebooks com telas destacáveis, você decide — estarão entre as opções a serem consideradas. Separados, notebooks e tablets caminham para a irrelevância. Juntos, eles apontam para o futuro.

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84 comentários

  1. Sinceramente, não vejo a necessidade de comprar um laptop com teclado destacável. Há excelentes opções de teclados para tablets. Acho, sim, que estamos vivendo um momento de transição. O tablet é o futuro, e não o notebook “que vira tablet”. Esses produtos estão trazendo essa realidade para o tradicional consumidor de notebooks.

  2. Sinceramente, não vejo a necessidade de comprar um laptop com teclado destacável. Há excelentes opções de teclados para tablets. Acho, sim, que estamos vivendo um momento de transição. O tablet é o futuro, e não o notebook “que vira tablet”. Esses produtos estão trazendo essa realidade para o tradicional consumidor de notebooks.

  3. Eu sempre tive um Tablet, hora iPad, hora galaxy tab, um smartphone e um notebook. Resolvi vender o Tablet e o notebook e comprei o híbrido e aprovo muito, não me vejo mais comprando dois produtos separados. Meu sonho agora é uma evolução do Continuum onde o dock seja uma tela de 10 polegadas que encaixa o SMART atrás e vira um Tablet, ai junta os três mundos num produto central

  4. Eu acho bem provável que o 2-em-1 tenha futuro, mas será que não vai ser tipo os tablets… faz sucesso uns 2-3 anos, de repente começa a morrer. Difícil apostar todas as fichas em um mercado assim.

      1. De tudo q eu li, ngm falava isso. Sempre comentam o modelo top e o preço do de entrada.
        Os preços são realmente proibitivos.

  5. Esse tipo de aparelho nunca fez sucesso e não é agora que fará. Sim, sou cético a esse ponto. Veremos.

    1. O q não fez sucesso?
      Espero q vc não esteja falando do Surface,pois esse já fez e faz sucesso.Tudo isso depois da versão 3,pois as anteriores fracassaram.
      Agora todos querem ter seu “SURFACE”:
      Apple com o iPad Pro e o Google com seu Pixel C.

    2. O q não fez sucesso?
      Espero q vc não esteja falando do Surface,pois esse já fez e faz sucesso.Tudo isso depois da versão 3,pois as anteriores fracassaram.
      Agora todos querem ter seu “SURFACE”:
      Apple com o iPad Pro e o Google com seu Pixel C.

      1. O cara está tão cego pelo ceticismo e nem enxerga que, tanto o Surface, quanto o seu conceito, estão fazendo sucesso.
        2016 promete.

    1. O preço está no anuncio oficial. A MS não está para concorrer em massa com as suas parceiras, não lançaria PCs medianos. Não seria dessa vez.

    2. As telas de baixa qualidade, baixa resolução, pesados, e com bateria fraca, desanimam demais nestes PCs medianos.

    3. As telas de baixa qualidade, baixa resolução, pesados, e com bateria fraca, desanimam demais nestes PCs medianos.

  6. Experiência pessoal: Semana retrasada eu teria adquirido um Macbook Pro não fosse ter caído a seguinte ficha: Essa merda não é touch. Como assim? Meu DELL de 27” é touch, meu iPhone é touch, meu Galaxy A3 é touch, meu Tablet é touch. De onde eu teria tirado a “brilhante” ideia de adquirir um notebook sem touch, ainda mais depois de passado 2 anos com o excelente Yoga 11s?

    Julguem-me: Fui a loja da Apple e JURO que enfiei o dedo na tela do Macbook Pro. Alguém deve visto esse momento vergonhoso. Eu ri sozinho.

    Enfim… de longe um amigo já havia me alertado do relativo bom preço do (até então) espetacular DELL XPS 13” bem como dos lançamentos da Microsoft, DELL, HP e Lenovo para os meses de outubro e novembro. Abortei a compra. Jesus me salvou!
    MS Book, vem ni mim, vem!

    1. tá, mas pensa comigo, pra que diabos um macbook teria tela touch?
      se não for um aparelho ‘conversível’ não tem utilidade mesmo!
      IMHO, voce fez uma otima escolha em não escolher um macbook. =P

      1. Tbm não sei. Meus hábitos que já estão bastante acostumados em tocar direto na tela para inúmeras funções. Não sei o que me passou pela cabeça. Foi intuitivo, e vergonhoso. Juro que ri de mim mesmo.

    2. Fiquei imaginando a cena na loja da Apple…
      Igual quando o cara chega perto demais da vitrine e da com a testa no vidro. hahahahha

      Mas de fato, existem vários concorrentes a altura de um Macbook, mas infelizmente com os preços no mesmo patamar também.
      Se eu tivesse condições, quase certo que comprava um XPS ou um X1 Carbon…

      1. Hahahaaaa…

        Meu chefe tem o XPS. Conjunto espetacular.

        Não acho que teria condições de pagar pelo MS Surafce Book no modelo exibido na apresentação, por isso irei de XPS.

    3. Eu sinceramente não vejo necessidade de tela sensível a toques em notebooks convencionais, que não destacam a tela como o Surface Book. São paradigmas diferentes e, num notebook, conta muito mais ter bons touchpad e teclado do que touchscreen.

      Aliás, acabei de comprar um MacBook.

      1. Que ódio que tô de vc agora… Hahahahaaa…. Mas concordo com vc. Porém, sou um pouco do contra, por exemplo: não vejo necessidade alguma nas funções do Iphone 6s e mesmo assim corri pra ele. As vezes, pra mim, não é questão de necessidade, é fetiche. Simples assim.

      2. Po, depois que se acostuma acho que fez falta. Até porque faz a mão ter movimento diferentes, o que não é de todo mal.

      3. Po, depois que se acostuma acho que fez falta. Até porque faz a mão ter movimento diferentes, o que não é de todo mal.

        1. Acho o trackpad o caminho mais natural, talvez perca se for desenhar ou algo de precisão sobre o conteúdo, mas para maioria dos casos…acho que agrega as funcionalidades do touchscreen com muito mais agilidade.

      4. Recentemente eu estive usando um Dell com touchscreen. Não me lembro o modelo, mas era um bom laptop com Core i7, uma boa configuração no geral. Pertence à igreja da qual sou membro. Posso ser antiquado, mas em 95% do tempo eu sequer lembrava que a tela tinha essa função.

        E acabei comprando um laptop mesmo, um Acer E5 com Core i5, 8Gb/1Tb e uma plaquinha de vídeo meia-boca da Intel. Custou 2,1 mil, e é a versão 2015 do que a minha mulher jogou acetona. Estou bastante satisfeito.

    4. Depois que passei a usar um notebook com touch vivo fazendo isso.

      Falam que touch em notebooks é ruim, mas não é verdade. É muito mais natural rolar as páginas pelo touch, fora que em alguns casos é muito mais simples.

  7. Surface para mim sempre foi o tablet mais interessante, mas ainda assim não tenho o menor interesse real de possuir um.

  8. Texto muito bom Ghedin, como sempre.

    Me interessei muito pelo Surface Book, o valor de $1.499 ( entrada) que me incomoda, a não ser que o modelo de entrada tenha as mesmas configurações que o Macbook Pro 13 Retina de $1.4999, aí sim seria realmente um concorrente de peso ao Macbook Pro.

    A grande vantagem realmente e destacar a tela e usa-la como um tablet, um problema e que eu nunca vi um Surface e não sei como funciona o modo tablet. Ter um Notebook + Tablet sai muito caro, muito mesmo. O tablet acaba sendo um leitor de artigos, revistas e redes sociais, eu faço isto com um Ipar Air .

    Em uma viajem dos sonhos que demorei 2 anos para viajar a NY, comprei o rMBP “$1.499” + Ipad Air “$729.00” , caso estive disponível um Surface Book eu não teria pego nunca o rMBP + Ipad, nunca mesmo .

    Excelente trabalho da Microsoft, Nadella fez algo imaginável com a empresa de Redmond, inovou e colocou paixão em seus produtos. Perceba como foi anunciado estes produtos e compare com a apresentação do Surface 1-2.

  9. Uso um Lenovo no meu trabalho. O acho horrível: pesado para um tablet; pequeno para notebook… E o Windows 8 não me ajuda…

        1. Ao vivo mostraram ele como laptop (era este vídeo, só que cortado), ok. Todo mundo acreditou (e até estranhou né). Daí o Panos mandou assistir o vídeo de novo e reparar em algo… Daí mostram que tem como “tirar a tela” (este vídeo completo).
          Acho que os editores já tinham feito até matéria pensando ser um laptop :v

  10. A Apple lançou o Macbook (aquele sem sobrenome, com Core M e USB C), que eu achei o ápice da engenharia.
    Aí vem a Microsoft e lança esse Surface Book…
    A Microsoft realmente não sabe brincar.

    1. Existe alguns pontos positivos no produto da Apple :

      – Ele pesa 920 gramas
      – Dispensa ventoinhas
      – Teclado / Force Touch
      – Porta USB C

    2. Existe alguns pontos positivos no produto da Apple :

      – Ele pesa 920 gramas
      – Dispensa ventoinhas
      – Teclado / Force Touch
      – Porta USB C

      1. Acredito daí que a comparação ideal é com o Surface Pro 4.
        Tem ventoinha, mas só fica ligado quando necessário (o SP4 modelo inicial é Core M SkyLake, então acho que só coisas pesadinhas vai ligar)
        Pesa 786g, 8.4mm.
        O que na minha opinião poderia ser ponto positivo, é negativo. Um USB-C apenas e nada mais.

  11. Ainda acho que um dia teremos devices que cabem no bolso, são leves, potentes e, quando necessário, desdobraremos a tela, quantas vezes for necessário, e teremos um device com tela de 22” por exemplo, e teclado comum acoplável. Ou quem sabe, só um celular com a potência de um PC, com entradas USB C, que darão a possibilidade de ligá-los a um monitor e um teclado!

        1. Surface Phone terá CPU x86 e Windows 10 Full adaptado para ser telefone e desktop.
          O Continuum é apenas o seu precursor.

  12. Esse Surface Book ficou MUITO da hora.

    Faz falta uma app store tão diversificada para tablets como a do iOS.

  13. um ponto para a MS é na questão SO e seu suporte bastante prolongado, mas sobre o Book, eu quero ver as outras empresas implementando o conceito da gpu ficar no dock, já foi anunciado um notebook com gpu Nvidia igual o de pc, e se o mercado reagir bem, imagina uma R9 290 de pc rodando tranquilamente no dock de seu tablet… quer navegar leva a tela, que jogar The Witcher, conecta o dock

    1. Daria para fazer dual: um nvidia na tela e outro no dock, duplicando capacidade (claro, no dock haveria muitas baterias também)

  14. “A disputa está aberta e, numa situação rara nos últimos anos, a Microsoft detém a dianteira simplesmente por já ter um produto à venda que sobrevive às expectativas”

    Esse “simplesmente” me soa como se o mérito da Microsoft fosse menos do que realmente é.

    1. Nah, é uma grande coisa, na real. O “simplesmente” foi mais em relação às outras fabricantes — várias já tentaram o caminho do 2-em-1, ninguém fora a Microsoft conseguiu convencer.

  15. “A disputa está aberta e, numa situação rara nos últimos anos, a Microsoft detém a dianteira simplesmente por já ter um produto à venda que sobrevive às expectativas”

    Esse “simplesmente” me soa como se o mérito da Microsoft fosse menos do que realmente é.

  16. “A declaração não é minha, mas de Christopher Mims, colunista de tecnologia do Wall Street Journal. A lógica do seu argumento é de que num futuro bem próximo trocaremos nossos notebooks por tablets com teclados opcionais, destacáveis — ou, posto de outra forma, nossos notebooks serão finos e leves, e terão teclados removíveis.”

    E eu falava isso no podcast ainda em 2012…

    1. corroborando com sua informação, tables android já são vendidos com aquela capa teclado desde 2011, a ideia é até “velha” só sua implementação que demorou a chegar como algo útil e viável

      1. “A declaração não é minha, mas de Christopher Mims, colunista de
        tecnologia do Wall Street Journal. A lógica do seu argumento é de que
        num futuro bem próximo trocaremos nossos notebooks por tablets com
        teclados opcionais, destacáveis — ou, posto de outra forma, nossos
        notebooks serão finos e leves, e terão teclados removíveis.”

        Discordo e concordo, pois a única empresa capaz de criar algo híbrido que substitua o notebook e o tablet é a Microsoft com o Windows. O iOS está bem longe de ser algo produtivo como Windows e OSX e o OSX está longe de ser algo viável pra ser usado como tablet.

        “corroborando com sua informação, tables android já são vendidos com aquela capa teclado desde 2011, a ideia é até “velha” só sua implementação que demorou a chegar como algo útil e viável”

        Exatamente, e somente o Windows é o “algo decente”

        1. sim, o SO é pensado como desktop, e tem sua versão touch complementada pela versão do laucher do mobile..

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